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Novos Serviços sobre o Pix a partir de novembro

A partir do dia 29 de novembro o Pix contará com duas novidades para os clientes, o Pix Saque e o Pix Troco.

Ambos os serviços terão limites de transações e serão sem cobrança para pessoas físicas.

O Pix Saque irá permitir que os clientes possam realizar saques nos pontos que ofertam os serviços.

Os clientes que poderão ofertar esse serviço são os estabelecimentos comerciais (supermercados, farmácias, padarias, postos de combustíveis, lojas entre outras), redes de caixas eletrônicos e os próprios participantes do Pix. Para ter acesso a esse recurso, basta que o cliente faça um Pix para o agente de saque, utilizando o mesmo processo já realizado para fazer uma transferência Pix normal, a partir de um QR Code ou a partir de um aplicativo do prestador do serviço e assim em seguida o estabelecimento entrega o dinheiro em espécie para o cliente.

Para entender melhor essa dinâmica: Um usuário do Pix vai até um supermercado (por exemplo) e faz um Pix no valor de 50,00 para o estabelecimento, sem fazer compras no local. Em seguida, o estabelecimento comercial que atuou como um agente de saque entrega o valor em espécie para o cliente.

O benefício mais palpável é para o cidadão. O cidadão tem uma alternativa a mais para ele fazer o serviço de saque. Por mais que você digitalize, os pagamentos de operações vão ser feitos através de numerário (em dinheiro), isso acontece nas economias mais digitalizadas. E você dá o conforto e a conveniência para o cidadão ter ali perto da sua residência, do seu trabalho, no percurso da casa para o trabalho, no local onde ele faz as compras do dia a dia, um local onde ele pode fazer o saque”, explicou o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Ângelo Duarte.

No caso do Pix Troco, a dinâmica é idêntica, com a diferença que o saque de recursos em espécie acontece junto com a realização de uma compra no agente de saque. Por exemplo: O usuário vai a uma padaria (por exemplo) e faz uma compra no valor de 20,00. Para efetuar o pagamento ele faz um Pix de 30,00 para o estabelecimento e recebe 10,00 em espécie.

Limites de saque e operações

 Os limites máximos para transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$500,00 durante o dia e de R$100,00 à noite, entre 20h e 6h. No entanto, os estabelecimentos terão autonomia para ofertarem limites menores, conforme acharem necessário e mais seguro.

Os clientes poderão fazer até oito operações durante o mês gratuitamente de Pix Saque ou Pix Troco.

O estabelecimento comercial receberá uma tarifa por transação, que pode variar entre R$ 0,25 e R$ 0,95, dependendo da negociação com a instituição de relacionamento do estabelecimento. A instituição de relacionamento dos usuário sacados é quem fará o pagamento dessa tarifa.

Com o Pix Saque e o Pix Troco o Banco Central espera continuar a incentivar a digitalização da sociedade nos sistemas financeiros e de pagamentos.

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Carteiras Digitais Fluxo de Caixa Supermercado

Troco Digital, o que é e qual a importância para o seu negócio?

Sabemos que a falta de moedas e cédulas para fins de troco tem sido uma grande dor de cabeça para o comercio em geral, mesmo com o aumento do uso dos meios de pagamentos digitais o pagamento em dinheiro continua sendo o mais preferido pelos consumidores em geral, segundo o Banco Central, em uma pesquisa realizada em 2018, “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”.

Visando solucionar os problemas com “troco” foi criada uma ferramenta para evitar ou até mesmo solucionar o arredondamento, quebra de caixa ou até mesmo o troco em balinhas ou bombom, que é o Troco Digital.

Realidade atual

Imagine um cliente que passou uma compra de R$ 22,76 no caixa do supermercado, ao efetuar o pagamento o cliente entrega o valor de R$ 25,00 ao operador de caixa que por sua vez tem que devolver a quantia de R$ 2,24, por mais que ele possua os dois reais para devolver, ele terá que devolver R$ 0,24 centavos, ou o caixa arredonda esse valor para cima e devolve R$ 0,25 centavos ou arredonda para baixo e devolve duas moedas de R$ 0,10 e ainda ficam faltando R$ 0,04 centavos para ser devolvido e dificilmente possuíra essa quantia de troco. Geralmente, nessas situações, o caixa devolve uma balinha no lugar dos R$ 0,04 de troco, e nessa situação, essa prática é considerada abusiva e ilegal, segundo o artigo 39 do código de Defesa do Consumidor. Geralmente essa falta de moedas no comércio se dá ao fato de que quase um terço das moedas produzidas no Brasil, que deveriam estar em circulação, estão guardadas em casa, nos cofrinhos.

Mas então, como solucionar isso?

Com a tentativa de sanar ou melhorar esse quadro citado, vários estabelecimentos têm criado métodos de captação de moedas e notas de troco, como: Bônus ou promoção para quem levar suas moedas para troca; descontos para quem paga com dinheiro trocado, e infinitas outras… Dentre elas o “Troco Digital”.

O que é Troco Digital?

O troco digital funciona da seguinte maneira: Quando o cliente efetua uma compra com dinheiro e gera troco, ao invés do cliente receber em espécie, ele tem a opção de receber no CPF ou aplicativo. Logo em seguida o caixa credita aquele valor em uma espécie de conta virtual, podendo o cliente utilizar esse dinheiro quando voltar ao estabelecimento ou em outro que utiliza o mesmo programa de troco digital. O valor é acumulativo e pode ser usando quando quiser.

Qual a Importância do Troco Digital para o meu Negócio?

Uma das primeiras vantagens sem dúvida é a economia de tempo e dinheiro para conseguir moedas e notas pequenas para troco. Alguns estabelecimentos chegam até a pagar por moedas ou geram promoções para quem levar seu cofrinho para ser trocado no estabelecimento. Como o troco digital já é creditado automaticamente no CPF ou conta digital após o pagamento do produto, evita-se o pagamento do troco em espécie; além disso, há a economia de tempo na contagem das moedas, que requer total atenção e disponibilidade de tempo.

Economia de Tempo de espera do cliente pelo seu troco é uma outra vantagem que o troco digital oferece, com o troco digital não há a necessidade de ficar aguardando o operador de caixa trocar o dinheiro, evitando dores de cabeça e clientes aborrecidos pela demora de finalizar sua compra.

O fechamento de caixas se torna mais fáceis, porque geralmente ao final do dia no fechamento do caixa, tem divergências nos valores devido aos arredondamentos de compras realizadas que necessitaram de troco. Como o troco digital é creditado na conta do cliente, haverá somente um relatório emitido no fechamento de quanto foi o valor creditado como troco digital para ser informado ao financeiro, facilitando e agilizando o fechamento.

O troco digital é uma solução que beneficia varejistas e clientes. É uma solução segura e simples que gera resultados positivos para o seu consumidor e negócio.

Por isso, contrate agora mesmo um método seguro de troco digital para sua empresa e tenha essa solução para o seu negócio.

Fale conosco: 0800 723 4300

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Contabilidade Controle Financeiro Supermercado

Contabilidade para supermercados. Melhore com essas 5 dicas infalíveis

O ramo do varejo é um dos que mais cresce no Brasil e, por esse motivo, a concorrência está cada vez maior. As empresas que investem em tecnologia e rotinas administrativas eficientes se destacam em lucratividade e redução de custos operacionais.

Nesse contexto, investir em contabilidade para supermercados é uma das estratégias que podem ajudar. O setor contábil de uma empresa é responsável por inúmeras atribuições, seja ele interno ou terceirizado.

É ele, por exemplo, que faz o balanço de todas as suas contas, sabe quanto você lucrou, perdeu ou economizou em cada período ou projeto. Se a saúde de sua empresa vai bem, é seu contador que saberá informar, e também é ele quem pode tirar seu negócio do buraco caso as coisas não estejam tão bem.

Neste post, você aprenderá 5 dicas sobre contabilidade para supermercados e poderá aplicá-las em seu negócio para garantir uma melhora expressiva na organização, tomada de decisões e, principalmente, no seu faturamento. Vamos começar?

1. Entenda mais sobre gestão financeira

A contabilidade vai muito além de burocracia e números por todos os lados — ainda que eles sejam ativos valiosos para sua empresa. Por isso, é preciso saber interpretar e usar essas informações a seu favor.

Faça análises periódicas dos dados apresentados pelo seu setor contábil e entenda o que cada um deles quer dizer. Encontre gargalos, pontos que podem ser melhorados e, principalmente, gastos que podem ser eliminados ou substituídos por opções mais interessantes.

Conhecer seu fluxo de caixa e ter controle completo sobre ele é um bom exemplo disso, pois todos os dados são mensuráveis. Ao saber sobre tudo que está entrando, saindo e ficando parado por muito tempo, é possível definir estratégias e reconhecer quais são mais lucrativas.

Se suas noções em gestão financeira são limitadas, invista em qualificação profissional na área. Não confie apenas em seu contador. É preciso ter conhecimentos relevantes para que as reuniões e a interpretação dos relatórios seja o mais proveitosa possível.

2. Faça um planejamento estratégico

Entendendo melhor sobre gestão financeira, você terá dados para traçar um planejamento estratégico de suas ações futuras. Com os dados em mãos, crie gráficos e facilite a visualização das informações, pois dessa maneira conseguirá definir metas e prazos para a execução de tarefas. Assim o tempo será utilizado a seu favor.

Preveja situações e crie métodos para superar as que não sejam convenientes para a empresa. Esteja atualizado quanto à legislação do país e não permita que um novo imposto ou uma nova regra determinada pelo governo o peguem de surpresa.

Entenda mais sobre o custo fixo mensal e anual de seu negócio, procurando encontrar meios de reduzi-los — sem comprometer sua rotina nem diminuir suas vendas — e de retomar o controle sobre seu negócio.

3. Desenvolva projetos

Em um 1º momento, o termo “projeto” tem uma conotação estranha. Pensamos que pode se tratar de uma obra de engenharia ou de um desenho de computador. Pelo contrário: um projeto é um conjunto de ações que possuem começo, meio e fim, com a finalidade de alcançar um objetivo específico.

Tudo pode se tornar um projeto. Por exemplo: modernizar o parque tecnológico de seu supermercado com terminais de consulta de preços ou investir no treinamento de colaboradores para otimizar seus métodos de gerenciamento de tempo.

Durante sua fase de planejamento estratégico, pense em potenciais projetos que podem trazer benefícios para sua empresa, como uma auditoria interna ou a contratação de uma consultoria para a implementação de um sistema de gestão.

Coloque tudo na ponta do lápis e decida quais são mais importantes, quais trarão maior retorno financeiro e, por fim, quais cabem no seu orçamento.

4. Adote um controle eficiente de estoque

A contabilidade diz muito sobre como você gerencia os demais setores de seu supermercado, e um departamento que influencia bastante é o de controle de estoque.

Todo produto que entra e sai em seu estabelecimento comercial se transforma em números e valores mensuráveis e importantes. Um controle eficiente do estoque é uma ferramenta que vai determinar seu sucesso ou seu fracasso.

No varejo, o fluxo de produtos é rotativo, e o abastecimento é constante. Portanto, é preciso saber quanto está pagando, quanto vai lucrar, quais são as melhores épocas para adquirir determinado produto ou qual marca tem maior retorno financeiro.

Aprenda a controlar a validade das mercadorias e não permita que elas estraguem, pois muito dinheiro será perdido caso isso aconteça.

5. Invista em uma ferramenta de gestão

Esta é a 5ª e mais importante dica que vamos apresentar, pois ela vai dar suporte para executar os passos anteriores e facilitará a sua vida e a de todos os colaboradores de sua empresa.

Investindo em uma ferramenta de gestão, você será capaz de gerenciar não apenas a contabilidade de sua empresa, mas também integrar todos os departamentos para que as informações sejam armazenadas e analisadas em tempo real por todos os envolvidos nos processos administrativos — seja no caixa, no estoque ou nos recursos humanos.

A melhor escolha sempre será a adoção de um ERP (sigla para Enterprise Resource Planning, ou sistema de gestão empresarial). Trata-se de uma ferramenta que oferece suporte para gerenciar todo um supermercado, com controle financeiro e contábil e emissão de notas fiscais e de relatórios.

Um bom ERP deve se adaptar a todas as necessidades encontradas em seu cenário e melhorar exponencialmente todas as suas rotinas internas, oferecendo agilidade, transparência e, principalmente, consistência nas informações.

Por fim, uma ferramenta de gestão robusta está sempre alinhada com a legislação vigente no país. Todas as informações poderão ser sincronizadas com os bancos de dados governamentais e, inclusive, com os softwares contábeis, caso sua empresa contrate um serviço terceirizado.

Para que sua empresa alcance um nível diferenciado de seus concorrentes, é importante mensurar, planejar e investir em todas as áreas que a compõem. Tratando-se do mercado de varejo, a contabilidade para supermercados é importante, pois fará toda a diferença nos resultados almejados. Além disso, o seu retorno financeiro acontece a curto prazo. Pense nisso!

Nossas dicas foram capazes de sanar suas dúvidas? Há mais alguma coisa que você quer saber ou compartilhar com a gente? Deixe um comentário!

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Gestão Empresarial Supermercado

Como escolher o melhor software para gestão do supermercado? Confira!

A tecnologia está, já há alguns anos, transformando o varejo. Ao contar com ferramentas de gestão cada vez mais modernas, capazes de integrar operações e de otimizar recursos, os gestores da área ganham mais segurança para tomar decisões assertivas. Você já considerou um programa para supermercado?

Independentemente da sua resposta, é importante que você leia este conteúdo na íntegra! Você vai entender a importância de um sistema para gerir as operações do supermercado. Além disso, também vai receber dicas valiosas para acertar na escolha do software ideal.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Por que é importante contar com um sistema de gestão?

A cada dia, o mercado se torna mais competitivo. Para se sobressair à concorrência, bem como para construir diferenciais importantes ao desenvolvimento do negócio, os gestores precisam buscar a alta performance de suas operações.

Na missão de organizar rotinas e de extrair o máximo potencial da equipe, a liderança precisa ser assertiva, mas não pode deixar de incluir mecanismos capazes de alavancar os resultados individuais e coletivos. Nesse contexto, a tecnologia é a grande aliada das empresas bem-sucedidas.

Para evidenciar e corroborar a importância de aderir a um sistema de gestão eficiente, cuja aderência seja adequada às demandas do negócio, é válido ressaltar algumas vantagens cruciais.

Centralização de informações

No cotidiano operacional de um supermercado, o intenso fluxo de dados é uma das características mais marcantes — afinal, são centenas (ou, até mesmo, milhares) de produtos disponíveis, uma série de táticas para precificação e um constante esforço logístico e promocional.

Em um ambiente tão complexo, é imprescindível que os processos de gestão sejam eficazes e seguros, garantindo a transparência administrativa.

Centralizar as informações — contemplando todas as áreas de negócio, da cotação de compras à otimização do estoque — é essencial para garantir a agilidade e, claro, também a rentabilidade do supermercado.

Minimização de erros

Atividades excessivamente manuais são, sem dúvidas, mais passíveis de erros. E os equívocos, por sua vez, podem representar riscos consideráveis à perenidade e à lucratividade do negócio.

Para suprimir a incidência de erros operacionais — no controle manual, por meio de planilhas independentes, ou no registro falho de informações importantes, com arquivamentos ineficientes — a adoção de um sistema de gestão desponta como a alternativa ideal.

Ao padronizar e automatizar rotinas, o software torna o cotidiano mais ágil e pragmático, eliminando a ocorrência sucessiva de erros manuais.

Acesso transparente a dados estratégicos

Outro aspecto positivo, na defesa dos sistemas de gestão, é justamente a capacidade de oferecer acesso rápido e transparente aos dados estratégicos do negócio.

Com vistas à otimização de recursos, a tecnologia embasa e endossa planejamentos altamente qualificados: é possível, por exemplo, analisar o histórico de vendas por período e, assim, extrair informações sobre sazonalidade.

Desta forma, decisões sobre novas compras, bem como adoção de táticas promocionais, são feitas com mais segurança e trazem mais resultados.

Como escolher o melhor programa para supermercado?

Uma vez convencido acerca da importância de um sistema de gestão para potencializar as rotinas do supermercado, chegou a hora de partir para a prática: como é possível selecionar a solução mais adequada à sua operação?

A resposta não é simples, mas pode certamente ser obtida a partir das avaliações certas. Para garantir a aderência da sua escolha, certifique-se de avaliar alguns critérios determinantes.

1. Avalie as necessidades do supermercado

Cada empresa tem suas particularidades e, por isso, também suas necessidades específicas. É um equívoco perigoso acreditar que, por ter servido a outro negócio, a mesma solução será igualmente eficiente na sua unidade.

Para escolher corretamente, avaliando em profundidade qual opção é mais adequada, o levantamento pormenorizado de necessidades, demandas, processos e operações deve ser uma das etapas iniciais.

Certifique-se de identificar todos os problemas (que, em menor ou menor grau, estão impactando negativamente nas rotinas do supermercado) e de estabelecer as prioridades de atuação (entendendo qual setor está mais defasado).

A total clareza do panorama empresarial, nessa etapa, é a garantia de uma seleção mais direta, rápida e eficaz; afinal, o gestor será capaz de determinar com prioridade quais opções são mais acertadas.

2. Cheque a estrutura necessária

A adoção de um programa para supermercados exige mais do que a decisão acerca de uma determinada solução. Para implantar o novo sistema, certamente será preciso verificar a disponibilidade da estrutura interna e assegurar que os requisitos básicos de funcionamento são atendidos.

É válido mencionar, ainda, que a aquisição de um software de gestão pode ser efetivada em duas modalidades, de acordo com as preferências e as necessidades de cada empresa: em caso de servidor local, dispensa-se a internet para a operação cotidiana, mas geralmente demanda a presença de um profissional interno; em caso de nuvem, dispensa-se o investimento em infraestrutura local (servidor, backup etc).

3. Confira os prazos para a implantação

O processo de implantação é extremamente importante para o sucesso do sistema e, claro, também da empresa como um todo. Somente ao contar com funcionários treinados, capazes de executar as rotinas com agilidade e alta performance, é possível melhorar a competitividade e o desempenho do supermercado.

Para garantir a execução do cronograma, bem como para preparar as equipes para a mudança que está por vir, é fundamental que haja a definição de etapas e prazos, permitindo o acompanhamento contínuo da evolução do projeto.

E lembre-se: busque empresas que ofereçam uma metodologia consistente de implantação, preocupando-se em entregar resultados de excelência desde a parametrização do novo sistema.

4. Conheça seu fornecedor

Por fim, embora igualmente capital, é pertinente pontuar que a confiança é extremamente importante para o sucesso integral da parceria. Em tecnologia, como em qualquer outra área de negócio, ambos os lados precisam estar concentrados em um objetivo comum: conquistar resultados mais expressivos.

Por isso, antes de firmar acordo com o fornecedor escolhido, conheça-o em profundidade. Certifique-se de, se possível, contatar outros clientes para entender qual é a didática do parceiro, validando sua expertise e eficiência.

Com critério e transparência, você certamente fará um ótimo negócio e será assertivo na contratação de um programa para supermercados.

O conteúdo despertou seu interesse e inspirou boas ideias para a gestão do negócio? Então aproveite para propagá-lo compartilhando-o com seus amigos em suas redes sociais!

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ERP Supermercado

Como controlar o prazo de validade dos produtos no seu supermercado?

Neste artigo, trazemos as melhores dicas para controlar o prazo de validade de seus produtos e minimizar as perdas de seu supermercado!

Exercer um bom controle de validade dos produtos garante a qualidade da oferta e a rentabilidade da operação, sendo imprescindível ao sucesso dos supermercados. Por isso, os gestores devem estar sempre atentos às estratégias que objetivem assegurar a boa gestão do estoque e o correto escoamento da mercadoria no ponto de venda.

Neste post, vamos mostrar a importância de controlar os prazos de validade e apresentar dicas valiosas para otimizar a organização e administração do seu estoque. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Qual a importância de fazer o controle de validade dos produtos?

A gestão de um supermercado é bastante desafiadora. Para além das obrigações administrativas, comuns a todas as empresas, a operação do negócio demanda um grande esforço logístico e estratégico.

De forma a tornar a operação mais inteligente e eficaz, os gestores precisam se preocupar com uma questão muito sensível: o controle dos prazos de validade dos itens.

Para evitar o desperdício de recursos e fortalecer a lucratividade da empresa, é preciso levar o controle a sério. Do contrário, não apenas a competitividade da operação se torna vulnerável, mas a organização também verá sua perenidade fatalmente comprometida.

No esforço para controlar os prazos e alavancar os processos de gestão, os líderes geralmente se valem de táticas coerentes. Certifique-se de implantar, no cotidiano do seu supermercado, estratégias pragmáticas para potencializar seus resultados.

Como é possível otimizar a gestão de estoques?

Agora que você já está convicto da importância de controlar o prazo de validade dos produtos, chegou a hora de agregar um pouco mais de prática à discussão. Para otimizar a administração de estoques e o consequente escoamento de mercadorias na loja, veja abaixo as principais recomendações.

1. Faça um levantamento inicial detalhado

O primeiro passo é fazer o levantamento inicial do estoque, que consiste em separar e conhecer minuciosamente as mercadorias que estão armazenadas na empresa. Na prática, você deve contabilizar, medir e pesar todos os bens, além de manter o inventário sempre atualizado e organizado.

De modo geral, os itens perecíveis necessitam ser analisados diariamente quanto às suas qualidades, já que os não perecíveis podem ser contados poucas vezes na semana.

Faça esse levantamento sempre antes de abrir o estoque e quando for fechá-lo, pois assim você conseguirá mantê-lo com informações confiáveis e regulares, bem como minimizar desperdícios, ruptura de estoque e desabastecimentos.

2. Programe o abastecimento do estoque

Uma alta quantidade de produtos próximos do prazo de validade geralmente significa que há falhas na reposição de itens, ou seja, a compra de mercadoria excedeu a demanda.

Para evitar esse transtorno, programe o abastecimento de acordo com o período e com a necessidade. Outro fator muito importante é não se deixar seduzir pelas condições comerciais atrativas que são oferecidas pelo fornecedor.

3. Identifique a demanda (padrão e sazonal) de cada produto

Diretamente associada à primeira dica, a identificação de demanda é primordial para a boa gestão de estoques. Afinal, se há um período de vendas baixas para determinado item, não é preciso fazer compras em grandes quantidades do produto, certo?

Para avaliar o panorama de comércio e fechar negócios de maneira mais consciente, é importante analisar o histórico de escoamento e o giro de cada item. A sazonalidade também é fundamental, afinal, sorvetes se saem melhor no verão, por exemplo, e é prudente reduzir a aquisição do produto nas estações frias.

4. Ofereça promoções para itens próximos do vencimento

Em alguns momentos, mesmo adotando táticas eficazes para gerir os estoques, é possível que você se depare com produtos próximos ao vencimento. Nesses casos, aja rápido! Programe promoções atrativas que motivem o escoamento da mercadoria.

Descontos, brindes e condições especiais são algumas das possibilidades para conquistar o consumidor e motivar a compra de determinados itens. O importante é reduzir o desperdício e manter a lucratividade, ainda que com margens menores.

5. Negocie com seus fornecedores

Antes de fechar contratos com os fornecedores, é fundamental estudar suas características, como pontos fortes e fracos. Se não puder contar com seus parceiros, não conseguirá manter o estoque atualizado e controlar os prazos de validade. Algumas qualidades a serem analisadas são:

  • reputação: uma boa avaliação no mercado demonstra que ele consegue satisfazer seus clientes com frequência;
  • comprometimento: é importante que ele não atrase as entregas ou falte com seus compromissos;
  • flexibilidade: é recomendável que ela esteja disposta a debater preços e condições de pagamentos;
  • estabilidade financeira: isso impedirá que os fornecedores sofram queda operacional ou seus serviços encerrem por problemas financeiros;
  • regularização: evita que o negócio tenha problemas por descumprimento da legislação;
  • autoavaliação de desempenho: o fornecedor deve se avaliar constantemente para conseguir manter a qualidade dos produtos e cumprir compromissos;
  • comunicação: é necessário que o fornecedor preste um atendimento ágil, completo e humanizado, bem como que seja mantido um canal de comunicação direto com seu estabelecimento, visto que isso é importante pelo fato de que você precisará entrar em contato com ele para resolver eventuais problemas relacionados às entregas.

6. Estabeleça um programa de diminuição de perdas

Apesar de as perdas serem bastante comuns, elas ainda geram prejuízos ao negócio e devem ser minimizadas. Esse objetivo pode ser atingido com a criação de programas de redução de perdas. Algumas medidas para isso são:

  • utilizar um sistema de gestão que integre os setores com o estoque;
  • receber as mercadorias com cuidado, evitando perdas na reposição do estoque;
  • atentar-se às datas de validade;
  • criar regras para gestão de estoque;
  • criar indicadores-chave de desempenho (KPI) de resultado e controle;
  • fazer o inventário de estoque, que consiste na identificação, classificação e determinação do valor de cada produto armazenado;
  • fazer liquidações sempre que necessário, já que será melhor vender o bem por um preço menor que perdê-lo completamente;
  • designar um colaborador que será responsável por minimizar as perdas.

7. Previna furtos, roubos e desvios

Essa tática é necessária tanto para evitar perdas financeiras como manter o controle de estoque. Uma medida que ajuda nesse sentido é a instalação de câmeras no estoque, o que permite monitorá-lo e fiscalizá-lo.

Um bom sistema de gestão também ajuda nesse sentido ao aprimorar o controle do estoque. Com a tecnologia, você saberá em qual etapa e onde uma determinada mercadoria foi desviada e poderá conversar com o responsável, minimizando as chances de ocorrerem furtos e desvios.

8. Implante a tecnologia de gestão

Para gerenciar melhor todas as táticas acima, há um recurso capaz de potencializar as rotinas administrativas e os resultados do negócio: os sistemas integrados de gestão. Ao contar com um software que simplifica e otimiza operações, os processos relacionados a estoques são positivamente impactados.

Com a tecnologia, é possível acessar relatórios consistentes a respeito do giro de produtos, da sazonalidade de vendas e também das margens de lucro por item (para o caso de promoções específicas).

Ou seja, trata-se de uma ferramenta essencial para uma gestão enxuta e eficaz. E não apenas para controlar o prazo de validade de produtos: os sistemas de gestão permitem a alavancagem integrada de setores e asseguram resultados mais expressivos já no curto prazo.

Quando você faz um bom controle de validade, consegue minimizar as perdas e manter a quantidade ideal de produtos no estoque. Mas, para isso, será necessário modernizar o seu estabelecimento e implementar um sistema de gestão desenvolvido especialmente para seu ramo.

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Gestão Empresarial Supermercado

3 dicas de gestão para mercearias e pequenos mercados

Mesmo empresas iniciantes — nas quais a operação e o alcance de mercado ainda são reduzidos — carecem de uma administração integrada, assertiva e transparente. A gestão para mercearias, por exemplo, proporciona desafios semelhantes aos encontrados em organizações de maior porte, tais como a organização de processos e a otimização de recursos.

Se você procura por dicas eficientes para melhorar as rotinas administrativas e gerenciais do seu pequeno negócio, encontrou o conteúdo certo! No post, você entenderá um pouco mais sobre a importância de uma boa gestão de mercearias (ou minimercados) e terá acesso às dicas valiosas para impulsionar a sua.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Por que a gestão para mercearias é importante?

Independentemente do porte do negócio, existe um requisito primordial ao crescimento operacional: a profissionalização da gestão.

É impensável (e mesmo inviável) que uma empresa se desenvolva sem organização e clareza administrativa. Seja para adequar e padronizar processos, melhorando a performance da equipe, seja para controlar as operações, garantindo que não haja desvios prejudiciais à saúde do negócio, não há crescimento sólido sem um alicerce bem fundamentado.

E como é possível construir uma base concreta para o desenvolvimento da sua mercearia ou minimercado? A resposta é relativamente simples, mas a prática requer certo empenho: investindo em ferramentas que permitam e endossem uma gestão de qualidade!

Como é possível alavancar a gestão para mercearias?

Agora que você já está convicto de que para prosperar é necessário estar atento aos melhores métodos de gestão, é hora de agregar um pouco mais de prática à discussão.

Afinal, como é possível potencializar a administração estratégica do seu negócio? Confira algumas das principais dicas:

1. Fuja da informalidade

Muitas vezes, a informalidade é o caminho escolhido pelos gestores iniciantes, na tentativa de escapar à carga de impostos que decai sobre as empresas brasileiras.

Essa opção, porém, é totalmente inviável aos negócios que planejam o crescimento. Sem um CNPJ ativo, sua mercearia fica impedida de emitir nota fiscal, de disponibilizar máquinas de cartão de crédito e de movimentar uma conta bancária com os benefícios de PJ, por exemplo.

2. Controle o fluxo de caixa

O fluxo de caixa é, sem dúvida, um dos recursos mais precisos à gestão do negócio. Afinal, o balanço relaciona todas as movimentações financeiras e constrói um panorama bastante seguro acerca das possibilidades monetárias da empresa.

Ao avaliar o fluxo de caixa, o gestor verifica o saldo total e, a partir disso, pode tomar decisões estratégicas à sobrevivência da mercearia. Se for positivo, por que não fazer novos investimentos? Em caso negativo, como é possível reduzir gastos e voltar ao azul?

3. Invista em tecnologia de gestão

Por fim, mas tão importante quanto, o investimento em um sistema de gestão empresarial é o grande salto administrativo de qualquer empresa. É esse tipo de tecnologia que vai integrar os diferentes setores da empresa, otimizando os recursos do negócio — físicos, humanos, financeiros e de tempo — e impulsionando resultados cada vez mais expressivos.

Ao contar com um software eficiente, a gestão para mercearias é automaticamente profissionalizada: o gestor tem, então, controle sobre sua operação e fica mais tranquilo para pensar naquilo que é realmente importante para alavancar a operação global do negócio.

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