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Principais tipos de integração de um sistema ERP

Buscar soluções de gestão robustas e eficientes é indispensável hoje em dia, mas, com a quantidade de operações que a ferramenta precisa realizar, é preciso atentar para os tipos de ERP, bem como conhecer as diferentes formas de integração, desmentir mitos, entender sua integração prática, entre outros tópicos relevantes sobre o assunto.

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil. Trata-se de um sistema que integra vários módulos, dando suporte para o gerenciamento de serviços dentro de uma empresa e até fora dela.

Ele é importante para garantir a integridade e a organização de todas as informações do seu negócio, oferecendo ferramentas para controle, tomada de decisões, planejamento etc.

Neste artigo, vamos apresentar os principais tipos de integração que um ERP pode (e deve) realizar e como isso funciona na prática. Também trazemos os tipos de ERP e mostramos como escolher o fornecedor ideal para seu negócio. Após a leitura, você saberá quais funcionalidades procurar para otimizar a gestão da sua empresa.

Principais tipos de integração ERP existentes

As opções são quase ilimitadas: tudo depende da necessidade da sua empresa e de como isso vai otimizar sua produtividade. Cada caso deve ser analisado com a devida atenção.

Conheça algumas das principais maneiras de integrar soluções no seu ERP de maneira segura e com eficácia comprovada.

Integração da comunicação entre sistemas

Há casos em que dois sistemas diferentes precisam ser integrados, mas não existem meios de fazer com que ambos se comuniquem diretamente. Em situações como essa, é possível utilizar uma terceira ferramenta de integração, que receberá os dados de uma, fará a conversão e enviará para a outra.

Parece a famosa “gambiarra”, mas na realidade não é. Ocorrências do tipo são mais comuns do que você imagina.

Comunicação banco a banco

É bem parecida com a comunicação entre sistemas citada no tópico anterior, mas há diferenças. Por trás de todo sistema de gestão empresarial existe um banco de dados, que é o responsável por armazenar as informações.

Caso necessário, é possível utilizar uma ferramenta ETL (Extração, Transformação e Carregamento, em português), que extrai as informações de um banco, as converte e as armazena em outro banco.

Troca de dados eletrônica

Ocorre quando um sistema exporta as informações em um arquivo, para que o outro sistema o leia e importe os dados para sua própria base de dados.

Esse processo pode ocorrer de forma manual ou automatizada. Prefira sempre sistemas que fazem o processo de modo automático.

Integração por API

Interface de Programação de Aplicativos (API), em português, é a comunicação direta entre dois softwares sem o uso de uma ferramenta intermediadora. São sistemas robustos, que oferecem meios práticos de enviar e receber informações com consistência.

Podemos citar o caso da SEFAZ, plataforma governamental para a emissão de notas fiscais eletrônicas, que oferece uma API de comunicação com ERPs. Com ela é possível enviar e receber dados de forma segura entre diferentes sistemas.

Mitos sobre tipos de integração de um ERP

Com a evolução dos sistemas de informação e o cenário competitivo em que o mundo empresarial vive, quanto mais tarefas automatizadas uma ferramenta realiza, mais produtividade e confiabilidade o bom gestor terá.

Por ser um tema muito discutido no mundo empresarial, é importante esclarecer alguns mitos e dúvidas sobre os ERPs.

A integração compromete o funcionamento do sistema

De forma alguma! Quando feita por uma empresa confiável e bem estruturada, a integração funciona perfeitamente.

A comunicação entre os serviços deve e vai ocorrer de maneira correta, aumentando a produção da empresa e dos colaboradores e organizando todos os seus dados da maneira ideal.

Não é bom integrar sistemas com propósitos diferentes

Falso! Dependendo das suas necessidades, é indicado que você faça isso o quanto antes, pois sua produtividade vai aumentar e a consistência dos seus dados será ainda maior.

Há empresas que precisam integrar seu sistema com outros serviços, como chat de atendimento, e-mail etc. Se as informações são valiosas, elas devem ser armazenadas no lugar correto e receber a devida atenção.

Integração na prática

O cenário ideal é aquele em que se utiliza um ERP com todos os setores integrados, partilhando de um único banco de dados, sem a necessidade de adaptações para se integrar com outros sistemas dentro da própria empresa.

Quanto mais bases de dados diferentes houver, maiores serão as chances de redundância e inconsistência nas informações, mas existem casos em que é necessário e positivo interagir com soluções externas.

Integração com escritórios de contabilidade

Muitas integrações — principalmente as da área contábil — são de grande valia, e um exemplo prático disso é a comunicação com o contador e a realização de escriturações fiscais.

É comum que empresas — principalmente as de pequeno porte — não tenham um setor contábil interno, terceirizando esse tipo de tarefa para um escritório.

Escritórios contábeis possuem seu próprio software de gestão, e um ERP de qualidade tem a obrigação de se comunicar com ele.

Integração com a SEFAZ

Outro caso que vale ser comentado novamente é a comunicação com a API da SEFAZ, pois ela tem ajudado milhares de empresas a ganhar um tempo valioso.

Se um fornecedor emite uma nota fiscal para lhe entregar um produto, por exemplo, por meio da API da SEFAZ você pode importar essas informações no seu módulo financeiro.

No mesmo momento, seu setor de logística já saberá que o material está chegando e ele já constará em estoque sem que uma única palavra precise ser digitada, inibindo a possibilidade de erros de lançamentos.

Em vez de um colaborador ficar horas digitando e inserindo dados das notas fiscais no sistema, tudo acontece automaticamente. Veja bem, é uma economia de horas de trabalho!

Dicas importantes

Se você chegou até aqui, certamente está considerando utilizar um ERP no seu negócio, portanto, saiba que a escolha de uma empresa especializada é de suma importância.

A integração entre serviços é possível e benéfica, mas deve ser realizada por quem entende do assunto e pode provar isso. Só contrate um ERP após uma apresentação clara de todas as suas funcionalidades e de como elas podem otimizar suas rotinas diárias.

Não compre softwares prontos (aqueles que ficam em prateleiras de lojas de informática), pois, apesar de atenderem a algumas poucas demandas, eles não são adaptados para a sua necessidade real.

Principais tipos de ERP

Há diversos tipos de ERP que são desenvolvidos de forma personalizada para cada tipo de necessidade. Como o sistema servirá de base para o gerenciamento do negócio, é importante que o programa escolhido seja adequado ao planejamento estratégico da empresa. Veja quais são os principais tipos a seguir.

Sistemas legados

Esses são sistemas construídos com tecnologias antigas e que não evoluíram. Dificilmente serão ideais, já que sua manutenção é difícil, podem não ter funcionalidades necessárias para satisfazer seu negócio, não costumam ter suporte e não são atualizados conforme surgem novas tecnologias.

Sistemas engessados

Os engessados são ERPs focados em pequenos negócios. Eles são mais econômicos, mas disponibilizam todos os acessórios de um sistema completo. É importante que os empreendedores pesquisem as funcionalidades oferecidas para contratar o software adequado para seu negócio.

Aqui também é possível contratar módulos específicos que satisfaçam as necessidades do negócio. Isso torna o investimento mais viável para pequenas empresas e maximiza o custo-benefício da aquisição.

Entretanto, o sistema não conseguirá acompanhar o crescimento da organização, sendo preciso, no futuro, adquirir um ERP mais complexo ou novos módulos.

Back offices

Apesar de muitos não considerarem esse sistema como um ERP, suas funcionalidades fazem com que o back office esteja perto de ser um. Esse tipo de sistema surgiu diante da necessidade de integrar as plataformas de e-commerce aos ERPs legados.

Posteriormente, os desenvolvedores foram incluindo funções dos ERPs nesse tipo de software, fazendo dele uma plataforma independente.

Sistemas verticalizados

Comumente utilizados por lojas físicas e franquias, os sistemas verticalizados não têm uma gestão especificada, ou seja, sua utilidade é ampla e serve para diferentes negócios. Suas funcionalidades são direcionadas às promoções, ao controle de comissões e a outras utilidades direcionadas a comércios.

Idealizados para omnichannel

Um sistema omnichannel é mais completo que os demais, portanto, é mais indicado para negócios de diferentes tamanhos e segmentos. Ele traz uma gestão mais completa do setor financeiro da empresa, incluindo fluxo de caixa, controle dos produtos, impressão de boletos, emissão de notas fiscais, elaboração de relatórios gerenciais etc.

Fatores considerados na escolha do fornecedor do ERP

Antes de adquirir e implementar o ERP, é preciso considerar certas qualidades do fornecedor do programa para garantir a qualidade na prestação de serviços. Essas características são:

  • qualidade do suporte: é fundamental que a fornecedora ofereça um bom atendimento e diferentes canais de comunicação, como chat online, telefone, celular, e-mail e um suporte técnico de plantão;
  • experiência de mercado: uma empresa com anos de mercado evidencia que é bem gerida e satisfaz seus clientes;
  • ramos de atividades: uma fornecedora que atende a vários segmentos demonstra sua versatilidade e capacidade de atender às necessidades de diferentes empresas;
  • estrutura: é essencial que sua identidade organizacional esteja exposta, isto é, a missão, os valores e a visão, bem como os serviços disponibilizados.

Ao conhecer os diferentes tipos de ERP e de integração, percebe-se que o tema é complexo e que sua escolha deve ser realizada com cuidado. Por isso, é preciso contratar uma boa empresa fornecedora para satisfazer as necessidades de seu negócio.

A Nortesys tem dezenas de anos de mercado e centenas de empresas satisfeitas. Se você quer aproveitar os benefícios de um ERP e garantir o desenvolvimento do seu negócio, entre em contato conosco para conhecer nossas soluções!

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ERP

Segurança das informações: por que utilizar o sistema ERP?

Sendo uma ferramenta que tem como principal objetivo apoiar os gestores no controle total dos processos e dados de uma empresa, o sistema ERP é uma ótima alternativa para aumentar a segurança das informações corporativas.

Não só isso, a ferramenta é excelente para realizar a tão necessária integração de setores e, ainda, facilitar a tomada de decisão da gerência.

Se você quer aumentar a segurança das informações e impulsionar o seu negócio, mas tem dúvidas sobre como um ERP pode ajudá-lo, continue lendo e confira algumas vantagens que a ferramenta pode trazer dentro desses objetivos. Boa leitura!

Quais são as vantagens de se utilizar o sistema ERP?

Entenda, de maneira geral, como um sistema ERP pode ser vantajoso para o seu negócio. A seguir, apresentamos duas principais vantagens!

Integração total

Como dito na introdução, o principal papel de um sistema ERP é garantir total integração entre os processos de uma empresa. Isso significa que, por meio dessa ferramenta, o gestor consegue ter acesso a todos dados, informações e recursos importantes do negócio.

O software não apenas melhora o controle por parte da gerência, como também facilita o compartilhamento de informações entre os setores, melhorando o trabalho de todas as equipes.

Otimização dos processos

Se os departamentos de uma empresa comunicam-se melhor, as atividades tendem a ser realizadas com maior facilidade e qualidade. Ou seja, graças à implementação do ERP, o fluxo de processos é otimizado.

Tarefas que antes sofriam atrasos em razão da alta burocracia ou de erros humanos passam a ser desenvolvidas de maneira contínua. No ERP, os dados são atualizados de forma instantânea, evitando, por exemplo, que uma equipe aguarde um comunicado direto de outro setor para continuar seus processos.

Qual é a relação entre um sistema ERP e a segurança das informações?

Agora que já conheceu alguns dos benefícios gerais de um sistema ERP, entenda como, de fato, ele pode melhorar a segurança das informações da sua empresa!

Fim das planilhas e anotações manuais

É comum que, no início do negócio, muitas empresas utilizem planilhas digitais ou mesmo blocos de anotações para armazenar dados importantes, tais como:

  • controle de estoque;
  • controle de vendas;
  • dados financeiros;
  • faturamento.

O problema é que esse método é limitado e oferece grandes riscos de vazamento — além de não acompanhar o crescimento do negócio. Com isso, várias informações confidenciais podem ser adquiridas por concorrentes ou pessoas mal-intencionadas.

Um sistema ERP resolve isso por completo. O software inteligente garante que todos os dados sejam armazenados em um só lugar com o reforço da segurança tecnológica. Além disso, as informações estarão sempre atualizadas e não se perderão entre os processos.

Segurança contra hackers e invasores

Assim como trouxe grandes benefícios, o avanço tecnológico trouxe novos problemas. Se antes as empresas precisavam preocupar-se só com malfeitores físicos, hoje também devem atentar-se aos hackers.

Os hackers são invasores virtuais que entram em sistemas de empresas para roubar dados confidenciais. No atual mundo corporativo, não é incomum presenciarmos situações envolvendo hackers.

Quando uma empresa utiliza processos-padrão de segurança e guarda suas informações em HDs normais, ela está abrindo uma grande brecha para esses invasores.

Graças ao sistema ERP, é possível aumentar consideravelmente o nível de segurança dos dados. Com ele, o gestor ou proprietário monitoram completamente os processos da empresa e ainda têm controle total sobre as permissões de acesso.

Enfim, em um mercado cada vez mais competitivo e conectado, um dos principais desafios dos empresários é, com certeza, manter a segurança das informações de suas organizações.

Implementar um sistema ERP é uma das soluções mais inteligentes para atingir esse objetivo sem necessitar de investimentos onerosos. Então, analise as dicas apresentadas e aumente agora mesmo a segurança dos dados da sua empresa.

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ERP Gestão Empresarial

A importância da informação tempestiva

Quanto vale uma informação no momento em que realmente precisa-se dela?

Você em algum momento já deve ter precisado mandar uma informação muito importante para alguém e não ter conseguido. É frustrante, mais do que isso ainda se for uma informação empresarial. É prejudicial ao negócio e geralmente incorre também em prejuízos financeiros.

A importância da informação em tempo hábil tem cada vez mais feito a diferença em todas as áreas, sobretudo quando se trata de gestão empresarial. Estar de posse de uma informação no tempo adequado configura-se uma ótima oportunidade competitiva em relação ao mercado.

Mas o que é uma informação tempestiva?

Para que a informação seja tempestiva, ela deve ser no tempo próprio, oportuna, ter qualidade ou característica do que é tempestivo, que gere oportunidade, segundo define o próprio dicionário.

A título de curiosidade, na Contabilidade (Ciência Contábil) a informação precisa preencher alguns requisitos para ser considerada uma informação contábil-financeira útil. No ambiente empresarial, essa mesma definição do que deve ser uma informação útil pode e deve ser seguida à risca, uma vez que a Contabilidade é a linguagem universal dos negócios.

Para a Contabilidade (fazendo analogia ao ambiente empresarial), as características fundamentais da informação para ser considerada útil deve: ser relevante e representar de forma fidedigna os fatos ocorridos, pois serão a partir delas que os gestores tomarão as decisões mais importantes dentro de suas empresas. A norma contábil ainda qualifica a informação determinando o que é conhecido como características qualitativas de melhorias, ou seja, a informação poderá ser melhorada desde que ela possa ser comparável, verificável, tempestiva e compreensível.

Sobre o aspecto da relevância, a informação precisa fazer a diferença nas tomadas de decisões, mostrando ao usuário que ao deparar-se com os fatos apresentados poderá ou não utilizá-los a fim de embasar a sua decisão.

Do ponto de vista da representação fidedigna, a informação deve ser completa, neutra e livre de erro. É claro que a perfeição na maioria das vezes não pode ser alcançada, mas é necessário que se busque maximizar os três atributos no momento de prestar uma informação útil.

Já em relação às características que melhoram a qualidade da informação, determina-se que deve ser possível comparar a informação com eventos já ocorridos e, a partir dos fatos, projetar o que virá acontecer; que deve ser verificável, o que quer dizer que, tendo diferentes usuários os dados em mão, ambos conseguirão chegar ao mesmo resultado ou a mesma informação. No tocante à tempestividade, a qualidade destacada até mesmo no título desse artigo, nos faz entender que a informação precisa estar disponível no momento de poder influenciar os seus usuários (gestores, administradores, gerentes, diretores) na tomada de decisão, para que assim preencha o requisito fundamental que é ser relevante. Já o que nos remete ao fato da informação ser compreensível, é que ela deverá ser classificada, apresentada com clareza e concisão de modo que todos tenham conhecimento dos fatos ocorridos.

É importante ressaltar que seguir as recomendações anteriormente citadas fará com que as informações prestadas em seu negócio/empreendimento resultem em um entendimento mais fácil do que está sendo passado, seja para os seus clientes, parceiros ou colaboradores internos e isso impactará de forma positiva diretamente na obtenção dos resultados desejados.

Informação no tempo certo gera oportunidades competitivas

Agora que você já sabe quais os requisitos fundamentais da informação, é importante que aplique e busque os meios para transformar os dados gerados pelo seu negócio em informações úteis.

Em um primeiro momento, certifique se as ferramentas utilizadas na sua gestão conseguem fornecer as informações que tanto deseja. A escolha de um bom software de gestão poderá facilitar a sua busca por informações, não bastando apenas ter esse recurso instalado na empresa, mas que ele possa de fato fornecer informações sobre os dados que você gera nas mais diversas atividades desenvolvidas.

Ter informações detalhadas de compras, desempenhos de produtos, faturamento, financeiro e fiscal não devem ser vistas como uma regalia, mas sim como instrumentos básicos e indispensáveis para a gestão empresarial.

Já existem no mercado de software para automação comercial recursos que ajudarão o gestor a definir estratégias e tomar decisões até mesmo quando ele não estiver dentro do ambiente físico da empresa. Estar com o controle do negócio literalmente na palma da mão é o que a demanda por decisões e informações em tempo hábil requer no cenário atual.

Hoje é possível verificar a saúde financeira da empresa através de aplicativos em dispositivos móveis de onde quer que esteja, fazer análises cadastrais de clientes, liberações ou negativas de vendas, além de autorizar ou não descontos e alterações de preços para atendimentos personalizados aos clientes. Serviços como o de Messaging Cloud (Mensagens em Nuvem) que integram dispositivos móveis ao seu Software de Gestão, já são realidade.

São esses tipos de recursos que farão com que sua empresa se destaque em relação as demais, por isso é preciso inovar ou otimizar a sua utilização, pois o segmento empresarial está cada vez mais complexo e há um constante aumento da concorrência.

Quem tem acesso à informação em tempo oportuno e além disso consegue a partir delas extrair e aplicar conhecimentos, fará com que a empresa aumente a sua capacidade de desenvolvimento e também a sua capacidade de concorrer com o mercado.

Não se esqueça!

Quem está de posse de informações de boa qualidade, fidedignas, em quantidade e tempo certo, adquire vantagens competitivas e, do contrário, a falta da informação pode gerar erros e perdas de oportunidades.

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Um forte abraço e até a próxima!

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Como aumentar seus lucros no varejo com uma boa gestão de compras?

O aumento de lucros de uma empresa no varejo está diretamente ligado ao bom trabalho da gestão de compras. Em outras palavras, se o departamento responsável por suprir a organização desenvolve um serviço de qualidade, as chances de prejuízo diminuem e a lucratividade se torna uma consequência natural.

Para ajudar a sua empresa a lucrar mais, apresentaremos alguns passos que podem ser praticados para garantir uma boa gestão de compra. Continue lendo e confira!

Estude e defina fornecedores-chave

O sucesso de uma boa gestão de compras passa pela escolha dos fornecedores. Ao acertar nessa etapa, as chances de a empresa lucrar em médio prazo aumentam consideravelmente. Porém, para não errar é preciso primeiramente conhecer o seu próprio negócio — nesse conhecimento também deve estar incluso a análise do perfil do seu cliente.

É necessário que você conheça os pontos fracos e fortes da sua empresa, bem como as expectativas do seu público-alvo. Com isso, torna-se possível definir os fornecedores-chave com mais tranquilidade.

O próximo passo é estudar os potenciais fornecedores do seu negócio. Não se mostre ansioso para fechar contratos. Realize uma pesquisa e analise o histórico de cada fornecedor, converse com antigos clientes e certifique-se sobre a qualidade do produto.

Coloque o custo-benefício como fator primordial, assim não corre o risco de ser “seduzido” pelo preço mais baixo. Não obstante, jamais deixe imperar a ideia de que os fornecedores são descartáveis. Pratique uma gestão inteligente e trate as outras empresas como parceiras e aliadas.

Faça o controle de entrada e saída de produtos

Escassez e excesso nunca são bons adjetivos para um estoque. Quando a quantidade de produtos chega a alguma dessas situações, significa que a gestão de compras falhou em algum ponto.

Para não correr riscos, é essencial controlar a entrada e a saída de mercadorias. Esse monitoramento permite que o setor responsável tenha noção sobre as verdadeiras necessidades do estoque e evite a compra por impulso ou por “promoção”.

Hoje esse trabalho pode ser otimizado com a implementação de softwares. Ao automatizar os processos, a empresa passa a controlar rigorosamente todas as movimentações de produtos, desde o recebimento na loja até a venda para o cliente final.

Analise o fluxo de vendas

Muitas empresas acabam tomando prejuízo em longo prazo porque não realizam a análise do fluxo de venda — ou pelo menos não trabalham corretamente as informações recolhidas.

Ao analisar o fluxo dos produtos é possível saber se existe um tipo de mercadoria que passa muito tempo no estoque, com um giro muito abaixo do esperado. Essa estratégia é interessante, pois permite que cada caso seja estudado de maneira específica, sem generalização ou “achismos”.

Com os dados obtidos, o gestor pode não somente suspender com segurança a compra do produto, como também pensar em ideias para melhorar o cenário, criando promoções e chamarizes para os clientes se interessarem pela mercadoria.

Negocie prazos e formas de pagamento

É por isso que gerir o relacionamento com os fornecedores de forma inteligente é essencial. Um bom gestor de compras precisa ser sagaz para manter um bom nível de estoque de produtos na loja sem precisar onerar o caixa da empresa.

Quando você se relaciona bem com fornecedores, fica mais fácil negociar prazos e formas de pagamento. Ainda que o seu negócio apresente bons números, uma negociação prévia é importante até mesmo em termos de estratégias de marketing.

Épocas sazonais ou datas festivas são momentos propícios para adquirir uma quantidade elevada de produtos. Havendo um entendimento entre as duas partes, todos conseguem lucrar e manter a parceria forte.

Enfim, aumentar os lucros a partir de uma gestão de compras eficiente é plenamente praticável. Afinal, controlar a quantidade de mercadorias para sua comercialização é compreender os números internos e trabalhar dentro das perspectivas do mercado e dos clientes. Com a ajuda da tecnologia, os resultados positivos podem acontecer com maior velocidade. Então, analise as informações e otimize já a sua gestão de compras.

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Autopeças ERP

5 melhorias que um ERP pode trazer para a sua loja de autopeças

Um sistema para autopeças é essencial para o sucesso de uma loja, pois cria coesão na rotina de trabalho e impulsiona o desempenho das equipes. Melhores planejamentos, estratégias e compartilhamento de informações são algumas vantagens do software.

O fato é que, na era digital, contar com a tecnologia para qualificar o trabalho é essencial para qualquer negócio. Por mais bem preparados que estejam os funcionários, o alinhamento com uma ferramenta tecnológica só agrega valor no dia a dia.

Se você ainda está com dúvidas sobre os benefícios de um sistema para autopeças, apresentaremos, neste artigo, 5 melhorias que esse tipo de ferramenta pode trazer para o seu negócio. Boa leitura!

1. Otimização no controle de estoque

No nicho em que o controle de estoque é determinante para o sucesso da empresa, contar com uma ferramenta para otimizar o processo é imperativo.

Ao implementar um sistema automatizado, você garante maior eficácia e menor taxa de erros no gerenciamento das peças. O alto número de acertos é explicado pela forma que a ferramenta trabalha: o software realiza a contagem de estoque com base nas notas fiscais de entrada e saída de produtos, impedindo o surgimento de “estoques flutuantes”.

2. Maior produtividade da equipe

Com a adoção de um software, o aumento de produtividade da equipe pode acontecer de diversas maneiras. A própria contagem assertiva do estoque já melhora o trabalho dos setores, pois os funcionários passam a contar com dados concretos e atualizados durante suas rotinas.

Além disso, com a automatização de outros processos, a empresa diminui o tempo gasto diariamente nas execuções. Com isso, os profissionais passam a se concentrar nas atividades centrais do negócio, aumentando a produtividade gradativamente.

3. Redução de custos

A redução de custos acontece da seguinte maneira: ao invés de utilizar diferentes ferramentas em cada processo da empresa, você investe apenas em um sistema completo de automatização.

Além de diminuir os gastos com materiais físicos, é possível enxugar o quadro efetivo de funcionários, utilizando apenas mão de obra necessária. Não obstante, a sua empresa passa a lucrar mais com um serviço de maior qualidade.

4. Controle de prazo

Compra, venda, entrega de mercadorias, recebimento etc., uma loja de autopeças executa muitas atividades no seu dia a dia, não é mesmo? No passado, gerenciar tudo isso com anotações simples ou memorização resultava em grandes prejuízos.

Com um sistema para autopeças essa dificuldade não existe. Ao adotar a tecnologia, você garante que todos os prazos sejam colocados e compartilhados por uma única ferramenta, acessível a todos os responsáveis.

Isso não só facilita o cumprimento dos prazos, como também faz com que as equipes se preparem antecipadamente.

5. Menor taxa de erros

Diferentemente de uma máquina, o rendimento de um ser humano pode ser afetado por questões externas, como relacionamento, família ou até mesmo, o clima organizacional. Com isso, um ótimo profissional pode apresentar falhas constantes e comprometer todo o seu trabalho.

Ao implementar um sistema para autopeças, você diminui consideravelmente a taxa de erros. Isso porque o software trabalha em alta performance, sem apresentar as dificuldades de um ser humano. Assim, é possível melhorar os processos que apresentam repetidas falhas, e direcionar os profissionais para questões mais humanizadas.

Sem dúvida, um sistema para autopeças é o investimento ideal para impulsionar o seu trabalho interno e aumentar a competitividade da empresa. Ao adquirir um software de empresa especializada, você garante a excelência no negócio e torna viável o seu investimento.

Aproveite e entre em contato com a Nortesys e conheça o software de gestão ideal para o seu negócio!

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ERP Gestão Empresarial

O que é departamentalização? E por que departamentalizar?

Você já ouviu falar em departamentalização? Sabe o que é? Para que serve e qual a sua importância?

Continue a leitura deste artigo e descubra a resposta de todas essas perguntas!

O que é departamentalização?

Departamentalização é um conceito básico de organização, ou agrupamento de determinadas informações em que se tem características em comum. Existe departamentalização de diversas espécies, dentre elas: Departamentalização Geográfica (Ex: divide um grupo de lojas em regiões dentro do território nacional), Departamentalização Funcional (Ex: divide os funcionários de uma organização, de acordo com as suas habilidades em comum aos departamentos da empresa), Departamentalização por Produtos (Ex: divisão e alocação dos produtos segundo as suas características e composição), e outras dezenas de modelos de departamentalização são possíveis, até porque não existe um modelo único de departamentalização que deverá ser aplicado em todas as organizações.

O mais importante é ter em mente que departamentalização está sempre relacionado à organização e, consequentemente, tem a estrutura de um organograma, conforme imagem abaixo:

A imagem exemplifica justamente uma departamentalização de produtos, que é a que iremos nos ater ao decorrer deste artigo.

É muito comum na maioria das lojas do varejo, os produtos serem alocados conforme a estrutura da imagem acima, mesmo que você, consumidor, não perceba. A alocação nos softwares de gestão ocorre segundo essa estrutura, e ordena também a exposição física do produto no espaço da loja.

Departamentalizar é, antes de tudo, tornar o ambiente harmônico e proporcionar uma experiencia de compra prazerosa ao cliente/consumidor final. Em segundo plano, e não menos importante, é gerar informações que sejam confiáveis com base no consumo e comportamento do consumidor, para que o gestor possa tomar sempre a melhor decisão quanto ao direcionamento do negócio.

Pensemos então em uma empresa que vende confecções em duas hipóteses diferentes:

1ª Hipótese: Não fazendo uso do sistema de departamentalização.

Ao final de um determinado mês, pressupondo que o gestor se preocupe em saber o valor do faturamento total da sua empresa, ou que o seu software ERP gere esse tipo de informação através de relatórios, o administrador descubra que faturou a importância de R$ 300.000,00. Pois bem, que decisão poderá esse gestor tomar, apenas com essa “informação”? Que atitudes poderão ser adotadas para que a empresa venda ainda mais? Quais são os principais grupos de produtos responsáveis por esse faturamento?

Tá vendo só?! As perguntas parecem não ter respostas, e, de fato, não têm… Faltou aí um controle primordial: a departamentalização!

2ª Hipótese: A empresa adotando o uso da departamentalização.

Agora pense comigo, a mesma empresa de confecções, vendo que o problema existia, resolve solucioná-lo.

Já no fim do mês subsequente, a empresa que atua no ramo de venda de confecções verificou que o faturamento se manteve, e que a importância do faturamento bruto foi novamente de R$ 300.000,00. O detalhe é que agora a empresa já havia feito a departamentalização dos produtos, e, de forma ainda que simplista, dividiu a loja em dois grandes departamentos: Moda Masculina e Moda Feminina. Em seguida em dois grandes grupos para cada departamento: Moda Adulta e Moda Infantil. E para finalizar, determinou os subgrupos de produtos em Moda Praia, Moda Íntima, Acessórios, Jeans e Camisaria.

Para ilustrar, segue o organograma da departamentalização adotado pela empresa:

Entenda que agora ficaria mais fácil conhecer a origem de todo o seu faturamento. O administrador, junto com um consultor, estabeleceu a departamentalização para estruturar a sua departamentalização conforme vimos na imagem, resultado:

Descobriu já no mesmo mês de adesão ao novo controle que, dos R$ 300.000,00 de faturamento total, a moda masculina havia participado com R$ 250.000,00, o que em termos percentuais representou algo aproximado a 83,33% do faturamento total.

Percebeu, leitor, que a qualidade da informação já melhorou e muito apenas com a análise de um dos níveis da departamentalização?

Então continuemos com a análise das informações que podem ser extraídas dessa simples departamentalização.

No exemplo citado, o administrador sedento por mais informações do seu empreendimento, continua a análise e descobre através de relatórios que dos R$ 250.000,00 representados pelo faturamento do departamento de moda masculina, R$ 200.000,00 é referente à venda do grupo da moda infantil, que fica dentro do departamento de moda masculina.  Se compararmos então o faturamento do grupo de moda infantil masculina em relação ao faturamento total, é fácil notar que a parcela referente à participação é superior a 65% de todas as vendas.

Com base nisso, iremos recordar as perguntas feitas lá na 1ª hipótese da empresa apresentada: que decisão poderá esse gestor tomar, apenas com a “informação” do faturamento total? Que atitudes poderão ser adotadas para que a empresa venda ainda mais? Quais são os principais grupos de produtos responsáveis por esse faturamento?

Veja que agora poderíamos, com clareza, depois da definição de uma departamentalização simples e de poucas análises, responder a todas essas questões!

É claro que os tipos de análises poderiam se estender de diversas formas: através dos departamentos, grupos e subgrupos aqui definidos hipoteticamente, ainda de forma vertical ou horizontal na organização apresentada, mas o foco aqui não é esse; e sim mostrar que a departamentalização pode e deve ser/fornecer um dos principais indicadores operacionais que a sua organização pode ter, gerando informações que podem determinar o comportamento do seu público alvo, ou sendo um termômetro financeiro, mapeando assim os seus produtos essenciais ao pleno funcionamento e desenvolvimento do seu negócio.

Percebeu no caso citado que o gestor passou a ter uma série de informações quando resolveu departamentalizar a sua loja em relação aos produtos comercializados?

Respondendo às perguntas outrora emblemáticas, o gestor poderia facilmente com as informações extraídas, direcionar o seu negócio justamente ao seu público alvo, que se mostrou ser o público infantil, passando a vender, se for o caso, somente confecções para esse público. Outra medida que poderia ser tomada é colocar os produtos que fazem parte desse grupo tão representativo do faturamento em locais nobres da loja, representado pelas principais prateleiras, com iluminação abundante e manequins posicionados estrategicamente nos locais de grande circulação. Evitaria com que o gestor fizesse altos investimentos em estoque que não tem tanta demanda, melhorando o seu fluxo de caixa. Ajudaria na organização física da loja podendo a mesma ter espaços temáticos para atrair cada vez mais a sua clientela.

Assim como as análises, as decisões que poderiam ser tomadas também representam uma infinidade de possibilidades, e claro, somente seriam possíveis o seu conhecimento se a departamentalização estivesse presente.

Para finalizar, não se esqueça de que a departamentalização pode lhe trazer uma diferença significativa na gestão do seu negócio e ainda lhe proporcionar um diferencial competitivo em relação aos seus concorrentes.

É importante que, sempre que houver dúvidas, consulte o seu contador ou até mesmo um consultor empresarial com experiência de varejo.

Tenha o controle gerencial total do seu negócio, desenvolva técnicas de controle e suprimento de produtos de forma que atendam perfeitamente à sua demanda e público alvo. Podemos te ajudar, mas isso é assunto para um próximo artigo.

Forte abraço, até a próxima!

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ERP Gestão Empresarial

Nortesys Balcão Mobile – Vendas mais humanizadas, na palma da sua mão!

É notória a mudança de comportamento dos usuários que acessam a internet diariamente, onde a grande maioria faz isso por meio de dispositivos móveis, smartphones e tablets. Esse tipo de comportamento não está relacionado ao acesso apenas para fins recreativos, mas sobretudo para fins de trabalho, operações financeiras, dentre outros.

E é sobre o uso desses dispositivos móveis com a finalidade de agilizar os processos e desburocratizá-los, que discorreremos nesse artigo.

Segundo dados da FEBRABAN, as transações bancárias feitas por dispositivos móveis cresceram 70% nesse último ano, indicando que de todos os usuários de internet com acesso ao aplicativo bancário, 80% fizeram das suas operações financeiras pelo aplicativo.

É claramente identificado que o usuário não quer mais perder o seu tempo com operações que demandam tempo, e por isso optam por experiências cada vez mais ágeis, que lhes garantam segurança e comodidade.

E isso se estende às experiências de compras no varejo, sejam elas através de compras online ou até mesmo em lojas físicas. Os dados indicam que o mercado de venda online cresceu em 2018, chegando a 65% dos consumidores que dizem comprar pelo menos uma vez por mês através desses canais. Isso indica que 7 a cada 10 brasileiros fazem compras de forma regular pela internet. Outro dado interessante é que apesar do crescimento da venda online, a frequência das visitas nas lojas físicas aumentou no último ano, tendo como média 61% dos consumidores entrevistados informando que visitam uma loja pelo menos uma vez ao mês.

As perguntas que ficam são:

Como converter essas visitas feitas em vendas efetivas? Como tem sido a experiência de venda ofertada ao seu consumidor? Tem sido oferecida a facilidade, agilidade e comodidade que todos nós consumidores procuramos?

Foi pensando nisso, e respondendo a essas perguntas que a Nortesys Soluções em Tecnologia desenvolveu uma ferramenta que irá impactar a sua forma de vendas e a experiência do seu consumidor final no processo de compras.

O Nortesys Balcão Mobile é uma ferramenta gerenciadora de vendas internas e externas. A solução tem foco no atendimento cada vez mais humanizado, unindo a proximidade do vendedor aos anseios do consumidor final.

Mas o que é Mobile?

Mobile é um conceito aplicado em projetos web onde o foco inicial da arquitetura e desenvolvimento é direcionado aos dispositivos móveis e em seguida para os desktops. A técnica tem se popularizado cada vez mais entre os profissionais de marketing e tecnologia.

A ideia é trazer todos os recursos já ofertados em dispositivos “fixos” como os desktops e colocá-los disponíveis na palma da mão do usuário e dá a ele mobilidade.

Qual o comportamento atual?

A tendência atual do varejo é que as vendas passem a ser realizadas através de dispositivos móveis (tablets e celulares), seja no ambiente interno ou externo à loja. No caso das vendas internas, a nova ferramenta permite maior liberdade ao vendedor para trafegar no espaço físico da loja, enquanto o cliente escolhe os seus produtos e eles são simultaneamente incluídos em seu orçamento. Já no caso das vendas externas, a solução permite com que o vendedor esteja de porte de todo o portfólio de produtos da empresa, com informações atualizadas de estoque, preços e demais detalhes dos produtos, na palma da sua mão, lhe garantindo maior segurança, comodidade e assertividade no processo de venda.

Principais vantagens

As principais vantagens com a utilização da ferramenta:

  • Agilidade no processo de venda;
  • Atendimento humanizado;
  • Redução dos custos com desktop;
  • Mobilidade no espaço da loja;
  • Consulta rápida ao estoque;
  • Consulta rápida ao preço;
  • Consulta rápida ao cadastro de cliente;
  • Consulta financeira e de débito de clientes.

É com muita alegria e satisfação que apresentamos mais essa ferramenta inovadora!

Fazer gestão empresarial não é fácil, mas sabemos por quais caminhos trilhar para ajudar você, empresário, a aumentar a sua produtividade, reduzir os custos e otimizar os seus processos, a fim de melhorar a sua gestão.

A ferramenta, além de todos os itens já citados, permitirá com que o vendedor inicie a venda a partir do momento em que o consumidor entra na loja, fazendo a leitura do código de barras dos produtos pelo próprio dispositivo e disponibilizando o orçamento do cliente de imediato para impressão. Isso é engajamento no processo de vendas e, consequentemente, maior conversão desses orçamentos em faturamento e dinheiro entrando em caixa.

E digo mais! Em pouco tempo as grandes organizações substituirão seus desktops por dispositivos móveis, uma vez que estes lhe permitem uma maior liberdade de utilização, são mais baratos, as manutenções não ocorrem com tanta frequência, o consumo de recursos como energia e equipamentos periféricos são muito inferiores aos desktops.

Agora que você já conhece a novidade e sabe dos inúmeros benefícios que ela pode trazer para o seu negócio, saia na frente e adquira a solução com quem entende de tecnologia e tem como mote: Inovação Sempre!

Se ficou interessado em saber mais sobre o assunto, entre em contato conosco e solicite uma demonstração grátis da ferramenta!

Desde já, desejo bons negócios…

Um forte abraço e até a próxima!

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O que é a automação de varejo e como funciona?

Atualmente, os clientes exigem que os serviços sejam mais rápidos, seguros e eficientes, mas somente a automação de varejo fornece vantagens que asseguram essas qualidades.

Gestores de muitos ramos ainda têm resistência em modernizar seus negócios, contudo, a automação é um elemento-chave para a manutenção da competitividade do empreendimento. Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura para conferir!

O conceito de automação de varejo e seu processo de implementação

A automação se resume na implementação de várias tecnologias que objetivam aumentar a performance e o controle dos processos internos da empresa. No campo prático, os gestores adquirem um software de gestão cujas funcionalidades são bastante úteis para o varejo.

Entretanto, a modernização dos processos do negócio não pode ser feita de forma amadora. É preciso seguir algumas etapas de implementação do sistema para que seus recursos sejam devidamente aproveitados:

  • crie uma equipe de colaboradores destinada a realizar a implementação;
  • estude os processos do varejo;
  • faça um planejamento com os pontos a serem modernizados;
  • defina os objetivos e metas a serem alcançados;
  • crie um cronograma para implementação e o orçamento necessário;
  • escolha o software mais adequado;
  • estude quais funções serão automatizadas e setores integrados;
  • crie parâmetros para medir o desempenho do negócio após a mudança;
  • treine os colaboradores para utilizar o software corretamente;
  • use indicadores de desempenho para monitorar o resultado.

Após realizar os passos acima, o negócio será amparado por uma extensa gama de vantagens que resultarão em diferenciais competitivos do negócio.

As vantagens da opção pela automação de varejo

Melhor organização de estoque

Conforme um negócio se desenvolve, mais volumoso e intenso será o fluxo de mercadorias no estoque do varejo, o que geram falhas em sua gestão, como a imprecisão na contagem, rupturas, perdas dos produtos etc. Esses problemas são facilmente resolvidos com uma solução digital que realize automaticamente atividades como:

  • departamentalização dos produtos;
  • controle de perdas;
  • controle de validade de cada lote;
  • consulta rápida ao estoque;
  • gestão de sazonalidade;
  • atacarejo;
  • devolução dos produtos;
  • entre outras.

Controle de dados

Os dados de um varejo também são excepcionalmente complexos e volumosos. Realizar todo o seu controle manualmente é uma prática ineficiente, ao contrário de um computador que é capaz de organizar uma grande quantidade de informações, de forma mais ágil e precisa que o homem.

O sistema de gestão consegue atualizar automaticamente os preços dos produtos, arquitetar um plano de contas preciso, gerar e emitir documentos fiscais, cadastrar os clientes e ainda realizar o controle de crédito de clientes.

Aprimoramento da segurança

Infelizmente, muitos clientes e funcionários tentam obter vantagens de forma ilícita no varejo, como por meio da subtração de produtos ou pela inserção de dados falsos no sistema.

Mas graças a um controle eletrônico e um sistema integrado, todas as movimentações e alterações no varejo são monitoradas precisamente com um bom software de gestão. Isso minimiza as aberturas para fraudes e suprime a necessidade do gestor de vigiar o caixa.

Aumento da eficiência

A tecnologia torna automática diversas atividades de segundo plano, ou seja, aquelas burocráticas, como a efetuação de cálculos e geração de relatórios. Isso faz com que os colaboradores possam concentrar seus esforços nas suas atividades principais.

Além disso, também são eliminados falhas humanas, como erros de cálculos, atrasos, confusões sobre ordens etc. O que reduz o retrabalho e potencializa a eficiência das operações.

A tecnologia como um diferencial competitivo

Com a obtenção dos benefícios acima, haverá uma considerável redução nos custos do varejo, possibilitando a manutenção de preços mais competitivos no mercado e, consequentemente, aumento no número de clientes.

Outro aspecto que gera o diferencial, consiste na expansão dos canais de atendimento, como também no aumento de sua agilidade e praticidade, contribuindo para a fidelização dos clientes.

Optar pela automação de varejo é uma estratégia que possibilitará o desenvolvimento saudável do seu negócio, pois a redução de perdas das mercadorias, a melhora do controle de contas, e a maximização da produtividade geram diferenciais sobre os seus concorrentes.

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ERP

NFC-e: o que é e quais os benefícios para a sua empresa

Você já observou o quanto estamos rodeados de grandes invenções tecnológicas? Em todos os lugares vemos grandes e improváveis criações, processos que antes eram desenvolvidos com muita mão de obra, hoje, sofrendo mudanças e transformando nossas rotinas cada vez mais práticas e rápidas.

Com essa demanda evolutiva acontecendo em toda parte do mundo, os governos estão adequando suas ferramentas de fiscalização, para acompanhar todo esse processo tecnológico. No Brasil, grandes avanços já foram dados desde a implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em meados de 2010.

Seguindo esse mesmo processo evolutivo no varejo, no mais novo projeto do fisco, surgiu então a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Se você ainda não ouviu falar sobre ela, leia este artigo até o final, asseguro que você terá uma visão diferente sobre isso, pois vamos abordar esse assunto com clareza e detalhes.

Antes da NFC-e

Você lembra como era burocrático preencher blocos e mais blocos de nota fiscal, cuidando para que a segunda via fosse preenchida com o carbono? E o custo que existia para confeccionar numa gráfica, caixas caixas de blocos para serem usados durante o ano?

A burocracia de se utilizar a ECF (Emissor de Cupom Fiscal)? Ou até mesmo o CF-e SAT (Cupom Fiscal Eletrônico)? As rotinas que não devem ser esquecidas durante o dia, para que a impressora funcione corretamente, sem que deixe os pedidos sem poder faturar? Pois bem! A partir do momento que é implantado a NFC-e, esse processo massante, tudo isso deixa de ser feito, pois todo o processo de emissão passa a ser eletrônico.

Vejamos abaixo como é a NFC-e.

O que é NFC-e?

A NFC-e foi desenvolvida para substituir os documentos, em papel, gerados pelos varejistas: ECF, Nota Fiscal de venda ao consumidor (Série D) e o CF-e SAT. A NFC-e é um documento que tem a mesma validade da nota fiscal impressa, porém no formato digital, gerando mais segurança e agilidade para emitir o documento.

Esse formato baseia-se no projeto da NF-e, em que foi criado um novo modelo de emissão de nota, substituindo os antigos blocos, de modo que tudo pode ser gerenciado por ambiente virtual.

O documento digital traz grande facilidade para o empresário, que passa a ter maior controle sobre as operações, podendo economizar com a emissão das notas. Além da economia, os varejistas proporcionarão aos seus clientes segurança das informações emitidas e agilidade nas rotinas de vendas e faturamento, graças a essa modernização.

Impressora fiscal (ECF)
Impressora fiscal (ECF)
Impressora não fiscal (NFC-e)
Impressora não fiscal (NFC-e)

As principais vantagens

  • Dispensa do uso do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).
  • Dispensa impressão de Leitura X e Redução Z, Mapa Resumo, Comunicação de ocorrências, elimina os processos de armazenamentos dos documentos e o envio dos mesmos à contabilidade, onde todos relatórios diários impressos, dispostos e organizados por dia, deveriam ser entregues para serem lançados dia-a-dia pelos contadores.
  • Uso de qualquer impressora de recibo térmica, sem necessidade de autorização pelo Fisco, ou seja, dispensa o processo de lacração e homologação. Esse procedimento era obrigatório para empresas que adquiriam a ECF, pois era necessário que o equipamento fosse devidamente registrado e lacrado para evitar qualquer tipo de acesso à memória da ECF.
  • Redução significativa dos gastos com papel: a critério do consumidor, a impressão do DANFE NFC-e pode ser substituída pelo envio do link de consulta da NFC-e por e-mail ou SMS.
  • Flexibilidade de expansão de pontos de vendas, nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco. Para que fosse possível remanejar uma ECF de um ponto para outro, o proprietário deveria solicitar a autorização para tal, pois no processo de homologação do equipamento, era entregue um layout indicando onde seria o local de uso da ECF.
  • Dispensa a Intervenção Técnica. Procedimento que era necessário sempre quando a ECF apresentava qualquer tipo de alteração em seu funcionamento, com por exemplo, erro na data, comunicação com o computador, alteração no software ou no hardware, erros nas gerações dos relatórios da memória, entre outros;
  • Consulta do cliente à nota fiscal por meio de QR Code no smartphone. Assim como a NF-e que pode ser consultada em uma página da web disponibilizada pelo fisco, a NFC-e também dispõem dessa possibilidade consulta, sendo ainda mais prática, pois permite acesso pelo smartphone
  • O valor para adquirir uma ECF chega a custar mais de R$ 5.000,00; já emissão da NFC-e pode ser feita em impressora térmica, que fica em média 1/5 desse valor. Conforme citamos acima, a liberação de uso de uma ECF demandaria uma burocracia enorme para começar a utilizar. Já no caso da NFC-e, a empresa optando o uso desta, basta que o responsável contador entre com o processo de credenciamento junto a secretaria fazendária estadual. Em seguida a empresa deve adquirir um Certificado Digital (vamos falar mais à frente) e uma impressora de recibo térmica.

Em quais estados a NFC-e está em vigor

A NFC-e pode ser utilizada por empresas do comércio varejista de qualquer porte, em operações realizadas diretamente com o consumidor, podendo haver regras diferenciadas em cada Estado.

Em alguns estados a NFC-e já é obrigatória, como por exemplo: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe. Outros estados ainda estão com o processo de implantação em andamento ou em período de adesão voluntária, como é o caso do Estado do Tocantins.

O que fazer com as ECF’s

Com a implantação da NFC-e, as ECF’s devem ser guardadas em locais seguros, pois ainda possuem informações fiscais, históricos e relatórios de operações de vendas anteriores.

As ECF’s possuem uma validade máxima em duas formas: a primeira é a capacidade de memória, que por sua vez, chega ao fim com o esgotamento de espaço, devido ao armazenamento diário com as operações de vendas e geração de relatórios. A segunda é uma validade em tempo de uso, que é de 5 anos.

Etapas para começar a emitir NFC-e

Assim como em todos os estados, que já aderiram a obrigatoriedade de emissão da NFC-e, o processo de credenciamento segue-se padronizado, porém, cada um deve dispor de ambiente online para receber os pedidos de credenciamento das empresas contribuintes.

Abaixo, temos um descritivo de como deve ser o processo em cada etapa para começar a emitir NFC-e:

  1. É necessário solicitar do departamento de contabilidade, ou da empresa prestadora desse serviço, o credenciamento junto à secretaria fazendária do estado. Em seguida, o contribuinte receberá um código da contabilidade chamado CSC – Código de Segurança do contribuinte e o ID do CSC – Identificador do Código de Segurança.
  2. Adquirir um Certificado Digital A1 ou A3. Caso a empresa já emita NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, o certificado valerá para uso da NFC-e também.
    1. O certificado A1 permite ser utilizado em mais de um terminal caso o cliente utilize vários caixas para recebimento.
    2. O certificado A3 poderá ser utilizado em apenas um terminal.
  3. Adquirir impressora de recibo e térmica. Nesse caso, o contribuinte deve verificar qual o modelo de impressora é compatível com o sistema ERP já utilizado, para evitar futuros problemas técnicos durante a emissão.
  4. Caso o contribuinte não possua nenhum sistema de gestão ou ERP, é praticamente impossível emitir a NFC-e. Esse tipo de software tem papel essencial nessa fase, pois é com ele que teremos os cadastros, configurações e integrações eletrônicas para o uso da NFC-e. O governo não disponibiliza nenhum tipo de aplicativo gratuito, a exemplo de como foi com a NF-e.

Entendendo o papel do ERP

ERP é uma sigla em Inglês, que quer dizer Enterprise Resource Planning, que na tradução Literal, quer dizer Planejamento de Recursos da Empresa. O ERP é o responsável integral para gerenciamento de todas as atividades de uma organização, desde os cadastros de produtos, clientes, fornecedores, planos financeiros, faturamento, até demonstrações de resultados, compras, vendas, entre outros recursos.

No ERP serão feitos todos os processos para que a NFC-e seja gerada, assinada e transmitida para o ambiente do fisco. A gestão de tudo que foi mencionado nesse artigo, com exceção do processo de validação da nota no ambiente do fisco, será feita no ERP, pois todos os cadastros, regras tributárias, configurações de emissão, transmissão e recepção da validação do fisco ficam depositadas nele.


O que queremos dizer com tudo isso é que a evolução da tecnologia tem sido constante, em todos as áreas da sociedade. Onde antes em um supermercado havia atendentes para passar suas compras, hoje temos caixas auto-service, em que você mesmo pode passar os produtos e pagar suas compras.

Nessa mesma direção, os diferentes mercados têm evoluído para grandes mudanças, criando novos serviços para as empresas, clientes e consumidores.

O que achou sobre o assunto? Esse artigo contribuiu para tirar as dúvidas que você tinha sobre a NFC-e? Se você estava indeciso em relação à migração de tecnologia, espero ter ajudado. Compartilhe, comente, pergunte. Estamos à disposição.

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ERP Gestão Empresarial

Saiba como escolher o melhor fornecedor de ERP para seu negócio

Em sua operação cotidiana, as empresas contemporâneas enfrentam desafios grandiosos. Para manter a competitividade e conquistar resultados cada vez mais expressivos, os gestores precisam formar alianças confiáveis e que impulsionem a performance da organização. Nesse contexto, escolher o melhor fornecedor de ERP pode ser determinante para alcançar os objetivos do negócio.

Não se trata, porém, de uma escolha simples. Pelo contrário! A seleção de um sistema de gestão precisa ser criteriosa, detalhada e transparente. E justamente para te ajudar a entender um pouco mais acerca da importância de avaliar os softwares disponíveis, encontrando o que melhor se adéqua às suas operações, é que esse post nasceu!

Se você está procurando uma solução ou se deseja se certificar a respeito dos critérios para comparação, encontrou o conteúdo certo! Aproveite para esclarecer possíveis dúvidas e ter acesso a dicas valiosas no processo de decidir por um ERP aderente.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

O que é e qual é a importância de um ERP?

O termo ERP nada mais é do que a abreviação para Enterprise Resource Planning, que, em português, refere-se ao planejamento de recursos de uma organização. Ou seja: enquanto tecnologia de gestão, o ERP é responsável por centralizar as informações, integrar os processos e, claro, otimizar os recursos disponíveis, contribuindo para a alavancagem de performance organizacional.

Neste âmbito, portanto, sua importância é inegável — e, no contexto competitivo do mercado moderno, também indispensável! Ao proporcionar mais controle e segurança às rotinas da empresa, o software confere mais agilidade e transparência à execução, permitindo que o gestor tenha uma visão ampla de toda a operação.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o ERP desponta como uma das ferramentas fundamentais no desenvolvimento e na perenidade do negócio. Afinal, somente ao simplificar procedimentos e reduzir retrabalhos (que, por sua vez, também consomem recursos), é possível caminhar para uma gestão mais enxuta, moderna e lucrativa, certo?

Quais são os benefícios de um ERP?

São inúmeras (e diversas) as vantagens de um sistema ERP como ferramenta estratégica de gestão. Os benefícios contemplam todas as áreas do negócio e são facilmente identificados desde os primeiros balanços.

Em essência, o ERP é modular e deve atender às necessidades específicas da organização. Respeitando a interdependência das áreas, o sistema contribui para aglutinar os dados em um só lugar, facilitando consultas posteriores, sem deixar de contemplar rotinas determinadas — no financeiro, por exemplo, contas a pagar e a receber, bem como o fluxo de caixa, são facilmente gerenciados.

Outro grande benefício, que impacta positivamente todos os estratos da empresa, é a automatização de processos. O software de gestão elimina o excesso de intervenções manuais e, por isso, também suprime a incidência de erros — em uma sequência que também gera desdobramentos benéficos, evitando transtornos e prejuízos monetários.

Por fim, embora não menos relevante, vale mencionar a ampliação da capacidade analítica e estratégica conferida ao gestor. Enquanto líder, é essencial que a alta administração disponha de dados confiáveis e, a partir deles, seja assertiva na tomada de decisões. Com o ERP, as rotinas de análise (incluindo o cruzamento de informações e o comparativo de desempenhos) se tornam mais rápidas, pertinentes e eficazes.

Como escolher o melhor fornecedor de ERP?

Agora que você já entendeu um pouco mais acerca do conceito do ERP, bem como seus benefícios diretos, é hora de aprofundar a discussão: qual é a melhor forma de escolher um fornecedor?

Trata-se de uma decisão crucial. Dela, derivarão os resultados da implantação e, claro, também do seu negócio a curto, médio e longo prazo. Certifique-se de encarar o processo de avaliação com seriedade e comprometimento. Ao escolher um parceiro, esteja certo de que ele entende suas demandas e está disposto a trilhar com você o caminho da alta performance.

1. Verifique se o ERP é aderente às suas necessidades

Cada empresa tem uma realidade diferente. As especificidades começam já no segmento de atuação, exigindo do software uma gama de funcionalidades capaz de atender às rotinas operacionais e corresponder às necessidades fiscais e tributárias, por exemplo.

É indispensável que o ERP implantado seja aderente e atenda a contento as particularidades do negócio. Em alguns casos, diante de ocasiões bastante singulares, é possível que surja a necessidade de efetivar customizações. Atente-se à disponibilidade (e à expertise) do parceiro para desenvolvê-las!

2.  Avalie a usabilidade do sistema

A tecnologia por trás de um ERP é robusta e complexa, mas a interface do sistema deve ser fácil e intuitiva — do contrário, os usuários terão dificuldades para executar as tarefas cotidianas.

Para assegurar a adesão, a correta utilização e a plena satisfação com os recursos da ferramenta, procure por fornecedores capazes de entregar uma solução completa sem descuidar da qualidade da navegação.

Na atualidade, mais do que nunca, o design e a usabilidade do produto são determinantes no êxito de uma parceria duradoura e mutuamente proveitosa.

3. Analise as condições oferecidas pelo fornecedor

Nem só do ERP em si, porém, vive a relação com o parceiro. Com o mesmo critério com que são analisadas as competências da solução e a aderência do software, é importante que o gestor verifique os demais serviços oferecidos, pesando-os em sua decisão final.

Suporte Técnico é um bom exemplo: avalie o formato do serviço (é online? Por telefone?) e esclareça eventuais restrições (há um limite de atendimentos? Qual é o prazo de resposta?), garantindo que estejam de acordo com o que você espera.

4. Pesquise a satisfação com os serviços prestados

Quando todos os pontos acima estiverem cobertos, direcionando finalmente a uma decisão, é válido buscar no mercado algumas referências que a corroborem. Não hesite em procurar os atuais clientes do fornecedor e indagá-los a respeito da satisfação com o produto!

Tire dúvidas (sobre algum processo específico ou sobre algum aspecto dos serviços, por exemplo) e entenda de que forma o fornecedor de ERP tem atuado como um parceiro estratégico no negócio. Isso com certeza vai aumentar a segurança (e a assertividade) da decisão!

O conteúdo foi útil e você está buscando alternativas para impulsionar suas operações e melhorar seus resultados? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo a conquistar suas metas!