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O que você precisa saber para não perder dinheiro durante a Reforma Tributária

A Reforma Tributária já é uma realidade, e sua implementação está mudando a forma como empresas de todos os tamanhos lidam com impostos, custos e planejamento financeiro.

Embora o tema pareça distante para muitos empresários, a verdade é que as mudanças já começaram a afetar o dia a dia dos negócios, mesmo antes da transição completa para o novo modelo.

Este guia foi criado para mostrar a Reforma Tributária na prática: o que muda, como se preparar e quais medidas adotar para não perder dinheiro nem competitividade durante o processo de adaptação.

Entendendo a Reforma Tributária em termos simples

A Reforma Tributária brasileira tem como base a Emenda Constitucional 132/2023, que substitui cinco tributos sobre o consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos impostos:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), administrado por estados e municípios

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal

O objetivo é simplificar o sistema, reduzir custos de conformidade e acabar com a cumulatividade de impostos que afeta as cadeias produtivas.

Para o empresário, isso significa um novo modelo de apuração, cobrança e crédito tributário, com mais transparência, mas também com a necessidade de sistemas de gestão preparados para acompanhar as mudanças.

O que muda na prática para as empresas?

As alterações trazidas pela Reforma Tributária vão além dos nomes dos impostos. Elas impactam a forma como as empresas vendem, compram, registram e planejam. Veja os principais pontos:

1. Cobrança no destino

Os novos tributos serão cobrados onde o bem ou serviço for consumido, e não mais onde ele é produzido. Isso muda a dinâmica de empresas que vendem para outros estados e exige atualização no controle fiscal.

2. Crédito financeiro automático

O crédito tributário passa a ser pleno e imediato, sem restrições sobre o tipo de gasto. Esse mecanismo reduz a cumulatividade e melhora o fluxo de caixa, mas requer sistemas que registrem corretamente as operações.

3. Fim de benefícios e regimes especiais

A unificação dos tributos elimina boa parte dos benefícios fiscais estaduais e setoriais. Empresas que dependiam de incentivos precisarão revisar seus custos e margens para evitar surpresas.

4. Simplificação das obrigações

Com menos tributos e uma base unificada, o objetivo é reduzir o número de declarações e guias. Na prática, isso só será real para quem tiver processos automatizados e controle total das informações fiscais.

5. Transição longa e complexa

A transição ocorrerá de 2026 a 2033, com convivência entre o sistema antigo e o novo. Isso exigirá das empresas gestão híbrida de tributos, o que torna indispensável o uso de um ERP preparado para os dois modelos.

Como o empresário pode se preparar desde já:

O empresário que agir com antecedência terá uma grande vantagem competitiva. Veja o que pode ser feito agora para garantir uma transição tranquila e segura.

1. Diagnóstico fiscal e contábil

Comece com um levantamento completo das operações tributárias da empresa. Identifique créditos acumulados, regimes especiais, contratos interestaduais e obrigações acessórias. Saber onde a empresa está é o primeiro passo para corrigir distorções antes da transição.

2. Atualização tecnológica

A digitalização fiscal será um divisor de águas. Empresas que ainda operam com controles manuais ou planilhas terão dificuldade em acompanhar as novas exigências.

Um ERP completo e atualizado, como o ERP Nortesys, garante:

Emissão automática de notas no novo formato

Controle simultâneo de tributos antigos e novos

Apuração híbrida durante a fase de transição

Relatórios inteligentes para decisões rápidas

3. Reavaliação de custos e preços

Com a mudança nas alíquotas e no crédito tributário, as margens de lucro podem se alterar. Simule cenários com base no novo modelo e ajuste preços de venda para preservar a rentabilidade.

4. Treinamento de equipes

A complexidade do novo sistema exige capacitação constante de times fiscais, contábeis e financeiros. O conhecimento será o maior diferencial competitivo nessa fase.

5. Planejamento tributário de longo prazo

O empresário deve repensar o modelo de negócios considerando o impacto da tributação no destino e o fim de benefícios regionais. Revisar contratos e reestruturar operações logísticas pode reduzir perdas e evitar custos inesperados.

Erros que podem custar caro na transição:

Mesmo com a promessa de simplificação, o período de transição da Reforma Tributária pode gerar prejuízos se a empresa não se planejar. Veja os erros mais comuns que devem ser evitados:

Ignorar a coexistência dos sistemas entre 2026 e 2033.

Não atualizar o ERP ou software fiscal, o que pode gerar autuações.

Desconsiderar o impacto nos preços, levando à perda de margem.

Não aproveitar créditos antigos corretamente.

Deixar para se adaptar em cima da hora, o que aumenta custos e riscos de erros fiscais.

Reforma Tributária e tecnologia: por que o ERP é o centro da adaptação

A tecnologia será o maior aliado das empresas na transição tributária.

Com o ERP Nortesys, é possível centralizar todas as informações fiscais, automatizar cálculos e manter conformidade com o novo modelo. O sistema foi projetado para acompanhar a evolução da legislação e oferecer:

Gestão híbrida de tributos (antigos e novos)

Atualizações automáticas conforme regulamentações

Controle de créditos e débitos tributários

Emissão de NF-e, NFC-e e relatórios fiscais em tempo real

Integração com contabilidade e financeiro

Empresas que digitalizarem sua operação estarão prontas para a nova era fiscal e poderão focar no que realmente importa: crescer com segurança e eficiência.

Conclusão

A Reforma Tributária na prática não é um tema distante, mas uma mudança concreta que já está em curso.

Empresários que se preparam agora evitarão perdas, reduzirão riscos e aproveitarão oportunidades em um ambiente tributário mais simples e previsível.

O momento de agir é agora.

Se você quer garantir que sua empresa esteja pronta para a nova realidade fiscal, fale com um consultor Nortesys e descubra como o ERP Nortesys pode simplificar sua gestão tributária e proteger seu negócio nessa transição histórica.

Fontes: Ministério da Fazenda, Câmara dos Deputados, Senado Federal, PwC Brasil, EY Brasil.

Saiba mais sobre o ERP Nortesys: www.nortesys.com.br

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O que sua empresa precisa saber agora sobre a PLP 108/2024 e a Reforma Tributária

A PLP 108/2024 é uma das peças mais importantes da fase de regulamentação da Reforma Tributária. Depois da aprovação da Emenda Constitucional 132/2023, o país entra em uma nova etapa: transformar o texto constitucional em regras práticas que definirão como o novo sistema tributário funcionará.

Essa proposta de lei complementar detalha aspectos fundamentais da transição para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da governança tributária entre União, estados e municípios. Ela também trata de temas sensíveis como a partilha de receitas, o contencioso fiscal e o futuro dos créditos tributários acumulados.

Compreender o conteúdo da PLP 108/2024 é essencial para que empresas e gestores públicos possam se adaptar ao novo cenário com segurança.

O que a PLP 108/2024 regulamenta?

A PLP 108/2024 define diretrizes práticas para a aplicação da Reforma Tributária. Entre os pontos centrais, destacam-se:

Criação do Comitê Gestor do IBS, responsável por administrar e coordenar o novo imposto entre estados e municípios.

Estabelecimento das regras de arrecadação e distribuição da receita, garantindo equilíbrio federativo e transparência nos repasses.

Regulamentação dos procedimentos de lançamento, cobrança e fiscalização do IBS.

Definição das normas para transição dos tributos antigos (ICMS, ISS, PIS e COFINS) para os novos modelos.

Regras de apuração, créditos e compensações, que impactam diretamente o fluxo de caixa das empresas.

Ajustes nas normas do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), com novas bases de cálculo e critérios de tributação.

Esses pontos tornam a PLP 108/2024 essencial para dar efetividade à Reforma Tributária, que até então estava no nível constitucional.

Principais impactos da PLP 108/2024:

1. Impactos para empresas

A PLP 108/2024 muda a forma como as empresas interagem com o sistema tributário brasileiro. O IBS, que substituirá tributos como ICMS e ISS, terá crédito financeiro automático e cobrança no destino, exigindo maior controle contábil e digitalização das operações.

Empresas precisarão adaptar seus sistemas de gestão (ERP) para emitir notas fiscais compatíveis com o novo modelo, controlar créditos e operar em um ambiente de fiscalização mais integrado entre os entes federativos.

Além disso, a lei definirá as regras para a compensação de créditos tributários antigos, algo crucial para empresas que possuem valores acumulados de ICMS e PIS/COFINS.

2. Impactos para estados e municípios

A criação do Comitê Gestor do IBS trará uma nova dinâmica para o federalismo fiscal brasileiro. Estados e municípios terão de atuar em conjunto, dentro de um modelo de governança compartilhada, reduzindo assimetrias e padronizando processos.

A distribuição da arrecadação passará a seguir critérios objetivos, priorizando o local de consumo, o que encerra gradualmente a guerra fiscal e promove maior equilíbrio na receita entre as regiões.

Por outro lado, a perda de autonomia parcial na definição de alíquotas exigirá maior planejamento e diálogo entre os entes.

3. Impactos para a sociedade e o planejamento tributário

No campo patrimonial, a PLP 108/2024 também atualiza as regras do ITCMD, tornando o imposto mais transparente e justo. A nova metodologia prevê cálculo com base no valor de mercado dos bens e maior controle sobre doações e heranças, o que trará mais segurança jurídica.

Para a sociedade, a reforma tende a simplificar o sistema, reduzir litígios e tornar a cobrança mais previsível. Entretanto, durante o período de transição, haverá ajustes nas cadeias produtivas e nos preços, especialmente até que o sistema esteja totalmente consolidado.

Como empresas e gestores devem se preparar?

A PLP 108/2024 marca o início da aplicação prática da Reforma Tributária, e as empresas precisam agir desde já para garantir conformidade e competitividade. Algumas ações recomendadas incluem:

Revisar processos fiscais e contábeis, incluindo apuração de créditos e parametrização de notas fiscais.

Atualizar sistemas de gestão (ERP) para lidar com os novos tributos e a coexistência entre o modelo antigo e o novo.

Treinar equipes fiscais e financeiras para compreender as novas regras e evitar autuações.

Acompanhar a regulamentação setorial, já que determinados segmentos podem ter regimes específicos de tributação.

Planejar o fluxo de caixa considerando eventuais ajustes de alíquotas e prazos de compensação.

Empresas que se anteciparem e adotarem soluções tecnológicas adequadas terão vantagem competitiva e segurança durante o processo de transição.

Conclusão

A PLP 108/2024 é o elo que conecta a teoria da Reforma Tributária à prática. Ela define como o novo sistema de impostos sobre consumo será implementado, distribuído e fiscalizado, trazendo impactos diretos para empresas, governos e cidadãos.

A fase de transição exigirá organização, investimento em tecnologia e acompanhamento constante das novas normas.

Com o suporte de ferramentas como o ERP Nortesys, é possível enfrentar essas mudanças com eficiência, controle e total conformidade fiscal.

Quer entender como sua empresa pode se adaptar à nova realidade tributária? Fale com um consultor Nortesys e prepare-se para a nova era da gestão fiscal no Brasil.

Fontes: Senado Federal, Câmara dos Deputados, PwC Brasil, Gazeta do Povo.

Saiba mais sobre o ERP Nortesys: www.nortesys.com.br

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Reforma Tributária e o agronegócio: o que muda para quem vende produtos agropecuários

O novo cenário tributário do setor agropecuário

O comércio de produtos agropecuários, como insumos, fertilizantes, defensivos, rações e medicamentos veterinários, está no centro das discussões da Reforma Tributária. Esse setor, que abastece produtores rurais e cooperativas, sempre conviveu com regimes especiais, isenções e créditos tributários complexos.

Com a Emenda Constitucional 132/2023, o sistema de impostos sobre consumo entra em uma nova fase: mais simples, digital e com cobrança no destino. Para as empresas do ramo, o impacto será profundo. Não se trata apenas de novas alíquotas, mas de mudanças no fluxo fiscal, nas classificações de produtos e na própria lógica de operação.

Como a Reforma Tributária atinge o comércio de produtos agropecuários?

A reforma substitui cinco tributos sobre consumo (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por dois novos:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) de competência estadual e municipal

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) de competência federal

Esses impostos terão base ampla e crédito financeiro automático. Isso significa que o valor pago em uma etapa da cadeia poderá ser compensado na seguinte.

No setor agropecuário, essa mudança altera toda a dinâmica de revenda e distribuição. Atualmente, muitos créditos são limitados ou acumulam saldo negativo, especialmente nas vendas a produtores rurais isentos. Com o novo modelo, o crédito será integral e imediato, o que melhora o fluxo de caixa e reduz a cumulatividade tributária.

Produtos agropecuários e a nova política de alíquotas

Um dos pontos mais importantes para o segmento será a definição das alíquotas diferenciadas. A proposta prevê isenções ou reduções para itens considerados essenciais, que podem incluir:

Fertilizantes e defensivos agrícolas

Rações e suplementos minerais

Sementes certificadas e insumos biológicos

Medicamentos veterinários

Essa lista, porém, será definida por lei complementar. Por isso, é essencial que as empresas acompanhem de perto a regulamentação, pois qualquer mudança poderá afetar margens, preços e competitividade.

Na prática, será necessário reclassificar produtos, atualizar cadastros fiscais e revisar estratégias de precificação.

Tributação no destino e o fim das distorções regionais

A Reforma Tributária muda o ponto central da arrecadação. O imposto passará a ser cobrado no destino, e não mais na origem da venda.

Esse modelo elimina a guerra fiscal entre estados e traz previsibilidade tributária para negócios que vendem para produtores em diferentes regiões do país.

Empresas que comercializam produtos agropecuários para áreas rurais fora do estado de origem terão menos risco de divergências de alíquotas e obrigações acessórias. Em contrapartida, será necessário garantir a rastreabilidade total das operações, com controle sobre o destino das mercadorias, o que exige integração entre estoque, faturamento e área fiscal.

Tecnologia e conformidade: a nova base da gestão agro

A transição para o novo modelo ocorrerá entre 2026 e 2033, período em que os tributos atuais e os novos (IBS e CBS) coexistirão.

Na prática, isso significa que as empresas precisarão operar dois sistemas tributários ao mesmo tempo. Esse cenário exige controle, automação e integração de dados.

Um ERP especializado no setor agropecuário, como o ERP Nortesys, é fundamental para essa adaptação. Ele permite:

Controle simultâneo dos tributos atuais e dos novos

Emissão de notas fiscais com múltiplas regras e destinos

Gestão de estoque com base em classificações fiscais atualizadas

Aplicação automática de créditos tributários

Atualizações contínuas conforme novas regulamentações da Reforma Tributária

Empresas que mantêm processos manuais ou sistemas desatualizados correm o risco de erros, multas e inconsistências na apuração de impostos.

O que sua empresa deve fazer agora?

A Reforma Tributária ainda será detalhada por leis complementares, mas o momento de preparação já começou. Veja algumas ações estratégicas:

Revisar o cadastro fiscal de todos os produtos. Certifique-se de que fertilizantes, defensivos e rações estejam classificados corretamente.

Treinar equipes fiscais e contábeis. As regras de apuração e compensação serão completamente novas.

Automatizar o controle fiscal. A complexidade da transição exige sistemas inteligentes e integrados.

Acompanhar a regulamentação setorial. O setor agro terá tratamento específico, mas sujeito a ajustes conforme novas políticas.

Empresas que se anteciparem estarão mais preparadas para se adaptar às mudanças com menor custo e maior segurança.

Conclusão

A Reforma Tributária no comércio de produtos agropecuários representa um marco na gestão fiscal do setor. Com crédito automático, cobrança no destino e novas alíquotas, o sistema se tornará mais eficiente e transparente.

Por outro lado, as empresas precisarão de organização, tecnologia e atualização constante para operar dentro das novas regras.

Se você quer preparar sua empresa para esse novo cenário, fale com um consultor Nortesys e descubra como o ERP Nortesys pode garantir controle fiscal, eficiência operacional e conformidade total durante toda a transição tributária.

Fontes: Ministério da Fazenda, Câmara dos Deputados, Senado Federal, FGV IBRE, EY Brasil.
Saiba mais sobre o ERP Nortesys: www.nortesys.com.br

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Como a Reforma Tributária vai transformar o mercado de autopeças no Brasil

A Reforma Tributária representa uma das maiores transformações fiscais da história do Brasil, e o setor de autopeças será diretamente impactado. Como o segmento envolve uma cadeia de distribuição complexa — com indústrias, atacadistas, varejistas e oficinas —, compreender as mudanças tributárias é essencial para manter a competitividade e evitar problemas fiscais.

Neste artigo, você vai entender como a Reforma Tributária afeta o ramo de autopeças, o que muda na cobrança de impostos, quais os desafios da transição e como um ERP moderno, como o Nortesys, pode ajudar sua empresa a se adaptar com segurança.

O que muda com a Reforma Tributária?

Com a aprovação da Emenda Constitucional 132/2023, o Brasil inicia a substituição de cinco tributos sobre o consumo por dois novos impostos:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): substitui ICMS e ISS

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): substitui PIS e COFINS

Esses tributos terão base ampla, cobrança no destino e créditos automáticos em toda a cadeia de produção e comercialização. Isso significa que o imposto será cobrado onde o produto é consumido e não mais onde foi produzido, eliminando distorções e simplificando o sistema.

Impactos da Reforma Tributária no setor de autopeças:

1. Simplificação e transparência fiscal

Atualmente, o setor de autopeças sofre com a complexidade do ICMS, PIS e COFINS, que variam conforme o estado, o tipo de peça e o regime tributário.

Com a Reforma, o IBS e a CBS trarão uma estrutura mais simples e uniforme, com menos exceções e benefícios fiscais.

Para o empresário, isso significa menos burocracia, mas também maior necessidade de controle digital, já que a fiscalização será totalmente automatizada e integrada entre estados e municípios.

2. Créditos tributários automáticos

Uma das principais vantagens do novo sistema é o crédito financeiro automático.

Hoje, muitos créditos de PIS, COFINS e ICMS são limitados, cumulativos ou demorados para recuperar.

Com a Reforma, o crédito será pleno e instantâneo, ou seja, sempre que a empresa pagar um imposto sobre uma compra, poderá abatê-lo na etapa seguinte da cadeia.

Isso traz maior transparência, reduz o custo efetivo dos tributos e melhora o fluxo de caixa — algo essencial em um setor com margens apertadas como o de autopeças.

3. Fim da guerra fiscal e equilíbrio regional

O modelo de cobrança no destino elimina a guerra fiscal entre estados e garante que a arrecadação ocorra onde o produto é vendido.

Para distribuidoras e lojas de autopeças com filiais em diferentes regiões, isso reduz incertezas e simplifica o planejamento tributário.

Além disso, a partilha automática de receitas prevista no Artigo 21 da Emenda Constitucional 132/2023 traz previsibilidade e estabilidade na arrecadação, permitindo que as empresas planejem melhor seus investimentos.

4. Necessidade de atualização tecnológica

Durante o período de transição (2026 a 2033), o setor de autopeças precisará conviver com dois sistemas tributários: o atual e o novo.

Isso exigirá gestão fiscal híbrida, controle rigoroso e integração entre estoque, faturamento e contabilidade.

Empresas que utilizam ERPs modernos estarão em vantagem. Um ERP como o Nortesys permitirá:

Emissão correta de notas fiscais com múltiplas regras tributárias

Cálculo automático de IBS e CBS durante o período de transição

Controle unificado de estoque e classificação de peças

Relatórios fiscais completos e compatíveis com o novo sistema

Redução de erros manuais e retrabalho contábil

5. Possível impacto sobre preços e margens

Durante os primeiros anos da transição, pode haver ajuste de preços no setor.

Produtos com carga tributária hoje menor podem sofrer aumento, enquanto outros podem ter redução.

O importante será acompanhar as novas alíquotas e os créditos automáticos para ajustar preços de venda sem comprometer as margens de lucro.

Um ERP atualizado ajudará a recalcular margens automaticamente e gerar simulações fiscais em tempo real, permitindo decisões mais precisas.

Desafios e oportunidades do novo modelo tributário:

Desafios:

Gerenciar dois sistemas tributários até 2033

Capacitar equipes fiscais e contábeis

Atualizar sistemas internos e processos de emissão

Reclassificar produtos conforme as novas tabelas de IBS e CBS

Oportunidades:

Redução da cumulatividade de impostos

Simplificação das obrigações acessórias

Maior previsibilidade tributária

Uso da tecnologia para automatizar processos e reduzir custos

Como o ERP Nortesys ajuda o setor de autopeças na Reforma Tributária

O ERP Nortesys é uma ferramenta completa para empresas de autopeças que desejam se adaptar com tranquilidade à Reforma Tributária.

Ele oferece:

Gestão fiscal híbrida: compatível com o modelo atual e o novo (IBS/CBS)

Atualizações automáticas de regras tributárias

Controle de estoque e classificação fiscal por categoria de peça

Emissão de NF-e e NFC-e conforme as exigências da nova legislação

Painel inteligente para monitoramento de margens e tributos

Com isso, sua empresa mantém conformidade fiscal, ganha eficiência e evita riscos durante toda a fase de transição.

Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária no setor de autopeças:

1. Quando a Reforma Tributária começa a valer?

A partir de 2026, com transição completa até 2033.

2. O que muda na apuração de impostos?

Os tributos atuais (ICMS, ISS, PIS e COFINS) serão substituídos por dois novos: IBS e CBS.

3. Como ficam os créditos de impostos?

Os créditos passam a ser financeiros e automáticos, garantindo mais transparência e menor carga tributária efetiva.

4. Preciso atualizar meu sistema de gestão?

Sim. O ERP deve ser capaz de lidar com os dois regimes durante a transição e seguir as novas regras fiscais.

Conclusão

A Reforma Tributária no setor de autopeças traz grandes oportunidades de modernização e eficiência, mas também exige preparação e tecnologia.

Empresas que se anteciparem à mudança terão vantagem competitiva, controle total dos impostos e mais segurança na transição para o novo modelo tributário.

Se você quer que sua empresa esteja pronta para a nova era fiscal, fale com um consultor Nortesys e descubra como o ERP Nortesys pode simplificar sua gestão tributária e impulsionar seus resultados.

Fontes: Ministério da Fazenda, Câmara dos Deputados, Senado Federal, FGV IBRE, EY Brasil.

Saiba mais sobre o ERP Nortesys: www.nortesys.com.br

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Reforma Tributária no setor de supermercados: o que você precisa saber para se preparar

A Reforma Tributária está mudando profundamente o modo como empresas brasileiras recolhem e gerenciam impostos, e o setor de supermercados será um dos mais afetados. Por envolver grande volume de vendas, ampla variedade de produtos e margens reduzidas, o segmento precisa compreender com clareza o que muda e como se adaptar.

Neste artigo, você vai descobrir os principais impactos da Reforma Tributária nos supermercados, as novas regras de tributação sobre o consumo e como um ERP moderno, como o Nortesys, pode garantir conformidade e eficiência nesse novo cenário fiscal.

O que muda com a Reforma Tributária?

A Emenda Constitucional 132/2023 substitui o atual sistema de tributos sobre consumo por dois novos impostos:

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituirá PIS e COFINS

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que substituirá ICMS e ISS

Esses novos tributos terão base ampla e cobrança no destino, ou seja, onde o produto é consumido e não onde é produzido. O objetivo é simplificar o sistema, reduzir custos administrativos e tornar o ambiente de negócios mais previsível.

Para o supermercado, isso significa que a forma de apurar, registrar e repassar impostos será completamente diferente. Será preciso emitir notas fiscais mais detalhadas, controlar categorias de produtos e adaptar sistemas internos à nova estrutura de arrecadação.

Principais impactos da Reforma Tributária no ramo de supermercados:

1. Tributação sobre produtos essenciais

A cesta básica passará por uma nova estrutura de tributação, que prevê:

Isenção total para produtos considerados essenciais

Alíquotas reduzidas para alimentos básicos e de primeira necessidade

Cashback tributário para famílias de baixa renda, devolvendo parte do imposto pago sobre o consumo

Essa diferenciação exigirá que supermercados classifiquem corretamente seus produtos, já que cada categoria terá um tratamento fiscal distinto.

2. Necessidade de automação e controle fiscal

Com a introdução da CBS e do IBS, os supermercados precisarão lidar com novos códigos fiscais, alíquotas variáveis e regras de apuração digital.

Isso torna indispensável o uso de um ERP integrado, capaz de:

Atualizar automaticamente tabelas tributárias

Emitir notas fiscais compatíveis com o novo modelo

Gerar relatórios e auditorias fiscais de forma automática

Controlar o estoque com base nas regras de tributação vigentes

Empresas que mantiverem processos manuais correm risco de inconsistências fiscais e penalidades.

3. Transição gradual até 2033

A implementação da Reforma será gradual, conforme definido pelo Artigo 21 da Emenda Constitucional 132/2023.

Entre 2026 e 2033, os antigos tributos (PIS, COFINS, ICMS e ISS) e os novos (CBS e IBS) conviverão no mesmo período, o que exigirá que supermercados gerenciem dois sistemas tributários simultaneamente.

Durante essa fase, o uso de ferramentas tecnológicas de controle fiscal será essencial para evitar erros e garantir a conformidade com a Receita Federal e as Secretarias de Fazenda estaduais.

4. Redução da guerra fiscal e simplificação

A cobrança de impostos no destino e a unificação de tributos prometem reduzir a guerra fiscal entre estados e simplificar o recolhimento de impostos para redes supermercadistas que operam em várias regiões.

Com um sistema mais uniforme, será mais fácil planejar a expansão de lojas, prever custos e gerenciar a precificação de produtos sem surpresas tributárias.

5. Maior transparência e rastreabilidade

O novo modelo tributário também valoriza a transparência e o controle digital das operações.

A tendência é que o Fisco tenha acesso quase em tempo real às movimentações das empresas, exigindo organização total dos dados contábeis e fiscais.

Supermercados que investirem em automação e integração de dados sairão na frente, reduzindo riscos de multas e melhorando o desempenho operacional.

Como o ERP Nortesys ajuda supermercados na Reforma Tributária?

Com a Reforma Tributária, o papel dos sistemas de gestão será ainda mais estratégico. O ERP Nortesys foi desenvolvido para atender com precisão os desafios do setor supermercadista, garantindo controle total das operações e conformidade fiscal em todas as etapas.

Entre as principais vantagens estão:

Gestão tributária automatizada, com atualização de alíquotas e regras fiscais

Integração entre vendas, estoque e financeiro, facilitando a auditoria e a apuração de tributos

Emissão de notas fiscais eletrônicas (NF-e e NFC-e) conforme o novo modelo tributário

Classificação fiscal por categoria de produto, ideal para itens da cesta básica e não essenciais

Relatórios inteligentes para controle de margens e precificação conforme as novas regras de tributação

Com isso, o supermercado ganha eficiência operacional, reduz custos e garante que suas obrigações fiscais estejam sempre corretas.

Perguntas frequentes sobre a Reforma Tributária nos supermercados

1. Quando as mudanças começam a valer?

A partir de 2026, com transição gradual até 2033.

2. A cesta básica continuará isenta de impostos?

Sim, produtos essenciais terão isenção total ou alíquotas reduzidas.

3. O que muda na emissão de notas fiscais?

O novo modelo exigirá notas com identificação detalhada de produtos, tributos e categorias fiscais.

4. Preciso trocar meu sistema de gestão?

Sim, se ele não estiver preparado para CBS, IBS e regras híbridas. O ERP Nortesys já está em conformidade com o novo modelo.

Conclusão

A Reforma Tributária no setor de supermercados trará grandes transformações na apuração e recolhimento de impostos, exigindo mais controle, tecnologia e planejamento.

Empresas que se anteciparem e adotarem sistemas de gestão modernos terão vantagem competitiva e segurança fiscal no novo cenário.

Se você quer que o seu supermercado esteja pronto para essa transição, fale com um consultor Nortesys e descubra como o ERP Nortesys pode tornar sua gestão mais ágil, segura e preparada para o futuro tributário do Brasil.

Fontes: Ministério da Fazenda, Câmara dos Deputados, Senado Federal, FGV IBRE, EY Brasil.

Saiba mais sobre o ERP Nortesys: www.nortesys.com.br

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Artigo 21 da Reforma Tributária: o ponto-chave que define o futuro do sistema de impostos no Brasil

O Artigo 21 da Emenda Constitucional 132/2023 é um dos pilares centrais da nova Reforma Tributária aprovada no Brasil. Ele define as regras de transição entre o modelo atual e o novo sistema de impostos sobre o consumo, que promete simplificar a arrecadação, aumentar a transparência e reduzir desigualdades regionais.

Entender esse artigo é essencial para empresas, contadores, gestores e qualquer profissional que deseja se preparar para os impactos fiscais e tecnológicos dessa mudança histórica.

O que diz o Artigo 21 da Emenda Constitucional 132/2023

De forma prática, o Artigo 21 estabelece as etapas de implementação dos novos tributos — o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) — e as regras de convivência com os impostos atuais (ICMS, ISS, PIS e COFINS) durante o período de transição.

Ele define como e quando cada tributo será substituído, garantindo uma transição gradual e segura para empresas e entes federativos.

Entre os principais pontos do artigo, destacam-se:

Período de transição: vai de 2026 a 2033, quando o novo sistema se tornará totalmente vigente.

Convivência entre tributos: durante esse período, o IBS e a CBS serão cobrados progressivamente, enquanto os antigos tributos serão reduzidos na mesma proporção.

Teste de arrecadação: de 2026 a 2027, haverá uma fase de teste com alíquotas simbólicas para calibrar o sistema e corrigir falhas antes da aplicação definitiva.

Compensação de perdas: estados e municípios terão mecanismos de compensação para garantir que não haja queda brusca de receita durante a transição.

Por que o Artigo 21 é tão importante para o sucesso da Reforma Tributária

O Artigo 21 é considerado o “coração operacional” da Reforma Tributária. Ele define o ritmo e a estabilidade da transição, evitando rupturas no sistema fiscal e garantindo segurança jurídica.

Sem ele, a implementação da reforma poderia causar desequilíbrios financeiros para estados, municípios e empresas. Sua importância está em três pilares:

Planejamento fiscal previsível – Permite que empresas e governos se preparem financeiramente para a substituição dos tributos.

Estabilidade econômica – Evita choques tributários e garante continuidade na arrecadação pública.

Transparência – As regras claras de transição dão mais confiança ao mercado e aos investidores.

Impactos do Artigo 21 para empresas e contadores

O Artigo 21 muda completamente a forma como empresas e profissionais da área contábil devem lidar com a gestão tributária nos próximos anos.

Principais impactos:

Necessidade de adaptação tecnológica: sistemas de gestão e ERPs precisarão ser atualizados para lidar com a coexistência de dois modelos tributários durante a transição.

Gestão fiscal híbrida: contadores e analistas terão de apurar tributos antigos e novos simultaneamente, exigindo integração e automação dos processos.

Planejamento tributário mais estratégico: a definição gradual de alíquotas exigirá acompanhamento constante para evitar inconsistências e multas.

Empresas que utilizam ERPs inteligentes, como o ERP Nortesys, terão mais facilidade para se adaptar, já que o sistema pode centralizar informações fiscais, ajustar cálculos conforme as novas regras e manter a conformidade durante todo o processo de transição.

O papel do Artigo 21 na harmonização entre estados e municípios

A unificação dos tributos sobre o consumo sempre foi um desafio no Brasil, principalmente pela disputa de arrecadação entre estados e municípios.

O Artigo 21 busca resolver esse problema ao criar um modelo de partilha automática da receita, com base no destino do consumo, e não mais na origem da produção.

Isso significa que o imposto será recolhido onde o produto ou serviço é consumido, beneficiando principalmente regiões com maior população e atividade econômica.

Com o tempo, espera-se uma distribuição mais equilibrada da arrecadação e menos guerra fiscal entre entes federativos.

Desafios da aplicação do Artigo 21

Apesar dos avanços, o Artigo 21 também enfrenta desafios significativos:

Complexidade inicial: empresas precisarão lidar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo durante anos.

Capacitação profissional: contadores, analistas fiscais e gestores precisarão se atualizar constantemente sobre as regras da transição.

Integração tecnológica: será fundamental investir em sistemas de gestão integrados e automatizados para evitar erros e retrabalhos.

Esses desafios reforçam a necessidade de soluções digitais robustas que garantam controle fiscal e transparência, especialmente para empresas que operam em múltiplos estados.

Perguntas frequentes sobre o Artigo 21 da Reforma Tributária

Quando o Artigo 21 começa a valer?

As regras de transição entram em vigor em 2026, com testes e ajustes até 2027.

O que muda para as empresas nesse período?

As empresas deverão declarar tributos antigos e novos simultaneamente, adaptando seus sistemas e processos contábeis.

O Artigo 21 afeta todos os setores?

Sim, todos os segmentos econômicos serão impactados, especialmente os que trabalham com grande volume de vendas e emissão de notas fiscais.

Como o ERP pode ajudar nessa transição?

O ERP Nortesys, por exemplo, já se prepara para integrar cálculos híbridos, gerar relatórios compatíveis com os novos modelos de arrecadação e manter as empresas em conformidade fiscal durante toda a transição.

Conclusão

O Artigo 21 da Emenda Constitucional 132/2023 é o alicerce que sustentará a implementação da nova Reforma Tributária. Ele garante que a mudança aconteça de forma gradual, previsível e segura, tanto para o governo quanto para as empresas.

Para quem atua com gestão, contabilidade ou finanças, compreender o alcance desse artigo é essencial para tomar decisões estratégicas nos próximos anos. E se a sua empresa quer estar preparada para essa nova era tributária, fale com um consultor Nortesys e descubra como o ERP Nortesys pode facilitar sua adaptação às mudanças da Reforma Tributária.

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Cashback da Reforma Tributária: entenda como vai funcionar

O cashback da Reforma Tributária é uma das novidades mais comentadas da nova estrutura tributária do Brasil. Criado para reduzir o peso dos impostos sobre o consumo das famílias de baixa renda, o mecanismo promete tornar o sistema mais justo e equilibrado. Neste artigo, você vai entender de forma clara como o cashback vai funcionar, quem será beneficiado e o que as empresas precisam fazer para se adaptar a essa mudança.

O que é o cashback da Reforma Tributária?

O cashback da Reforma Tributária é um sistema de devolução de parte dos impostos pagos sobre o consumo de bens e serviços para famílias de baixa renda.

O objetivo é tornar a tributação mais progressiva, garantindo que quem tem menor poder aquisitivo seja compensado por impostos indiretos, como o IBS e a CBS, que incidem igualmente sobre todos os consumidores, independentemente da renda.

Esse mecanismo também busca incentivar o consumo formal, já que a devolução só será possível em compras com nota fiscal, fortalecendo a arrecadação e reduzindo a informalidade.

Quem terá direito ao cashback?

O cashback da Reforma Tributária será destinado principalmente às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Os critérios de elegibilidade incluem:

  • Renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo
  • CPF regular e ativo
  • Compras formalizadas com emissão de nota fiscal

A devolução será feita de forma automática, sem necessidade de solicitação individual, o que facilita o acesso e amplia o alcance do benefício.

Quando o cashback começa a valer?

A implementação do cashback será gradual, acompanhando o cronograma da Reforma Tributária.

A previsão é que os novos tributos sobre consumo, como o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), comecem a ser aplicados a partir de 2027.

Com isso, o cashback também será implantado progressivamente, conforme os sistemas de arrecadação e devolução sejam ajustados.

Como o cashback vai funcionar na prática?

Na prática, o consumidor elegível receberá de volta uma parte do valor pago em impostos sobre o consumo. O percentual de devolução será definido de acordo com o tipo de produto ou serviço.

Produtos essenciais, como alimentação e medicamentos, terão maior percentual de devolução

Bens e serviços não essenciais terão um percentual menor

A devolução poderá ocorrer de forma mensal, diretamente em conta digital vinculada ao CPF do beneficiário

Esse sistema cria uma relação mais justa entre o que é consumido e a carga tributária efetiva sobre as famílias de baixa renda.

Impacto para empresas e sistemas de gestão

Para as empresas, o cashback da Reforma Tributária representa um novo cenário de controle fiscal e tecnológico. O processo de devolução de impostos exige rastreabilidade das vendas e integração completa com os sistemas fiscais.

Empresas que operam com ERPs modernos, como o ERP Nortesys, estarão em vantagem, pois terão maior facilidade em:

Emitir notas fiscais corretamente

Controlar o fluxo de vendas formais

Separar produtos essenciais de não essenciais

Reportar informações fiscais em conformidade com o novo modelo

Além disso, negócios que atuam nos setores de varejo, atacado, construção, farmácias, clínicas e autopeças podem usar essa mudança como oportunidade para fidelizar clientes e reforçar o compromisso com a transparência fiscal.

Desafios e pontos de atenção

Apesar dos benefícios, o cashback da Reforma Tributária também traz desafios importantes. Entre eles estão:

Garantir que o sistema seja eficiente e evite fraudes

Ampliar o acesso de famílias em regiões com alta informalidade

Adaptar sistemas de gestão e contabilidade aos novos tributos

Garantir a comunicação clara entre empresas, governo e consumidores

A modernização dos processos internos será essencial para que as empresas se mantenham competitivas e em conformidade com as novas regras tributárias.

Perguntas frequentes:

Quem vai receber o cashback da Reforma Tributária?

Famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico, com renda de até meio salário mínimo por pessoa.

O cashback será automático?

Sim. O benefício será devolvido automaticamente, com base nas informações do CPF e das notas fiscais emitidas.

As empresas terão que mudar seus sistemas?

Sim. Será necessário ter um sistema de gestão capaz de registrar vendas, integrar informações fiscais e atender às novas exigências da Reforma
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Dia do Representante Comercial: o elo que move negócios e gera transformação

No Dia do Representante Comercial, celebrado em 1º de outubro, reconhecemos a importância de uma das profissões mais estratégicas para o desenvolvimento do mercado. O representante comercial é o elo que conecta empresas, produtos e clientes, garantindo que soluções cheguem onde são realmente necessárias.

No Brasil, essa atividade responde por uma fatia significativa dos negócios realizados todos os anos, movimentando bilhões e sustentando cadeias inteiras de comércio e distribuição. São milhares de profissionais que percorrem rotas, constroem relacionamentos e ampliam o alcance das empresas, sendo fundamentais para o crescimento econômico e para a competitividade dos negócios.

Por que o representante comercial é indispensável?

1. Capilaridade e alcance

Graças aos representantes, empresas conseguem expandir sua presença em diferentes regiões, mesmo onde não possuem estrutura física própria. Eles levam a marca até lugares que muitas vezes seriam inacessíveis apenas com canais diretos.

2. Conhecimento do mercado local

Cada região tem hábitos, concorrentes e realidades diferentes. O representante comercial entende essa dinâmica e adapta a abordagem para oferecer soluções alinhadas ao contexto de cada cliente.

3. Inteligência de mercado

Mais do que vender, o representante traz informações valiosas sobre tendências, demandas e movimentos da concorrência. Esses dados ajudam empresas a aprimorar produtos, serviços e estratégias.

4. Eficiência operacional

Com representantes, a empresa reduz custos de manter equipes próprias em todas as regiões, ao mesmo tempo em que amplia sua cobertura de mercado com mais velocidade e flexibilidade.

5. Conexão humana em tempos digitais

Mesmo em um mundo cada vez mais digital, a relação de confiança construída por um representante comercial segue sendo um diferencial competitivo. O contato humano fortalece vínculos e transforma negócios em parcerias duradouras.

Mercado em evolução: desafios e oportunidades

A profissão de representante comercial cresce em valorização e demanda. Nos últimos anos, o número de profissionais aumentou expressivamente, acompanhando o crescimento do varejo, da indústria e dos serviços. Ainda assim, muitos representantes enfrentam desafios relacionados à gestão de carteira, uso de tecnologia e estratégias de planejamento.

É nesse cenário que empresas preparadas se destacam: aquelas que valorizam, apoiam e investem no trabalho dos representantes. A Nortesys entende que eles são fundamentais para levar inovação, tecnologia e confiança a clientes de todo o Brasil.

Agradecimento especial da Nortesys

Aos representantes comerciais da Nortesys: o nosso reconhecimento vai além das palavras. Vocês são verdadeiros embaixadores da marca, responsáveis por levar nossas soluções para cada canto do país, fortalecendo vendas e relacionamentos sólidos e duradouros.

Cada proposta apresentada, cada visita realizada e cada cliente atendido refletem o compromisso, a dedicação e a paixão de vocês por representar uma empresa que acredita em crescimento mútuo.

Neste Dia do Representante Comercial, a Nortesys agradece imensamente por todo esforço, resiliência e confiança que vocês depositam em nosso trabalho. Que possamos continuar juntos, crescendo, inovando e conquistando novos mercados.

Parabéns, representantes comerciais! Vocês são parte essencial da nossa história e do nosso futuro.

Torne-se um Representante Comercial da Nortesys

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Dia do Contador: dados e curiosidades que mostram a grandeza dessa profissão no Brasil

Descubra curiosidades, dados e fatos sobre o Dia do Contador no Brasil. Entenda por que a profissão é estratégica, como a contabilidade moldou a história e de que forma a tecnologia, como o ERP Nortesys, transforma o trabalho dos contadores.

Dados que revelam a dimensão da contabilidade no Brasil

  • O Brasil possui mais de 500 mil contadores ativos, segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC).
  • O país é reconhecido mundialmente pela sua complexidade tributária, onde empresas gastam, em média, 1.501 horas por ano apenas para lidar com impostos, contra uma média global de 234 horas (Banco Mundial).
  • A legislação tributária brasileira sofre, em média, mais de 30 alterações por dia útil, exigindo atualização constante e tornando o contador brasileiro um dos mais resilientes do mundo.

Curiosidades históricas sobre a contabilidade

  • A primeira escola de contabilidade do Brasil foi fundada em 1902, em São Paulo.
  • A contabilidade é considerada uma das profissões mais antigas da humanidade, com registros que remontam à Mesopotâmia (4.000 a.C.), quando escribas contabilizavam grãos e animais em tabuletas de argila.
  • Durante períodos de crise econômica, como na inflação brasileira da década de 80 e 90, foram os contadores que ajudaram empresas a sobreviver com sistemas de correção monetária e planejamento financeiro.

O contador como pilar estratégico

Ao contrário do estereótipo de “profissional da papelada”, o contador moderno atua como consultor de negócios, apoiando na precificação de produtos, análise de riscos, planejamento tributário e decisões estratégicas. Sua função é traduzir números em informações valiosas para a gestão empresarial.


O papel da tecnologia: como o ERP Nortesys apoia o contador

Com a transformação digital, o contador ganhou aliados poderosos. O ERP Nortesys automatiza tarefas complexas, como cálculos de ICMS, PIS, Cofins, CEST e CST, reduzindo erros e liberando o profissional para se dedicar à análise estratégica.

Conheça mais sobre a Automação Tributária do ERP Nortesys

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Novo sistema 150 vezes maior que o Pix promete mudar a cobrança de impostos no Brasil: entenda o impacto e como se preparar

Se você tem empresa no varejo, atacado ou indústria, precisa entender como esse sistema vai funcionar e como um ERP preparado será essencial para se adaptar.


A Receita Federal anunciou a criação de um sistema digital 150 vezes maior que o Pix, projetado para colocar em prática a reforma tributária aprovada no Brasil. O anúncio chamou atenção pela comparação com o Pix, um dos sistemas mais usados pelos brasileiros, e levantou muitas dúvidas: afinal, o que é esse sistema? Ele é a própria reforma? É o split payment?

Neste artigo, vamos explicar cada ponto de forma simples e direta, para que você entenda exatamente como tudo se conecta e o que isso significa para a sua empresa.


O que é a Reforma Tributária?

A reforma tributária é uma mudança nas regras de cobrança de impostos no Brasil.
Ela substitui cinco tributos atuais:

  • PIS
  • Cofins
  • IPI
  • ICMS
  • ISS

Esses impostos serão unificados em dois novos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – tributo federal
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – tributo de estados e municípios

A ideia central é simplificar. Em vez de diferentes legislações, cálculos e obrigações, teremos apenas dois impostos cobrados de forma padronizada, com base no consumo.


O que é o sistema 150 vezes maior que o Pix?

Para que a reforma tributária saia do papel, não basta mudar a lei. É preciso ter um sistema capaz de operacionalizar essa nova forma de cobrança.

É aí que entra o chamado sistema 150 vezes maior que o Pix.

  • O Pix registra apenas três dados básicos: pagador, recebedor e valor.
  • Já a nova plataforma tributária terá de lidar com 70 bilhões de documentos fiscais por ano, cada um com dezenas de informações: produto, preço, impostos incidentes, créditos, local de consumo, dados do emissor etc.

Por isso, ele é considerado 150 vezes maior em volume de dados que o Pix, e cerca de 11 vezes maior que toda a atual estrutura da Receita Federal.

Em resumo: esse sistema é a máquina que vai fazer a reforma tributária funcionar.


O que é o Split Payment?

Dentro desse sistema, haverá várias funções novas. Uma das principais é o split payment.

Esse mecanismo faz a divisão automática dos tributos no ato da compra:

  • Uma parte do valor pago vai direto para a União
  • Outra parte para o estado
  • Outra parte para o município

Tudo isso sem precisar que a empresa calcule e pague manualmente cada imposto.

Ou seja:

  • Reforma tributária = a nova regra do jogo
  • Sistema 150x maior que o Pix = a máquina que executa essa regra
  • Split payment = uma engrenagem dessa máquina

Cronograma da reforma tributária digital

AnoO que vai acontecer
2025Testes com 500 empresas selecionadas
2026Cobrança inicial com alíquota simbólica de 1%
2027Início efetivo da CBS e split payment
2029-2032Transição completa e extinção dos tributos atuais

O que muda para as empresas?

A mudança traz benefícios, mas também exige preparação:

  • Adequação de sistemas de gestão: será obrigatório ter ERP e softwares atualizados para lidar com a CBS e o IBS como o Nortesys.
  • Automação de notas fiscais: emissão no novo padrão será essencial para não travar operações.
  • Redução de erros manuais: o sistema oficial vai validar informações automaticamente, mas empresas precisam estar integradas.
  • Mais transparência fiscal: cada etapa da transação será rastreada digitalmente.
  • Cashback tributário: famílias de baixa renda poderão receber de volta parte dos impostos pagos.

Desafios no caminho

Apesar dos avanços, algumas preocupações são inevitáveis:

  • Privacidade e segurança de dados: um volume gigantesco de informações fiscais estará centralizado.
  • Infraestrutura tecnológica: empresas menores precisarão investir em integração.
  • Coordenação entre União, estados e municípios: ainda existe o desafio de alinhar todos os entes federativos.

Como a Nortesys pode ajudar sua empresa

A Nortesys acompanha de perto a evolução da reforma tributária e já desenvolve soluções para que sua empresa esteja pronta para a nova era digital de cobrança de impostos.

Com o ERP Nortesys, você garante:

  • Emissão de notas fiscais compatíveis com o novo sistema;
  • Automação do split payment;
  • Relatórios completos de créditos e débitos;
  • Segurança da informação e conformidade fiscal.

Conclusão

O sistema 150 vezes maior que o Pix não é a reforma tributária em si, nem apenas o split payment. Ele é a plataforma digital que dará vida às novas regras.

  • A reforma tributária define as regras.
  • O sistema 150x maior que o Pix é a infraestrutura que executa.
  • O split payment é uma das engrenagens que fará a cobrança automática funcionar.

Empresas que se adaptarem com antecedência terão mais segurança, eficiência e competitividade no novo cenário.

Entre em contato com a Nortesys e descubra como preparar sua empresa hoje mesmo para a maior transformação tributária digital da história do Brasil.