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Como deve ser o controle da comissão de vendas em um negócio?

Controlar a comissão de vendas não é nada fácil. Para auxiliá-lo na tarefa redigimos este artigo que traz as principais formas de fazê-lo!

A comissão é uma forma de incentivo comum dentro das empresas para alavancar suas vendas. Para que os resultados sejam maximizados, os gestores precisam exercer um controle preciso sobre elas, pois assim saberá quais ações e colaboradores apresentam os melhores resultados.

Se você aplica ou deseja aplicar a comissão de vendas no seu negócio, continue lendo este artigo. Vamos mostrar como funciona, as principais formas de controlá-la e como isso pode otimizar o negócio. Confira!

Como funciona a comissão de vendas de um negócio?

De forma geral, a comissão é um acréscimo à remuneração do vendedor pelas vendas realizadas. Seu objetivo é incentivar os colaboradores a aumentarem o volume de vendas ou ticket médio dos clientes.

Existem diferentes tipos de comissão, devendo o gestor aplicar a mais adequada para o negócio e que melhor incentive os vendedores. São eles a comissão por:

  • venda: percentual fixo sobre o valor de cada produto comercializado;
  • faturamento: calculado de acordo com as vendas totais da organização;
  • margem de lucro: está ligado aos lucros do negócio;
  • recebimento: o valor é repassado ao vendedor conforme a empresa recebe os pagamentos, mais utilizado nos negócios que vendem mais a prazo;
  • bônus por rendimento: o cálculo vai além do número de vendas e envolve o engajamento do colaborador com a empresa.

Quais são as principais formas de controlar a comissão de vendas?

Quanto mais o negócio se desenvolve, mais complicado se torna o controle das vendas e comissões, já que haverá um maior número da carteira de clientes e de vendas. Para isso, é fundamental que você tome medidas para melhorar essa gestão, o que também aumentará a efetividade das comissões. Veja as melhores estratégias a seguir.

Manter um registro das vendas

A primeira etapa é registrar detalhadamente todas as vendas efetuadas. Os dados devem incluir o vendedor, data, horário, produto, valor, forma de pagamento etc. Para agilizar essa atividade, você deve usar um sistema de gestão que colete e armazene automaticamente essas informações.

Ter um bom planejamento

É preciso planejar o orçamento de comissões e alinhá-lo às estratégias do negócio. Nesse caso, é necessário seguir os passos:

  • definição dos canais de distribuição: são os meios disponíveis para que os clientes adquiram os produtos;
  • criação da lista dos produtos comercializados: estabelecimento do mix de produtos de acordo com seu público-alvo;
  • planejamento do volume esperado de vendas: junte toda a equipe de vendas, defina as estratégias e faça projeções de faturamento;
  • definição dos preços de venda: calcula-se os custos investidos na produção do produto e as variáveis que afetam o preço (como as comissões).

Criar um banco de dados

Por meio de um sistema de gestão, desenvolva um banco de dados com todas as informações dos clientes. Isso possibilita que você identifique os clientes fidelizados e o perfil do público que é atingido, o que permite a criação de melhores planejamentos.

Como um bom controle de comissão de vendas pode otimizar o negócio?

Ao controlar a comissão das vendas, você entende se as medidas tomadas são eficientes, ou seja, se os vendedores conseguem efetuar suas vendas e se os montantes ou forma de calcular as comissões são suficientes para incentivar a equipe.

O negócio é otimizado de diversas formas quando você controla e aperfeiçoa a comissão, diminuindo os gastos com marketing e publicidade, aumentando as vendas, engajando mais os vendedores e melhorando a imagem do negócio.

Entretanto, para isso, é fundamental utilizar um sistema de gestão criado para satisfazer as necessidades do seu negócio. Um bom software cria um banco de dados, cadastra os clientes, registra as vendas, calcula as finanças automaticamente e muito mais.

Implementar um programa de comissão de vendas gera vários benefícios ao seu negócio. Contudo, é crucial aplicar os métodos listados e aproveitar dos benefícios da tecnologia.

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Como o histórico de compras pode maximizar suas vendas? Veja!

 

Os dados dos clientes sempre foram ferramentas utilizadas pelas empresas. Porém, hoje, em plena era digital, o histórico de compras ganhou um papel ainda mais importante. Saiba mais.”

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De maneira direta, o histórico de compras é uma ótima ferramenta para maximizar as suas vendas — e isso tem uma explicação lógica. Ao utilizar as informações contidas no histórico, a empresa se torna capaz de conhecer melhor o público-alvo e traçar estratégias mais inteligentes.

Com essa compreensão, o raio de ação é centralizado, e as chances de sucesso aumentam. Isso significa que fica mais fácil investir na criação de produtos e serviços personalizados e dentro das expectativas dos consumidores.

Quer saber mais sobre as vantagens do uso do histórico de vendas? Continue lendo e confira este artigo com os principais pontos sobre o assunto. 

Como o histórico de compras pode ajudar a sua empresa a vender mais?

Já sabemos que o histórico de compras é o registro do fluxo de vendas dos seus clientes e que ele pode ser uma ferramenta diferenciada no dia a dia. Mas como ele ajuda realmente? Confira.

Segmentação dos clientes

O histórico de compras pode ajudar a empresa a identificar os diferentes perfis de consumidores entre o seu público-alvo. É possível descobrir quais têm maior preferência por lançamentos e quais não abrem mão de produtos clássicos, por exemplo.

Utilizando essas definições, você aumenta as chances de sucesso na montagem de estratégias de atração para cada perfil.

Compreensão de diferentes comportamentos

Complementando o tópico anterior, o comportamento do consumidor costuma ser algo contínuo. Por mais que ele mude a sua preferência por produtos, a forma de compra tende a continuar a mesma.

Essas informações ficam guardadas no histórico de compras, permitindo o desenvolvimento de ideias para facilitar a jornada de consumidores com diferentes comportamentos. A empresa pode, por exemplo, criar chamarizes em dias específicos da semana, facilidades em canais de venda, entre outros.

Previsão de compras

Se você consegue segmentar o público e entender o seu comportamento, naturalmente cria um cenário mais favorável para as vendas.

Esses dados permitem que você trace um panorama sobre o hábito de compras dos clientes, desenvolvendo um verdadeiro trabalho de previsão. A partir daí, é só focar em criar ofertas e promoções para incentivo.

Controle da inadimplência

O histórico de compras ajuda também na identificação de clientes que têm dificuldades em cumprir com os compromissos regularmente. Esse conhecimento é utilizado como suporte para tomadas de decisões como o fechamento ou não de novas linhas de créditos para usuários com esse perfil.

Como um software pode facilitar esse trabalho?

Como vimos, o histórico de compras é eficiente, pois permite que a empresa utilize informações anteriores para segmentar os seus clientes.

Porém, o histórico é só uma consequência final de um trabalho realizado pela equipe de vendas, que, por sua vez, consegue ser mais eficiente com a ajuda de soluções tecnológicas.

Em outras palavras, um software de gestão é uma peça fundamental em uma estratégia de uso do histórico de compras. Hoje, com uma geração de dados incondicionalmente alta, somente ferramentas de alta performance são capazes de dar o suporte necessário para as empresas.

Com um software, todos os dados dos clientes ficam armazenados com segurança. E ainda que toda equipe de venda seja trocada, os novos profissionais terão à disposição um relatório completo sobre os usuários.

Não há dúvidas sobre quanto um histórico de compras pode transformar a produtividade dos vendedores da sua empresa. Além disso, com uma base sólida de informações, o gestor se torna capaz de direcionar com mais eficiência os recursos do setor, trazendo resultados que não seriam possíveis de outra forma. Porém, é imperativo considerar a participação de um bom software de gestão para o desenvolvimento da estratégia.

Quer contar com uma ferramenta de alta performance na sua empresa? Entre com contato a gente e saiba como.

 

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Veja como armazenar medicamentos em farmácias e drogarias

Muitas pessoas acreditam que o controle de estoque se resume à entrada e saída de mercadorias, entretanto, essa é uma atividade complexa que deve ser bem administrada. O assunto se torna ainda mais relevante quando se trata do armazenamento de medicamentos, já que há um volumoso número de mercadorias diferentes a serem manejadas.

Diante da relevância do assunto, elaboramos esta publicação em que explicamos a importância prática de cuidar do estoque de medicamentos e, após, quais são as principais ações para realizar o armazenamento de forma otimizada, segura e produtiva. Confira!

Qual é a importância de cuidar do estoque de medicamentos?

A gestão do estoque consiste em acompanhar a quantidade de mercadorias que a empresa mantém, verificando os produtos disponíveis para utilizar internamente ou vender a terceiros. Esse controle é importante para manter o fluxo de bens na empresa e o seu desenvolvimento, já que a atividade garante benefícios como:

  • otimiza o uso de recursos: um estoque equilibrado evita excessos e falta de bens;
  • reduz desperdícios e custos: são reduzidas a ocorrência de vencimentos, produtos perdidos, parados ou obsoletos;
  • garante maior segurança: minimiza probabilidade de furtos;
  • evita reação em cadeia: um controle malfeito quebra a dinâmica dos colaboradores e reduz as vendas, reação em cadeia que impacta as finanças da empresa;
  • integra a gestão financeira: o gestor integrará a gestão do estoque à estratégia da empresa, maximizando os resultados;
  • adéqua o processo à legislação: o estoque deve ser periodicamente informado ao Fisco pelo sistema SPED, assim o bom controle é fundamental para manter sua regularização.

Quais são as principais ações para o armazenamento de produtos?

Invista na estrutura do espaço

Em relacionamento aos medicamentos, é fundamental que o local de armazenamento seja bem ventilado e sem iluminação solar ou umidade, já que esses fatores podem alterar a composição química das mercadorias ou fazê-las perder.

Além disso, a construção deve ser de alvenaria e as paredes precisam ser de cor clara e permitir lavagem, já que será preciso manter o ambiente sempre limpo, sem a presença de pássaros, insetos e roedores.

Controle as entradas e saídas de medicamentos

O controle do estoque se inicia com a entrada das mercadorias, sendo que o primeiro aspecto a ser considerado é o comprometimento do fornecedor, já que eventuais atrasos, falhas e enganos poderão prejudicar o seu armazenamento.

Após o recebimento dos medicamentos, é preciso registrá-lo no sistema de gestão integrado utilizado pelo seu estabelecimento. Isso permitirá que os vendedores saibam imediatamente quais produtos estejam em estoque, bem como que as retiradas sejam devidamente registradas.

Um controle rígido é fundamental para evitar problemas com falta e excesso de produtos, desalinhamento dos registros com o estoque físico e problemas fiscais. Se o negócio não tiver um sistema de gestão, é preciso fazer uma conferência visual.

Atente-se aos equipamentos

Utilize os equipamentos adequados para fazer o monitoramento das condições do local, como termômetros e higrômetros. Para manter o controle da temperatura e da ventilação, instale ventiladores, exaustores e sistemas de condicionamento de ar. Por fim, alguns medicamentos também podem exigir refrigeradores próprios.

Adote um sistema de gestão adequado

Como o armazenamento de medicamentos inclui uma volumosa quantidade de produtos, é inviável que o controle seja feito todo manualmente, por outro lado, a automação realizará uma atualização automática do estoque, o que garante produtividade, eficiência e evita erros. Além disso, um bom sistema de gestão para farmácias e drogarias ainda inclui:

  • cadastro completo de fornecedores e clientes;
  • controle detalhado do estoque;
  • maior segurança no controle das informações para fazer pedidos;
  • controle preciso e rígido de entradas e saídas.

O armazenamento de medicamentos é mais complexo e importante que muitos acreditam. Um controle eficiente e automatizado pode ser o diferencial que o negócio precisa para aumentar seus lucros e se destacar perante os concorrentes de mercado.

Aprofunde-se ainda mais no nosso artigo! Leia nosso artigo que explica o que é e como funciona o Kardex, uma importante metodologia de controle de estoque!

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Como e porque fazer a emissão de relatórios fiscais na sua empresa

Existem vários relatórios que auxiliam a gestão da empresa ao torná-la mais simples e organizada. O relatório fiscal é um documento que fornece esses benefícios e permite a adequação à legislação, minimizando problemas com o Fisco.

Essa é uma ferramenta eficaz para regularização da empresa e, consequentemente, para seu desenvolvimento saudável. Para que você entenda mais sobre o assunto, elaboramos este artigo, em que explicamos sua importância prática para as empresas. Também vamos mostrar, como um sistema ERP contribui para sua elaboração e, no fim, quais são as informações que ele deve conter. Boa leitura!

Qual é a importância do relatório fiscal para as empresas?

O Relatório de Gestão Fiscal (RGF), foi criado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n.º 101/00). Seu objetivo é o de garantir o controle, monitoramento e divulgação do cumprimento das metas da legislação.

Apesar de ser obrigatório para órgãos e entidades da União, estados, municípios e Distrito Federal, as empresas também elaboram esse relatório para obter maior transparência dos recursos financeiros, o que aumenta o controle do estoque e dos gastos. O documento traz diversos outros benefícios, como:

  • aperfeiçoa a organização das finanças da organização;
  • permite fazer mensurações e análises sobre as vendas do negócio;
  • facilita a preparação da declaração anual simplificada, que demonstra a receita total da empresa no ano;
  • melhora a imagem do negócio, permitindo obtenção de melhores empréstimos perante instituições bancárias ou financeiras, como também o torna mais atrativo para investidores;
  • evita problemas legais quanto ao cumprimento das obrigações fiscais, entre outros.

Como o software ERP ajuda na sua elaboração?

Como um negócio gera uma volumosa quantidade de informações, é inviável que o gestor reúna e trabalhe todas elas por conta própria. Afinal, a atividade demanda uma grande quantidade de tempo, está suscetível a erros, podem faltar informações relevantes, entre outros entraves.

Os problemas listados podem ser solucionados com a implementação de um bom sistema de gestão empresarial (ERP ou enterprise resources planning, em inglês) voltado ao seu ramo. A tecnologia une, em uma plataforma, todas as informações do negócio, incluindo as do setor financeiro, contábil, de vendas, estoques, entre outros. Além disso, o ERP beneficia o processo de diferentes formas:

  • automação: gera o relatório de forma automática, o que economiza tempo, capital e mão de obra;
  • redução de erros: o computador consegue trabalhar uma grande quantidade de informações sem cometer falhas nos cálculos, atrasos ou esquecer algum dado;
  • padronização: as informações são cadastradas e os dados gerados de forma padronizada, evitando confusões;
  • controle: o ERP também fornece um painel de controle que disponibiliza visão ampla sobre a empresa, as informações são atualizadas em tempo real e de forma automática, o que melhora a tomada de decisões;
  • agilidade: notas fiscais são emitidas mais rapidamente e sem erros;
  • simplificação: toda a gestão pode ser feita a partir de uma plataforma.

Quais são as informações necessárias no relatório fiscal?

As informações contidas nesse relatório estão interligadas às obrigatoriedades fiscais da empresa. Como se trata de um assunto complexo, é possível que seja necessário gerar diversos relatórios que contenham informações, como:

  • responsabilidades tributárias: todos os impostos recolhidos e retidos pela empresa;
  • obrigações fiscais trabalhistas: diferentes tipos de envios feitos ao eSocial advindas dos vínculos trabalhistas, como GFIP, Caged, Rais etc.;
  • inscrições: situação das inscrições da empresa em cada estado e município que ela atua;
  • notas fiscais: informações completas sobre as emissões, cancelamentos, correções etc.;
  • estoque: dados sobre o estoque e documentos fiscais de cada produto;
  • fluxo de caixa: dados sobre a capacidade da empresa de cumprir com suas obrigações fiscais, entre outras.

Estruturar um relatório fiscal exige tempo, dedicação e muita organização, mas com a ajuda de um sistema de gestão, fica mais fácil reunir todas essas informações e elaborar os relatórios, pois todos os dados da empresa são aglomerados em um sistema. Isso também facilita a geração de relatórios contábeis e gerenciais, o que melhora o controle do negócio e a tomada de decisões.

Entre em contato conosco para conhecer nossos sistemas de gestão e elaborar relatórios fiscais completos e precisos!

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Veja como montar um e-commerce de autopeças em 4 passos

O ramo das lojas virtuais é mais amplo do que muitos empreendedores imaginam, sendo inclusive bastante viável e lucrativa a abertura de um e-commerce de autopeças. De acordo com os dados do e-CommerceBrasil, 82% dos adquirentes de peças e acessórios utilizam a internet, sendo que 39% são compradores frequentes.

Se você tem ou pretende abrir uma empresa no setor de autopeças, colocá-la no cenário digital possibilitará a expansão dos seus negócios. Para conseguir aproveitar essa oportunidade, listamos e explicamos neste conteúdo os quatro passos essenciais para criar um comércio virtual no segmento. Confira!

1. Faça uma pesquisa sobre o mercado e o perfil de consumidor

O primeiro passo é entender o funcionamento do mercado de comércio eletrônico e o comportamento do consumidor que realizará as compras. É preciso ter atenção às peculiaridades do mercado de autopeças. Como as vendas são bastante técnicas, é possível que os consumidores cometam erros.

Para evitar esse problema, deve-se ter muito cuidado com o conteúdo das páginas, que precisam conter descrições claras, completas e voltadas ao consumidor leigo, exceto se o público-alvo incluir mecânicos e outros profissionais do ramo.

Ao fornecer informações detalhadas, as compras são maximizadas e os enganos, minimizados. Entretanto, ainda existe a possibilidade de os consumidores cometerem erros. Por isso, é importante estabelecer uma política de troca transparente e bem definida.

2. Escolha uma boa plataforma de vendas online

Será necessário contratar três serviços básicos para o funcionamento da loja: um serviço para hospedagem, uma plataforma para estruturar o site e um sistema de gestão para gerenciá-lo. Na escolha do servidor, você deverá estudar as seguintes características:

  • uptime: percentual que define a quantidade de tempo que o servidor fica online durante o dia, sendo 100% equivalente a 24 horas por dia;
  • armazenamento: espaço no servidor para armazenar imagens, textos, vídeos, etc.;
  • reputação: pesquise sobre a qualidade do serviço com consumidores ou ex-clientes;
  • preço: valor de contratação para hospedagem, não devendo ser o fator principal a considerar.

Existem plataformas de e-commerce que geram páginas automaticamente, oferecendo leiautes (arranjo das imagens, textos e opções na página) padronizados para escolha, mas também é importante que disponibilizem opções de customizações.

Por fim, é fundamental contratar um sistema de gestão especializado para controlar seu estoque, clientes, fluxo de caixa, etc. Antes de fazer sua escolha, verifique se as seguintes soluções são oferecidas:

  • alteração em massa dos valores das peças;
  • cadastro completo dos clientes;
  • cadastro dos produtos e alocação das suas informações;
  • controle total do estoque;
  • histórico dos pedidos dos clientes.

3. Selecione fornecedores e defina o mix de produtos

Firmar parcerias com fornecedores é obrigatório para receber os produtos, mas é essencial analisar a confiabilidade, o comprometimento com prazos e a estabilidade financeira antes de fechar contrato.

Quanto à definição dos produtos, você se deparará com duas opções: investir em um nicho específico ou em um amplo mix de produtos. A primeira alternativa tem um fluxo menor de clientes, mas o ticket de compras é maior, além de ser mais fácil fidelizar seu público. Já um mix um maior conta com maior fluxo de clientes, porém, as compras são menores.

4. Desenvolva estratégias específicas para a loja online

As estratégias de um negócio físico não serão efetivas no mundo virtual, sendo necessário estruturar planejamentos específicos para um e-commerce. Veja quais são os aspectos diferentes:

  • marketing digital: será necessário investir em uma estratégia de marketing que alcance usuários online;
  • canais de venda: é possível disponibilizar seus produtos em diferentes plataformas, como o Mercado Livre, Facebook, seu próprio site, etc.;
  • presença nas redes sociais: há a possibilidade de criar páginas nas redes sociais mais usadas;
  • segurança das informações: será preciso investir na segurança de dados, como certificados, antivírus para a plataforma, etc.;

Montar um e-commerce de autopeças é uma grande oportunidade de aumentar seus lucros, expandir sua área de atuação e se desenvolver no mercado. Entretanto, é preciso que o empreendedor elabore estratégias específicas para isso.

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O que é ECD e quem é obrigado a entregar este documento?

Hoje em dia, entender o que é ECD é essencial para toda empresa que não deseja ter dor de cabeça com o fisco ou outros órgãos do Estado. Afinal, com a alta concorrência do mercado, é importante manter a tranquilidade nas questões obrigatórias para concentrar esforços nas atividades produtivas.

Pensando nisso, para garantir que a sua empresa não tenha problemas no futuro, a seguir, falaremos sobre o que é ECD, quais cuidados a sua organização precisa ter em relação a essa escritura e quais negócios são obrigados a entregá-la. Acompanhe!

O que é ECD?

ECD é a sigla para Escrituração Contábil Digital, uma apresentação dos documentos contábeis na esfera digital. Em outras palavras, é a escrituração de informações obrigatórias de uma empresa disponibilizada eletronicamente.

Em termos gerais, o ECD é mais uma iniciativa do Governo Federal para modernizar a relação entre contribuintes e Estado. A ideia é facilitar os processos contábeis que antes eram feitos apenas utilizando papéis. A otimização é para fins previdenciários e fiscais, sendo obrigatórios para a realização do ECD:

  • Livro Diário e seus auxiliares;
  • Livro Razão e seus auxiliares;
  • Livro Balancetes Diários.

Quando foi criada?

O projeto original da ECD foi desenvolvido em 2008 pelo Governo Federal, integrando o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). No entanto, o enquadramento legal na Instrução Normativa RFB 1.420 só aconteceu em dezembro de 2013, levando ainda mais cinco anos para entrar em vigor.

Quais cuidados a sua empresa deve ter em relação a ECD?

A ECD foi desenvolvida para fins fiscais e previdenciários. Por isso, os cuidados que as empresas devem ter giram em torno dos livros contábeis. Para comprovar os arquivos eletrônicos, por exemplo, é preciso uma assinatura digital com certificado de segurança tipo A3.

Para não correr riscos de ter os documentos invalidados, a sua empresa precisa emitir o certificado digital junto a uma entidade credenciada pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira).

Outro ponto que merece atenção por parte dos empresários é a data de envio do ECD. Desde 2016, o prazo limite para o envio da escrituração digital passou a ser o último dia útil do mês de maio. A documentação deve ser enviada anualmente ao SPED, com escritura referente ao ano anterior.

Quem deve entregar a ECD?

O artigo 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013 é o que rege as regras em relação à ECD. Baseado nessa norma, a entrega é obrigatória para:

  • pessoas jurídicas que utilizam como regime tributário o Lucro Presumido, que distribuírem, a título de lucros, sem incidência do IRRF;
  • pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto de Renda que adotam o regime tributário Lucro Real;
  • Sociedade em Conta de Participação (SCP), como livros auxiliares do sócio ostensivo.

Enfim, para você que estava com dúvidas sobre o que é ECD, este foi o nosso miniguia sobre o assunto. Logicamente, como envolve legislações fiscais brasileiras não é um assunto simples. Até por isso, é essencial que o gestor conte com um software para produzir os livros e dados da ECD, a fim de garantir a confiabilidade e segurança das informações. Em tempos de evolução tecnológica, não vale a pena arriscar.

Que tal continuar se aprofundando no assunto e entender qual é a melhor opção de regime tributário para o seu negócio?

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Confira já o guia do cálculo da GPS para não receber multas por erros

Realizar o cálculo da GPS é uma difícil tarefa para os gestores, principalmente para pequenas empresas, pois nem sempre têm o suporte de profissionais especializados na área, e experientes em efetuar essa operação.

A GPS é uma obrigatoriedade para a empresa e deve ser considerada ao fazer a folha de pagamento. Portanto, saber calculá-la é essencial para a regularidade da companhia, bem como evitar gastos desnecessários. Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre a GPS e seu cálculo!

Qual o conceito e importância da GPS?

A Guia da Previdência Social (GPS) é um documento que a empresa utiliza para recolher as contribuições sociais de seus colaboradores.

Os valores por ela recolhidos são encaminhados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que se encarrega de administrar os benefícios previdenciários dos segurados, como aposentadoria, auxílio-doença, pensões etc.

Esse documento é fundamental para manter a empresa regular perante o Governo, mas sua importância também vai além: garante os seguros e benefícios dos seus colaboradores. O cálculo da GPS correto previne problemas futuros tanto para os colaboradores quanto para a empresa.

Como calculá-la corretamente?

Desde 2015, o cálculo é feito de forma automática, entretanto, ele pode ser feito de duas formas: pela central de atendimento ao cliente ou pela plataforma do INSS. Para realizar pelo telefone, é preciso ligar para a “Central 135”, conforme instruções expostas no domínio do INSS. Se você optar para calcular pelo site, basta seguir estas etapas:

  • acessar o domínio do INSS;
  • abrir o programa SALWEB, que é parte do Sistema de Acréscimos Legais (SAL);
  • escolher entre os seguintes módulos: contribuintes filiados antes ou após 29/11/1999, empresas e equiparadas ou órgãos públicos;
  • inserir o PIS/PASEP do contribuinte;
  • digitar o captcha de verificação e confirmar;
  • informar os dados que serão solicitados;
  • acessar e imprimir a GPS.

As alíquotas variam conforme o salário e tipo de funcionário (contribuinte individual, facultativo, especial, empregado comum ou doméstico). Também é possível calcular as contribuições atrasadas pelo SAL, considerando:

  • juros: Selic calculado a partir do 1º dia subsequente ao de pagamento mais 1% no mesmo intervalo de 30 dias;
  • multa: de 0,33% por dia de atraso com limite de 20%.

Após a impressão da GPS, é necessário preenchê-la.Veja uma breve explicação de cada campo:

  • 1: nome do contribuinte, telefone e endereço;
  • 2: não preencher;
  • 3: código da empresa conforme tabela da GPS;
  • 4: mês e ano da folha. A de janeira é paga em fevereiro, e no caso do 13º utiliza: “13/ano”;
  • 5: matrícula no INSS do contribuinte;
  • 6: valor do inss, já considerando deduções;
  • 7 e 8: não preencher;
  • 9: valores para outras entidades;
  • 10: juros e multa, se houver;
  • 11: valor total.

O cálculo da GPS deve ser feito mensalmente, com vencimento no dia 20 do mês após ao da competência para Pessoas Jurídicas — antecipa-se o pagamento caso a data não seja dia útil. Também é importante saber outras informações sobre o pagamento:

  • a GPS é paga em lotéricas (até R$ 1 mil) e bancos conveniados;
  • o valor mínimo recebido pelos bancos é de R$ 29,00;
  • o pagamento mínimo da guia é de R$ 10,00.

Quais são os erros que podem gerar multas e retificações?

Percebe-se que entregas atrasadas geram multas e juros, concomitantemente. Erros geram a necessidade de retificação, o que torna a entrega tardia.

Considerando que um erro pode comprometer a GPS de cada funcionário, os prejuízos da empresa são multiplicados. A melhor solução para esse problema é utilizar softwares especializados que realizam o cálculo automaticamente.

Além de evitar o pagamento das multas, também potencializa a produtividade da empresa, já que não será necessário despender mão de obra para realizar essa atividade. Um bom programa também traz eficiência e segurança em diversas outras obrigações da empresa, o que maximiza seu custo-benefício e sua utilidade.

Apesar do cálculo da GPS ser automático, ainda é uma operação suscetível a muitos erros, o pode prejudicar bastante as contas da empresa. Com a leitura deste post, você sabe como calcular o documento corretamente!

Compartilhe esta publicação nas suas redes sociais e informe seus colegas sobre a GPS!

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Sistema de PDV: saiba como funciona e conheça 3 vantagens imperdíveis

Entre os diversos softwares de gestão que existem no mercado, o sistema de PDV é aquele que monitora e otimiza um dos momentos vitais para qualquer negócio: a realização da venda. Uma ferramenta desse tipo pode ser o ponto-chave para que uma empresa concretize com louvor a jornada do cliente.

Para que você entenda quanto um sistema de PDV pode ser importante para o seu negócio, a seguir apresentaremos as principais funcionalidades desse tipo de ferramenta e quais vantagens são obtidas por sua empresa após a implementação. Confira!

Quais as principais funcionalidades de um sistema de PDV?

Para não errar na hora de escolher o melhor software, conheça algumas funcionalidades que não podem faltar nesse tipo de tecnologia.

Integração dos setores da empresa

Hoje, sem dúvida, a principal funcionalidade de qualquer software de gestão é a integração de sistemas. E por se tratar de um processo de vendas, isso é ainda mais necessário.

Com um sistema integrado, as informações do PDV podem ser acessadas diretamente pelo setor financeiro, otimizando todo o processo de compra do cliente.

Emissão de notas fiscais

A automação da emissão de notas fiscais também deve ser uma das funcionalidades do sistema de PDV, a fim de agilizar as operações e garantir que a empresa cumpra as questões fiscais corretamente.

É importante verificar se o software está homologado com SAT-CF-e (Software de Autenticação e Transmissão de Cupons Fiscais eletrônicos), NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor eletrônica) e ECF (Emissor de Cupom Fiscal).

Controle de estoque

Tendo o controle de estoque automatizado a partir do sistema de gestão, a empresa garante melhor acompanhamento dos números de entrada e saída de mercadorias, evitando que ocorram registros duplicados. Isso também é importante para que não aconteçam falhas no processamento das vendas diárias.

Quais as vantagens obtidas pela empresa?

Agora que você já sabe o que considerar na hora de escolher o sistema de PDV, confira quais os são principais benefícios apresentados pelo software.

1. Melhor controle financeiro

Como explicado, manter o controle financeiro é essencial para que os serviços de PDV funcionem corretamente. Como o software oferece uma gestão integrada, o departamento financeiro consegue repassar e receber dados essenciais para a rotina de trabalho de todos, tais como:

  • fluxo de caixa;
  • descontos de preços;
  • contas a receber e a pagar.

2. Redução de custos

Um dos principais objetivos da automação é diminuir o número de processos manuais e acabar com as falhas causadas por erros humanos. Por si só, esse já é um fator significativo para a redução de custos.

Além disso, um software de gestão melhora o fluxo de informações, tornando a execução dos processos mais rápida e eficiente. O ganho produtivo, automaticamente, resulta em aumento de lucros em médio e longo prazo.

3. Aumento na qualidade dos serviços

Com todas as funcionalidades apresentadas e os benefícios anteriormente citados, é possível afirmar que, quando uma empresa implementa um sistema de PDV, ela tem um ganho significativo na qualidade dos serviços oferecidos.

Trabalhando com o compartilhamento instantâneo de informações e a automação de processos importantes, o setor de PDV tende a executar suas funções com mais facilidade, entregando serviços que estejam dentro ou acima das expectativas dos clientes.

O sistema de PDV é um investimento essencial para todo empreendedor que deseja se diferenciar da concorrência e facilitar a jornada de compra do seu consumidor, aumentando, por consequência, a sua taxa de fidelização. Então, analise as dicas apresentadas e comece agora mesmo a transformar o trabalho do PDV do seu estabelecimento.

Quer contar com os melhores softwares de frente de loja no seu comércio? Então entre em contato com a gente e saiba como agora mesmo!

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Saiba quais são os impostos de uma empresa prestadora de serviços

A legislação determina, de forma específica, os impostos de uma empresa prestadora de serviços. Eles são diferentes dos fabricantes ou comerciantes de produtos e, portanto, é fundamental que sejam de conhecimento de qualquer empreendedor que deseja abrir um negócio de prestação de serviço.

Na presente publicação, vamos explicar quais são e como funcionam esses impostos, permitindo que a sua empresa se mantenha regular perante o Governo e evite problemas futuros com o Fisco. Boa leitura!

Os principais impostos de uma empresa prestadora de serviços

IRPJ

O Imposto de Renda – Pessoa Jurídica (IRPJ) incide sobre os rendimentos das organizações e é administrado pela Receita Federal. Suas regras variam conforme o regime tributário da empresa:

  • lucro real — incide 15% sobre o lucro de até R$20 mil por mês e com adicional de 10%, se for acima;
  • lucro presumido — presume-se que a empresa reserva um percentual do faturamento para o lucro conforme sua atividade (variando de 1,6% a 32%) e, sobre esse valor, aplica-se a alíquota de 15% (se o faturamento trimestral for inferior a R$187,5 mil) ou de 25% (se for acima desse valor);
  • Simples Nacional — embutido na alíquota única, que varia conforme o anexo e a faixa de receita bruta em que a empresa se encaixa.

CSLL

A Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) também incide sobre o faturamento da empresa, porém com a finalidade de financiar a seguridade social — e cuja alíquota varia de 9% a 20%. Suas regras são similares à do IRPJ, porém sem o adicional de 10%.

ICMS

O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incide sobre o montante da operação — incluindo frete e outras despesas — de saídas de mercadoria ou prestação de serviço interestadual ou intermunicipal.

A alíquota é diferente dependendo do estado de origem e destino da operação (7% a 12%), bem como se for dentro do próprio estado (17 a 19%). Além disso, ela ainda varia de 7% a 35%, conforme a essencialidade do produto.

ISS

O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN ou ISS) é um tributo de competência municipal cuja alíquota varia de 2% a 5%, de acordo com a cidade. É importante saber que o ISS aplicado é do município de onde o serviço é prestado, mesmo que o profissional seja domiciliado em outro.

Primeiramente, deve-se analisar a legislação do local. Depois, basta aplicar a alíquota sobre o valor bruto cobrado pela execução dos serviços. Além disso, para diferenciar os serviços tributados pelo ICMS e ISS, é preciso analisar a lista prevista na Lei Complementar 116/03, que dispõe sobre o ISS.

As empresas do Simples Nacional devem considerar um determinado sublimite de faturamento: se ultrapassado, elas recolherão o ISS e o ICMS fora do Simples. Os sublimites são:

  • R$1,8 milhão — Acre, Amapá e Roraima;
  • R$3,6 milhões — Distrito Federal e demais Estados.

PIS/PASEP e COFINS

PIS é o Programa de Integração Social, uma contribuição que objetiva financiar o pagamento do seguro-desemprego e o abono salarial dos colaboradores, enquanto o PASEP é destinado aos benefícios dos servidores públicos.

Já a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) foi criada para bancar a seguridade social. As alíquotas do PIS/PASEP e do COFINS também mudam conforme regime de tributação:

  • lucro real — PIS/PASEP é de 1,65%, enquanto o COFINS é de 7,6%. Incidem sobre o faturamento, mas são não cumulativos, isso significa que podem ser compensados certos custos e despesas (como a conta de luz);
  • lucro presumido — PIS/PASEP e COFINS de 0,65% e 3%, respectivamente. Têm regime cumulativo, ou seja, não há compensação;
  • Simples Nacional — compõe a alíquota única do regime.

INSS

A Contribuição Patronal INSS é uma obrigação previdenciária que consiste no recolhimento mensal de 20% do total das remunerações pagas aos colaboradores e trabalhadores avulsos que prestam serviços.

São vários os impostos de uma empresa prestadora de serviços. Por isso, é fundamental utilizar um sistema de gestão que auxilie no controle preciso, realizando os cálculos exatos e recolhendo na data correta, o que evita problemas com Fisco.

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Saiba como implantar um sistema ERP em sua empresa em 5 passos

Entender como implantar um sistema ERP é essencial para toda empresa que quer extrair os melhores benefícios de um investimento tecnológico. Afinal, não basta adquirir ferramentas de forma aleatória, a vantagem competitiva acontece quando a organização conhece suas necessidades e utiliza a tecnologia certa para saná-las.

Para evitar dores de cabeça no futuro e obter os melhores benefícios de uma automatização, neste artigo, apresentaremos 5 dicas de como implantar um sistema ERP. Confira o nosso passo a passo!

1. Defina os objetivos do sistema ERP

Antes mesmo de decidir pelo software definitivo, é essencial conhecer as funcionalidades e a capacidade do sistema. O gestor deve se aprofundar para entender quais as características da ferramenta e como vai utilizar cada quesito no dia a dia da empresa.

Quando a compra do software for realizada, todos os profissionais envolvidos já devem saber os objetivos de cada funcionalidade do sistema ERP. Isso não só permitirá uma implementação mais tranquila como também ajudará na extração dos melhores benefícios da tecnologia.

2. Faça um planejamento e avaliação do processo

O sistema ERP impactará diretamente vários processos da sua empresa — e essa é uma das principais vantagens do software. Mas para que tudo funcione como o esperado, ninguém pode ser “pego de surpresa”.

É importante criar um planejamento detalhando os processos que serão afetados. Com isso, o gestor e as equipes envolvidas terão certeza que o novo software atenderá às demandas do negócio e será efetivo dentro das metas e objetivos traçados.

3. Entenda os investimentos necessários

Em longo prazo, com a diminuição da taxa de erros e de retrabalhos, o ERP será importante para a redução de custos na empresa — além disso, a produtividade geral das equipes tende a crescer.

Todavia, como qualquer outra estratégia corporativa, é preciso um investimento inicial para a implementação da ferramenta. E isso deve estar claro para gestores e proprietários.

Na hora de contabilizar os investimentos necessários, é importante incluir outros fatores além da compra do software em si, por exemplo:

  • treinamento dos profissionais que utilizarão o programa;
  • consultorias pagas;
  • licenças de uso.

Por isso, o planejamento inicial com objetivos definidos é importante, uma vez que facilita a construção e a apresentação de um balanço do investimento.

4. Escolha um sistema adequado

Hoje, há várias opções de sistemas ERP no mercado. E por mais que um modelo pareça funcional e tenha trazido bons retornos para uma empresa concorrente, é vital que a sua escolha seja por uma ferramenta adequada à sua realidade.

É fato que um ERP não resolverá todos os problemas operacionais da sua empresa, mas certamente chegará bem próximo desse objetivo. Mas isso só será possível se a sua decisão acompanhar as necessidades do seu negócio e o software apresentar as funcionalidades certas.

Para não errar, considere ferramentas que, além das características básicas, apresentem requisitos comuns:

  • integração com outros sistemas;
  • possibilidade de personalização;
  • fácil acessibilidade.

5. Realize os treinamentos necessários e envolva todas as equipes

Por mais que um sistema de gestão seja uma ferramenta inteligente, o seu bom desempenho depende da correta participação dos colaboradores.

Para garantir sintonia e bons resultados, é necessário aplicar treinamentos específicos para as equipes. Como explicado, a jornada de implantação não termina com a compra do software.

A diferença aqui é a relevância do treinamento antes da instalação do sistema ERP. Ou seja: os profissionais devem estar preparados para trabalhar com a ferramenta antes do início das operações, a fim de garantir um andamento tranquilo das atividades.

Este foi o nosso passo a passo de como implantar um sistema ERP. Com um trabalho bem desenvolvido pela gestão e uma equipe bem treinada, é possível melhorar consideravelmente a qualidade dos serviços da empresa. Mas, é importante frisar: adquirir um sistema confiável e adequado à sua realidade é essencial para que os resultados esperados aconteçam.

Quer contar com a mais completa solução em gestão empresarial do mercado? Então o que está esperando para começar a trabalhar com o Nortesys ERP Company?