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Controle de Estoque Gestão Empresarial

5 dicas para gerenciar o estoque da sua loja de material de construção

Gerenciar uma loja de materiais de construção é uma tarefa desafiadora. A rotatividade de produtos é enorme e sem o devido controle, aliado à técnicas eficientes e modernas, há uma grande possibilidade de erros serem cometidos e, consequentemente, prejuízos acontecerem sem que sejam percebidos. É nesse momento que você precisa pensar em alguma maneira de controlar melhor seu estoque de material de construção.

Existem diversos tipos de controles e também técnicas capazes de trazer maior organização e confiabilidade para a gestão de estoque em seu negócio. Hoje você aprenderá mais sobre o assunto e vamos apresentar 5 dicas essenciais para que erros deixem de acontecer em sua loja de materiais para construção. Confira!

1. Entenda melhor sobre alguns tipos de controle de estoque

O primeiro passo para organizar o estoque de uma loja de materiais para construção é conhecer os tipos mais comuns de técnicas de controle. Para tanto, selecionamos as principais definições a seguir:

Permanente

O controle permanente é o que acontece em tempo real, sempre que algum produto é vendido ou comprado. Ele é essencial e deve ocorrer da maneira mais rápida e segura possível, pois a quantidade de transações realizadas em apenas um dia é grande e uma única falha pode gerar problemas sérios.

Periódico

O controle periódico é também chamado de inventário. É a conferência realizada de tempos em tempos para verificar se existem inconsistências em seu controle permanente e saná-las em tempo hábil, para que não ocorra o risco de um produto acabar antes que um novo pedido seja realizado, por exemplo.

Mínimo

A prática do estoque mínimo consiste em separar uma parcela de seu estoque do controle principal, dessa forma você terá uma reserva para atender seus clientes caso o principal acabe e também terá tempo de solicitar a seu fornecedor uma nova entrega.

Renovação Periódica

Com base em estudos sobre a permanência de um determinado produto em seu estoque, é possível definir um período médio em que será necessário realizar uma nova encomenda com seu fornecedor. Dessa maneira também existe a possibilidade de saber quais recursos precisam estar disponíveis em seu caixa para as aquisições.

Finalidade específica

Um estoque de finalidade específica é aquele que visa atender a uma determinada demanda, como a construção de um edifício em que a empreiteira fecha um convênio com seu depósito ou até para realizar uma promoção ou queima de estoque.

2. Tenha uma estratégia

Uma estratégia para gerenciar seu estoque começa na disposição do espaço físico onde os produtos devem ser armazenados. É importante saber que tipo de produtos serão comercializados e qual o espaço necessário para realizar essa tarefa.

Serão necessárias prateleiras, caixas organizadoras, escadas ou até uma empilhadeira? Tudo precisa ser analisado com calma. Também é necessário pensar na ergonomia dos colaboradores que farão o manuseio dos produtos.

Nunca compre mais do que pode armazenar, pois colocar seus produtos em locais impróprios pode comprometer sua qualidade, sua durabilidade e também a produtividade dos colaboradores envolvidos no processo de reposição e organização do estoque — além, é claro, de aumentar o risco de acidentes.

Tenha o costume de pensar em todas as possibilidades durante a fase de planejamento e assim evitará problemas e gastos desnecessários de recursos e tempo.

3. Organize o estoque de material de construção

Um estoque organizado facilita o trabalho de todos os colaboradores do depósito, pois dessa maneira é possível encontrar os produtos com maior agilidade e sem fazer bagunça.

É necessário disponibilizar um tempo e mobilizar todos os envolvidos nesse processo para realizar a organização, para que qualquer pessoa possa saber onde encontrar o que precisa — que tal fazer um mutirão no final de semana e não comprometer a produtividade da empresa?

Organize as prateleiras por tipo de material, marca, tamanho, cor ou qualquer outra particularidade. Disponha os produtos mais antigos na parte da frente e coloque os mais novos para trás, dessa maneira você não corre o risco de vender produtos novos e se esquecer dos velhos na prateleira.

Mantenha sempre tudo organizado e setorize suas prateleiras com etiquetas de identificação. Não permita que o dia acabe com seu estoque fora de ordem. Torne isso um uma regra entre seus colaboradores e dessa maneira o manuseio de produtos sempre será mais fácil — inclusive, os inventários serão feitos com maior facilidade e agilidade.

4. Evite usar apenas o controle manual

O controle manual, ou seja, aquele em que utilizamos uma tabela no computador ou fichas para o controle de estoque não são recomendados nem para pequenos negócios. Eles são extremamente arriscados e uma falha humana na contagem vai acontecer em algum momento.

Por outro lado, ele não deixa de ser importante em apenas um dos pontos do processo: a realização do inventário. Esse é o único momento em que o trabalho manual é necessário, pois é quando confrontamos as informações dos relatórios de estoque com o que realmente está disponível para ser comercializado.

Quantidade e dados informados nos cadastros de produtos devem ser periodicamente checados, com a finalidade de serem encontradas falhas ou inconsistências. Inclusive já falamos desse assunto no início do texto, o que demonstra sua importância.

Ao não realizar essa tarefa é possível que um simples erro sofra o efeito “bola de neve”, tornando-se um grande problema em um futuro próximo. Contudo, esse processo pode ser facilitado com o uso de um software de gestão.

5. Invista em um software de gestão

Nos dias atuais, pequenas e grandes empresas de sucesso têm uma coisa em comum: utilizam um software de gestão para controlar seu estoque. Tal software é chamado de ERP — sigla para Enterprise Resource Planning, ou apenas Sistema de Gestão Empresarial, que é a tradução mais comumente utilizada no Brasil.

O software de gestão é uma ferramenta que permite automatizar processos e tem funções que facilitam a vida de todos os colaboradores de seu depósito. No ato de uma venda é possível saber se há disponibilidade de um produto e, assim que ela é realizada, a nota fiscal é emitida e a baixa no estoque é feita automaticamente.

Os benefícios são inúmeros e alcançarão toda sua empresa, pois uma ferramenta de gestão robusta oferece muito mais do que apenas gerir seu estoque. Ela integra todos os departamentos de seu negócio e as informações ficam centralizadas em um único banco de dados, oferecendo consistência, segurança e, principalmente, facilidade.

A automatização de seus processos internos tornará serviços maçantes tarefas simples, otimizando a gestão de tempo de seus colaboradores e permitindo que eles possam dedicar tempo a outras funções estratégicas, aumentando a produtividade e a satisfação.

Seu relacionamento com clientes e fornecedores será muito melhor, pois é possível cadastrá-los e acompanhar quem está consumindo seus produtos e com qual frequência isso acontece. Dessa maneira saberá com exatidão qual cliente está merecendo um desconto e com qual fornecedor poderá almejar vantagens em sua próxima compra. Já pensou nisso?

Conhecer os tipos de controles, ter uma estratégia, ser organizado e investir em um sistema para gestão do estoque de material de construção são dicas simples, mas fazem toda a diferença para que seja possível alcançar o sucesso de seu negócio. Pare de perder vendas e coloque em prática todas essas técnicas para fazer a diferença em seu nicho de mercado!

Agora você já sabe como gerenciar seu estoque, mas ainda temos muitas maneiras de lhe ajudar com a gestão de seu negócio! Assine nossa newsletter e receba conteúdos ricos, escritos por quem realmente entende do assunto. Garantimos que você não vai se arrepender!

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Empreendedorismo

Nortesys apresenta novidades a colaboradores e parceiros durante coquetel

Foi na manhã do último sábado, dia 27, no auditório do Hotel Relicário, que os colaboradores e parceiros tiveram o primeiro contato com o novo modelo de gestão da Nortesys. Além do coffee break, o diretor geral e fundador, Gean Sharlly Sousa, cumprimentou o público e falou, de maneira breve, do que vem pela frente, nessa nova etapa.

“Mudança” e “novos desafios” foram as expressões que predominaram na reunião. “Novas oportunidades, novos desafios. Para ter resultados diferentes, precisamos fazer a diferença. É um momento de agradecimentos. Agradecer a Deus, aos parceiros, clientes, colaboradores, familiares que apostaram e acreditaram nesse novo modelo, nesse novo conceito chamado Nortesys”, destacou.

Foco nas parcerias que possibilitam conquistas e agregam valor à instituição. Raimundo Lima, diretor de negócios, descreveu o encontro e falou sobre o objetivo da organização em relação ao mercado de automação comercial:

“É um momento ímpar, em que toda equipe da Nortesys está interagindo e entendendo essa nova filosofia que está sendo posta em prática a partir desses últimos dias. E o objetivo é fazer com que a empresa seja, cada vez mais, eficiente nos resultados, trazendo para o cliente aquilo que ele sempre almeja: um sistema robusto, que traz qualidade no resultado; segurança; confiabilidade; e lucratividade, acima de tudo“, disse.

Um coquetel carregado de bom conteúdo, boas expectativas em relação ao futuro, reflexão, alegria e novidades, a exemplo dos vários brindes distribuídos para as equipes de atendimento, suporte, produção de software, do financeiro, além do comercial, entre outras.

“Satisfação em poder fazer algo mais, poder estar junto com a equipe, com todos os colaboradores, diretores e a gente poder planejar juntos. Afinal, não estarei sozinho na caminhada. Isso é maravilhoso”, declarou Yuri Collares, diretor comercial.

A Nortesys tem metas ousadas de crescimento. Para concretizá-las, conta com colaboradores talentosos e uma gestão moderna em que “todas as [novas] ideias são muito bem-vindas”, ressaltou Sharly.

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Farmácia Gestão Empresarial

Gestão de farmácia: veja 3 melhores práticas

Quando se fala em administração de negócios, uma série de conceitos interconectados vêm à mente. No que tange à gestão de farmácia, o cenário é o mesmo: em função das particularidades do segmento, é natural que haja demandas específicas e processos aderentes à operação cotidiana da empresa.

Se você busca mais informações sobre as melhores práticas de gestão para a sua farmácia, encontrou o conteúdo certo!

Neste post, você vai entender por que é importante estruturar a administração do negócio. Além disso, também vai ter acesso a dicas precisas para alavancar a performance estratégica da empresa.

Preparado? Boa leitura!

Por que é importante investir em gestão eficiente?

O bom funcionamento de uma empresa está diretamente ligado à qualidade na execução de suas rotinas. Processos desconectados, descentralizados e desorganizados representam um grande perigo à saúde e à perenidade da empresa.

Na prática, construir e manter uma gestão eficiente é uma condição essencial para assegurar o desempenho de qualquer organização — e não é diferente com o segmento de farmácias.

Somente ao padronizar rotinas, simplificar atividades, automatizar processos e centralizar informações, favorecendo a operação cotidiana da equipe, é possível estimular a performance do negócio e, assim, angariar resultados cada vez mais promissores e expressivos.

Diante disso, portanto, não é equivocado afirmar que a eficiência da gestão é um dos principais pilares de uma empresa bem-sucedida. No alicerce da competitividade e da rentabilidade, as estratégias administrativas têm papel de destaque em qualquer ramo de atuação.

Como é possível potencializar a gestão de farmácia?

Agora que você já está convencido da importância de promover e nutrir uma gestão eficiente, chegou a hora de agregar um pouco mais de prática à discussão.

A administração de farmácias demanda procedimentos específicos e evidencia exigências bem específicas de acompanhamento e controle. Veja dicas valiosas para potencializá-la:

1. Monitore o estoque (e os lotes)

Na operação farmacêutica, uma das atividades mais estratégicas é, sem dúvida, o controle de estoques; afinal, as características do produto — que, além de passarem por uma intensa regulação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), também exigem critério no manejo e na armazenagem dos lotes — pressupõem uma série de cuidados extras.

Para garantir a gestão eficiente e segura dos itens (e dos lotes), é preciso monitorar entradas e saídas com diligência, conferindo transparência e confiabilidade aos controles.

2. Padronize os cadastros de medicamentos

Essencialmente ligada à dica acima, a preocupação com a padronização de cadastros é legítima e, no cotidiano operacional, invariavelmente assegura o desempenho da equipe.

De modo a facilitar a busca por medicamentos e a endossar as melhores práticas de controle, é importante que os gestores se dediquem à unificação de informações, fomentando o desempenho enxuto e ágil da empresa.

3. Invista em um software de gestão

Para a missão de fortalecer o controle operacional — seja do estoque, seja do administrativo —, os sistemas de gestão (ou ERPs) são os grandes aliados das farmácias de sucesso.

Ao dispor de uma ferramenta altamente tecnológica para administrar os processos do negócio, integrando-os com objetividade, os gestores têm mais autonomia para tomar decisões estratégicas.

A mensagem, portanto, é clara: para impulsionar a gestão de farmácia, é preciso estabelecer padrões críveis, certificando-se de contar com recursos aderentes na tarefa de medi-los — contribuindo diretamente para o desenvolvimento da empresa.

O conteúdo te ajudou a repensar táticas e estratégias? Então que tal compartilhá-lo em suas redes sociais, permitindo que mais pessoas tenham acesso a ele? Bons negócios!

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Contabilidade Controle Financeiro Supermercado

Contabilidade para supermercados. Melhore com essas 5 dicas infalíveis

O ramo do varejo é um dos que mais cresce no Brasil e, por esse motivo, a concorrência está cada vez maior. As empresas que investem em tecnologia e rotinas administrativas eficientes se destacam em lucratividade e redução de custos operacionais.

Nesse contexto, investir em contabilidade para supermercados é uma das estratégias que podem ajudar. O setor contábil de uma empresa é responsável por inúmeras atribuições, seja ele interno ou terceirizado.

É ele, por exemplo, que faz o balanço de todas as suas contas, sabe quanto você lucrou, perdeu ou economizou em cada período ou projeto. Se a saúde de sua empresa vai bem, é seu contador que saberá informar, e também é ele quem pode tirar seu negócio do buraco caso as coisas não estejam tão bem.

Neste post, você aprenderá 5 dicas sobre contabilidade para supermercados e poderá aplicá-las em seu negócio para garantir uma melhora expressiva na organização, tomada de decisões e, principalmente, no seu faturamento. Vamos começar?

1. Entenda mais sobre gestão financeira

A contabilidade vai muito além de burocracia e números por todos os lados — ainda que eles sejam ativos valiosos para sua empresa. Por isso, é preciso saber interpretar e usar essas informações a seu favor.

Faça análises periódicas dos dados apresentados pelo seu setor contábil e entenda o que cada um deles quer dizer. Encontre gargalos, pontos que podem ser melhorados e, principalmente, gastos que podem ser eliminados ou substituídos por opções mais interessantes.

Conhecer seu fluxo de caixa e ter controle completo sobre ele é um bom exemplo disso, pois todos os dados são mensuráveis. Ao saber sobre tudo que está entrando, saindo e ficando parado por muito tempo, é possível definir estratégias e reconhecer quais são mais lucrativas.

Se suas noções em gestão financeira são limitadas, invista em qualificação profissional na área. Não confie apenas em seu contador. É preciso ter conhecimentos relevantes para que as reuniões e a interpretação dos relatórios seja o mais proveitosa possível.

2. Faça um planejamento estratégico

Entendendo melhor sobre gestão financeira, você terá dados para traçar um planejamento estratégico de suas ações futuras. Com os dados em mãos, crie gráficos e facilite a visualização das informações, pois dessa maneira conseguirá definir metas e prazos para a execução de tarefas. Assim o tempo será utilizado a seu favor.

Preveja situações e crie métodos para superar as que não sejam convenientes para a empresa. Esteja atualizado quanto à legislação do país e não permita que um novo imposto ou uma nova regra determinada pelo governo o peguem de surpresa.

Entenda mais sobre o custo fixo mensal e anual de seu negócio, procurando encontrar meios de reduzi-los — sem comprometer sua rotina nem diminuir suas vendas — e de retomar o controle sobre seu negócio.

3. Desenvolva projetos

Em um 1º momento, o termo “projeto” tem uma conotação estranha. Pensamos que pode se tratar de uma obra de engenharia ou de um desenho de computador. Pelo contrário: um projeto é um conjunto de ações que possuem começo, meio e fim, com a finalidade de alcançar um objetivo específico.

Tudo pode se tornar um projeto. Por exemplo: modernizar o parque tecnológico de seu supermercado com terminais de consulta de preços ou investir no treinamento de colaboradores para otimizar seus métodos de gerenciamento de tempo.

Durante sua fase de planejamento estratégico, pense em potenciais projetos que podem trazer benefícios para sua empresa, como uma auditoria interna ou a contratação de uma consultoria para a implementação de um sistema de gestão.

Coloque tudo na ponta do lápis e decida quais são mais importantes, quais trarão maior retorno financeiro e, por fim, quais cabem no seu orçamento.

4. Adote um controle eficiente de estoque

A contabilidade diz muito sobre como você gerencia os demais setores de seu supermercado, e um departamento que influencia bastante é o de controle de estoque.

Todo produto que entra e sai em seu estabelecimento comercial se transforma em números e valores mensuráveis e importantes. Um controle eficiente do estoque é uma ferramenta que vai determinar seu sucesso ou seu fracasso.

No varejo, o fluxo de produtos é rotativo, e o abastecimento é constante. Portanto, é preciso saber quanto está pagando, quanto vai lucrar, quais são as melhores épocas para adquirir determinado produto ou qual marca tem maior retorno financeiro.

Aprenda a controlar a validade das mercadorias e não permita que elas estraguem, pois muito dinheiro será perdido caso isso aconteça.

5. Invista em uma ferramenta de gestão

Esta é a 5ª e mais importante dica que vamos apresentar, pois ela vai dar suporte para executar os passos anteriores e facilitará a sua vida e a de todos os colaboradores de sua empresa.

Investindo em uma ferramenta de gestão, você será capaz de gerenciar não apenas a contabilidade de sua empresa, mas também integrar todos os departamentos para que as informações sejam armazenadas e analisadas em tempo real por todos os envolvidos nos processos administrativos — seja no caixa, no estoque ou nos recursos humanos.

A melhor escolha sempre será a adoção de um ERP (sigla para Enterprise Resource Planning, ou sistema de gestão empresarial). Trata-se de uma ferramenta que oferece suporte para gerenciar todo um supermercado, com controle financeiro e contábil e emissão de notas fiscais e de relatórios.

Um bom ERP deve se adaptar a todas as necessidades encontradas em seu cenário e melhorar exponencialmente todas as suas rotinas internas, oferecendo agilidade, transparência e, principalmente, consistência nas informações.

Por fim, uma ferramenta de gestão robusta está sempre alinhada com a legislação vigente no país. Todas as informações poderão ser sincronizadas com os bancos de dados governamentais e, inclusive, com os softwares contábeis, caso sua empresa contrate um serviço terceirizado.

Para que sua empresa alcance um nível diferenciado de seus concorrentes, é importante mensurar, planejar e investir em todas as áreas que a compõem. Tratando-se do mercado de varejo, a contabilidade para supermercados é importante, pois fará toda a diferença nos resultados almejados. Além disso, o seu retorno financeiro acontece a curto prazo. Pense nisso!

Nossas dicas foram capazes de sanar suas dúvidas? Há mais alguma coisa que você quer saber ou compartilhar com a gente? Deixe um comentário!

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Gestão Empresarial Supermercado

Como escolher o melhor software para gestão do supermercado? Confira!

A tecnologia está, já há alguns anos, transformando o varejo. Ao contar com ferramentas de gestão cada vez mais modernas, capazes de integrar operações e de otimizar recursos, os gestores da área ganham mais segurança para tomar decisões assertivas. Você já considerou um programa para supermercado?

Independentemente da sua resposta, é importante que você leia este conteúdo na íntegra! Você vai entender a importância de um sistema para gerir as operações do supermercado. Além disso, também vai receber dicas valiosas para acertar na escolha do software ideal.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Por que é importante contar com um sistema de gestão?

A cada dia, o mercado se torna mais competitivo. Para se sobressair à concorrência, bem como para construir diferenciais importantes ao desenvolvimento do negócio, os gestores precisam buscar a alta performance de suas operações.

Na missão de organizar rotinas e de extrair o máximo potencial da equipe, a liderança precisa ser assertiva, mas não pode deixar de incluir mecanismos capazes de alavancar os resultados individuais e coletivos. Nesse contexto, a tecnologia é a grande aliada das empresas bem-sucedidas.

Para evidenciar e corroborar a importância de aderir a um sistema de gestão eficiente, cuja aderência seja adequada às demandas do negócio, é válido ressaltar algumas vantagens cruciais.

Centralização de informações

No cotidiano operacional de um supermercado, o intenso fluxo de dados é uma das características mais marcantes — afinal, são centenas (ou, até mesmo, milhares) de produtos disponíveis, uma série de táticas para precificação e um constante esforço logístico e promocional.

Em um ambiente tão complexo, é imprescindível que os processos de gestão sejam eficazes e seguros, garantindo a transparência administrativa.

Centralizar as informações — contemplando todas as áreas de negócio, da cotação de compras à otimização do estoque — é essencial para garantir a agilidade e, claro, também a rentabilidade do supermercado.

Minimização de erros

Atividades excessivamente manuais são, sem dúvidas, mais passíveis de erros. E os equívocos, por sua vez, podem representar riscos consideráveis à perenidade e à lucratividade do negócio.

Para suprimir a incidência de erros operacionais — no controle manual, por meio de planilhas independentes, ou no registro falho de informações importantes, com arquivamentos ineficientes — a adoção de um sistema de gestão desponta como a alternativa ideal.

Ao padronizar e automatizar rotinas, o software torna o cotidiano mais ágil e pragmático, eliminando a ocorrência sucessiva de erros manuais.

Acesso transparente a dados estratégicos

Outro aspecto positivo, na defesa dos sistemas de gestão, é justamente a capacidade de oferecer acesso rápido e transparente aos dados estratégicos do negócio.

Com vistas à otimização de recursos, a tecnologia embasa e endossa planejamentos altamente qualificados: é possível, por exemplo, analisar o histórico de vendas por período e, assim, extrair informações sobre sazonalidade.

Desta forma, decisões sobre novas compras, bem como adoção de táticas promocionais, são feitas com mais segurança e trazem mais resultados.

Como escolher o melhor programa para supermercado?

Uma vez convencido acerca da importância de um sistema de gestão para potencializar as rotinas do supermercado, chegou a hora de partir para a prática: como é possível selecionar a solução mais adequada à sua operação?

A resposta não é simples, mas pode certamente ser obtida a partir das avaliações certas. Para garantir a aderência da sua escolha, certifique-se de avaliar alguns critérios determinantes.

1. Avalie as necessidades do supermercado

Cada empresa tem suas particularidades e, por isso, também suas necessidades específicas. É um equívoco perigoso acreditar que, por ter servido a outro negócio, a mesma solução será igualmente eficiente na sua unidade.

Para escolher corretamente, avaliando em profundidade qual opção é mais adequada, o levantamento pormenorizado de necessidades, demandas, processos e operações deve ser uma das etapas iniciais.

Certifique-se de identificar todos os problemas (que, em menor ou menor grau, estão impactando negativamente nas rotinas do supermercado) e de estabelecer as prioridades de atuação (entendendo qual setor está mais defasado).

A total clareza do panorama empresarial, nessa etapa, é a garantia de uma seleção mais direta, rápida e eficaz; afinal, o gestor será capaz de determinar com prioridade quais opções são mais acertadas.

2. Cheque a estrutura necessária

A adoção de um programa para supermercados exige mais do que a decisão acerca de uma determinada solução. Para implantar o novo sistema, certamente será preciso verificar a disponibilidade da estrutura interna e assegurar que os requisitos básicos de funcionamento são atendidos.

É válido mencionar, ainda, que a aquisição de um software de gestão pode ser efetivada em duas modalidades, de acordo com as preferências e as necessidades de cada empresa: em caso de servidor local, dispensa-se a internet para a operação cotidiana, mas geralmente demanda a presença de um profissional interno; em caso de nuvem, dispensa-se o investimento em infraestrutura local (servidor, backup etc).

3. Confira os prazos para a implantação

O processo de implantação é extremamente importante para o sucesso do sistema e, claro, também da empresa como um todo. Somente ao contar com funcionários treinados, capazes de executar as rotinas com agilidade e alta performance, é possível melhorar a competitividade e o desempenho do supermercado.

Para garantir a execução do cronograma, bem como para preparar as equipes para a mudança que está por vir, é fundamental que haja a definição de etapas e prazos, permitindo o acompanhamento contínuo da evolução do projeto.

E lembre-se: busque empresas que ofereçam uma metodologia consistente de implantação, preocupando-se em entregar resultados de excelência desde a parametrização do novo sistema.

4. Conheça seu fornecedor

Por fim, embora igualmente capital, é pertinente pontuar que a confiança é extremamente importante para o sucesso integral da parceria. Em tecnologia, como em qualquer outra área de negócio, ambos os lados precisam estar concentrados em um objetivo comum: conquistar resultados mais expressivos.

Por isso, antes de firmar acordo com o fornecedor escolhido, conheça-o em profundidade. Certifique-se de, se possível, contatar outros clientes para entender qual é a didática do parceiro, validando sua expertise e eficiência.

Com critério e transparência, você certamente fará um ótimo negócio e será assertivo na contratação de um programa para supermercados.

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Contabilidade Controle Financeiro

Empresa com contabilidade ruim? Saiba os riscos

Na prática, a gestão empresarial é o resultado de um encadeamento sinérgico e eficaz de operações fundamentais à administração do negócio e, dentre essas atividades prioritárias, desponta o serviço de contabilidade.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre a importância de priorizar um serviço contábil transparente e efetivo, suprimindo os riscos inerentes a uma gestão ineficiente dos dados e das obrigações relacionadas.

Preparado? Sigamos em frente e boa leitura!

Qual é a importância do serviço de contabilidade?

No Brasil, as atividades contábeis (que envolvem obrigações fiscais e tributárias) são um aspecto sensível para grande parte das organizações em atividade.

A complexidade (e o grau de exigência) do sistema, bem como a dificuldade de obter e sintetizar informações confiáveis, constam como algumas das principais dificuldades no cotidiano operacional.

Muito embora existam empecilhos, nenhum negócio — independentemente do porte ou do ramo — precisa contar com rotinas consistentes de contabilidade. Afinal, trata-se da área responsável por manter a conformidade legal da operação, por fornecer dados estratégicos que suportem decisões importantes e por assegurar a saúde financeira das transações.

Neste aspecto, a importância da execução de excelência, no que tange aos serviços de contabilidade, é evidente: somente ao dispor de processos e ferramentas aderentes, capazes de simplificar rotinas e de conferir transparência à gestão de informações e recursos, é possível avançar no mercado e fortalecer a competitividade da organização.

Por que serviços mal executados comprometem a empresa?

A contabilidade empresarial é, sem dúvida, um dos pilares que sustentam toda a operação. No caso de serviços falhos ou ineficazes, os riscos são inúmeros e, em alguns casos, até mesmo fatais.

Considerando que a área contábil está à frente da gestão de recursos e da integridade legal, é justo afirmar o caráter imprescindível (e estratégico) da atividade.

Dentre os problemas gerados por má execução contábil, despontam, por exemplo:

1. Equívocos e fraudes em declarações fiscais

Caso haja desvios nas declarações fiscais, periodicamente remetidas ao governo, as implicações podem ser vastamente sérias e prejudiciais.

Independentemente da causa, seja por confusão nas informações ou má conduta no gerenciamento, o fato é que documentações fraudulentas geram uma série se sanções e punições — e a rigidez das determinações, não raro, culminam no fracasso completo de uma operação empresarial.

2. Aumento desnecessário de custos com tributos e impostos

A área contábil é, sem dúvida, a mais indicada para conceber o planejamento tributário, no qual são analisados os dados do negócio para, em seguida, determinar o regime mais apropriado.

Equívocos na avaliação podem afetar o desempenho da operação, uma vez que a demanda de pagamento para impostos e tributos não está amparada nos resultados reais da empresa.

3. Ausência de informações seguras para embasar decisões estratégicas

Por fim, embora não menos importante, a contabilidade também auxilia, direta e indiretamente, na perenidade global da organização.

Ao prover dados confiáveis, capazes de identificar vulnerabilidades e explicitar oportunidades, os líderes têm mais autonomia para tomar decisões estratégicas, concebendo um plano de ação alicerçado em certezas, e não em hipóteses.

Diante disso, não seria equivocado afirmar que, ao gestor, cabe a resoluta preocupação de garantir a boa execução do serviço de contabilidade. Por isso, é indispensável que haja investimentos em qualidade e segurança, garantindo conformidade, alta performance e, claro, resultados mais expressivos e saudáveis.

O conteúdo foi útil e você está disposto a aprofundar seus conhecimentos em assuntos relacionados à gestão? Aproveite para entender como é possível melhorar o controle das operações e dos resultados empresariais.

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Gestão Empresarial

Confira 5 dicas para modernizar uma empresa

Eldir é gerente administrativo de uma loja de materiais para construção e braço direito dos proprietários. Ele tem percebido que seus principais concorrentes estão aumentando suas vendas e não pretende ficar para trás. O problema é que ele não tem a menor ideia de como modernizar uma empresa.

Você se identificou com esse caso? Se a resposta for positiva, com certeza precisa de ajuda e está no lugar certo para aprender como alcançar o sucesso que tanto deseja!

O processo necessário para modernizar uma empresa não acontece de um dia para o outro, mas precisa começar em algum momento e atitudes devem ser tomadas o quanto antes. É necessário planejamento e algum investimento — este varia de acordo com suas necessidades e recursos.

Pensando em lhe auxiliar nesse processo, preparamos uma lista com principais atitudes que você deve tomar para alavancar seus negócios e colocá-lo no topo novamente. A dica número 5 é a mais importante em nosso entendimento, confira:

1. Crie ou reinvente sua identidade visual

A identidade visual nada mais é do que o reflexo da personalidade de sua marca por meio de elementos visuais. Detalhes como cores, tipografia, padronização dos documentos utilizados em seu dia a dia, como cartões de visita, folhetos e até o design do ambiente de trabalho fazem parte dessa importante ferramenta.

Se seu negócio já possui uma identidade visual, pense em melhorá-la ou até em reinventá-la. Quando uma empresa é muito antiga — principalmente as de menor porte — e nunca deu muita atenção a esse detalhe, modernizar seu logotipo e materiais gráficos é uma ótima ideia.

Caso esteja começando agora, procure ajuda profissional e dê os primeiros passos para mostrar a seus clientes que sua empresa é única. Faça sua marca ficar gravada na memória deles e sempre que precisarem de algum produto ou serviço, certamente você será procurado.

2. Adote uma estratégia nas redes sociais

Estamos em um momento em que é impossível não pensar no uso das redes sociais para alavancar um negócio. Segundo o site de notícias G1, o Facebook alcançou em junho de 2017 a incrível marca de 2 bilhões de usuários e sua empresa não pode ficar fora dessa!

Hoje existem empresas de consultoria que podem lhe auxiliar e até agências que fazem todo trabalho por você — que é a prática recomendada. Na pior das hipóteses, faça você mesmo um perfil com as informações de sua empresa, como endereço, horário de atendimento e os produtos ou serviços que oferece.

Existem muitos materiais gratuitos e bem didáticos na internet que podem ser usados como referência. Um deles é o Guia Completo do Marketing de Conteúdo de Conteúdos nas Redes Sociais.

Apenas tome cuidado com a postura que irá adotar em sua estratégia, pois da mesma forma que seu negócio pode crescer muito, pode também afundar de vez no caso de uma conduta inapropriada.

3. Capacite seus colaboradores

Investir na estrutura física e digital de sua empresa é uma necessidade indiscutível, mas lembre-se de que é importante se atentar sempre a seus recursos humanos, independente do tamanho de seu quadro funcional.

Capacitar seus funcionários traz inúmeros benefícios para seu negócio. Eles precisam estar preparados para realizar um bom atendimento, lidar com situações inesperadas e também possuir os conhecimentos necessários para operar equipamentos e softwares.

Se os recursos financeiros são limitados procure criar agentes multiplicadores, ou seja, alguns colaboradores recebem o treinamento e ficam encarregados de transmitir todas as informações para os demais. Essa é uma técnica que reduz custos e pode trazer grandes benefícios.

Profissionais que recebem capacitações periódicas trabalham mais felizes, pois se sentem valorizados pelo empregador, resultando em um melhor desempenho de suas atribuições.

4. Invista em automação

Um dos maiores investimentos — e possivelmente o maior — que você pode fazer em sua empresa é adotar automação de seus processos de gestão. Nesse caso específico o retorno é bem mais rápido.

Com um melhor controle de seu estoque e suas finanças, por exemplo, é possível reduzir o tempo gasto em tarefas cotidianas e canalizar o foco de seus colaboradores em outras atribuições estratégicas. A redução de falhas humanas é expressiva e os gargalos podem ser resolvidos antes de se tornarem grandes problemas.

Bons softwares de gestão tornam a confiabilidade de suas informações muito maiores, pois reduzem a redundância, já que integram em uma única base de dados todos os setores. Um exemplo simples é a realização do pagamento de uma compra, em que o valor recebido é adicionado ao sistema financeiro, a baixa no estoque é feita automaticamente e a nota fiscal eletrônica é emitida simultaneamente.

O trabalho que antes era atribuído a dois ou mais colaboradores e levava um tempo precioso para ser realizado, agora é feito automaticamente, em minutos. Isso é possível, desde que você utilize um software de gestão confiável e que atenda a suas necessidades.

5. Contrate um software de gestão eficiente

Existem milhares de opções de softwares de gestão disponíveis no mercado, contudo, é preciso se atentar para alguns detalhes na hora de escolher a melhor para seu negócio.

Comprar os chamados “softwares de prateleira” — aqueles que são comercializados em lojas de informática — não são recomendados. Uma ferramenta realmente produtiva deve ser adaptada para a sua realidade, priorizando suas necessidades e tornando as tarefas o seu dia a dia mais fáceis.

Estamos falando de um ERP, sigla Enterprise Resource Planning (ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil). Procure por uma empresa que lhe ofereça não apenas um simples software de gestão, mas sim uma solução completa para atender toda sua demanda, com uma equipe que possa garantir suporte técnico e treinamento a todos os usuários.

Conforme falamos no início do texto, a dica número 5 é a mais importante em nosso entendimento. Afinal, para investir em estratégias visando modernizar sua empresa você precisa entender como está a sua saúde e um ERP é a solução mais indicada para se obter essas informações.

Agora que você já sabe qual direção deve seguir, é preciso considerar as opções e tomar uma atitude. Estamos aqui exatamente para isso! Então deixe o seu comentário no post e dê o primeiro passo para alcançar o sucesso do seu negócio!

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Gestão Empresarial

Como escolher o melhor software para loja? Confira!

A alta competitividade de mercado exige das empresas um diferencial que só pode ser conquistado com o uso da tecnologia. Isso porque, com o advento da Internet das Coisas (IoT), muitos processos serão automatizados e interligados entre si, e a adequação a essa inovação será uma estratégia competitiva que garantirá a sobrevivência da organização no mercado.

Segundo o SEBRAE, empresas que buscam inovação e controle das variáveis quantitativas e qualitativas do processo produtivo têm 10% mais chances de sobreviver à falência.

Esse controle só pode ser feito de forma eficiente com o uso de software para loja, que reduz os custos de produção, maximiza resultados de venda e promove a eficácia da gestão com a melhoria contínua do processo. Todos esses benefícios juntos convergem para o aumento da lucratividade, principal objetivo de uma organização.

Revelamos agora os segredos para você escolher o melhor software para loja e garantir que a sua empresa alcance esse objetivo. Confira!

Identifique os gargalos da sua empresa

Para a elaboração de qualquer estratégia, são necessários apontamentos sobre as variáveis com as quais se deseja trabalhar. Um ERP possui muitas rotinas que, dependendo do seu processo de implantação, nunca serão usadas.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão é importante que se faça uma análise SWOT, que vai apontar as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da organização.

Análise SWOT

Também conhecida como matriz FOFA, a análise SWOT consiste em analisar cada item, individualmente ou com os outros, para elaborar um planejamento estratégico que dê mais segurança na tomada de decisão.

Forças (Strengths)

São características internas positivas, relacionadas a fatores-chave de sucesso. Estão ligadas ao ambiente organizacional e aos stakeholders envolvidos diretamente com a empresa, como clientes e fornecedores.

Fraquezas (Weakness)

São fatores internos negativos que devem ser corrigidos, principalmente adequando a cultura organizacional aos objetivos da empresa. Como exemplo podemos citar concorrentes e setores de classe.

Oportunidades (Opportunities)

Podemos citar como exemplo o crescimento demográfico da região onde a empresa está inserida (clientes em potencial) ou avanços tecnológicos que possibilitam a evolução organizacional, que são fatores externos positivos.

Ameaças (Threats)

Entre elas estão os desafios externos negativos que a empresa precisa enfrentar para alcançar o sucesso. Exemplos disso são índices macroeconômicos como a inflação ou a escassez de matéria-prima em determinado período.

Posteriormente à análise, os responsáveis pelo levantamento devem associá-la aos requisitos básicos que um software para loja precisa ter para otimizar a gestão, de modo que as forças e oportunidades sejam potencializadas, e as fraquezas e ameaças sejam minimizadas ou eliminadas.

Faça o levantamento do custo-benefício

Já com a análise SWOT elaborada e com a listagem de todas as rotinas que o software para loja ideal para suprir sua demanda deve possuir, é necessário que se faça uma análise dos custos relacionados aos benefícios que o sistema vai proporcionar. Listamos os itens que devem ser pensados nesse processo:

Analise as funcionalidades disponíveis

Existem funções mínimas que um bom sistema de gestão deve possuir. Atente-se para avaliar as prioridades, pois um sistema completo exige uma estrutura de máquinas melhores e pessoas mais capacitadas.

Entre as funções podemos destacar estoque mínimo com alerta de compra, elaboração de inventário com coletor de dados (para facilitar a contagem com a utilização de um leitor de código de barras), conciliação bancária ao fluxo de caixa, classificação de produtos quanto à grade de tamanho, cores etc.

Outra funcionalidade imprescindível é a adequação ao nosso sistema tributário. Atente-se sobre a existência de um campo de classificação tributária na descrição de produtos e todas as suas obrigações acessórias — e que esses estejam ligados ao PDV no caso da empresa ser obrigada a emitir cupom fiscal.

Relacionado ao mesmo motivo, também é importante verificar se o software possui um leitor de arquivo XML para facilitar a entrada de mercadorias pela nota fiscal eletrônica e a elaboração de relatórios exigidos pela Receita Federal, como Sintegra e SPED fiscal.

Busque facilidade

A interface deve ser agradável ou contar com um recurso de troca de cores, por exemplo. Isso é importante porque muitas horas serão gastas na frente da tela do software, que não deve ser cansativo para quem usa.

As funções do software para loja devem ser autoexplicativas ou conter manuais e vídeos que facilitem seu aprendizado — ou de fácil acesso quando surgir alguma dúvida.

Precisa ter também vários usuários com senha de acesso e rotinas configuráveis a cada função desempenhada na empresa, para que um colaborador do balcão não tenha acesso às informações administrativas, por exemplo.

Troque experiência com quem já é cliente

A melhor forma de avaliar um serviço ou produto é com a troca de informação com quem já o experimentou. Procure clientes do sistema que sejam do mesmo ramo de atividades da sua empresa, para saber se ele atende perfeitamente a demanda do seu negócio.

Avalie os equipamentos necessários para a implantação

Mais do que comprar o sistema, sua empresa precisa adequar a estrutura para recebê-lo. É preciso avaliar se os computadores têm capacidade de armazenamento suficiente, se estão ligados em rede para a atualização automática em todas as máquinas, se têm fácil integração com outros equipamentos — como coletores de dados —, se a empresa possui as licenças de softwares necessárias — como Windows, banco de dados etc.

Atente-se para questões de segurança da informação

A solução não pode ser vulnerável a ataques de hackers, que avançam na mesma proporção da evolução da internet.

Os dados da sua empresa precisam estar em backups que devem ser feitos automaticamente pelo sistema, a fim de evitar o risco de perda por consequência do esquecimento da realização dessa rotina.

Aliado ao backup, buscar um servidor de armazenamento de arquivo na nuvem pode ser interessante para garantir a proteção da informação fora do ambiente organizacional.

Teste o suporte técnico

É importante avaliar o tempo de atendimento a uma demanda de manutenção ou esclarecimento de dúvida por parte do suporte técnico. Para isso, realize testes com a equipe responsável por esse setor na empresa contratada.

Estude o contrato

Antes de fechar a contratação, leia tudo o que está escrito na documentação e estabeleça um acordo de níveis de serviços (SLA) para o período de implantação, onde serão especificados com clareza quais são as responsabilidades de cada envolvido na contratação.

Promova uma implantação eficiente

Agora que o sistema para loja foi escolhido com tanto cuidado, a etapa de implantação não deve ser deixada de lado.

Certifique-se de que os dados serão inseridos de forma completa: da contagem de estoque inicial ao cadastro de produtos, clientes e fornecedores — cujas lacunas devem ser preenchidas corretamente. Não se esqueça também de realizar o treinamento de todas as pessoas que terão acesso ao sistema.

Se essa fase for feita corretamente, não haverá necessidade de recorrer ao suporte da empresa com tanta frequência — e o retrabalho será evitado.

Agora que você aprendeu o segredo para escolher o melhor software para loja, promova a melhoria da sua organização com uma ferramenta que realmente pode lhe ajudar nesse processo.

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Controle de Estoque Gestão Empresarial

Como fazer uma planilha para controle de estoque eficaz?

Se a operação cresce, os mecanismos de gestão também precisam se solidificar. Para acompanhar o desenvolvimento do negócio, assegurando a sustentabilidade e os resultados da empresa, é preciso investir em centralização de informações — e, neste âmbito, a criação de uma planilha para controle de estoque é primordial.

Se você deseja entender melhor quais são as estratégias para tornar o seu acompanhamento mais robusto e eficaz, encontrou o conteúdo certo! Nesse post, você saberá como criar uma planilha eficiente para gerenciar o seu estoque; e, além disso, também receberá dicas valiosas para estruturar o documento perfeito para a necessidade do seu negócio.

Boa leitura!

Por que é importante criar uma planilha para controle de estoque?

Ao nascer, a pretensão de qualquer empresa (e, claro, também do idealizador que a concebeu) é a de se desenvolver exponencialmente, conquistando mercados e perpetuando as suas operações. À medida que esse objetivo vai sendo gradativamente alcançado, exigindo processos mais completos e complexos, os gestores precisam repensar as suas ferramentas — e, invariavelmente, notam a necessidade de criar novas estruturas para abarcar demandas.

É justamente o que ocorre, por exemplo, com as planilhas para controle de estoques: com a expansão, é natural que a quantidade de itens sofra um aumento significativo, carecendo de mais atenção e de um acompanhamento mais consistente.

A importância do documento, portanto, está diretamente relacionada à qualidade da gestão. Ao permitir análises simplificadas e rápidas, provendo um panorama transparente da situação de armazenamento, as planilhas conferem mais segurança à atividade gerencial, contribuindo para alavancar a performance do negócio.

Como criar uma planilha para controle de estoque?

Agora que você já está convencido da importância de criar, alimentar e consultar uma planilha para controlar os seus estoques, chegou a hora de entender qual é a melhor forma de construí-la. Algumas das principais dicas são:

1. Crie colunas de entrada e saída

A movimentação de estoques é um processo estratégico às empresas, e não é para menos: a partir dele, é possível entender a dinâmica do mercado e adequar-se à demanda com mais eficiência.

Para manter um banco atualizado, ao qual seja possível recorrer a qualquer tempo, é preciso que a documentação seja transparente e permita a consulta ágil. Para isso, a criação de colunas de entradas e saídas, pontuando quantidades adquiridas e comercializadas, é essencial na construção da planilha.

2. Registre quantidades iniciais

Intimamente ligada à dica acima, desponta a necessidade de indicar as quantidades iniciais de cada produto adquirido. Novas compras, bem como reposições de produtos já cadastrados, devem ser imediatamente inseridas na planilha, assegurando a assertividade das informações.

O compromisso com a atualização contínua gera benefícios para a empresa, que pode mapear o seu escoamento e determinar estratégias para aquisições subsequentes, e também para o consumidor, que não se frustra diante de pedidos sem estoque.

3. Insira as informações de contato de cada fornecedor

Por fim, embora não menos importante, é preciso reforçar a importância de manter um cadastro fiel dos fornecedores acionados, bem como um histórico dos produtos recorrentemente solicitados. Certifique-se de aglutinar, de forma eficiente e simples, os dados de contato de cada parceiro, facilitando o acesso às informações sempre que for necessário.

A planilha para controle de estoque, enquanto recurso de gestão, é uma ferramenta imprescindível às empresas competitivas, que ambicionam o desenvolvimento e a expansão de suas operações. Invista!

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Contabilidade ERP

Sistema ERP na contabilidade: conheça as vantagens

No Brasil, a regulamentação que rege a operação empresarial é rígida e complexa. No que tange às obrigações fiscais e tributárias, é importante que o gestor disponha de ferramentas para assegurar a credibilidade dos processos e a qualidade das informações geradas — e, para isso, o ERP na contabilidade desponta como a solução ideal.

Se você ainda tem dúvidas a respeito da importância do recurso, não deixe de ler o post até o final! No texto, você vai entender melhor a relação entre o sistema ERP e a contabilidade do seu negócio. Além disso, também vai conhecer os motivos que fazem dessa tecnologia a melhor escolha para otimizar a gestão contábil. Preparado? Vamos em frente!

ERP na contabilidade: qual a relação?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa estabelecer processos consistentes; afinal, uma operação organizada é imprescindível à perenidade do negócio.

Neste aspecto, não seria equivocado destacar que a gestão assertiva da contabilidade desponta como uma das rotinas determinantes no sucesso da empresa.

Para além das obrigações ficais e tributárias, que são cumpridas a partir das informações contábeis geradas pela atividade-fim, também é importante mencionar que essa área é responsável pela saúde financeira da operação — otimizando recursos disponíveis e controlando o fluxo de caixa, por exemplo.

Com o ERP, as demandas contábeis são mais facilmente administradas. Ao integrar todos os setores da empresa — do processo de compras aos fechamentos fiscais —, o sistema confere mais transparência e segurança às transações internas e externas.

E mais: bons ERPs estão totalmente preparados para atender às exigências governamentais, tais como emissão dos relatórios de SPED e Bloco K, minimizando a incidência de erros e protegendo o negócio de eventuais multas e sanções.

Além disso, a otimização tributária, favorecida pela ampla visão proporcionada pela tecnologia sistêmica, é uma realidade lucrativa: a partir da análise criteriosa das movimentações internas é possível optar por regimes mais coerentes de impostos.

ERP na gestão empresarial: por que investir?

Agora que você já entendeu a importância da relação entre ERP e contabilidade, chegou a hora de conhecer mais motivos para considerar a implantação do sistema na sua empresa. Veja algumas das principais vantagens:

1. Planejamento estratégico e consistente

O sistema ERP engloba e atende todas as operações empresariais, contribuindo para integrar, automatizar e alavancar todas as áreas do negócio.

Dessa forma, o uso da tecnologia permite uma abordagem ampla, profunda e cristalina das potencialidades e das vulnerabilidades da organização. Esse conhecimento, por sua vez, deve levar a um plano estratégico que contemple ações e táticas focadas na melhoria de performance e de resultados.

2. Centralização de informações

Dados dispersos dificultam as rotinas operacionais e ocasionam excesso de retrabalhos — consumindo recursos que poderiam ser empregados em atividades de maior valor agregado.

Com o ERP, todas as informações da empresa — do estoque ao comercial — podem ser mantidas em um mesmo local, facilitando o acesso aos números prioritários do negócio.

3. Acompanhamento de métricas

Diretamente ligado ao diferencial anterior, o acompanhamento de métricas é amplamente beneficiado a partir da implantação de um ERP. Afinal, o controle de performance só é possível se o gestor dispõe de dados críveis a respeito de sua equipe e de seus resultados.

Com o sistema é possível estabelecer metas mais claras e, em seguida, estabelecer parâmetros coerentes para medir o desempenho individual e coletivo.

Diante disso, é pertinente resgatar a importância do ERP na contabilidade, mas também é preciso reforçar que a abrangência do sistema é vasta e altamente vantajosa para todo o tecido empresarial.

O conteúdo chamou sua atenção e você deseja prosseguir em sua trilha de aprendizado? Aproveite para também entender qual a importância do ERP no suporte ao cliente.