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Gestão Empresarial

6 erros fatais de gestão empresarial que arruínam seu negócio

A gestão empresarial sempre foi algo importante para qualquer negócio. Nos últimos anos, a sua relevância cresceu absurdamente, afinal a concorrência está cada dia mais acirrada em praticamente todos os mercados — principalmente para quem trabalha no setor de varejo!

Não basta apenas ter um produto bom, é preciso também estar atento para questões externas e internas, tal como a própria gestão empresarial.

Neste post listamos 6 erros fatais de gestão empresarial que arruínam qualquer negócio para que você possa evitá-los. Confira!

1. Não fazer um plano de negócios

O primeiro erro fatal de gestão empresarial é não fazer um plano de negócios.

Sabemos que muitas empresas acabam fechando suas portas prematuramente simplesmente por não dar a devida atenção a algo extremamente básico: o planejamento. Independentemente de você estar começando ou não, essa é uma questão que deve ser levada a sério.

Uma das maneiras mais eficientes de realizar um planejamento é por meio da confecção de um plano de negócios. Ele nada mais é do que um documento, que aponta quais são as diretrizes futuras da empresa e define seus objetivos e suas metas.

Dessa maneira, fica muito mais fácil guiar suas ações para que esses objetivos sejam cumpridos — e isso também diminui consideravelmente as chances do negócio não ser bem-sucedido!

2. Não estar atento às necessidades do consumidor

Lembre-se de que o consumidor é uma das principais razões da existência do seu negócio, portanto é preciso conhecer e se atentar às necessidades dessas pessoas.

Por mais que o produto seja algo revolucionário, se ele não resolver a dor, necessidade ou dificuldade do seu cliente de maneira eficiente, dificilmente conseguirá manter o seu negócio de pé.

Sendo assim, ouça o seu público-alvo e procure se colocar no lugar dele para oferecer o que ele tanto precisa. Há diversas maneiras de fazer isso: uma delas é utilizando o recurso da pesquisa de mercado ou fazendo entrevistas com consumidores em potencial.

Independentemente do método escolhido, tenha em mente que ele precisará ajudá-lo a ter um bom embasamento antes de colocar qualquer produto à venda no mercado.

3. Não se modernizar

Outro grande erro da gestão empresarial é não se modernizar. Você já deve ter notado que o mundo vem se transformando há tempos, e com isso, mudanças estão ocorrendo de forma cada vez mais rápida.

Sendo assim, fazer uso da tecnologia para acompanhar essas mudanças é imprescindível. Afinal, as coisas não são mais feitas manualmente como há alguns anos, não é mesmo? Pense nisso!

Uma ótima maneira de atender a essa necessidade é contar com soluções de softwares. Um sistema que é imprescindível é o ERP — aliás, é possível adotar soluções nesse sentido que sejam focadas no mercado de varejo.

Saiba que dessa maneira será muito mais fácil centralizar todas as informações do negócio e ganhar agilidade na operação da empresa.

4. Ter uma má gestão de estoque

Ter uma gestão de estoque desorganizada é o caminho “certo” para arruinar o seu negócio. O fato é que o estoque pode facilmente ser considerado um dos “corações” de qualquer empresa. Sendo assim, é importante que você o trate como um ponto crítico, que merece uma grande atenção.

Saiba que ter uma boa gestão de estoque evitará que você decepcione o seu cliente, impedindo que erros relacionados à disponibilidade do produto e à entrega de mercadorias aconteçam — esse cuidado faz com que você não tenha praticamente nenhum tipo de desperdício de recursos.

Essas questões são essenciais para que o seu negócio possa continuar prosperando sempre, evitando que ele feche as portas.

5. Não ter um bom controle financeiro

A parte financeira da empresa também é algo muito importante, pelo simples fato de que, se o dinheiro acabar, o negócio também terá o mesmo fim.

Nesse sentido, sugerimos que você faça um bom controle financeiro. Entre as atividades que permeiam essa área, destacamos a necessidade de ter um fluxo de caixa impecável — para assegurar que a empresa terá um bom capital de giro e possa continuar funcionando.

É possível contar com a tecnologia também para fazer uma boa gestão financeira por meio das soluções de software que são focadas nessa área. Investindo nessa questão você terá condições de ter um controle financeiro organizado e ágil, o que evita que isso seja uma futura dor de cabeça para você!

6. Não investir em marketing

Caso você não saiba, o marketing se tornou uma área essencial para qualquer tipo de negócio, sendo considerado extremamente estratégico para atrair muito mais clientes. Portanto, se você não investe ou não promove ações de marketing, o seu negócio está fadado ao fracasso.

Nesse sentido, destacamos a importância de utilizar o marketing digital como uma das principais ferramentas de gestão empresarial.

Assim como comentamos anteriormente, o mundo está se modernizando a cada dia que passa, e um dos frutos desse movimento é a ascensão da internet. Isso faz com que o consumidor esteja cada vez mais presente nesse canal e adotando-o como principal fonte de informação e ferramenta de pesquisa! Pode não parecer, mas a internet mudou consideravelmente a jornada de compra dos consumidores.

Sendo assim, a melhor maneira de você atrair os clientes para o seu negócio é também estando presente nesse mundo. Obviamente que somente isso não basta, pois é preciso trabalhar duro para criar autoridade e mostrar que a empresa é uma marca de confiança.

Com o marketing digital isso se torna mais do que possível, basta acertar na estratégia e ter paciência para entender que ela trará um retorno no médio e no longo prazo!

Outras ações de marketing também podem ser empreendidas, desde que elas complementem de forma eficiente a sua atuação no mundo digital. Afinal, o mundo offline ainda é muito relevante para o varejo!

Por fim, destacamos a importância de aprender com os erros cometidos. Errar é normal, mas as correções devem ser aplicadas de forma ágil, contribuindo para tornar o negócio cada vez competitivo.

Tem mais algum erro de gestão empresarial que você acha importante destacar? Então aproveite o espaço abaixo e deixe um comentário!

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ERP Supermercado

Como controlar o prazo de validade dos produtos no seu supermercado?

Neste artigo, trazemos as melhores dicas para controlar o prazo de validade de seus produtos e minimizar as perdas de seu supermercado!

Exercer um bom controle de validade dos produtos garante a qualidade da oferta e a rentabilidade da operação, sendo imprescindível ao sucesso dos supermercados. Por isso, os gestores devem estar sempre atentos às estratégias que objetivem assegurar a boa gestão do estoque e o correto escoamento da mercadoria no ponto de venda.

Neste post, vamos mostrar a importância de controlar os prazos de validade e apresentar dicas valiosas para otimizar a organização e administração do seu estoque. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Qual a importância de fazer o controle de validade dos produtos?

A gestão de um supermercado é bastante desafiadora. Para além das obrigações administrativas, comuns a todas as empresas, a operação do negócio demanda um grande esforço logístico e estratégico.

De forma a tornar a operação mais inteligente e eficaz, os gestores precisam se preocupar com uma questão muito sensível: o controle dos prazos de validade dos itens.

Para evitar o desperdício de recursos e fortalecer a lucratividade da empresa, é preciso levar o controle a sério. Do contrário, não apenas a competitividade da operação se torna vulnerável, mas a organização também verá sua perenidade fatalmente comprometida.

No esforço para controlar os prazos e alavancar os processos de gestão, os líderes geralmente se valem de táticas coerentes. Certifique-se de implantar, no cotidiano do seu supermercado, estratégias pragmáticas para potencializar seus resultados.

Como é possível otimizar a gestão de estoques?

Agora que você já está convicto da importância de controlar o prazo de validade dos produtos, chegou a hora de agregar um pouco mais de prática à discussão. Para otimizar a administração de estoques e o consequente escoamento de mercadorias na loja, veja abaixo as principais recomendações.

1. Faça um levantamento inicial detalhado

O primeiro passo é fazer o levantamento inicial do estoque, que consiste em separar e conhecer minuciosamente as mercadorias que estão armazenadas na empresa. Na prática, você deve contabilizar, medir e pesar todos os bens, além de manter o inventário sempre atualizado e organizado.

De modo geral, os itens perecíveis necessitam ser analisados diariamente quanto às suas qualidades, já que os não perecíveis podem ser contados poucas vezes na semana.

Faça esse levantamento sempre antes de abrir o estoque e quando for fechá-lo, pois assim você conseguirá mantê-lo com informações confiáveis e regulares, bem como minimizar desperdícios, ruptura de estoque e desabastecimentos.

2. Programe o abastecimento do estoque

Uma alta quantidade de produtos próximos do prazo de validade geralmente significa que há falhas na reposição de itens, ou seja, a compra de mercadoria excedeu a demanda.

Para evitar esse transtorno, programe o abastecimento de acordo com o período e com a necessidade. Outro fator muito importante é não se deixar seduzir pelas condições comerciais atrativas que são oferecidas pelo fornecedor.

3. Identifique a demanda (padrão e sazonal) de cada produto

Diretamente associada à primeira dica, a identificação de demanda é primordial para a boa gestão de estoques. Afinal, se há um período de vendas baixas para determinado item, não é preciso fazer compras em grandes quantidades do produto, certo?

Para avaliar o panorama de comércio e fechar negócios de maneira mais consciente, é importante analisar o histórico de escoamento e o giro de cada item. A sazonalidade também é fundamental, afinal, sorvetes se saem melhor no verão, por exemplo, e é prudente reduzir a aquisição do produto nas estações frias.

4. Ofereça promoções para itens próximos do vencimento

Em alguns momentos, mesmo adotando táticas eficazes para gerir os estoques, é possível que você se depare com produtos próximos ao vencimento. Nesses casos, aja rápido! Programe promoções atrativas que motivem o escoamento da mercadoria.

Descontos, brindes e condições especiais são algumas das possibilidades para conquistar o consumidor e motivar a compra de determinados itens. O importante é reduzir o desperdício e manter a lucratividade, ainda que com margens menores.

5. Negocie com seus fornecedores

Antes de fechar contratos com os fornecedores, é fundamental estudar suas características, como pontos fortes e fracos. Se não puder contar com seus parceiros, não conseguirá manter o estoque atualizado e controlar os prazos de validade. Algumas qualidades a serem analisadas são:

  • reputação: uma boa avaliação no mercado demonstra que ele consegue satisfazer seus clientes com frequência;
  • comprometimento: é importante que ele não atrase as entregas ou falte com seus compromissos;
  • flexibilidade: é recomendável que ela esteja disposta a debater preços e condições de pagamentos;
  • estabilidade financeira: isso impedirá que os fornecedores sofram queda operacional ou seus serviços encerrem por problemas financeiros;
  • regularização: evita que o negócio tenha problemas por descumprimento da legislação;
  • autoavaliação de desempenho: o fornecedor deve se avaliar constantemente para conseguir manter a qualidade dos produtos e cumprir compromissos;
  • comunicação: é necessário que o fornecedor preste um atendimento ágil, completo e humanizado, bem como que seja mantido um canal de comunicação direto com seu estabelecimento, visto que isso é importante pelo fato de que você precisará entrar em contato com ele para resolver eventuais problemas relacionados às entregas.

6. Estabeleça um programa de diminuição de perdas

Apesar de as perdas serem bastante comuns, elas ainda geram prejuízos ao negócio e devem ser minimizadas. Esse objetivo pode ser atingido com a criação de programas de redução de perdas. Algumas medidas para isso são:

  • utilizar um sistema de gestão que integre os setores com o estoque;
  • receber as mercadorias com cuidado, evitando perdas na reposição do estoque;
  • atentar-se às datas de validade;
  • criar regras para gestão de estoque;
  • criar indicadores-chave de desempenho (KPI) de resultado e controle;
  • fazer o inventário de estoque, que consiste na identificação, classificação e determinação do valor de cada produto armazenado;
  • fazer liquidações sempre que necessário, já que será melhor vender o bem por um preço menor que perdê-lo completamente;
  • designar um colaborador que será responsável por minimizar as perdas.

7. Previna furtos, roubos e desvios

Essa tática é necessária tanto para evitar perdas financeiras como manter o controle de estoque. Uma medida que ajuda nesse sentido é a instalação de câmeras no estoque, o que permite monitorá-lo e fiscalizá-lo.

Um bom sistema de gestão também ajuda nesse sentido ao aprimorar o controle do estoque. Com a tecnologia, você saberá em qual etapa e onde uma determinada mercadoria foi desviada e poderá conversar com o responsável, minimizando as chances de ocorrerem furtos e desvios.

8. Implante a tecnologia de gestão

Para gerenciar melhor todas as táticas acima, há um recurso capaz de potencializar as rotinas administrativas e os resultados do negócio: os sistemas integrados de gestão. Ao contar com um software que simplifica e otimiza operações, os processos relacionados a estoques são positivamente impactados.

Com a tecnologia, é possível acessar relatórios consistentes a respeito do giro de produtos, da sazonalidade de vendas e também das margens de lucro por item (para o caso de promoções específicas).

Ou seja, trata-se de uma ferramenta essencial para uma gestão enxuta e eficaz. E não apenas para controlar o prazo de validade de produtos: os sistemas de gestão permitem a alavancagem integrada de setores e asseguram resultados mais expressivos já no curto prazo.

Quando você faz um bom controle de validade, consegue minimizar as perdas e manter a quantidade ideal de produtos no estoque. Mas, para isso, será necessário modernizar o seu estabelecimento e implementar um sistema de gestão desenvolvido especialmente para seu ramo.

O que achou do nosso conteúdo? Queremos saber sua opinião! Use o espaço abaixo para deixar um comentário no post!

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ERP Gestão Empresarial

8 motivos para implantar um sistema de gestão no seu varejo

Ser empreendedor no ramo de varejo no Brasil é um desafio enorme, mas contando com as ferramentas certas — como um sistema de gestão para varejo eficiente e uma equipe competente de suporte —, as chances de sucesso são igualmente grandes.

Segundo o portal de notícias G1, o comércio varejista tem crescido no ano de 2017, e o momento é extremamente oportuno para pensar em novas formas de alavancar seus negócios.

Pensando nisso, é importante que gestores abram os olhos para o uso de sistemas informatizados de gestão o quanto antes. Separamos 8 motivos bem convincentes para que você possa entender como é um sistema de gestão. Confira!

1. Um sistema de gestão para varejo é eficiente

De forma simples, um sistema de gestão para varejo é um software com um banco de dados em que é possível armazenar informações sobre o cotidiano do seu negócio e interpretá-los de maneira clara e objetiva.

A interpretação desses dados é realizada por meio de relatórios detalhados e gráficos, que podem nortear a tomada de decisões e tornar o planejamento estratégico mais eficaz.

Sistemas de gestão com qualidade se destacam por possuir integração com serviços externos, como a emissão de notas fiscais eletrônicas pela SEFAZ.

2. Promove o aumento de controle e segurança do negócio

Não podemos contar com a sorte, tampouco com planilhas simples para gerir um negócio de sucesso, por mais experiente que um gestor seja.

Ter acesso e controle de todas as informações da empresa é de suma importância para uma gestão eficiente, pois isso gera segurança ao gestor e ao negócio como um todo.

Com um painel de controle intuitivo, qualquer pessoa consegue aprender a operar um sistema de gestão, e por meio de gráficos e relatórios detalhados é possível interpretar dezenas de informações valiosas.

3. Possui integração entre todas as áreas da empresa

Uma empresa do ramo do varejo, seja ela de pequeno, médio ou grande porte, possui diversas áreas específicas, como estoque, caixa, contábil etc.

Um sistema eficiente possui módulos específicos para cada área, que são integrados entre si, reduzindo a redundância e as inconsistências das informações que podem ser geradas por cada uma.

Se no ato de uma venda o operador de caixa identificar que um produto está com o estoque baixo, ele pode informar o setor de estoque ou compras para que providências sejam tomadas.

O gestor pode observar toda e qualquer informação que lhe for útil e pode permitir que os setores tenham acesso apenas a informações que são pertinentes a eles. Tudo é personalizável.

4. Tem controle eficiente do estoque

Em empresas em que a entrada e a saída de produtos é muito grande, ter um controle eficiente do estoque é essencial. Por meio de alertas é possível que o responsável pela reposição dos produtos ou o setor de compras esteja sempre atento ao nível do estoque.

Para empresas que comercializam produtos perecíveis, o controle de validade oferece a segurança de fornecer alimentos de qualidade aos clientes. Caso seu estoque físico seja organizado em prateleiras, é possível indicar no cadastro do produto em que local ele está armazenado, facilitando a logística.

5. Faz a otimização do fluxo de caixa

A compra e a venda de produtos dentro de uma empresa de varejo é, de modo geral, muito expressiva, sendo necessário um controle rígido do faturamento. Novamente, uma tabela não resolve e, independentemente do cenário, cada centavo deve ser movimentado com cautela e dentro da legislação do país.

Um controle efetivo de fluxo de caixa deve oferecer a leitura de códigos de barras, a impressão de cupons e notas fiscais, a ligação direta com o sistema de estoque e opções de pagamentos diversas, como cartões de crédito ou alimentação.

Não existe nada pior do que ir a um estabelecimento e encontrar filas gigantes nos corredores. Sistemas inferiores travam constantemente e tornam seu atendimento demorado, causando insatisfação do cliente. Portanto, opte sempre por opções mais robustas.

6. É especialista em gestão de tributos e finanças

O Brasil é um país que possui cargas tributárias pesadas, e como se não bastasse, gerenciar tudo isso é algo complicado, principalmente para empresas de pequeno porte.

A salvação pode ser encontrada no sistema de gestão integrado, pois os criadores do software são especialistas no assunto e já pensaram em tudo — basta informar os dados necessários e o sistema faz o trabalho mais complexo.

Quanto mais funcional é o sistema, menor é a possibilidade de ocorrer falha humana, e quando se trata de dinheiro, é importante que não ocorram falhas.

7. Melhora a gestão do capital de giro da empresa

Com a integração de todos os setores, sejam eles de recursos financeiros ou humanos, é possível controlar melhor o seu capital de giro, que é de suma importância para financiar a continuidade das operações da empresa.

Os relatórios e gráficos indicam onde há lucro e onde há gasto, para que os gargalos possam ser removidos em curto prazo, antes que se tornem problemas mais difíceis de resolver.

8. Tem suporte técnico

Um dos grandes diferenciais de utilizar um sistema de gestão integrada no seu negócio é o suporte técnico, pois a instalação, a configuração e o treinamento dos usuários são realizados de maneira personalizada.

Os manuais desenvolvidos para consulta são intuitivos e escritos para que pessoas com qualquer nível de conhecimento em informática possam entender com facilidade.

Atualizações são necessárias e importantes, sejam elas de segurança ou para adaptar o sistema da sua empresa para novas regras tributárias impostas pelo governo. Tudo isso está incluso em um sistema eficiente e robusto, facilitando sua vida e garantido o sucesso dos negócios.

Seja você gestor ou empreendedor do ramo varejista em busca de soluções para melhorar a qualidade dos seus serviços, reduzindo custos e aumentando o faturamento, tenha em mente que isso só pode ser alcançado com um sistema de gestão para varejo eficiente.

Como haverá retorno financeiro, não é um gasto, mas um investimento de sucesso!

Neste texto apresentamos apenas algumas vantagens de utilizar um sistema de gestão para varejo na sua empresa, contudo, temos muito mais para mostrar! Curtindo nossa página no Facebook é possível acompanhar dicas, os casos de sucesso e outras informações relacionadas ao mundo dos sistemas integrados de gestão!

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ERP

Principais tipos de integração de um sistema ERP

Buscar soluções de gestão robustas e eficientes é indispensável hoje em dia, mas com a quantidade de operações que a ferramenta precisa realizar, é preciso se atentar para os tipos de integração de um ERP com todos os serviços necessários para manter o seu negócio.

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning — ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil. Trata-se de um sistema que integra vários módulos, dando suporte para o gerenciamento de serviços dentro de uma empresa e até fora dela.

Ele é importante para garantir a integridade e a organização de todas informações do seu negócio, oferecendo ferramentas para controle, tomada de decisões, planejamento etc.

Neste artigo vamos apresentar os principais tipos de integração que um ERP pode (e deve) realizar, para que no final você saiba quais funcionalidades procurar para otimizar a gestão da sua empresa. Confira a seguir:

Principais tipos de integração ERP existentes

As opções são quase ilimitadas: tudo depende da necessidade da sua empresa e como isso vai otimizar sua produtividade. Cada caso deve ser analisado com a devida atenção.

Conheça algumas das principais maneiras de integrar soluções no seu ERP de maneira segura e com eficácia comprovada.

Integração da comunicação entre sistemas

Há casos em que dois sistemas diferentes precisam ser integrados, mas não existem meios de fazer com que ambos se comuniquem diretamente. Em situações como essa, é possível utilizar uma terceira ferramenta de integração, que receberá os dados de uma, fará a conversão e enviará para a outra.

Parece a famosa “gambiarra”, mas na realidade não é. Ocorrências do tipo são mais comuns do que você imagina.

Comunicação banco a banco

É bem parecida com a comunicação entre sistemas (citada no tópico anterior), mas existem diferenças. Por trás de todo sistema de gestão empresarial existe um banco de dados, que é o responsável por armazenar as informações.

Caso necessário, é possível utilizar uma ferramenta ETL (Extração, Transformação e Carregamento, em português), que extrai as informações de um banco, converte e armazena em outro banco.

Troca de dados eletrônica

Ocorre quando um sistema exporta as informações em um arquivo, para que o outro sistema o leia e importe os dados para sua própria base de dados.

Esse processo pode ocorrer de forma manual ou automatizada. Prefira sempre sistemas que fazem o processo de modo automático.

Integração por API

Interface de Programação de Aplicativos (API), em português, é a comunicação direta entre dois softwares sem o uso de uma ferramenta intermediadora. São sistemas robustos, que oferecem meios práticos de enviar e receber informações com consistência.

Podemos citar o caso da SEFAZ, plataforma governamental para a emissão de notas fiscais eletrônicas, que oferece uma API de comunicação com ERPs. Com ela é possível enviar e receber dados de forma segura entre diferentes sistemas.

Mitos sobre tipos integração de um ERP

Com a evolução dos sistemas de informação e o cenário competitivo em que o mundo empresarial vive, quanto mais tarefas automatizadas uma ferramenta realiza, mais produtividade e confiabilidade o bom gestor terá.

Por ser um tema muito falado no mundo empresarial, é importante esclarecer alguns mitos mitos e dúvidas sobre os ERPs:

A integração compromete o funcionamento do sistema

De forma alguma! Quando feita por uma empresa confiável e bem estruturada, a integração vai funcionar perfeitamente.

A comunicação entre os serviços deve e vai ocorrer de maneira correta, aumentando a produção da empresa e dos colaboradores, organizando todos os seus dados da maneira ideal.

Não é bom integrar sistemas com propósitos diferentes

Falso! Dependendo das suas necessidades, é indicado que você faça isso o quanto antes, pois sua produtividade vai aumentar e a consistência dos seus dados será ainda maior.

Há empresas que precisam integrar seu sistema com outros serviços, como chat de atendimento, e-mail etc. Se as informações são valiosas, elas devem ser armazenadas no lugar correto e receber a devida atenção.

Integração na prática

O cenário ideal é aquele em que se utiliza um ERP com todos os setores integrados, partilhando de um banco de dados só, sem a necessidade de adaptações para se integrar com outros sistemas dentro da própria empresa.

Quanto mais bases de dados diferentes houver, maiores são as chances de redundância e inconsistência nas informações, mas existem casos em que é necessário e positivo interagir com soluções externas.

Integração com escritórios de contabilidade

Muitas integrações — principalmente as da área contábil — são de grande valia, e um exemplo prático disso é a comunicação com o contador e a realização de escriturações fiscais.

É comum entre as empresas — principalmente as de pequeno porte — não possuírem um setor contábil interno, terceirizando esse tipo de tarefa para um escritório.

Escritórios contábeis possuem seu próprio software de gestão, e um ERP de qualidade tem a obrigação de se comunicar com ele.

Integração com a SEFAZ

Outro caso que vale ser comentado novamente é a comunicação com a API da SEFAZ, pois ele tem ajudado milhares de empresas a ganhar um tempo valioso.

Se um fornecedor emite uma nota fiscal para lhe entregar um produto, por exemplo, por meio da API da SEFAZ você pode importar essas informações no seu módulo financeiro.

No mesmo momento, seu setor de logística já saberá que está chegando material e ele já constará em estoque sem nem uma palavra precisar ser digitada, inibindo a possibilidade de erros de lançamentos.

Em vez de um colaborador ficar horas digitando e inserindo dados das notas ficais no sistema, tudo acontece automaticamente. Veja bem, é uma economia de horas de trabalho!

Dicas importantes

Se você chegou até aqui, certamente está considerando utilizar um ERP no seu negócio, portanto, a escolha de uma uma empresa especializada é de suma importância.

A integração entre serviços é possível e benéfica, mas deve ser realizada por quem entende do assunto e pode lhe provar isso. Só contrate um ERP após uma apresentação clara de todas as suas funcionalidades e como elas podem otimizar suas rotinas diárias.

Não compre softwares prontos (aqueles em prateleiras de lojas de informática), pois eles, apesar de atenderem a algumas poucas demandas, não são adaptados para a sua necessidade real.

Se este texto ainda não foi o bastante para lhe convencer sobre o quão eficazes são o tipos de integração de um ERP para seu negócio, podemos lhe ajudar ainda mais, caso nos envie suas dúvidas.

Assinando grátis a nossa newsletter você receberá materiais complementares, que vão lhe mostrar com maior riqueza de detalhes outras funcionalidades, casos de sucesso e tudo que você precisa saber para escolher o ERP correto para alavancar sua empresa de uma vez por todas no mercado!

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Controle Financeiro Fluxo de Caixa

Fluxo de caixa automatizado: quando começar a utilizar?

Quando falamos em registrar todas as transações financeiras de um negócio de maneira eficiente, a primeira expressão que vem na cabeça de qualquer especialista na área será a mesma: possua um fluxo de caixa automatizado!

Sim, registrar diariamente a entrada e saída de recursos é uma tarefa que não pode ser realizada no ultrapassado livro-caixa, tampouco em uma planilha eletrônica simples, pois não é eficiente e certamente alguém cometerá um erro em algum momento do processo.

Com a competitividade que encontramos no mercado, surge a necessidade de tomar decisões e agir rapidamente, então, não é nada prático ficar sentado na frente de um livro ou computador lançando manualmente toda e qualquer movimentação financeira da empresa.

Por isso, ferramentas específicas para garantir um fluxo de caixa automatizado surgiram. Vamos mostrar neste texto 6 razões para adotar essa solução em sua empresa.

Aumento de produtividade

Adotando o uso de ferramentas que automatizam tarefas massantes e que exigem atenção especial, o colaborador responsável tem tempo de executar outras ocupações estratégicas, aumentando sua produtividade de maneira expressiva.

Sistemas bem elaborados possuem interfaces simples e intuitivas, onde usuários com qualquer nível de conhecimento em informática podem aprender rapidamente como realizar as operações.

Psicologicamente também há um alívio eminente, pois o responsável pelo fluxo de caixa terá certeza que a possibilidade de cometer falhas é bem mais remota do que seria caso precisasse realizar a tarefa manualmente.

Um colaborador que atua com menor pressão produz mais e trabalha mais feliz. O resultado só pode ser positivo.

Redução de erros

Recursos humanos são importantes e indispensáveis na execução de tarefas administrativas, mas todos, sem exceção, são passíveis a cometer erros em algum momento.

Com um fluxo de caixa automatizado, a possibilidade de falhas é pequena, as operações são realizadas de maneira transparente e eficiente, com consistência e segurança. Tudo é registrado rapidamente em uma base de dados robusta e auditável.

A entrada e saída de produtos é realizada com um leitor de código de barras, as notas e cupons fiscais são emitidos no ato da venda e as baixas no estoque acontecem simultaneamente.

O sistema gera relatórios diários, semanais, mensais ou com períodos definidos pelo usuário, com gráficos analíticos simples de interpretar.

Facilidades contábeis e fiscais

Estar alinhado com as obrigações impostas pelo governo é uma tarefa complicada quando você não tem um fluxo de caixa automatizado em sua empresa.

Ferramentas de automação robustas fazem todo trabalho pesado por você, desde o cálculo de impostos a pagar ou a emissão de cupons ou notas fiscais, pois são diretamente interligados ao site da SEFAZ.

Dentre essas funcionalidades, caso um fornecedor emita uma nota fiscal de venda, você automaticamente recebe as informações e elas são inseridas no sistema, novamente, agilizando uma tarefa que demoraria horas para ser realizada em grande escala.

Se a contabilidade de sua empresa for terceirizada, é possível integrar o seu sistema com o do contador, facilitando o envio dos dados, tornando o seu trabalho e o dele mais fácil.

Outro detalhe importante é que alterações da legislação ocorrem o tempo todo no Brasil, novas regras e tributos aparecem de um dia para o outro e se adequar a tudo isso é um desafio, principalmente quando se trata de empresas de pequeno porte.

Isso não será mais problema seu, e sim da empresa que desenvolve e mantém a ferramenta. Organizações voltadas a essas soluções possuem especialistas na área, que fazem as alterações necessárias e adaptam tudo especificamente para o seu negócio.

Facilidade no recebimento de valores

Segundo o Banco Central, em 2017 houve um crescimento expressivo no uso de cartões de débito e crédito no Brasil, se comparado ao ano de 2016. Foram R$ 43 bilhões em débito e R$ 674 bilhões com crédito, enquanto o uso de cheque caiu em 14% no período.

Apesar de pagamentos realizados em espécie ainda serem feitos manualmente, no caso de transações com cartões de débito ou crédito, a partir do momento que o pagamento for autorizado pela operadora, os valores e demais informações são automaticamente registrados na base de dados.

As pesquisas não mentem, é fato que pagamentos por meios eletrônicos estão ganhando força a cada ano. Como bom gestor, é preciso estar preparado para essa demanda.

Economia e retorno do investimento

Utilizar um sistema que mantém seu fluxo de caixa automatizado não é um gasto, é um investimento com retorno rápido.

Com a interpretação dos dados que serão fornecidos pelo sistema, é possível identificar gargalos ainda no início, para que atitudes sejam tomadas rapidamente e tudo seja resolvido antes que se torne realmente um problema.

Por fim, seguindo a ordem dos tópicos anteriores, cada um deles retrata uma economia gigantesca e, mesmo sem apresentar cálculo algum neste texto, já é possível que você tenha em mente o quão benéfico isso pode ser para sua empresa.

Escolha do software ideal

Até o momento, muito foi dito sobre as características do software que oferece um fluxo de caixa automatizado, e agora é o momento de apresentá-lo.

A solução robusta, que certamente vai atender a todas as suas necessidades é um ERP, sigla para Enterprise Resource Planning ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil.

Trata-se de uma ferramenta que integra seu fluxo de caixa e todos os setores administrativos da empresa, não apenas armazenando informações, mas também oferecendo relatórios, gráficos analíticos, auxílio no planejamento e tomada de decisões.

Em um ERP, além de uma solução segura para sua área financeira, você terá acesso a módulos de estoque, cadastro de fornecedores, recursos humanos, estruturas contábeis, fiscais e muito mais.

Tudo é interligado e a comunicação entre os setores acontece em tempo real, com poucos cliques. Isso não é incrível?

O mercado não é estático, as coisas estão se movimentando rapidamente e é preciso estar preparado. A mudança já está acontecendo e ficar parado no tempo não é uma opção inteligente. Pense nisso.

Gerir um negócio de sucesso não é nada fácil, e a tecnologia da informação está aí para auxiliar você a alcançar seus objetivos da melhor maneira possível.

Se você chegou ao final desse artigo, certamente esse assunto é de seu interesse, portanto, se quiser saber mais sobre fluxo de caixa automatizado ou softwares ERP, siga-nos nas redes sociais! Estamos no Facebook, no Twitter e no Instagram!

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Gestão Empresarial Supermercado

3 dicas de gestão para mercearias e pequenos mercados

Mesmo empresas iniciantes — nas quais a operação e o alcance de mercado ainda são reduzidos — carecem de uma administração integrada, assertiva e transparente. A gestão para mercearias, por exemplo, proporciona desafios semelhantes aos encontrados em organizações de maior porte, tais como a organização de processos e a otimização de recursos.

Se você procura por dicas eficientes para melhorar as rotinas administrativas e gerenciais do seu pequeno negócio, encontrou o conteúdo certo! No post, você entenderá um pouco mais sobre a importância de uma boa gestão de mercearias (ou minimercados) e terá acesso às dicas valiosas para impulsionar a sua.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Por que a gestão para mercearias é importante?

Independentemente do porte do negócio, existe um requisito primordial ao crescimento operacional: a profissionalização da gestão.

É impensável (e mesmo inviável) que uma empresa se desenvolva sem organização e clareza administrativa. Seja para adequar e padronizar processos, melhorando a performance da equipe, seja para controlar as operações, garantindo que não haja desvios prejudiciais à saúde do negócio, não há crescimento sólido sem um alicerce bem fundamentado.

E como é possível construir uma base concreta para o desenvolvimento da sua mercearia ou minimercado? A resposta é relativamente simples, mas a prática requer certo empenho: investindo em ferramentas que permitam e endossem uma gestão de qualidade!

Como é possível alavancar a gestão para mercearias?

Agora que você já está convicto de que para prosperar é necessário estar atento aos melhores métodos de gestão, é hora de agregar um pouco mais de prática à discussão.

Afinal, como é possível potencializar a administração estratégica do seu negócio? Confira algumas das principais dicas:

1. Fuja da informalidade

Muitas vezes, a informalidade é o caminho escolhido pelos gestores iniciantes, na tentativa de escapar à carga de impostos que decai sobre as empresas brasileiras.

Essa opção, porém, é totalmente inviável aos negócios que planejam o crescimento. Sem um CNPJ ativo, sua mercearia fica impedida de emitir nota fiscal, de disponibilizar máquinas de cartão de crédito e de movimentar uma conta bancária com os benefícios de PJ, por exemplo.

2. Controle o fluxo de caixa

O fluxo de caixa é, sem dúvida, um dos recursos mais precisos à gestão do negócio. Afinal, o balanço relaciona todas as movimentações financeiras e constrói um panorama bastante seguro acerca das possibilidades monetárias da empresa.

Ao avaliar o fluxo de caixa, o gestor verifica o saldo total e, a partir disso, pode tomar decisões estratégicas à sobrevivência da mercearia. Se for positivo, por que não fazer novos investimentos? Em caso negativo, como é possível reduzir gastos e voltar ao azul?

3. Invista em tecnologia de gestão

Por fim, mas tão importante quanto, o investimento em um sistema de gestão empresarial é o grande salto administrativo de qualquer empresa. É esse tipo de tecnologia que vai integrar os diferentes setores da empresa, otimizando os recursos do negócio — físicos, humanos, financeiros e de tempo — e impulsionando resultados cada vez mais expressivos.

Ao contar com um software eficiente, a gestão para mercearias é automaticamente profissionalizada: o gestor tem, então, controle sobre sua operação e fica mais tranquilo para pensar naquilo que é realmente importante para alavancar a operação global do negócio.

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ERP Gestão Empresarial

Entenda a importância da gestão integrada no varejo

Uma empresa com grande fluxo de vendas, como qualquer outra, necessita de meios confiáveis para garantir o sucesso de suas ações, para tanto, as que adotam um sistema de gestão integrada no varejo se destacam no quesito organização e produtividade.

Atender, faturar, receber e manter o volume do estoque são tarefas que não podem ter falhas e depender apenas de planilhas não é uma boa ideia.

Segundo o IBGE, a previsão de vendas do comércio varejista no ano de 2017 quase dobrou, se comparada com o ano passado.

É preciso estar preparado e com as ferramentas certas a se ter em mãos.

Adotando um sistema de gestão integrada, suas possibilidades de sucesso crescem muito e vamos explicar o porquê!

Maior transparência nos processos internos

Com a integração entre os setores é possível que as informações sejam concentradas em uma única base de dados, eliminando o risco de redundância ou inconsistências das informações.

O gerente tem acesso total aos módulos e todas as equipes podem interagir, analisar e incluir informações em tempo real.

Ninguém precisa perder tempo solicitando relatórios, as informações estão a um clique de distância.

Aumento na produtividade

Com a agilidade no envio e recebimento de dados, a produtividade da empresa toda aumenta.

No caixa, durante uma venda já é feita a baixa no estoque, emissão de nota fiscal eletrônica e todas as informações ficam disponíveis para os setores responsáveis.

Para os colaboradores do estoque, é possível verificar no sistema em que prateleira está determinado produto e sua data de validade, facilitando a logística de armazenagem e transporte.

Não é necessário acessar sites governamentais, como a SEFAZ, para emitir uma nota fiscal, tudo é feito na mesma tela.

É inegável o quanto isso pode acelerar os processos, identificar os gargalos e trazer mais segurança para o gestor e sua equipe.

Fortalecimento da imagem da empresa

Uma empresa bem estruturada e com total controle de suas demandas internas é capaz de realizar diversas tarefas, com agilidade e padrão elevado, diferente de concorrentes que não usam uma ferramenta do tipo.

Seus clientes ficarão satisfeitos com tamanha qualidade e comprometimento, lhe dando preferência, fechando mais negócios e o melhor: recomendando a outras pessoas.

Todas estratégias de marketing são valiosas, mas nenhuma tem mais influência do que a famosa “propaganda boca a boca”.

É mais fácil do que parece

Implementar um sistema de gestão integrada no varejo não é nenhum bicho de sete cabeças, pelo contrário.

A ferramenta é desenvolvida depois de muito estudo e planejamento, portanto, o produto final é um software de fácil utilização, com uma interface intuitiva e prática.

O melhor de tudo é que você não precisa entender do assunto, pois, uma empresa especializada fará todo trabalho por você.

Haverá suporte desde o treinamento de utilização até as adequações para que o sistema opere de acordo com as necessidades de seu negócio.

A gestão integrada no varejo vai oferecer muitos outros benefícios para o seu negócio. Além disso, ela poderá oferecer um diferencial competitivo, pois com a automatização dos processos a sua empresa poderá oferecer um melhor atendimento aos seus clientes e, consequentemente, otimizar o seu faturamento.

Você deve estar se perguntando se existe algum ponto negativo nisso tudo, certo? A resposta é que não há nenhum ponto negativo e temos outros meios de lhe provar isso!

Assine nossa newsletter e receba materiais completos, com textos, casos de sucesso e descubra como um sistema de gestão integrada no varejo pode alavancar de vez os seus negócios.

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ERP Gestão Empresarial

Qual a importância de um ERP com suporte ao cliente?

Contar com um ERP com suporte ao cliente para auxiliar nas atividades é essencial para qualquer negócio que queira crescer. Um dos principais motivos para esse fato é a necessidade das empresas conhecerem mais a fundo quem é o seu cliente, que, por coincidência ou não, está se tornando cada vez mais exigente em relação ao atendimento e suporte prestado por elas.

Além disso, utilizar um ERP com suporte ao cliente é uma excelente maneira de usufruir da tecnologia em prol da melhoria do relacionamento e também da experiência do usuário, quando este está interagindo com um produto ou serviço.

E então, ficou interessado no assunto? Continue acompanhando o post conosco para saber mais!

O que é um ERP?

Antes de mais nada, é preciso que você saiba que ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning. Mais do que uma sigla, essas 3 letras são utilizadas para se referir a sistemas de gestão empresarial.

Na prática, o ERP é um sistema que conversa com todos os outros subsistemas da empresa, tratando de unificar e integrar todas as informações do negócio em um único local.

Isso otimiza muitos pontos críticos, tais como o andamento da operação da empresa, bem como o seu crescimento.

Por que aderir um ERP com suporte ao cliente?

Agora que você já saber o que é um ERP, vamos listar alguns motivos para você contar com esse tipo de solução, principalmente utilizando-a com o objetivo de melhorar o suporte ao cliente da sua empresa. Confira:

1. Ajuda na fidelização de clientes

Com um ERP com suporte ao cliente, o negócio tem mais condições de dar uma melhor assistência a todos os seus clientes, quando for preciso.

Pois bem, conseguindo esse feito, as chances do seu atendimento passar uma boa impressão será grande, que é algo muito valorizado nos dias de hoje. Tendo em vista esse cenário, dificilmente um cliente que tem um bom suporte abandonará a empresa de um dia para o outro.

Ou seja, o ERP ajuda na fidelização de clientes, não só na questão de mantê-los no negócio, mas também na possibilidade do aumento do número de indicações de novos clientes que são originadas dos antigos.

2. Melhora a experiência de compra

Outro fator que é fundamental nos dias de hoje, é a experiência de compra do cliente. Como o ERP tem o poder de reunir todas as informações do negócio, saiba que ele poderá muito bem fornecer dados que refletem como anda a jornada de compra do seu consumidor.

Desse modo, a empresa poderá avaliar o que está dando certo e o que não está, proporcionando uma maior rapidez na aplicação de ações corretivas e otimizações desse processo.

Pode parecer besteira, mas isso ajuda muito a melhorar algo que é muito valorizado pelo seu consumidor, que nada mais é do que a razão de existência do seu negócio!

3. Aumento da satisfação do cliente

Com o ERP é possível deixar o cliente cada dia mais satisfeito. Afinal, esse sistema fornece um apoio tecnológico que torna real o oferecimento de um atendimento de qualidade.

Ele auxilia na reunião de informações relevantes, ajudando inclusive no direcionamento para a solução que o cliente precisa. Isso torna o atendimento muito mais objetivo e rápido, que são duas coisas que deixam os clientes satisfeitos.

Então, saiba que ao investir em um ERP, você investirá, também, na satisfação do seu cliente.

4. Geração de novos negócios

Por fim, o último benefício que citamos é a geração de novos negócios. Visto que com a prestação de um suporte adequado, com todas as informações que o ERP fornecerá sobre o cliente, será possível vender mais!

Estamos falando de entender melhor as necessidades do cliente e oferecer produtos ou serviços complementares para atendê-las de forma imediata.

Saiba que somente com um ERP será possível entender isso de forma rápida e agilizada, gerando cada vez mais negócios para a empresa, que consequentemente terá muito mais lucro!

Quer saber mais sobre ERP com suporte ao cliente? Então, entre em contato conosco!

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Gestão Empresarial

Falta de controle da empresa. Como resolver?

Uma das principais fontes de problemas que as empresas enfrentam atualmente é o sentimento de falta de controle do seu negócio, seja por uma má gestão ou simplesmente pela falta de conhecimento em como mudar esse cenário.

Em um mercado em que a competição é cada vez mais acirrada, um desafio constante das empresas tem sido o de manter o controle em todos os seus processos, saber onde e como os seus recursos estão sendo investidos e eliminar sempre as perdas e riscos que cada setor da organização pode vir a sofrer pela desorganização e pela má gestão.

Não significa, entretanto, que essa má gestão seja por falta de habilidade por parte do empresário ou do gestor. Pode ser que tanto um como o outro apenas não tenha à disposição ferramentas que possibilitem ter o controle do negócio nas mãos.

Para ter um controle total da empresa, primeiramente precisa-se entender esse cenário e o que este descontrole está afetando. O desgaste emocional, preocupações e agitações por parte do corpo técnico e direção, além de elevado estresse entre os donos e time de funcionários são fatores que prejudicam a companhia de um modo geral, trazendo o desconforto ao dia a dia empresarial.

Sinais da falta de controle na empresa

Alguns setores da empresa podem ser afetados mais do que outros, porém todos de alguma forma sofrem a partir dessa falta de controle e posteriores perdas financeiras.

De uma forma geral, os dados financeiros gerados a partir dos departamentos de vendas, compras e outros setores responsáveis pela renda e receita da empresa são comumente um dos principais indicadores. Processos e ordens que não são integrados entre esses setores geram incongruência de dados e muitas vezes perdas financeiras que se não controladas podem levar a organização para a falência.

Além do setor financeiro, o RH também pode sofrer bastante com a falta de controle na empresa. Sejam em empresas com uma ou mais unidades, caso existam processos e informações diferentes e sem conexão, a capacidade de gerenciar pessoas é fortemente influenciada. Quando esta não se faz presente, todo o time de funcionários sofre com esse desgaste.

Trazer todos os setores para um pleno controle e gestão empresarial é essencial para manter o controle total da empresa. Além disso, mesmo que haja um completo esforço para uma boa gestão e gerenciamento de todos com a sua integração, o fato de haver um setor que não esteja de acordo e não ande junto com os demais, pode desencadear perdas inestimáveis para toda a organização – sendo de teor financeiro, podendo até levar a falência, ou sendo de teor informacional, com perdas de dados e indicadores importantes para todo o gerenciamento da empresa.

Mas, e como resolver isso?

A melhor forma de solucionar esse problema e voltar a ter o controle total da empresa ou organização é através da implantação de um bom software ERP.

Para reforçar essa adoção, uma pesquisa realizada pelo Portal ERP que coletou dados de Outubro de 2016 até Janeiro de 2017 através do mapeamento de 4576 empresas, chamada Panorama Mercado de ERP, trouxe dados relevantes sobre o cenário do setor. Segundo essa pesquisa, 77% dessas empresas se dizem satisfeitas ou muito satisfeitas com seu software de Gestão ERP. Para contrastar esse número, apenas 163 empresas, menos de 4%, encontram-se insatisfeitas com seu software empresarial.

Facilidades e benefícios do sistema ERP

A principal comodidade que o sistema ERP acarreta é o controle. A capacidade de agregar dados e trazer segurança e integração para todos os departamentos da organização é sem sombra de dúvidas a principal vantagem para a implementação de um programa de gestão empresarial.

Além disso, algumas vantagens da implantação de um sistema ERP são o controle e padronização de todos os processos utilizados pela empresa, acabando assim com a divergência de dados e métodos entre os diferentes setores. A rápida visão e redução dos erros, a partir da integração e do controle total da empresa, fica muito mais rápida a detecção e atuação em caso de erros, fazendo com que a sua solução chegue de forma mais ágil.

Outro ponto que podemos abordar é o aumento da produtividade. Estudos de caso informam que a implantação de um software ERP aumenta a produtividade da organização em torno de 26%, uma vez que os processos repetitivos são automatizados.

Sendo assim, a possibilidade de ganhos com a implantação de um sistema ERP de gestão empresarial são imensas, tendo a comodidade de ter o controle total da empresa um grande fator decisório a favor para a adoção. Ter cuidado e fazer uma escolha segura é de vital importância para o sucesso da adoção e para manter sempre um ambiente tranquilo e saudável no ambiente corporativo.

Entre em contato conosco para saber mais sobre softwares de gestão empresarial, ERP e para saber qual melhor solução para ter o controle total da sua empresa e da sua organização. Deixe seu comentário ou dúvida abaixo!

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Controle Financeiro

5 dicas para manter um bom controle financeiro empresarial

O termo controle financeiro se refere a um um conceito amplo que pode ser usado tanto em um contexto pessoal quanto organizacional. No ambiente de negócios, ele servirá para avaliar o desempenho geral da empresa em relação ao seu plano estratégico.

Em outras palavras, o controle financeiro empresarial é um processo consistente de monitorar as atividades para garantir que elas sejam desenvolvidas conforme planejado e que correspondam ao plano de negócios da empresa.

Portanto, dentro do empreendimento, o controle financeiro é uma forma de acompanhar o estado das finanças do mesmo, permitindo aos seus gestores detectar e corrigir eventuais desvios que possam ter impacto nos orçamentos atribuídos.

Mas qual a estrutura de um bom controle financeiro empresarial e como ele deve ser feito para assegurar o cumprimento dos objetivos de negócios? É sobre isso que falaremos no nosso post de hoje.

Ferramentas de um bom controle financeiro empresarial

Toda empresa, grande, media ou pequena, sempre está preocupada com uma coisa: gerenciar seu dinheiro. O controle financeiro empresarial adequado é crucial para sobreviver a uma economia volátil e à competição da indústria.

As pequenas e médias empresas, especialmente, precisam ter cautela com suas decisões financeiras desde o início. Afinal, é preciso mais do que apenas uma boa ideia para administrar um negócio.

Empreendedores precisam estar equipados com boas habilidades de gerenciamento das finanças para transformar seu empreendimento em uma história de sucesso. Para isso, eles precisam montar seu controle financeiro empresarial a partir da seguinte estrutura:

  • Controle de caixa: de vital importância para a empresa, o controle de caixa permite conhecer, por meio dos registros realizados, a origem e o destino de todo o dinheiro movimentado pela empresa diariamente, ou seja, seu histórico financeiro;
  • Controle de bancos: sua finalidade é registrar as entradas e saídas de valores na conta bancária da empresa, permitindo o controle atualizado do seu saldo. É preciso lembrar de fazer a conciliação bancária, que é o ajuste dos valores registrados na conta com aqueles acompanhados pelo controle de caixa;
  • Controle de contas a receber: possibilita o conhecimento do montante dos valores a receber, das contas vencidas e a vencer, dos clientes com atrasos nos pagamentos, além de permitir enxergar como melhor programar suas cobranças;
  • Controle de contas a pagar: possibilita que o empreendedor esteja sempre informado sobre o vencimento dos compromissos, como estabelecer prioridades de pagamento e o montante dos valores a pagar;
  • Fluxo de caixa:  representa a projeção das entradas e saídas de recursos financeiros para determinado período, visando prever a necessidade de captar empréstimos ou aplicar excedentes de caixa nas operações mais rentáveis.

Como fazer um bom controle financeiro na empresa

À primeira vista, é comum achar que fazer seu controle financeiro empresarial seja doloroso. Embora pareça ser, e mesmo que essa não seja sua área de especialidade na gestão da empresa, manter suas finanças em ordem é extremamente importante.

Isso ajuda você a projetar para onde o negócio está indo. Quando você sabe exatamente como suas receitas e despesas estão, você pode começar a tomar decisões mais informadas para o sua empresa. A manutenção dos seus registros financeiros também torna os relatórios e pagamentos de impostos muito mais fáceis de se gerenciar.

Mas para que a gestão do seu controle financeiro empresarial se torne mais fácil, e não seja mesmo penoso, separamos abaixo algumas dicas que vão facilitar esse processo. Veja só:

1. Mantenha as finanças pessoais e empresariais separadas

Misturar as suas finanças pessoais e empresariais vai, inevitavelmente, resultar em confusão. Pode parecer conveniente colocar tudo junto, mas, em última análise, isso fará com que o seu controle financeiro — tanto o pessoal quanto o empresarial — seja muito mais complicado do que precisa ser.

Comece iniciando contas bancárias e de cartão de crédito separadas para o seu negócio. Para o rastreamento contínuo, o acompanhamento das finanças do negócio e para fins fiscais, essa prática eliminará uma grande dor de cabeça para classificar suas transações a cada trimestre, ou todos os anos, conforme for o caso.

Isso também vai tirar os “achismos” para fora da equação. Se você quiser ser bem sucedido no seu negócio, você precisa monitorar e rastrear seus principais indicadores de desempenho, além dos controles citados acima neste artigo.

2. Escolha um software de gestão adequado para o seu negócio

Que sua empresa, eventualmente, precisará de um bom software de gestão é fato. Mas quando se trata de escolher um no mercado, existem várias soluções diferentes. Isso pode te deixar um pouco perdido, mas a grande verdade é que o melhor software de gestão depende das particularidades do seu negócio, e vale a pena considerar suas opções antes de tomar uma decisão.

Hoje, mais do que nunca, há uma infinidade de opções para escolher, e se você não está satisfeito com o seu serviço atual, você sempre pode alternar para outra plataforma que melhor corresponda às suas necessidades. Por isso, procure uma solução que:

  • Te ofereça integração com o controle de estoque, vendas e compras;
  • Permita a emissão de boletos e notas fiscais sem burocracia;
  • Envie notificações dos vencimentos aos clientes;
  • Faça a baixa automática nas suas contas a receber
  • Emita relatórios para embasar sua tomada de decisões.

3. Considere contratar um contador profissional

Muitos empresários gostam de ter todo o gerenciamento da empresa sob suas mãos, contudo, gerenciar sua própria contabilidade não é uma boa ideia, especialmente se você pretende fazer com o que negócio cresça. Se o gerenciamento das próprias finanças está começando a ficar complicado, é hora de pensar na contratação de um contador qualificado.

Embora seja tentador fugir dos custos de trabalhar com um contador, eles poderão ajudá-lo a economizar dinheiro no longo prazo. Você será liberado para trabalhar em tarefas de alto valor que mantenham o negócio avançando, enquanto o contador lida com a parte burocrática da contabilidade da empresa.

4. Mantenha-se organizado e planeje com antecedência

As dicas acima mencionadas devem ajudar a manter suas finanças organizadas. Além disso, monitorar suas finanças e projetar receitas e despesas futuras permitirão que você faça melhores decisões de longo prazo para sua empresa.

Sem essa informação, planejar com antecedência pode ser desafiador. Se você não está de olho no futuro do seu negócio, você pode ser surpreendido. Se, por outro lado, você quiser avançar e ficar à frente na competição, você deve planejar com até 10 anos de antecedência.

Você poderá mitigar as surpresas indesejadas se se manter sempre à frente. Mesmo que as despesas inesperadas aumentem, ao praticar o conservadorismo em seus gastos, você não deverá enfrentar problemas importantes.

5. Tenha um orçamento para o seu controle financeiro empresarial

Parte de manter-se organizado e planejar com antecedência prefira incluir a criação de um orçamento, ou budget. Muitos empresários vêem esta etapa como maçante e desnecessária, mas a importância de um orçamento pode ser equiparada ao valor de um plano de negócios bem formado.

O orçamento não é uma ferramenta para planejar como cada centavo deve ser gasto. Em vez disso, é uma estrutura que você pode usar para ajudá-lo a tomar decisões claras, seja aumentando seus gastos de marketing ou reduzindo os custos de expansão para manter seus lucros no caminho certo.

Faça um orçamento e use-o como seu guia no seu controle financeiro empresarial. Não permita que ele force em você decisões que não quer fazer, mas use-o para fazer ajustes quando for necessário.

Pronto para começar seu controle financeiro empresarial? Ficou com alguma dúvida? Comente abaixo e compartilhe conosco! Estamos sempre prontos para ajudá-lo.