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ERP Gestão Empresarial

Software de gestão para pequenas empresas: o que você precisa saber!

Antigamente, os programas para controle empresarial eram usados apenas por empresas de grande porte. No entanto, a necessidade de um software de gestão para pequenas empresas cresce em alta velocidade. A mobilidade do mercado e a exigência maior da clientela demandam essa modernização.

Nas empresas crescentes essa necessidade é ainda maior, pois essa evolução, se não for bem gerenciada, pode sair do controle. Além disso, a utilização desses softwares reduz o tempo gasto com o gerenciamento do negócio.

Neste post você vai aprender quais são as vantagens do uso de sistemas de gestão empresarial (ERP) e como escolher o software para fazer esse gerenciamento. Boa leitura!

Vantagens do uso de softwares de gestão empresarial

Integração e centralização dos setores

Uma das vantagens é a integração e a centralização dos setores. Isso permite que todos os ramos da sua empresa — controle de estoque, financeiro, setor de vendas etc. — possam tomar decisões com base em informações de áreas diferentes.

Por exemplo: se o time de vendas percebe que determinado produto está sendo muito vendido, os funcionários que controlam o estoque podem se prevenir repondo esse produto no depósito depois de analisar a parte financeira da empresa.

Autenticidade das informações

Outro benefício de usar um software de gestão para pequenas empresas é a autenticidade das informações. Utilizando esses sistemas, os dados são atualizados em tempo real e estão sempre disponíveis para consulta. Assim, é garantido que nenhuma informação estará desatualizada, agilizando o processo de tomada de decisões.

Redução de custos

Por fim, o principal benefício é a redução de custos. A dinamização que esses softwares geram auxilia na relação interna da empresa e no contato com o cliente, direcionando melhor os esforços dos colaboradores. Além disso, alguns processos que antes tinham que ser feitos manualmente passam a ser feitos pelo software, conferindo agilidade no cotidiano da companhia.

Como escolher o software de gestão para pequenas empresas ideal

Para descobrir qual software é o ideal para a sua empresa, é preciso fazer algumas análises e coletar alguns dados para saber suas reais demandas.

Primeiramente, saiba do que você precisa. Não adianta contratar um software excelente, mas que não atenda às suas necessidades. Se a sua empresa precisa de um sistema que auxilie na relação com seus consumidores, procure um software que conte com um módulo de gestão de clientes; se o que você necessita é de um software que auxilie no gerenciamento de estoque, busque um que tenha essa funcionalidade.

Outro ponto importante é priorizar um sistema que seja de fácil instalação e implementação e que seja amigável com o usuário. Esse tipo de software permite que você comece a utilizá-lo rapidamente, fazendo com que você usufrua o quanto antes dos benefícios dessa ferramenta. Além disso, uma plataforma mais amigável reduz custos e tempo de treinamento da equipe.

Por fim, analise o custo para a aquisição desse sistema. Verifique se o orçamento da empresa se encaixa no investimento em determinado software. Caso seja necessário, entre em contato com o fornecedor para saber quais tipos de pagamentos ele disponibiliza.

O mercado está cada vez mais competitivo, e qualquer redução de custos e de tempo pode ser crucial para obter sucesso. O software de gestão para pequenas empresas propicia um controle preciso de todas as suas ações. Essa administração auxilia no planejamento das ações, fazendo a sua empresa investir nas áreas corretas e tomar decisões conjuntas de todos os setores, reduzindo custos e aumentando lucros.

Agora que você sabe as vantagens de um software de gestão para pequenas empresas e como fazer a melhor escolha, que tal compartilhar este post nas redes sociais e mostrar aos seus amigos que você está informado sobre esse tipo de conteúdo?

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Contabilidade ERP

Sistema ERP na contabilidade: conheça as vantagens

No Brasil, a regulamentação que rege a operação empresarial é rígida e complexa. No que tange às obrigações fiscais e tributárias, é importante que o gestor disponha de ferramentas para assegurar a credibilidade dos processos e a qualidade das informações geradas — e, para isso, o ERP na contabilidade desponta como a solução ideal.

Se você ainda tem dúvidas a respeito da importância do recurso, não deixe de ler o post até o final! No texto, você vai entender melhor a relação entre o sistema ERP e a contabilidade do seu negócio. Além disso, também vai conhecer os motivos que fazem dessa tecnologia a melhor escolha para otimizar a gestão contábil. Preparado? Vamos em frente!

ERP na contabilidade: qual a relação?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa estabelecer processos consistentes; afinal, uma operação organizada é imprescindível à perenidade do negócio.

Neste aspecto, não seria equivocado destacar que a gestão assertiva da contabilidade desponta como uma das rotinas determinantes no sucesso da empresa.

Para além das obrigações ficais e tributárias, que são cumpridas a partir das informações contábeis geradas pela atividade-fim, também é importante mencionar que essa área é responsável pela saúde financeira da operação — otimizando recursos disponíveis e controlando o fluxo de caixa, por exemplo.

Com o ERP, as demandas contábeis são mais facilmente administradas. Ao integrar todos os setores da empresa — do processo de compras aos fechamentos fiscais —, o sistema confere mais transparência e segurança às transações internas e externas.

E mais: bons ERPs estão totalmente preparados para atender às exigências governamentais, tais como emissão dos relatórios de SPED e Bloco K, minimizando a incidência de erros e protegendo o negócio de eventuais multas e sanções.

Além disso, a otimização tributária, favorecida pela ampla visão proporcionada pela tecnologia sistêmica, é uma realidade lucrativa: a partir da análise criteriosa das movimentações internas é possível optar por regimes mais coerentes de impostos.

ERP na gestão empresarial: por que investir?

Agora que você já entendeu a importância da relação entre ERP e contabilidade, chegou a hora de conhecer mais motivos para considerar a implantação do sistema na sua empresa. Veja algumas das principais vantagens:

1. Planejamento estratégico e consistente

O sistema ERP engloba e atende todas as operações empresariais, contribuindo para integrar, automatizar e alavancar todas as áreas do negócio.

Dessa forma, o uso da tecnologia permite uma abordagem ampla, profunda e cristalina das potencialidades e das vulnerabilidades da organização. Esse conhecimento, por sua vez, deve levar a um plano estratégico que contemple ações e táticas focadas na melhoria de performance e de resultados.

2. Centralização de informações

Dados dispersos dificultam as rotinas operacionais e ocasionam excesso de retrabalhos — consumindo recursos que poderiam ser empregados em atividades de maior valor agregado.

Com o ERP, todas as informações da empresa — do estoque ao comercial — podem ser mantidas em um mesmo local, facilitando o acesso aos números prioritários do negócio.

3. Acompanhamento de métricas

Diretamente ligado ao diferencial anterior, o acompanhamento de métricas é amplamente beneficiado a partir da implantação de um ERP. Afinal, o controle de performance só é possível se o gestor dispõe de dados críveis a respeito de sua equipe e de seus resultados.

Com o sistema é possível estabelecer metas mais claras e, em seguida, estabelecer parâmetros coerentes para medir o desempenho individual e coletivo.

Diante disso, é pertinente resgatar a importância do ERP na contabilidade, mas também é preciso reforçar que a abrangência do sistema é vasta e altamente vantajosa para todo o tecido empresarial.

O conteúdo chamou sua atenção e você deseja prosseguir em sua trilha de aprendizado? Aproveite para também entender qual a importância do ERP no suporte ao cliente.

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ERP Supermercado

Como controlar o prazo de validade dos produtos no seu supermercado?

Neste artigo, trazemos as melhores dicas para controlar o prazo de validade de seus produtos e minimizar as perdas de seu supermercado!

Exercer um bom controle de validade dos produtos garante a qualidade da oferta e a rentabilidade da operação, sendo imprescindível ao sucesso dos supermercados. Por isso, os gestores devem estar sempre atentos às estratégias que objetivem assegurar a boa gestão do estoque e o correto escoamento da mercadoria no ponto de venda.

Neste post, vamos mostrar a importância de controlar os prazos de validade e apresentar dicas valiosas para otimizar a organização e administração do seu estoque. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Qual a importância de fazer o controle de validade dos produtos?

A gestão de um supermercado é bastante desafiadora. Para além das obrigações administrativas, comuns a todas as empresas, a operação do negócio demanda um grande esforço logístico e estratégico.

De forma a tornar a operação mais inteligente e eficaz, os gestores precisam se preocupar com uma questão muito sensível: o controle dos prazos de validade dos itens.

Para evitar o desperdício de recursos e fortalecer a lucratividade da empresa, é preciso levar o controle a sério. Do contrário, não apenas a competitividade da operação se torna vulnerável, mas a organização também verá sua perenidade fatalmente comprometida.

No esforço para controlar os prazos e alavancar os processos de gestão, os líderes geralmente se valem de táticas coerentes. Certifique-se de implantar, no cotidiano do seu supermercado, estratégias pragmáticas para potencializar seus resultados.

Como é possível otimizar a gestão de estoques?

Agora que você já está convicto da importância de controlar o prazo de validade dos produtos, chegou a hora de agregar um pouco mais de prática à discussão. Para otimizar a administração de estoques e o consequente escoamento de mercadorias na loja, veja abaixo as principais recomendações.

1. Faça um levantamento inicial detalhado

O primeiro passo é fazer o levantamento inicial do estoque, que consiste em separar e conhecer minuciosamente as mercadorias que estão armazenadas na empresa. Na prática, você deve contabilizar, medir e pesar todos os bens, além de manter o inventário sempre atualizado e organizado.

De modo geral, os itens perecíveis necessitam ser analisados diariamente quanto às suas qualidades, já que os não perecíveis podem ser contados poucas vezes na semana.

Faça esse levantamento sempre antes de abrir o estoque e quando for fechá-lo, pois assim você conseguirá mantê-lo com informações confiáveis e regulares, bem como minimizar desperdícios, ruptura de estoque e desabastecimentos.

2. Programe o abastecimento do estoque

Uma alta quantidade de produtos próximos do prazo de validade geralmente significa que há falhas na reposição de itens, ou seja, a compra de mercadoria excedeu a demanda.

Para evitar esse transtorno, programe o abastecimento de acordo com o período e com a necessidade. Outro fator muito importante é não se deixar seduzir pelas condições comerciais atrativas que são oferecidas pelo fornecedor.

3. Identifique a demanda (padrão e sazonal) de cada produto

Diretamente associada à primeira dica, a identificação de demanda é primordial para a boa gestão de estoques. Afinal, se há um período de vendas baixas para determinado item, não é preciso fazer compras em grandes quantidades do produto, certo?

Para avaliar o panorama de comércio e fechar negócios de maneira mais consciente, é importante analisar o histórico de escoamento e o giro de cada item. A sazonalidade também é fundamental, afinal, sorvetes se saem melhor no verão, por exemplo, e é prudente reduzir a aquisição do produto nas estações frias.

4. Ofereça promoções para itens próximos do vencimento

Em alguns momentos, mesmo adotando táticas eficazes para gerir os estoques, é possível que você se depare com produtos próximos ao vencimento. Nesses casos, aja rápido! Programe promoções atrativas que motivem o escoamento da mercadoria.

Descontos, brindes e condições especiais são algumas das possibilidades para conquistar o consumidor e motivar a compra de determinados itens. O importante é reduzir o desperdício e manter a lucratividade, ainda que com margens menores.

5. Negocie com seus fornecedores

Antes de fechar contratos com os fornecedores, é fundamental estudar suas características, como pontos fortes e fracos. Se não puder contar com seus parceiros, não conseguirá manter o estoque atualizado e controlar os prazos de validade. Algumas qualidades a serem analisadas são:

  • reputação: uma boa avaliação no mercado demonstra que ele consegue satisfazer seus clientes com frequência;
  • comprometimento: é importante que ele não atrase as entregas ou falte com seus compromissos;
  • flexibilidade: é recomendável que ela esteja disposta a debater preços e condições de pagamentos;
  • estabilidade financeira: isso impedirá que os fornecedores sofram queda operacional ou seus serviços encerrem por problemas financeiros;
  • regularização: evita que o negócio tenha problemas por descumprimento da legislação;
  • autoavaliação de desempenho: o fornecedor deve se avaliar constantemente para conseguir manter a qualidade dos produtos e cumprir compromissos;
  • comunicação: é necessário que o fornecedor preste um atendimento ágil, completo e humanizado, bem como que seja mantido um canal de comunicação direto com seu estabelecimento, visto que isso é importante pelo fato de que você precisará entrar em contato com ele para resolver eventuais problemas relacionados às entregas.

6. Estabeleça um programa de diminuição de perdas

Apesar de as perdas serem bastante comuns, elas ainda geram prejuízos ao negócio e devem ser minimizadas. Esse objetivo pode ser atingido com a criação de programas de redução de perdas. Algumas medidas para isso são:

  • utilizar um sistema de gestão que integre os setores com o estoque;
  • receber as mercadorias com cuidado, evitando perdas na reposição do estoque;
  • atentar-se às datas de validade;
  • criar regras para gestão de estoque;
  • criar indicadores-chave de desempenho (KPI) de resultado e controle;
  • fazer o inventário de estoque, que consiste na identificação, classificação e determinação do valor de cada produto armazenado;
  • fazer liquidações sempre que necessário, já que será melhor vender o bem por um preço menor que perdê-lo completamente;
  • designar um colaborador que será responsável por minimizar as perdas.

7. Previna furtos, roubos e desvios

Essa tática é necessária tanto para evitar perdas financeiras como manter o controle de estoque. Uma medida que ajuda nesse sentido é a instalação de câmeras no estoque, o que permite monitorá-lo e fiscalizá-lo.

Um bom sistema de gestão também ajuda nesse sentido ao aprimorar o controle do estoque. Com a tecnologia, você saberá em qual etapa e onde uma determinada mercadoria foi desviada e poderá conversar com o responsável, minimizando as chances de ocorrerem furtos e desvios.

8. Implante a tecnologia de gestão

Para gerenciar melhor todas as táticas acima, há um recurso capaz de potencializar as rotinas administrativas e os resultados do negócio: os sistemas integrados de gestão. Ao contar com um software que simplifica e otimiza operações, os processos relacionados a estoques são positivamente impactados.

Com a tecnologia, é possível acessar relatórios consistentes a respeito do giro de produtos, da sazonalidade de vendas e também das margens de lucro por item (para o caso de promoções específicas).

Ou seja, trata-se de uma ferramenta essencial para uma gestão enxuta e eficaz. E não apenas para controlar o prazo de validade de produtos: os sistemas de gestão permitem a alavancagem integrada de setores e asseguram resultados mais expressivos já no curto prazo.

Quando você faz um bom controle de validade, consegue minimizar as perdas e manter a quantidade ideal de produtos no estoque. Mas, para isso, será necessário modernizar o seu estabelecimento e implementar um sistema de gestão desenvolvido especialmente para seu ramo.

O que achou do nosso conteúdo? Queremos saber sua opinião! Use o espaço abaixo para deixar um comentário no post!

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ERP Gestão Empresarial

8 motivos para implantar um sistema de gestão no seu varejo

Ser empreendedor no ramo de varejo no Brasil é um desafio enorme, mas contando com as ferramentas certas — como um sistema de gestão para varejo eficiente e uma equipe competente de suporte —, as chances de sucesso são igualmente grandes.

Segundo o portal de notícias G1, o comércio varejista tem crescido no ano de 2017, e o momento é extremamente oportuno para pensar em novas formas de alavancar seus negócios.

Pensando nisso, é importante que gestores abram os olhos para o uso de sistemas informatizados de gestão o quanto antes. Separamos 8 motivos bem convincentes para que você possa entender como é um sistema de gestão. Confira!

1. Um sistema de gestão para varejo é eficiente

De forma simples, um sistema de gestão para varejo é um software com um banco de dados em que é possível armazenar informações sobre o cotidiano do seu negócio e interpretá-los de maneira clara e objetiva.

A interpretação desses dados é realizada por meio de relatórios detalhados e gráficos, que podem nortear a tomada de decisões e tornar o planejamento estratégico mais eficaz.

Sistemas de gestão com qualidade se destacam por possuir integração com serviços externos, como a emissão de notas fiscais eletrônicas pela SEFAZ.

2. Promove o aumento de controle e segurança do negócio

Não podemos contar com a sorte, tampouco com planilhas simples para gerir um negócio de sucesso, por mais experiente que um gestor seja.

Ter acesso e controle de todas as informações da empresa é de suma importância para uma gestão eficiente, pois isso gera segurança ao gestor e ao negócio como um todo.

Com um painel de controle intuitivo, qualquer pessoa consegue aprender a operar um sistema de gestão, e por meio de gráficos e relatórios detalhados é possível interpretar dezenas de informações valiosas.

3. Possui integração entre todas as áreas da empresa

Uma empresa do ramo do varejo, seja ela de pequeno, médio ou grande porte, possui diversas áreas específicas, como estoque, caixa, contábil etc.

Um sistema eficiente possui módulos específicos para cada área, que são integrados entre si, reduzindo a redundância e as inconsistências das informações que podem ser geradas por cada uma.

Se no ato de uma venda o operador de caixa identificar que um produto está com o estoque baixo, ele pode informar o setor de estoque ou compras para que providências sejam tomadas.

O gestor pode observar toda e qualquer informação que lhe for útil e pode permitir que os setores tenham acesso apenas a informações que são pertinentes a eles. Tudo é personalizável.

4. Tem controle eficiente do estoque

Em empresas em que a entrada e a saída de produtos é muito grande, ter um controle eficiente do estoque é essencial. Por meio de alertas é possível que o responsável pela reposição dos produtos ou o setor de compras esteja sempre atento ao nível do estoque.

Para empresas que comercializam produtos perecíveis, o controle de validade oferece a segurança de fornecer alimentos de qualidade aos clientes. Caso seu estoque físico seja organizado em prateleiras, é possível indicar no cadastro do produto em que local ele está armazenado, facilitando a logística.

5. Faz a otimização do fluxo de caixa

A compra e a venda de produtos dentro de uma empresa de varejo é, de modo geral, muito expressiva, sendo necessário um controle rígido do faturamento. Novamente, uma tabela não resolve e, independentemente do cenário, cada centavo deve ser movimentado com cautela e dentro da legislação do país.

Um controle efetivo de fluxo de caixa deve oferecer a leitura de códigos de barras, a impressão de cupons e notas fiscais, a ligação direta com o sistema de estoque e opções de pagamentos diversas, como cartões de crédito ou alimentação.

Não existe nada pior do que ir a um estabelecimento e encontrar filas gigantes nos corredores. Sistemas inferiores travam constantemente e tornam seu atendimento demorado, causando insatisfação do cliente. Portanto, opte sempre por opções mais robustas.

6. É especialista em gestão de tributos e finanças

O Brasil é um país que possui cargas tributárias pesadas, e como se não bastasse, gerenciar tudo isso é algo complicado, principalmente para empresas de pequeno porte.

A salvação pode ser encontrada no sistema de gestão integrado, pois os criadores do software são especialistas no assunto e já pensaram em tudo — basta informar os dados necessários e o sistema faz o trabalho mais complexo.

Quanto mais funcional é o sistema, menor é a possibilidade de ocorrer falha humana, e quando se trata de dinheiro, é importante que não ocorram falhas.

7. Melhora a gestão do capital de giro da empresa

Com a integração de todos os setores, sejam eles de recursos financeiros ou humanos, é possível controlar melhor o seu capital de giro, que é de suma importância para financiar a continuidade das operações da empresa.

Os relatórios e gráficos indicam onde há lucro e onde há gasto, para que os gargalos possam ser removidos em curto prazo, antes que se tornem problemas mais difíceis de resolver.

8. Tem suporte técnico

Um dos grandes diferenciais de utilizar um sistema de gestão integrada no seu negócio é o suporte técnico, pois a instalação, a configuração e o treinamento dos usuários são realizados de maneira personalizada.

Os manuais desenvolvidos para consulta são intuitivos e escritos para que pessoas com qualquer nível de conhecimento em informática possam entender com facilidade.

Atualizações são necessárias e importantes, sejam elas de segurança ou para adaptar o sistema da sua empresa para novas regras tributárias impostas pelo governo. Tudo isso está incluso em um sistema eficiente e robusto, facilitando sua vida e garantido o sucesso dos negócios.

Seja você gestor ou empreendedor do ramo varejista em busca de soluções para melhorar a qualidade dos seus serviços, reduzindo custos e aumentando o faturamento, tenha em mente que isso só pode ser alcançado com um sistema de gestão para varejo eficiente.

Como haverá retorno financeiro, não é um gasto, mas um investimento de sucesso!

Neste texto apresentamos apenas algumas vantagens de utilizar um sistema de gestão para varejo na sua empresa, contudo, temos muito mais para mostrar! Curtindo nossa página no Facebook é possível acompanhar dicas, os casos de sucesso e outras informações relacionadas ao mundo dos sistemas integrados de gestão!

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ERP

Principais tipos de integração de um sistema ERP

Buscar soluções de gestão robustas e eficientes é indispensável hoje em dia, mas com a quantidade de operações que a ferramenta precisa realizar, é preciso se atentar para os tipos de integração de um ERP com todos os serviços necessários para manter o seu negócio.

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning — ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil. Trata-se de um sistema que integra vários módulos, dando suporte para o gerenciamento de serviços dentro de uma empresa e até fora dela.

Ele é importante para garantir a integridade e a organização de todas informações do seu negócio, oferecendo ferramentas para controle, tomada de decisões, planejamento etc.

Neste artigo vamos apresentar os principais tipos de integração que um ERP pode (e deve) realizar, para que no final você saiba quais funcionalidades procurar para otimizar a gestão da sua empresa. Confira a seguir:

Principais tipos de integração ERP existentes

As opções são quase ilimitadas: tudo depende da necessidade da sua empresa e como isso vai otimizar sua produtividade. Cada caso deve ser analisado com a devida atenção.

Conheça algumas das principais maneiras de integrar soluções no seu ERP de maneira segura e com eficácia comprovada.

Integração da comunicação entre sistemas

Há casos em que dois sistemas diferentes precisam ser integrados, mas não existem meios de fazer com que ambos se comuniquem diretamente. Em situações como essa, é possível utilizar uma terceira ferramenta de integração, que receberá os dados de uma, fará a conversão e enviará para a outra.

Parece a famosa “gambiarra”, mas na realidade não é. Ocorrências do tipo são mais comuns do que você imagina.

Comunicação banco a banco

É bem parecida com a comunicação entre sistemas (citada no tópico anterior), mas existem diferenças. Por trás de todo sistema de gestão empresarial existe um banco de dados, que é o responsável por armazenar as informações.

Caso necessário, é possível utilizar uma ferramenta ETL (Extração, Transformação e Carregamento, em português), que extrai as informações de um banco, converte e armazena em outro banco.

Troca de dados eletrônica

Ocorre quando um sistema exporta as informações em um arquivo, para que o outro sistema o leia e importe os dados para sua própria base de dados.

Esse processo pode ocorrer de forma manual ou automatizada. Prefira sempre sistemas que fazem o processo de modo automático.

Integração por API

Interface de Programação de Aplicativos (API), em português, é a comunicação direta entre dois softwares sem o uso de uma ferramenta intermediadora. São sistemas robustos, que oferecem meios práticos de enviar e receber informações com consistência.

Podemos citar o caso da SEFAZ, plataforma governamental para a emissão de notas fiscais eletrônicas, que oferece uma API de comunicação com ERPs. Com ela é possível enviar e receber dados de forma segura entre diferentes sistemas.

Mitos sobre tipos integração de um ERP

Com a evolução dos sistemas de informação e o cenário competitivo em que o mundo empresarial vive, quanto mais tarefas automatizadas uma ferramenta realiza, mais produtividade e confiabilidade o bom gestor terá.

Por ser um tema muito falado no mundo empresarial, é importante esclarecer alguns mitos mitos e dúvidas sobre os ERPs:

A integração compromete o funcionamento do sistema

De forma alguma! Quando feita por uma empresa confiável e bem estruturada, a integração vai funcionar perfeitamente.

A comunicação entre os serviços deve e vai ocorrer de maneira correta, aumentando a produção da empresa e dos colaboradores, organizando todos os seus dados da maneira ideal.

Não é bom integrar sistemas com propósitos diferentes

Falso! Dependendo das suas necessidades, é indicado que você faça isso o quanto antes, pois sua produtividade vai aumentar e a consistência dos seus dados será ainda maior.

Há empresas que precisam integrar seu sistema com outros serviços, como chat de atendimento, e-mail etc. Se as informações são valiosas, elas devem ser armazenadas no lugar correto e receber a devida atenção.

Integração na prática

O cenário ideal é aquele em que se utiliza um ERP com todos os setores integrados, partilhando de um banco de dados só, sem a necessidade de adaptações para se integrar com outros sistemas dentro da própria empresa.

Quanto mais bases de dados diferentes houver, maiores são as chances de redundância e inconsistência nas informações, mas existem casos em que é necessário e positivo interagir com soluções externas.

Integração com escritórios de contabilidade

Muitas integrações — principalmente as da área contábil — são de grande valia, e um exemplo prático disso é a comunicação com o contador e a realização de escriturações fiscais.

É comum entre as empresas — principalmente as de pequeno porte — não possuírem um setor contábil interno, terceirizando esse tipo de tarefa para um escritório.

Escritórios contábeis possuem seu próprio software de gestão, e um ERP de qualidade tem a obrigação de se comunicar com ele.

Integração com a SEFAZ

Outro caso que vale ser comentado novamente é a comunicação com a API da SEFAZ, pois ele tem ajudado milhares de empresas a ganhar um tempo valioso.

Se um fornecedor emite uma nota fiscal para lhe entregar um produto, por exemplo, por meio da API da SEFAZ você pode importar essas informações no seu módulo financeiro.

No mesmo momento, seu setor de logística já saberá que está chegando material e ele já constará em estoque sem nem uma palavra precisar ser digitada, inibindo a possibilidade de erros de lançamentos.

Em vez de um colaborador ficar horas digitando e inserindo dados das notas ficais no sistema, tudo acontece automaticamente. Veja bem, é uma economia de horas de trabalho!

Dicas importantes

Se você chegou até aqui, certamente está considerando utilizar um ERP no seu negócio, portanto, a escolha de uma uma empresa especializada é de suma importância.

A integração entre serviços é possível e benéfica, mas deve ser realizada por quem entende do assunto e pode lhe provar isso. Só contrate um ERP após uma apresentação clara de todas as suas funcionalidades e como elas podem otimizar suas rotinas diárias.

Não compre softwares prontos (aqueles em prateleiras de lojas de informática), pois eles, apesar de atenderem a algumas poucas demandas, não são adaptados para a sua necessidade real.

Se este texto ainda não foi o bastante para lhe convencer sobre o quão eficazes são o tipos de integração de um ERP para seu negócio, podemos lhe ajudar ainda mais, caso nos envie suas dúvidas.

Assinando grátis a nossa newsletter você receberá materiais complementares, que vão lhe mostrar com maior riqueza de detalhes outras funcionalidades, casos de sucesso e tudo que você precisa saber para escolher o ERP correto para alavancar sua empresa de uma vez por todas no mercado!

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ERP Gestão Empresarial

Entenda a importância da gestão integrada no varejo

Uma empresa com grande fluxo de vendas, como qualquer outra, necessita de meios confiáveis para garantir o sucesso de suas ações, para tanto, as que adotam um sistema de gestão integrada no varejo se destacam no quesito organização e produtividade.

Atender, faturar, receber e manter o volume do estoque são tarefas que não podem ter falhas e depender apenas de planilhas não é uma boa ideia.

Segundo o IBGE, a previsão de vendas do comércio varejista no ano de 2017 quase dobrou, se comparada com o ano passado.

É preciso estar preparado e com as ferramentas certas a se ter em mãos.

Adotando um sistema de gestão integrada, suas possibilidades de sucesso crescem muito e vamos explicar o porquê!

Maior transparência nos processos internos

Com a integração entre os setores é possível que as informações sejam concentradas em uma única base de dados, eliminando o risco de redundância ou inconsistências das informações.

O gerente tem acesso total aos módulos e todas as equipes podem interagir, analisar e incluir informações em tempo real.

Ninguém precisa perder tempo solicitando relatórios, as informações estão a um clique de distância.

Aumento na produtividade

Com a agilidade no envio e recebimento de dados, a produtividade da empresa toda aumenta.

No caixa, durante uma venda já é feita a baixa no estoque, emissão de nota fiscal eletrônica e todas as informações ficam disponíveis para os setores responsáveis.

Para os colaboradores do estoque, é possível verificar no sistema em que prateleira está determinado produto e sua data de validade, facilitando a logística de armazenagem e transporte.

Não é necessário acessar sites governamentais, como a SEFAZ, para emitir uma nota fiscal, tudo é feito na mesma tela.

É inegável o quanto isso pode acelerar os processos, identificar os gargalos e trazer mais segurança para o gestor e sua equipe.

Fortalecimento da imagem da empresa

Uma empresa bem estruturada e com total controle de suas demandas internas é capaz de realizar diversas tarefas, com agilidade e padrão elevado, diferente de concorrentes que não usam uma ferramenta do tipo.

Seus clientes ficarão satisfeitos com tamanha qualidade e comprometimento, lhe dando preferência, fechando mais negócios e o melhor: recomendando a outras pessoas.

Todas estratégias de marketing são valiosas, mas nenhuma tem mais influência do que a famosa “propaganda boca a boca”.

É mais fácil do que parece

Implementar um sistema de gestão integrada no varejo não é nenhum bicho de sete cabeças, pelo contrário.

A ferramenta é desenvolvida depois de muito estudo e planejamento, portanto, o produto final é um software de fácil utilização, com uma interface intuitiva e prática.

O melhor de tudo é que você não precisa entender do assunto, pois, uma empresa especializada fará todo trabalho por você.

Haverá suporte desde o treinamento de utilização até as adequações para que o sistema opere de acordo com as necessidades de seu negócio.

A gestão integrada no varejo vai oferecer muitos outros benefícios para o seu negócio. Além disso, ela poderá oferecer um diferencial competitivo, pois com a automatização dos processos a sua empresa poderá oferecer um melhor atendimento aos seus clientes e, consequentemente, otimizar o seu faturamento.

Você deve estar se perguntando se existe algum ponto negativo nisso tudo, certo? A resposta é que não há nenhum ponto negativo e temos outros meios de lhe provar isso!

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ERP Gestão Empresarial

Qual a importância de um ERP com suporte ao cliente?

Contar com um ERP com suporte ao cliente para auxiliar nas atividades é essencial para qualquer negócio que queira crescer. Um dos principais motivos para esse fato é a necessidade das empresas conhecerem mais a fundo quem é o seu cliente, que, por coincidência ou não, está se tornando cada vez mais exigente em relação ao atendimento e suporte prestado por elas.

Além disso, utilizar um ERP com suporte ao cliente é uma excelente maneira de usufruir da tecnologia em prol da melhoria do relacionamento e também da experiência do usuário, quando este está interagindo com um produto ou serviço.

E então, ficou interessado no assunto? Continue acompanhando o post conosco para saber mais!

O que é um ERP?

Antes de mais nada, é preciso que você saiba que ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning. Mais do que uma sigla, essas 3 letras são utilizadas para se referir a sistemas de gestão empresarial.

Na prática, o ERP é um sistema que conversa com todos os outros subsistemas da empresa, tratando de unificar e integrar todas as informações do negócio em um único local.

Isso otimiza muitos pontos críticos, tais como o andamento da operação da empresa, bem como o seu crescimento.

Por que aderir um ERP com suporte ao cliente?

Agora que você já saber o que é um ERP, vamos listar alguns motivos para você contar com esse tipo de solução, principalmente utilizando-a com o objetivo de melhorar o suporte ao cliente da sua empresa. Confira:

1. Ajuda na fidelização de clientes

Com um ERP com suporte ao cliente, o negócio tem mais condições de dar uma melhor assistência a todos os seus clientes, quando for preciso.

Pois bem, conseguindo esse feito, as chances do seu atendimento passar uma boa impressão será grande, que é algo muito valorizado nos dias de hoje. Tendo em vista esse cenário, dificilmente um cliente que tem um bom suporte abandonará a empresa de um dia para o outro.

Ou seja, o ERP ajuda na fidelização de clientes, não só na questão de mantê-los no negócio, mas também na possibilidade do aumento do número de indicações de novos clientes que são originadas dos antigos.

2. Melhora a experiência de compra

Outro fator que é fundamental nos dias de hoje, é a experiência de compra do cliente. Como o ERP tem o poder de reunir todas as informações do negócio, saiba que ele poderá muito bem fornecer dados que refletem como anda a jornada de compra do seu consumidor.

Desse modo, a empresa poderá avaliar o que está dando certo e o que não está, proporcionando uma maior rapidez na aplicação de ações corretivas e otimizações desse processo.

Pode parecer besteira, mas isso ajuda muito a melhorar algo que é muito valorizado pelo seu consumidor, que nada mais é do que a razão de existência do seu negócio!

3. Aumento da satisfação do cliente

Com o ERP é possível deixar o cliente cada dia mais satisfeito. Afinal, esse sistema fornece um apoio tecnológico que torna real o oferecimento de um atendimento de qualidade.

Ele auxilia na reunião de informações relevantes, ajudando inclusive no direcionamento para a solução que o cliente precisa. Isso torna o atendimento muito mais objetivo e rápido, que são duas coisas que deixam os clientes satisfeitos.

Então, saiba que ao investir em um ERP, você investirá, também, na satisfação do seu cliente.

4. Geração de novos negócios

Por fim, o último benefício que citamos é a geração de novos negócios. Visto que com a prestação de um suporte adequado, com todas as informações que o ERP fornecerá sobre o cliente, será possível vender mais!

Estamos falando de entender melhor as necessidades do cliente e oferecer produtos ou serviços complementares para atendê-las de forma imediata.

Saiba que somente com um ERP será possível entender isso de forma rápida e agilizada, gerando cada vez mais negócios para a empresa, que consequentemente terá muito mais lucro!

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O que é ERP e quais os seus benefícios para sua empresa

Os empreendedores buscam formas de ampliar a eficiência dos processos internos de sua empresa, reduzir a ocorrência de falhas e automatizar processos repetitivos. Não é por acaso que os sistemas de gestão empresarial se tornaram aliados importantes no gerenciamento de diversos aspectos das organizações. Cadastro de clientes, controle de estoque e das contas a pagar e receber, processos de compra e venda, contabilidade e gestão fiscal são apenas alguns itens atendidos por esse tipo de ferramenta.

O software de ERP surge como solução para a maior parte das inquietações desses gestores. Mas você sabe exatamente o que é ERP? Para que serve e que tipo de empresa pode utilizá-lo? Mais que isso, quais as vantagens que sua implantação pode garantir à empresa?

Neste artigo, vamos apresentar resposta para todas essas questões e muito mais. Ao final, você terá subsídios para decidir que essa solução pode ser a mais adequada para sua empresa e como proceder para colocá-la em prática, se for o caso. Boa leitura!

O que é ERP e para que serve?

Da sigla em inglês para Enterprise Resource Planning — planejamento dos recursos corporativos, em uma tradução livre, ou Sistema de Gestão Empresarial, para usar uma nomenclatura mais amigável — o ERP é, numa descrição simples, um sistema de informação (software) responsável por fornecer apoio à gestão do negócio.

De fato, o que configura um verdadeiro ERP é a integração entre os diversos módulos de gerenciamento, que vão desde controle do estoque até emissão de notas fiscais, passando pela automação dos cadastros de fornecedores, recursos humanos, estruturas contábeis e financeiras e muito mais.

A ideia por trás do modelo não é recente. Já na década de 1970, sistemas rudimentares eram utilizados para auxiliar as empresas no planejamento da produção. Naturalmente, a evolução dos recursos tecnológicos, em especial de conectividade, somada à queda no preço dos insumos de TI, proporcionaram a evolução constante da ferramenta até atingir os níveis altíssimos de automação e integração encontrados atualmente.

De forma geral, o ERP tem por objetivo proporcionar às empresas maior organização, oferecendo recursos para tomada de decisão e planejamento estratégico por parte de seus gestores. Assim, é possível controlar e distribuir recursos, bem como otimizar processos e direcionar investimentos de maneira criteriosa e plenamente justificada.

É importante, nesse ponto, fazer uma breve digressão sobre a diferença entre o ERP e outro sistema bastante usado no suporte empresarial, o CRM (Customer Relationship Management). Embora possuam algumas características em comum, o que os separa é o foco da solução: enquanto o ERP é voltado ao gerenciamento de processos internos da empresa, o CRM se dedica exclusivamente a questões relacionadas com as vendas, marketing e relacionamento com os clientes.

É possível ter as duas soluções simultaneamente na mesma corporação, embora seja relevante conhecer a diferença para saber qual delas atende suas necessidades reais e imediatas.

Quais os benefícios de um ERP?

O principal ganho com a implantação de um ERP é a integração entre os vários departamentos da organização. Com isso, são eliminadas redundâncias e inconsistências provocadas por informações produzidas e controladas de maneira isolada em cada área. Mas não é só, confira algumas outras vantagens da solução:

Redução de custos

Buscado avidamente por gestores e empresas, esse benefício é plenamente atingido com o apoio de um ERP. Por permitir automatizar e reorganizar processos, o sistema contribui diretamente com a diminuição do desperdício, bem como praticamente elimina o retrabalho. Tudo isso, naturalmente, proporciona redução dos custos operacionais da empresa.

Um exemplo prático dessa vantagem pode ser visualizado no ciclo de produção de um produto. Com o auxílio de um ERP, é possível programar a aquisição de matéria-prima com base no consumo médio, evitando que a empresa perca recursos ao manter estoque ou tenha que reduzir a produção por falta de insumos.

De forma indireta, também os custos com manutenção e investimento no parque tecnológico são diminuídos, uma vez que deixa de ser necessária redundância de equipamentos e sistemas para processar os dados de maneira isolada.

Aumento de produtividade

Trata-se de uma vantagem obtida em função direta da automação de procedimentos, que reduz prazos para execução das tarefas ao mesmo tempo em que provê condições para que não ocorram erros. Assim, os diversos departamentos podem se dedicar efetivamente à produção, trazendo como consequência o crescimento da produtividade.

Utilizando o exemplo do item anterior, alguns sistemas ERP permitem automatizar o fluxo de solicitação de matéria-prima junto aos fornecedores, evitando quebras na produção. Mais que isso, é possível gerenciar a atividade de recebimento de mercadorias, organizando de modo a ser feita em períodos que não atrapalhem a produção.

Controle tributário

Em um país com um sistema tributário extremamente complexo como o Brasil, é uma tarefa árdua conseguir segurança fiscal e conformidade com a legislação. Com a automação dos processos e integração das informações fornecidas pelo ERP, essa atividade passa a ser realizada pelo sistema, que reúne e consolida as informações provenientes dos diversos departamentos para a emissão dos relatórios e documentos fiscais necessários.

Diminuição da ocorrência de erros e fraudes

Com a eliminação de controles manuais, um ERP reduz a possibilidade de ocorrência de falha humana, seja ela provocada por imperícia, desconhecimento ou até mesmo ação deliberada de algum colaborador.

Nesse sentido, a propósito, o software ajuda a inibir tentativas de fraude de qualquer natureza, já que a integração elimina a interferência manual em vários pontos do processo. Mais que isso, qualquer alteração significativa de padrões é identificada pelo sistema, o que faz com que ações mal-intencionadas sejam detectadas e mitigadas rapidamente.

Visão estratégica do negócio

A integração — novamente ela — permite que o sistema emita relatórios instantâneos, consolidados, sobre a situação da empresa, apontando tendências e indicadores de desempenho. Com isso, é possível ao gestor obter uma visão ampla e privilegiada sobre a saúde da organização, alinhando as decisões e posicionamentos de acordo com os objetivos e o planejamento estratégico.

Para os gestores, o ERP oferece ainda painéis centralizados de administração (conhecidos como “dashboards”), que permitem analisar, de forma visual e intuitiva, todos os elementos necessários à condução do negócio e à tomada de decisão consciente e embasada em elementos concretos.

Para além das vantagens mencionadas nesse tópico, o ERP provê alguns benefícios intangíveis, a saber: a otimização do fluxo de informações, que se traduz em aumento da qualidade e eficiência organizacional; e a otimização do tempo dos gestores, que não precisam mais se ocupar com tarefas operacionais e passam a dedicar mais tempo à administração estratégica do negócio.

Quanto custa um ERP? Vale a pena investir nisso?

O mercado oferece uma infinidade de soluções de ERP, que se diferenciam em aspectos relativos às características que possuem, abrangência, quantidade de módulos, ferramentas de apoio e suporte, entre outras configurações.

O valor de cada um desses sistemas pode variar de alguns reais até cifras na casa dos milhares, dependendo de diversos fatores. Por esse motivo, não é possível fornecer uma ideia exata de valor que atenda a todos os casos.

Portanto, é essencial uma análise detalhada da estrutura e condições da empresa, bem como das soluções disponíveis, avaliando a aderência das soluções às necessidades que se apresentam. Além disso, é importante também verificar a integração do ERP com outras soluções de mercado, característica que pode ser de grande valia em uma visão estratégica de futuro.

Sob qualquer ótica, tomados os devidos cuidados na escolha, podemos afirmar que sim, o investimento nesse tipo de solução é amplamente vantajoso para as organizações. Atualmente, a propósito, com a popularização dos recursos de tecnologia da informação, mesmo pequenas e médias empresas podem fazer uso dos benefícios proporcionados por um ERP. Não há escusas, portanto, para que sua empresa não se beneficie dos atrativos dessa ferramenta.

Como adquirir um ERP?

Conforme acabamos de mencionar, há soluções para todas as necessidades — e tamanhos de orçamento. Por isso, o risco de adquirir um sistema que não seja suficiente para suprir suas necessidades é grande, quando for levando em conta apenas o preço. Em um raciocínio análogo, é possível comprar uma ferramenta superdimensionada para as necessidades e porte da empresa, o que representa desperdício de recursos.

Maior que esses, aliás, é o risco de assumir compromisso com um fornecedor que não possua know-how nem boas referências na implantação de sistemas desse porte. Lembre-se que o apoio técnico será imprescindível para instalar, configurar e treinar seus colaboradores no uso do software, além de propor ajustes e alterações nos processos internos.

Nesse sentido, seja qual for sua decisão, não deixe de pedir a opinião de quem conhece o mercado e acompanha a evolução das ferramentas de ERP. Esteja certo que esse é um investimento que se mostrará imensamente benéfico mais à frente.

Nesse post, explicamos o que é ERP e quais as vantagens que a empresa obtém com a utilização desse tipo de solução. Gostou do texto? Quer saber mais sobre o assunto? Entre em contato conosco, teremos prazer em ajudá-lo!