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Gestão Empresarial

3 ferramentas de gestão essenciais para a sua empresa

As ferramentas de gestão são, sem dúvida, as grandes aliadas dos líderes contemporâneos. Com a missão de facilitar os processos administrativos, centralizando informações e assegurando a credibilidade dos dados, os recursos são cada vez mais requisitados ante um cenário de alta competitividade e complexidade.

Se você busca mais informações sobre o assunto visando conhecer mecanismos que o ajudem a impulsionar as rotinas e os resultados do seu negócio, encontrou o conteúdo certo! No texto, entenderá um pouco mais sobre a importância das ferramentas e, além disso, também receberá dicas valiosas para otimizar o gerenciamento da empresa.

Preparado? Vamos lá!

Por que as ferramentas de gestão são essenciais às empresas modernas?

Na era da informação, o mercado de consumo ganha novos desafios. Para gerenciar a complexidade das demandas e a rapidez das tendências, os gestores visionários precisam contar com recursos modernos (e tecnológicos) capazes de auxiliá-los na execução de suas tarefas cotidianas.

Nesse contexto, é natural que surjam novos métodos, mais aderentes e eficazes, capazes de fortalecer a rotina organizacional e angariar performances mais assertivas e estratégicas. Aos líderes cabe o discernimento de analisar as ferramentas disponíveis e, então, implantar as que melhor se adequarem à realidade do negócio.

Uma coisa, porém, é certa: não é prudente ignorar os recursos que despontam como alternativas viáveis à otimização de negócios e aos resultados operacionais. É hora de aderir às ferramentas de gestão para alavancar a sua empresa!

Quais ferramentas de gestão podem impulsionar o seu negócio?

Agora, que você já está convencido da importância de considerar a adoção de poderosas ferramentas de gestão, chegou a hora de aprofundar as suas noções em algumas das mais promissoras.

1. 5W2H

A sigla é uma abreviação, em inglês, das indagações “O quê?”, “Por quê?”, “Onde?”, “Quando?”, “Quem?”, “Como?” e “Quanto?”. Os cinco primeiros referem-se ao W, e os dois últimos, ao H.

Na prática, a metodologia propõe que qualquer planejamento responda a esses questionamentos, garantindo mais controle no que é realmente importante para viabilizá-lo — e fazer dele um sucesso!

Ao distribuir tarefas, determinar prazos e cobrar iniciativas, o 5W2H é comumente empregado no gerenciamento de projetos e no acompanhamento de ações estratégicas.

2. KPI

Abreviação de Key Performance Indicator (que, em português, pode ser entendido como os principais indicadores de desempenho), os KPIs são instrumentos para efetivar o processo de mensuração de resultados individuais e coletivos.

Para defini-los, é importante que os gestores se concentrem nas rotinas da operação e certifiquem-se de estabelecer critérios altamente aderentes ao negócio, garantindo mais credibilidade aos insights.

Para que sejam eficazes como ferramenta de gestão, os KPIs devem ser constantemente revisitados e monitorados, validando sua relevância na administração de desempenhos.

3. ERP

Não seria equivocado dizer que o ERP é o responsável por agregar tecnologia às diversas ferramentas de gestão. Ao centralizar dados (evitando que se percam na massa de informações empresariais), integrar as mais diversas áreas (suprimindo retrabalhos e divergências de comunicação) e proporcionar uma visão ampla do panorama de negócios, o sistema agrega segurança às decisões estratégicas.

No caso do 5W2H e dos KPIs, por exemplo, é válido pontuar que o ERP é capaz de agregar valor às informações que derivam dos dois métodos. No caso do primeiro, é possível cadastrar projetos e rastrear o seu andamento; no segundo, é possível extrair relatórios que evidenciem o desempenho de acordo com as métricas estabelecidas.

Diante disso, considere as particularidades das mais diversas ferramentas de gestão no momento de efetivar a implantação de alguma delas. Avalie as carências e as potencialidades da empresa e parta para a ação. Bons negócios!

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ERP

NFC-e: o que é e quais os benefícios para a sua empresa

Você já observou o quanto estamos rodeados de grandes invenções tecnológicas? Em todos os lugares vemos grandes e improváveis criações, processos que antes eram desenvolvidos com muita mão de obra, hoje, sofrendo mudanças e transformando nossas rotinas cada vez mais práticas e rápidas.

Com essa demanda evolutiva acontecendo em toda parte do mundo, os governos estão adequando suas ferramentas de fiscalização, para acompanhar todo esse processo tecnológico. No Brasil, grandes avanços já foram dados desde a implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em meados de 2010.

Seguindo esse mesmo processo evolutivo no varejo, no mais novo projeto do fisco, surgiu então a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Se você ainda não ouviu falar sobre ela, leia este artigo até o final, asseguro que você terá uma visão diferente sobre isso, pois vamos abordar esse assunto com clareza e detalhes.

Antes da NFC-e

Você lembra como era burocrático preencher blocos e mais blocos de nota fiscal, cuidando para que a segunda via fosse preenchida com o carbono? E o custo que existia para confeccionar numa gráfica, caixas caixas de blocos para serem usados durante o ano?

A burocracia de se utilizar a ECF (Emissor de Cupom Fiscal)? Ou até mesmo o CF-e SAT (Cupom Fiscal Eletrônico)? As rotinas que não devem ser esquecidas durante o dia, para que a impressora funcione corretamente, sem que deixe os pedidos sem poder faturar? Pois bem! A partir do momento que é implantado a NFC-e, esse processo massante, tudo isso deixa de ser feito, pois todo o processo de emissão passa a ser eletrônico.

Vejamos abaixo como é a NFC-e.

O que é NFC-e?

A NFC-e foi desenvolvida para substituir os documentos, em papel, gerados pelos varejistas: ECF, Nota Fiscal de venda ao consumidor (Série D) e o CF-e SAT. A NFC-e é um documento que tem a mesma validade da nota fiscal impressa, porém no formato digital, gerando mais segurança e agilidade para emitir o documento.

Esse formato baseia-se no projeto da NF-e, em que foi criado um novo modelo de emissão de nota, substituindo os antigos blocos, de modo que tudo pode ser gerenciado por ambiente virtual.

O documento digital traz grande facilidade para o empresário, que passa a ter maior controle sobre as operações, podendo economizar com a emissão das notas. Além da economia, os varejistas proporcionarão aos seus clientes segurança das informações emitidas e agilidade nas rotinas de vendas e faturamento, graças a essa modernização.

Impressora fiscal (ECF)
Impressora fiscal (ECF)
Impressora não fiscal (NFC-e)
Impressora não fiscal (NFC-e)

As principais vantagens

  • Dispensa do uso do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).
  • Dispensa impressão de Leitura X e Redução Z, Mapa Resumo, Comunicação de ocorrências, elimina os processos de armazenamentos dos documentos e o envio dos mesmos à contabilidade, onde todos relatórios diários impressos, dispostos e organizados por dia, deveriam ser entregues para serem lançados dia-a-dia pelos contadores.
  • Uso de qualquer impressora de recibo térmica, sem necessidade de autorização pelo Fisco, ou seja, dispensa o processo de lacração e homologação. Esse procedimento era obrigatório para empresas que adquiriam a ECF, pois era necessário que o equipamento fosse devidamente registrado e lacrado para evitar qualquer tipo de acesso à memória da ECF.
  • Redução significativa dos gastos com papel: a critério do consumidor, a impressão do DANFE NFC-e pode ser substituída pelo envio do link de consulta da NFC-e por e-mail ou SMS.
  • Flexibilidade de expansão de pontos de vendas, nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco. Para que fosse possível remanejar uma ECF de um ponto para outro, o proprietário deveria solicitar a autorização para tal, pois no processo de homologação do equipamento, era entregue um layout indicando onde seria o local de uso da ECF.
  • Dispensa a Intervenção Técnica. Procedimento que era necessário sempre quando a ECF apresentava qualquer tipo de alteração em seu funcionamento, com por exemplo, erro na data, comunicação com o computador, alteração no software ou no hardware, erros nas gerações dos relatórios da memória, entre outros;
  • Consulta do cliente à nota fiscal por meio de QR Code no smartphone. Assim como a NF-e que pode ser consultada em uma página da web disponibilizada pelo fisco, a NFC-e também dispõem dessa possibilidade consulta, sendo ainda mais prática, pois permite acesso pelo smartphone
  • O valor para adquirir uma ECF chega a custar mais de R$ 5.000,00; já emissão da NFC-e pode ser feita em impressora térmica, que fica em média 1/5 desse valor. Conforme citamos acima, a liberação de uso de uma ECF demandaria uma burocracia enorme para começar a utilizar. Já no caso da NFC-e, a empresa optando o uso desta, basta que o responsável contador entre com o processo de credenciamento junto a secretaria fazendária estadual. Em seguida a empresa deve adquirir um Certificado Digital (vamos falar mais à frente) e uma impressora de recibo térmica.

Em quais estados a NFC-e está em vigor

A NFC-e pode ser utilizada por empresas do comércio varejista de qualquer porte, em operações realizadas diretamente com o consumidor, podendo haver regras diferenciadas em cada Estado.

Em alguns estados a NFC-e já é obrigatória, como por exemplo: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe. Outros estados ainda estão com o processo de implantação em andamento ou em período de adesão voluntária, como é o caso do Estado do Tocantins.

O que fazer com as ECF’s

Com a implantação da NFC-e, as ECF’s devem ser guardadas em locais seguros, pois ainda possuem informações fiscais, históricos e relatórios de operações de vendas anteriores.

As ECF’s possuem uma validade máxima em duas formas: a primeira é a capacidade de memória, que por sua vez, chega ao fim com o esgotamento de espaço, devido ao armazenamento diário com as operações de vendas e geração de relatórios. A segunda é uma validade em tempo de uso, que é de 5 anos.

Etapas para começar a emitir NFC-e

Assim como em todos os estados, que já aderiram a obrigatoriedade de emissão da NFC-e, o processo de credenciamento segue-se padronizado, porém, cada um deve dispor de ambiente online para receber os pedidos de credenciamento das empresas contribuintes.

Abaixo, temos um descritivo de como deve ser o processo em cada etapa para começar a emitir NFC-e:

  1. É necessário solicitar do departamento de contabilidade, ou da empresa prestadora desse serviço, o credenciamento junto à secretaria fazendária do estado. Em seguida, o contribuinte receberá um código da contabilidade chamado CSC – Código de Segurança do contribuinte e o ID do CSC – Identificador do Código de Segurança.
  2. Adquirir um Certificado Digital A1 ou A3. Caso a empresa já emita NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, o certificado valerá para uso da NFC-e também.
    1. O certificado A1 permite ser utilizado em mais de um terminal caso o cliente utilize vários caixas para recebimento.
    2. O certificado A3 poderá ser utilizado em apenas um terminal.
  3. Adquirir impressora de recibo e térmica. Nesse caso, o contribuinte deve verificar qual o modelo de impressora é compatível com o sistema ERP já utilizado, para evitar futuros problemas técnicos durante a emissão.
  4. Caso o contribuinte não possua nenhum sistema de gestão ou ERP, é praticamente impossível emitir a NFC-e. Esse tipo de software tem papel essencial nessa fase, pois é com ele que teremos os cadastros, configurações e integrações eletrônicas para o uso da NFC-e. O governo não disponibiliza nenhum tipo de aplicativo gratuito, a exemplo de como foi com a NF-e.

Entendendo o papel do ERP

ERP é uma sigla em Inglês, que quer dizer Enterprise Resource Planning, que na tradução Literal, quer dizer Planejamento de Recursos da Empresa. O ERP é o responsável integral para gerenciamento de todas as atividades de uma organização, desde os cadastros de produtos, clientes, fornecedores, planos financeiros, faturamento, até demonstrações de resultados, compras, vendas, entre outros recursos.

No ERP serão feitos todos os processos para que a NFC-e seja gerada, assinada e transmitida para o ambiente do fisco. A gestão de tudo que foi mencionado nesse artigo, com exceção do processo de validação da nota no ambiente do fisco, será feita no ERP, pois todos os cadastros, regras tributárias, configurações de emissão, transmissão e recepção da validação do fisco ficam depositadas nele.


O que queremos dizer com tudo isso é que a evolução da tecnologia tem sido constante, em todos as áreas da sociedade. Onde antes em um supermercado havia atendentes para passar suas compras, hoje temos caixas auto-service, em que você mesmo pode passar os produtos e pagar suas compras.

Nessa mesma direção, os diferentes mercados têm evoluído para grandes mudanças, criando novos serviços para as empresas, clientes e consumidores.

O que achou sobre o assunto? Esse artigo contribuiu para tirar as dúvidas que você tinha sobre a NFC-e? Se você estava indeciso em relação à migração de tecnologia, espero ter ajudado. Compartilhe, comente, pergunte. Estamos à disposição.

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ERP Gestão Empresarial

Saiba como escolher o melhor fornecedor de ERP para seu negócio

Em sua operação cotidiana, as empresas contemporâneas enfrentam desafios grandiosos. Para manter a competitividade e conquistar resultados cada vez mais expressivos, os gestores precisam formar alianças confiáveis e que impulsionem a performance da organização. Nesse contexto, escolher o melhor fornecedor de ERP pode ser determinante para alcançar os objetivos do negócio.

Não se trata, porém, de uma escolha simples. Pelo contrário! A seleção de um sistema de gestão precisa ser criteriosa, detalhada e transparente. E justamente para te ajudar a entender um pouco mais acerca da importância de avaliar os softwares disponíveis, encontrando o que melhor se adéqua às suas operações, é que esse post nasceu!

Se você está procurando uma solução ou se deseja se certificar a respeito dos critérios para comparação, encontrou o conteúdo certo! Aproveite para esclarecer possíveis dúvidas e ter acesso a dicas valiosas no processo de decidir por um ERP aderente.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

O que é e qual é a importância de um ERP?

O termo ERP nada mais é do que a abreviação para Enterprise Resource Planning, que, em português, refere-se ao planejamento de recursos de uma organização. Ou seja: enquanto tecnologia de gestão, o ERP é responsável por centralizar as informações, integrar os processos e, claro, otimizar os recursos disponíveis, contribuindo para a alavancagem de performance organizacional.

Neste âmbito, portanto, sua importância é inegável — e, no contexto competitivo do mercado moderno, também indispensável! Ao proporcionar mais controle e segurança às rotinas da empresa, o software confere mais agilidade e transparência à execução, permitindo que o gestor tenha uma visão ampla de toda a operação.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o ERP desponta como uma das ferramentas fundamentais no desenvolvimento e na perenidade do negócio. Afinal, somente ao simplificar procedimentos e reduzir retrabalhos (que, por sua vez, também consomem recursos), é possível caminhar para uma gestão mais enxuta, moderna e lucrativa, certo?

Quais são os benefícios de um ERP?

São inúmeras (e diversas) as vantagens de um sistema ERP como ferramenta estratégica de gestão. Os benefícios contemplam todas as áreas do negócio e são facilmente identificados desde os primeiros balanços.

Em essência, o ERP é modular e deve atender às necessidades específicas da organização. Respeitando a interdependência das áreas, o sistema contribui para aglutinar os dados em um só lugar, facilitando consultas posteriores, sem deixar de contemplar rotinas determinadas — no financeiro, por exemplo, contas a pagar e a receber, bem como o fluxo de caixa, são facilmente gerenciados.

Outro grande benefício, que impacta positivamente todos os estratos da empresa, é a automatização de processos. O software de gestão elimina o excesso de intervenções manuais e, por isso, também suprime a incidência de erros — em uma sequência que também gera desdobramentos benéficos, evitando transtornos e prejuízos monetários.

Por fim, embora não menos relevante, vale mencionar a ampliação da capacidade analítica e estratégica conferida ao gestor. Enquanto líder, é essencial que a alta administração disponha de dados confiáveis e, a partir deles, seja assertiva na tomada de decisões. Com o ERP, as rotinas de análise (incluindo o cruzamento de informações e o comparativo de desempenhos) se tornam mais rápidas, pertinentes e eficazes.

Como escolher o melhor fornecedor de ERP?

Agora que você já entendeu um pouco mais acerca do conceito do ERP, bem como seus benefícios diretos, é hora de aprofundar a discussão: qual é a melhor forma de escolher um fornecedor?

Trata-se de uma decisão crucial. Dela, derivarão os resultados da implantação e, claro, também do seu negócio a curto, médio e longo prazo. Certifique-se de encarar o processo de avaliação com seriedade e comprometimento. Ao escolher um parceiro, esteja certo de que ele entende suas demandas e está disposto a trilhar com você o caminho da alta performance.

1. Verifique se o ERP é aderente às suas necessidades

Cada empresa tem uma realidade diferente. As especificidades começam já no segmento de atuação, exigindo do software uma gama de funcionalidades capaz de atender às rotinas operacionais e corresponder às necessidades fiscais e tributárias, por exemplo.

É indispensável que o ERP implantado seja aderente e atenda a contento as particularidades do negócio. Em alguns casos, diante de ocasiões bastante singulares, é possível que surja a necessidade de efetivar customizações. Atente-se à disponibilidade (e à expertise) do parceiro para desenvolvê-las!

2.  Avalie a usabilidade do sistema

A tecnologia por trás de um ERP é robusta e complexa, mas a interface do sistema deve ser fácil e intuitiva — do contrário, os usuários terão dificuldades para executar as tarefas cotidianas.

Para assegurar a adesão, a correta utilização e a plena satisfação com os recursos da ferramenta, procure por fornecedores capazes de entregar uma solução completa sem descuidar da qualidade da navegação.

Na atualidade, mais do que nunca, o design e a usabilidade do produto são determinantes no êxito de uma parceria duradoura e mutuamente proveitosa.

3. Analise as condições oferecidas pelo fornecedor

Nem só do ERP em si, porém, vive a relação com o parceiro. Com o mesmo critério com que são analisadas as competências da solução e a aderência do software, é importante que o gestor verifique os demais serviços oferecidos, pesando-os em sua decisão final.

Suporte Técnico é um bom exemplo: avalie o formato do serviço (é online? Por telefone?) e esclareça eventuais restrições (há um limite de atendimentos? Qual é o prazo de resposta?), garantindo que estejam de acordo com o que você espera.

4. Pesquise a satisfação com os serviços prestados

Quando todos os pontos acima estiverem cobertos, direcionando finalmente a uma decisão, é válido buscar no mercado algumas referências que a corroborem. Não hesite em procurar os atuais clientes do fornecedor e indagá-los a respeito da satisfação com o produto!

Tire dúvidas (sobre algum processo específico ou sobre algum aspecto dos serviços, por exemplo) e entenda de que forma o fornecedor de ERP tem atuado como um parceiro estratégico no negócio. Isso com certeza vai aumentar a segurança (e a assertividade) da decisão!

O conteúdo foi útil e você está buscando alternativas para impulsionar suas operações e melhorar seus resultados? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo a conquistar suas metas!

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Empreendedorismo

5 dicas para expandir sua rede de lojas

O mercado contemporâneo é altamente desafiador. Em um cenário dinâmico, volátil e bastante competitivo, sobrevivem as empresas mais preparadas e os gestores mais visionários. Para expandir uma rede de lojas, por exemplo, é preciso construir estratégias aderentes e eficazes.

Se você deseja aprender um pouco mais sobre o assunto, encontrou o conteúdo certo! No post, você receberá dicas valiosas para desenvolver sua empresa com coerência — angariando resultados cada vez mais positivos.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

1. Elabore um bom plano de expansão

O primeiro passo para viabilizar a expansão de uma rede de lojas é, sem dúvida, a estruturação de um plano consistente, realista e detalhado.

Com o objetivo de analisar o panorama de mercado, encontrar oportunidades de atuação, fortalecer potencialidades organizacionais e minimizar riscos de operação, o planejamento estratégico é indispensável — e pode determinar o sucesso ou o fracasso de todo o esforço de ampliação.

Antes mesmo de adotar medidas práticas, portanto, reúna o corpo diretivo e exponha cenários, estatísticas e metas. Faça levantamentos críveis (relacionando números importantes da empresa) e identifique pontos sensíveis que devem ser gerenciados com cautela.

Uma vez elaborado, o plano de ação embasará todo o desempenho prático. Munida de um norte validado, é muito mais provável que a equipe tenha qualidade na execução das ações e que a movimentação tenha êxito, resultando em uma expansão perene e muito lucrativa.

2. Selecione os franqueados criteriosamente

Para expandir sua rede de lojas, é importante dedicar especial atenção ao recrutamento dos franqueados. Não apenas porque a qualidade da equipe é essencial ao sucesso da marca, mas também porque o perfil do parceiro é decisivo no desempenho de gestão de uma unidade franqueada.

Com isso em mente, certifique-se de manter um processo rigoroso de seleção. Preocupe-se com a avaliação pormenorizada dos interessados e garanta que, além de disposição para o trabalho no segmento, também haja familiaridade com operações cruciais de administração.

3. Proporcione treinamento adequado (e recorrente)

Não basta, porém, admitir um franqueado e deixá-lo sozinho para desvendar os mistérios da gestão. Uma vez incorporado ao grupo, a matriz deve zelar pela preparação do novo gestor, garantindo um treinamento eficiente.

Preparar o franqueado para as rotinas da unidade não é tarefa fácil — e também não deve ser algo feito isolada ou esporadicamente. Para acompanhar o dinamismo do mercado, é fundamental que a capacitação seja contínua e recorrente, permitindo que o franqueado execute suas funções com propriedade e sucesso.

Por isso, certifique-se de estabelecer uma agenda regular de treinamentos (mensal, trimestral, semestral e anual, se possível) e de estimular os franqueados a adotar fielmente as diretrizes repassadas.

4. Assegure a padronização no atendimento

O treinamento também é importante para solidificar as metodologias defendidas e aplicadas pela empresa. Um franqueado alinhado à matriz é capaz de garantir um atendimento padronizado, de acordo com as normas estabelecidas pela marca.

Embora, para alguns, possa parecer uma preocupação secundária, cuidado! Para que sua rede se expanda com segurança, a estrutura precisa estar em total harmonia — e o atendimento proporcionado pela matriz também deve ser encontrado nas demais unidades.

5. Monitore os resultados com regularidade

Por fim, embora não menos fundamental, o acompanhamento de resultados deve ser uma preocupação recorrente. Afinal, somente ao acompanhar a performance das unidades, checando documentos e balanços, é possível assegurar a boa gestão e o sucesso da operação.

Para garantir a conformidade e manter o bom desempenho, promova encontros regulares, valide informações e monitore dados referentes à atuação de cada franqueada.

Não tenha dúvidas: ao expandir uma rede de lojas, você se dedicará a um investimento bastante seguro e lucrativo. Em 2016, de acordo com a ABF, o setor de franquias cresceu 8,3%. Para ter sucesso na missão de expandir uma rede de franquias, porém, tenha em mente a complexidade do mercado e prepare-se para enfrentá-la. Informe-se, busque parceiros capacitados e empenhe-se no objetivo. Há, sem dúvidas, muitas oportunidades esperando por você!

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Gestão Empresarial

4 dicas de inovação para o seu mercado local

Nos dias de hoje, a inovação é uma condição essencial para que as empresas permaneçam relevantes e lucrativas. Em um cenário de concorrência acirrada, a inovação no mercado é mais do que um diferencial, é uma necessidade inadiável.

Se você tem dúvidas acerca da melhor forma de modernizar, atualizar e impulsionar o seu negócio, não deixe de ler este conteúdo até o final! Aqui você terá acesso a dicas preciosas para alavancar a performance da sua empresa no mercado local.

Preparado? Boa leitura e bons negócios!

O que é inovação e por que ela é importante?

No dicionário, a palavra “inovação” refere-se ao “ato ou efeito de inovar; tudo o que é novidade”. Na prática, em um contexto mercadológico, o termo é empregado para designar táticas e estratégias que permitam a modernização do negócio, embasando importantes diferenciais competitivos.

A importância de uma postura inovadora, portanto, é nítida e inquestionável: apenas ao aprofundar conhecimentos, buscar novas oportunidades, conhecer as especificidades da empresa e traçar planos efetivos de ação é possível construir e manter uma atividade inovadora — que, já no curto prazo, pode render resultados bem positivos.

Como promover a inovação no mercado?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a conceituação e a importância da inovação — principalmente no contexto organizacional —, é hora de saber, na prática, como é possível torná-la real no seu negócio. Confira algumas dicas!

1. Conheça profundamente as suas capacidades

Para sustentar uma estratégia consistente de inovação, é essencial que o líder conheça, profunda e detalhadamente, quais são as capacidades da empresa — pode ser um modelo diferenciado de gestão, um serviço exclusivo ou um produto disruptivo.

Antes de qualquer coisa, é importante que haja um levantamento completo acerca das potencialidades (e das oportunidades) do negócio, permitindo que um plano coeso e eficaz seja elaborado e, posteriormente, adequadamente aplicado.

2. Mude a forma de oferecer seus produtos

A inovação também perpassa por uma mudança de ponto de vista. É vital que o gestor consiga enxergar sua operação de forma ampla, capacitando-se para visualizar aspectos passíveis de melhoria.

No caso de um supermercado, por exemplo, a incorporação de novos serviços (ou novos métodos de oferta) é uma boa alternativa. Considere opções de delivery (ativo ou programado) para atender a um público específico, que tem pouco tempo para tarefas cotidianas.

3. Inove no ambiente de negócios

A avaliação criteriosa da concorrência também se faz necessária para viabilizar a inovação. Em um cenário cada vez mais competitivo, o exame rigoroso do ambiente de negócio permite um diagnóstico apurado do que pode ser implantado para servir como diferencial da sua empresa.

Esteja sempre atento às novas demandas e seja o primeiro a oferecê-las aos seus clientes em potencial. Ao liderar o mercado, o seu negócio ganha mais credibilidade e, sem dúvidas, conquista a preferência (e a fidelidade) dos clientes.

4. Invista em tecnologia

Por fim, embora não menos importante, é válido pontuar uma importante aliada da inovação empresarial: a tecnologia. Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, são excelentes ferramentas para tornar seus processos mais ágeis e eficientes, minimizando erros e otimizando recursos.

Certifique-se de contar com parceiros confiáveis, dispostos a enfrentar com você os desafios de um mercado complexo.

A inovação no mercado é fundamental para qualquer negócio e pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma operação. Assegure-se de estar sempre atento às demandas de consumo e de procurar constantemente por novas formas de vender seus produtos e serviços, conquistando mais espaço e aumentando seus lucros.

O conteúdo foi valioso e você deseja continuar aprendendo? Então aproveite para entender qual é a melhor forma de escolher o software para a gestão do seu supermercado.

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Tributação

A importância do registro fiscal na operação de devolução de mercadoria de cliente

A devolução de mercadoria é algo recorrente no comércio, independente do seguimento. Isso ocorre com grande frequência devido às necessidades imediatas que os consumidores têm de adquirir bens de consumo e, na maioria das vezes, não se atentam às especificações técnicas e estéticas do produto. São as chamadas compras por impulso.

Tem sido cada vez mais comum clientes desejarem a troca e/ou devolução de mercadoria, por detalhes como a cor, o modelo e as funções que o produto oferece. Isso é uma realidade no comércio de modo geral e cabe a você, empresário, decidir que tratamento dar aos consumidores em situações como essa.

Mas, como fica a tributação para estes casos? O que fazer para que todos saiam satisfeitos neste processo de devolução? Isto é o que veremos no decorrer deste texto.

O que diz o código de defesa do consumidor?

Você sabia que a devolução da mercadoria de clientes só é citada no Código de Defesa do consumidor (CDC) em caso de compras que não são efetuadas em lojas físicas?

Isto é, o cliente pode fazer devolução ou troca apenas quando adquire mercadoria no e-commerce o famoso comércio eletrônico aquele tipo de compra feita por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e celulares.

Veja, abaixo.

CDC – Lei nº 8.078 de 11 de Setembro de 1990

Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

Não tendo a obrigatoriedade de aceitar a devolução do cliente, então, qual seria a melhor forma de o empresário lidar com essa situação e deixá-lo satisfeito?

É provável que atender à exigência do comprador seja a melhor solução, concorda?

Devoluções são cada vez mais comuns

Vamos refletir melhor sobre esta situação e, assim, veremos que não seria nada vantajoso para a imagem do seu negócio ter um cliente insatisfeito. Tal experiência negativa poderia ecoar muito longe, ao ouvido, inclusive, do seu público-alvo.

Cá entre nós, em um mercado tão competitivo como o atual, em que cada vez mais se procura fidelizar o cliente e oferecer muito mais que produtos, o atendimento humanizado pode ser um grande diferencial no seu negócio.

Diante de todo o exposto, é notório que o processo de devolução de mercadoria passou a ser mais uma “regra de mercado”, em que várias empresas oferecem esse diferencial como forma de atrair e agradar o cliente.

Batizada de logística reversa no comércio eletrônico, essa tática adotada por varejistas tem fortes indícios de que é sustentável. Uma pesquisa realizada pelo Invesp, indica que ao menos 30% de todos os itens comprados online são devolvidos. Entretanto, 92% do público disse que não desistiriam de comprar da loja novamente se o trâmite de devolução do produto fosse simples.

Com desta crescente demanda do consumidor, é cada vez mais comum as empresas adotarem a prática da devolução ou troca, a fim de não ter desvantagem em relação aos concorrentes.

Tributação envolvida no processo

Como sabemos, as operações com circulação de mercadorias, em geral, devem ser tributadas pelo Imposto Sobre Circulação De Mercadorias e Serviços – ICMS.  Nesse contexto de operação em que ocorre a necessidade de devolução do produto, para que o cliente possa fazer uma nova compra pode morar um perigo, que é a devolução apenas gerencial do item.

Nas empresas que utilizam somente o Equipamento de Cupom Fiscal – ECF, é bem comum tal fato, ocasionando assim o não estorno do crédito tributário da operação de venda.

É comum, em diversos seguimentos de mercado, as empresas adquirirem apenas o ECF como forma de cumprimento da obrigação tributária. Esse tipo de atitude pode acarretar prejuízos financeiros quando aplicada à modalidade de devolução de mercadorias, uma vez que a ECF não faz a devolução fiscal e muito menos a exclusão de uma fatura sem que ela seja a última a ser emitida.

Portanto, se a empresa não tiver também habilitada a emitir documento fiscal eletrônico NF-e, ela não conseguirá informar o estorno do tributo cobrado nas operações de vendas, quando elas forem devolvidas.

O que isso quer dizer?

Se sua empresa adota a prática de aceitar devolução de clientes e tem apenas o ECF, você pode estar perdendo dinheiro. Fique atento!

É necessário que se cumpra além da funcionalidade gerencial, que diz respeito ao processo de venda/fatura, controle de estoque, de comissionamento aos vendedores e manutenção do seu controle financeiro. Para isso, utilize softwares capazes de gerar todas essas informações de maneira segura, que seja homologado a emitir os documentos fiscais no Estado em que você atua.

É importante, também, que essa solução tecnológica lhe permita cumprir a obrigatoriedade tributária, o que lhe dará muitas vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes.

Oportunidade para vender mais

Veja que o processo de devolução pode ser uma grande oportunidade para a empresa, não só como uma forma de fidelizar o cliente, mas também como uma possibilidade de se fazer novos negócios.

Quando a organização opta por fazer e aceitar esse tipo de operação, pode-se trabalhar a devolução da mercadoria com a concessão do Controle do Crédito de Cliente, permitindo assim que o cliente faça uma nova compra com o crédito no mesmo valor da venda anterior ou até mesmo utilize esse benefício para quitar alguma dívida futura com a loja.

Mesmo que o cliente escolha um produto com valor menor, ele sempre ficará no desejo de utilizar todo o crédito, o que oportuniza a venda de outra mercadoria com valor maior que a diferença do crédito concedido, levando-o a pagar o valor da diferença.

Tá vendo? Agora você não precisa mais se preocupar com o processo de devolução, pois já descobriu que pode ser muito vantajoso para aumentar a sua competitividade no mercado.

Esteja seguro de que o processo realizado é o correto, não só na forma gerencial, mas sobretudo no aspecto fiscal.

Assim ao faturar você poderá entregar o documento fiscal ao cliente, com validade em todo o território nacional, e caso tenha a necessidade de devolver a mercadoria, você terá a tranquilidade de que o imposto cobrado na venda poderá ser estornado por seu Contador, evitando o desperdício do seu dinheiro.

Só mais um detalhe que você precisa saber: em breve, todos os cupons fiscais também serão eletrônicos. Em alguns Estados da federação eles já são obrigados e estão em pleno funcionamento, exceto no Tocantins. Por enquanto.

Então, esteja atento! Assim como a NF-e, a NFC-e, que substituirá os cupons fiscais, terá o período de adesão voluntária e trará diversos benefícios para o usuário. Mas isso é assunto para um próximo artigo.

Forte abraço, até a próxima!

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ERP Gestão Empresarial

Software de gestão para pequenas empresas: o que você precisa saber!

Antigamente, os programas para controle empresarial eram usados apenas por empresas de grande porte. No entanto, a necessidade de um software de gestão para pequenas empresas cresce em alta velocidade. A mobilidade do mercado e a exigência maior da clientela demandam essa modernização.

Nas empresas crescentes essa necessidade é ainda maior, pois essa evolução, se não for bem gerenciada, pode sair do controle. Além disso, a utilização desses softwares reduz o tempo gasto com o gerenciamento do negócio.

Neste post você vai aprender quais são as vantagens do uso de sistemas de gestão empresarial (ERP) e como escolher o software para fazer esse gerenciamento. Boa leitura!

Vantagens do uso de softwares de gestão empresarial

Integração e centralização dos setores

Uma das vantagens é a integração e a centralização dos setores. Isso permite que todos os ramos da sua empresa — controle de estoque, financeiro, setor de vendas etc. — possam tomar decisões com base em informações de áreas diferentes.

Por exemplo: se o time de vendas percebe que determinado produto está sendo muito vendido, os funcionários que controlam o estoque podem se prevenir repondo esse produto no depósito depois de analisar a parte financeira da empresa.

Autenticidade das informações

Outro benefício de usar um software de gestão para pequenas empresas é a autenticidade das informações. Utilizando esses sistemas, os dados são atualizados em tempo real e estão sempre disponíveis para consulta. Assim, é garantido que nenhuma informação estará desatualizada, agilizando o processo de tomada de decisões.

Redução de custos

Por fim, o principal benefício é a redução de custos. A dinamização que esses softwares geram auxilia na relação interna da empresa e no contato com o cliente, direcionando melhor os esforços dos colaboradores. Além disso, alguns processos que antes tinham que ser feitos manualmente passam a ser feitos pelo software, conferindo agilidade no cotidiano da companhia.

Como escolher o software de gestão para pequenas empresas ideal

Para descobrir qual software é o ideal para a sua empresa, é preciso fazer algumas análises e coletar alguns dados para saber suas reais demandas.

Primeiramente, saiba do que você precisa. Não adianta contratar um software excelente, mas que não atenda às suas necessidades. Se a sua empresa precisa de um sistema que auxilie na relação com seus consumidores, procure um software que conte com um módulo de gestão de clientes; se o que você necessita é de um software que auxilie no gerenciamento de estoque, busque um que tenha essa funcionalidade.

Outro ponto importante é priorizar um sistema que seja de fácil instalação e implementação e que seja amigável com o usuário. Esse tipo de software permite que você comece a utilizá-lo rapidamente, fazendo com que você usufrua o quanto antes dos benefícios dessa ferramenta. Além disso, uma plataforma mais amigável reduz custos e tempo de treinamento da equipe.

Por fim, analise o custo para a aquisição desse sistema. Verifique se o orçamento da empresa se encaixa no investimento em determinado software. Caso seja necessário, entre em contato com o fornecedor para saber quais tipos de pagamentos ele disponibiliza.

O mercado está cada vez mais competitivo, e qualquer redução de custos e de tempo pode ser crucial para obter sucesso. O software de gestão para pequenas empresas propicia um controle preciso de todas as suas ações. Essa administração auxilia no planejamento das ações, fazendo a sua empresa investir nas áreas corretas e tomar decisões conjuntas de todos os setores, reduzindo custos e aumentando lucros.

Agora que você sabe as vantagens de um software de gestão para pequenas empresas e como fazer a melhor escolha, que tal compartilhar este post nas redes sociais e mostrar aos seus amigos que você está informado sobre esse tipo de conteúdo?

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Gestão Empresarial

Qual é a importância de a empresa ter sua gestão centralizada em um sistema só?

O mundo empresarial está cada vez mais competitivo, e todo bom gestor deve atentar para quais modelos de negócio são melhores opções para aumentar a produtividade e qualidade nos seus processos internos.

É nesse momento que a adoção de um software de gestão deve ser considerada, contudo, é preciso entender qual é a melhor opção: uma ferramenta de gestão centralizada ou ferramentas descentralizadas?

Este texto vai apresentar as diferenças entre os dois modelos e quais as vantagens da gestão centralizada. No fim, você será capaz de tomar a melhor decisão para modernizar a sua empresa. Entenda mais a seguir.

Livre-se da gestão descentralizada

Sistemas de gestão descentralizados são comuns em pequenos negócios, que já estão no mercado há um bom tempo e começaram com controles manuais, em uma época em que o uso de computadores não era comum como hoje.

Após o início da era da informatização de processos, muitos softwares foram lançados; contudo, cada um era responsável por uma função específica. Por isso, as empresas tinham uma ferramenta para controle de estoque, outra para vendas e assim por diante.

Esse modelo é um erro, tem caído em desuso e o motivo é simples: não existe confiabilidade nos dados que eles armazenam. A possibilidade de falha humana é enorme, e cada erro se torna um prejuízo. Para tanto, hoje, a maioria dos softwares de gestão atuam de forma centralizada.

Descubra o que é gestão centralizada

Um software de gestão centralizada é aquele que integra perfeitamente todos os departamentos de uma empresa, promovendo a comunicação entre os envolvidos em seus processos internos.

O seu principal benefício é a utilização de uma única base de dados, pois, dessa maneira, a consistência das informações será maior e redundâncias podem ser evitadas com facilidade.

Imagine uma ferramenta que possibilite que o vendedor cheque o estoque, veja em que local o produto está armazenado, realize uma venda, emita uma nota fiscal e avise o setor de compras que é preciso fazer um novo pedido para o fornecedor. Isso é real e mais comum do que se imagina!

Conheça algumas vantagens de ter a gestão centralizada em um único software

Um sistema centralizado só tem vantagens a oferecer, e vamos comprovar essa afirmação nos tópicos a seguir:

Redução de custos e perdas

Com softwares descentralizados, você acaba gastando recursos financeiros com atualizações e licenças diversas. Já com uma ferramenta que centraliza todos os processos, o investimento é reduzido e os resultados, positivos.

A gestão eficiente do estoque reduz perdas de produtos por vencimento de prazo de validade, pois o sistema avisa quando um determinado item precisa de atenção. É nesse momento que fazer uma promoção se torna uma boa ideia, por exemplo.

Maior produtividade dos colaboradores

Sistemas que automatizam processos são vantajosos por reduzir drasticamente o tempo gasto com tarefas maçantes e passíveis de erro. Dessa maneira, seus colaboradores terão maior disponibilidade de tempo para atividades que necessitem de mais atenção.

A produtividade dentro de sua empresa vai aumentar, e todos os envolvidos no processo poderão trabalhar com maior disposição, tranquilidade e segurança.

Ajuda na tomada de decisões

Uma função essencial de qualquer ferramenta de automação comercial são os relatórios analíticos. Eles fornecem informações importantes sobre a saúde da empresa e em que pontos existem gargalos que precisam de atenção.

Com a integração de setores em uma única base de dados, é possível analisar indicadores de desempenho e planejar ações pontuais ou projetos de grande impacto.

Invista em um software ERP robusto

Você já ouviu falar em Enterprise Resource Planning — ou apenas ERP? Esse é o nome dado para toda ferramenta completa de automação comercial com integração modular, que auxilia na gestão de uma empresa de pequeno, médio e até grande porte.

Investir em um ERP é a solução ideal para qualquer negócio, e alguns fatores precisam ser analisados para que você faça isso de maneira segura:

Personalização

Em hipótese alguma adquira os chamados “softwares de prateleira”, aqueles encontrados em lojas de informática e que prometem resolver todos os seus problemas. Eles não são ferramentas específicas para atender suas necessidades.

Invista em uma opção que seja específica para seu negócio e que tenha a possibilidade de ser personalizada para atender a realidade encontrada dentro de sua empresa.

Suporte

Empresas sérias devem oferecer mais do que um software, mas também suporte completo durante todo o processo de implementação — e após ele. É nesse momento que a diferença de qualidade e possibilidade de sucesso fica bem clara, se comparada com os já citados “softwares de prateleira”.

Escolha uma empresa que, além de apenas uma ferramenta, disponibilize atualizações de versões, treinamento de usuários, manuais e, principalmente, canais de atendimento para a resolução de problemas ou dúvidas.

Interface amigável

Antes de fechar contrato com um ERP, verifique se a interface de uso é amigável, se os processos podem ser realizados de maneira fácil e, principalmente, se os relatórios gerados são realmente úteis para seu negócio.

Mesmo que a ferramenta ofereça centenas de recursos, é importante que seu uso seja simples e intuitivo, afinal, os usuários — de modo geral — não serão especialistas em informática.

Idioma

No mundo todo, existem milhares de boas opções, contudo, escolha uma ferramenta que tenha suporte em sua língua nativa. De nada adianta usar um sistema que vai gerar dificuldades aos usuários para fazer uso de todos os seus recursos.

Preço compatível com o que oferece

Por fim, não necessariamente a ferramenta mais barata será a mais acessível, mas sim aquela que se encaixe em sua capacidade de investimento e ofereça os recursos de que sua empresa necessita. Faça orçamentos, converse com os desenvolvedores e solicite uma versão de avaliação. Isso proporcionará maior segurança na aquisição de um ERP.

Apesar de já sabermos a resposta, queremos perguntar: qual modelo acredita que seja o ideal para atender a todas as necessidades de sua empresa? A gestão descentralizada ou a gestão centralizada?

Se sua escolha foi a gestão centralizada, parabéns! Fizemos um bom trabalho no desenvolvimento deste conteúdo e temos certeza de que você está no caminho certo para alavancar de vez seus negócios e se tornar um gestor de sucesso!

Ainda não terminamos, pois temos muito para ensinar e sabemos que você quer aprender, portanto, assine nossa newsletter e receba regularmente conteúdos exclusivos em seu e-mail. Garantimos que os resultados serão satisfatórios!

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Empreendedorismo

Afinal, vale a pena franquear um negócio?

Franquear um negócio pode ser uma solução de baixo custo para a expansão de sua empresa. A utilização e a confiança de capital de terceiros podem ser boas alternativas à busca de financiamento em outras fontes de empréstimos. Mas precauções devem ser tomadas, a fim de evitar dores de cabeças.

Alguns fatores precisam ser levados em conta, como as documentações necessárias, planejamento dos processos e treinamentos para os franqueados. Além disso, a vendabilidade de sua marca e a possibilidade da replicação do seu sucesso para as franquias também necessitam ser consideradas.

Mas não precisa ficar preocupado. Neste post você encontrará detalhes de como franquear seu negócio para modernizar e crescer. Boa leitura!

O que é uma franquia

De acordo com o Art. 2º da Lei de Franchising, esse sistema permite, mediante a um pagamento direto ou não, a concessão ao franqueado do uso de sua marca, venda de produtos e serviços e acesso ao know-how de sua empresa. Entretanto, vale ressaltar que esse franqueamento não caracteriza vínculo empregatício.

Ou seja, você permite a uma pessoa que tenha acesso aos seus produtos e conhecimentos mediante a um pagamento de royalties e concessões. No entanto, o franqueado deve obedecer a todos os processos de sua empresa e à maneira como ela atua, isto é, para que alguma política seja mudada em uma franquia, essa alteração precisa ser aprovada pelas demais e ser modificada em todas as outras.

Um cuidado a ser tomado é não confundir franquia com filial. Esta é um ramo de sua empresa, ou seja, está subordinada a você, sendo de sua responsabilidade contratar pessoal, gerir e fiscalizar. Já no sistema de franquia, esse encargo passa a ser do franqueado, que necessita administrar e atuar de acordo com as diretrizes postas pelo franqueador.

Vantagens de franquear um negócio

A principal vantagem é receber capital para investimento. Em franqueamento, esse dinheiro vem mais rápido do que se fosse por meio de investidores ou de credores. Além disso, o capital advindo dos royalties não sofre pressão para ser investido e dar um retorno grande para satisfazer os investidores.

Outra vantagem em se franquear um negócio é a rápida expansão de sua marca. Como você terá outras pessoas trabalhando em torno de sua franquia, isso auxiliará no crescimento e no reconhecimento dela. Além disso, o alcance dessa marca é aumentado, pois as franquias conseguem mais mercados do que o negócio tradicional.

Outro ponto positivo é a troca de informações entre os franqueados. Essa experiência permite uma troca de conhecimentos e de perspectivas diferentes, agregando o know-how de sua marca. E esse aprendizado pode ser passado para outras franquias, garantindo melhora e padronização de todos os estabelecimentos.

Além disso, à medida que a sua rede de franquias cresce, sua notoriedade aumenta e seu poder de compra é fortalecido. Essa situação permite negociações com seus fornecedores e outros parceiros, proporcionando uma economia de escala para a rede, impulsionando o seu negócio.

O processo de franqueamento

Antes de iniciar o processo de franqueamento é necessário analisar alguns pontos. Primeiramente, é preciso saber a franqueabilidade da marca, ou seja, se é viável franquear a empresa. Esse estudo é feito a fundo por empresas especializadas em finanças e conhecedoras do sistema de franquias.

Outro ponto a ser analisado é se o responsável pelo sucesso do seu negócio pode ser replicado nos demais estabelecimentos, isto é, se o fator de triunfo de sua marca não está apenas em um funcionário ou em fatores locais.

Depois de serem feitas as análises prévias, alguns passos são necessários para dar início a esse processo de franquias. Vejamos eles a seguir:

Tenha auxílio de um advogado

Um profissional o ajudará a entender a lei de Franchisng e os vários processos necessários para abrir as franquias. Além de conhecer essa norma, o advogado será importante na hora de elaborar a Circular de Oferta de Franquia (COF), que será melhor explicado posteriormente.

Adeque-se à realidade de franqueamento

Uma empresa tradicional tem um padrão diferente de uma franquia. Caso esse tipo de negócio de sucesso queira franquear sua marca, provavelmente terá que se adaptar. Então, planeje essa mudança, desde a sua base e de como atrair os franqueados até os custos e parcerias com a marca.

Sistematize os conhecimentos e processos de sua empresa

É preciso não só saber como funciona o seu negócio e como obter sucesso, mas sim passar esse conhecimento. Lembre-se que o know-how adquirido precisa ser ensinado aos franqueados de sua marca e, com todas as ações documentadas, esse processo torna-se menos problemático.

Estude também como será feita essa transmissão de conhecimento: treinamento presencial, manuais, workshops e palestras são algumas das possibilidades.

Elabore contratos

O principal documento contratual é a Circular de Oferta de Franquia (COF). Nesse registro, constam as principais diretrizes do franqueamento, como os valores do roaylties que devem ser pagos, qual suporte o franqueador prestará, quais os fornecedores que são obrigatórios a manter no contrato, a situação da marca etc.

Antes de fechar qualquer contrato, o franqueador é obrigado a apresentar a COF, segundo a Lei de Franchising, citada anteriormente.

Faça testes em uma unidade piloto

Agora é a hora de pôr em prática como será uma unidade de sua franquia, mas em um ambiente controlado. Nessa hora, fatores como os processos dentro da firma, investimentos e retornos serão mensurados. Ajustes poderão ser feitos no planejamento e nos processos internos, sempre visando a uma melhor performance da unidade, como a implementação de um software em sua loja.

Escolha bem seus franqueados

Lembre-se que essa pessoa não é só um investidor, é alguém que levará o nome de sua marca. Por isso, escolha um indivíduo que, assim como você, vista a camisa da empresa e ajude ela a crescer, que esteja disposto a se dedicar a finco e compartilhe dos mesmos princípios. Apesar disso, não há um perfil exato e igual para todas as franquias, então cabe ao franqueador analisar e definir qual se adequa à sua marca.

Franquear um negócio pode trazer vários benefícios ao franqueador. Além de ser muito visado no mercado e atrair muitas pessoas, auxilia a expansão de sua empresa e agregação do know-how. E como existe uma lei própria, o sistema de franquias tem um grande amparo, dando segurança tanto ao franqueador como ao franqueado.

Outro ponto positivo são os royalties arrecadados, que podem ser usados para a expansão de sua marca e também para sua modernização, investindo, por exemplo, em softwares para a gestão de sua empresa.

Viu como franquear um negócio pode lhe trazer muitas vantagens? Este mercado cresce rapidamente e é essencial ficar atualizado sobre o assunto. Por isso, mostre aos seus amigos que você está se modernizando compartilhando este post em suas redes sociais!

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Controle de Estoque

6 dicas para fazer uma gestão de estoque sem ter dor de cabeça

A gestão de estoque, no que tange à operacionalização estratégica dos produtos armazenados, é uma preocupação recorrente entre os líderes modernos. Não é para menos: considerando os potenciais e os desafios da área, que podem gerar impactos significativos nos resultados da companhia, é imprescindível que haja planejamento coerente e táticas eficazes para manejar os itens estocados.

Se você deseja modernizar suas rotinas de armazenagem e de distribuição, e melhorar a performance dos processos, encontrou o conteúdo certo! Neste post você terá acesso a dicas valiosas para gerir adequadamente as suas rotinas de estoques e, assim, evitar dores de cabeça na operação cotidiana.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

1. Avalie a movimentação de estoques

O primeiro passo para a gestão eficiente de estoque é, sem dúvidas, a plena compreensão da área. Afinal, o gestor somente poderá implementar estratégias eficazes e perenes quando estiver seguro dos padrões de consumo de seus produtos — considerando, por exemplo, a sazonalidade de vendas.

Para viabilizar um planejamento de armazenagem, minimizando a ocorrência de erros e evitando prejuízos operacionais, é importante que o líder empreenda uma análise detalhada da movimentação de seus produtos, examinando possíveis curvas de demanda e entendendo as eventuais oscilações de distribuição.

Nesse momento, é fundamental dispor de dados confiáveis e consistentes, capazes de suportar um diagnóstico verdadeiro e embasar decisões gerenciais.

2. Planeje as compras com coerência

Uma vez no domínio de informações coesas referentes à movimentação de estoque e à assiduidade no escoamento de cada item do portfólio, é hora de aplicar esse conhecimento no cotidiano de compras.

Lembre-se: o estoque da sua empresa não deve ser encarado como dinheiro congelado, mas como um investimento dinâmico e altamente rentável. Essa máxima só será efetiva (e exequível) se você tiver a cautela de planejar as ordens de compra de acordo com a realidade da sua operação.

Evite a todo custo emitir solicitações a fornecedores sem antes checar como está a sua curva de demanda. Assim você tem mais confiança para investir o capital disponível em produtos de retorno assegurado.

3. Separe os itens por categoria

Depois de adquiridos, os produtos precisam ser identificados, catalogados e transportados ao estoque, onde devem ser separados de acordo com sua categoria.

O motivo desse movimento — que é essencialmente simples, mas que faz uma grande diferença na operação diária — é nítido: ao conhecer, em detalhes, as características, as especificações e a natureza dos produtos, você ganha mais autonomia para gerenciar os itens internamente. A estruturação de mostruários e as eventuais atividades promocionais, por exemplo, saem ganhando com essa postura.

Sendo assim, certifique-se de investir um tempo na separação da mercadoria e de manter o inventário organizado. Esse movimento certamente vai economizar tempo, reduzir o retrabalho e alavancar os resultados da operação.

4. Implante metodologias de escoamento

A gestão de estoque, assim como outras áreas do negócio, possui uma série de recursos e métodos capazes de aprimorar os fluxos operacionais e, assim, melhorar a performance do departamento.

A depender do tipo de produto que é comercializado, algumas metodologias são mais aderentes do que outras. Se a mercadoria for perecível, por exemplo, é importante que as datas de validade sejam consideradas no momento de implantar táticas de escoamento. Entre as metodologias mais conhecidas (e utilizadas), despontam:

PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai)

Também conhecida como FIFO (na sigla em inglês), a metodologia pressupõe que, à medida que as saídas de produtos acontecem, as baixas no estoque são efetivadas a partir do que foi comprado primeiro. Na prática é simples: vendeu um item cujos lotes disponíveis datam de novembro e dezembro? O que foi comprado em novembro deve ser escoado primeiro!

UEPS (Última que entra, Primeiro que Sai)

No caso dessa metodologia, a ideia é essencialmente a mesma — embora a dinâmica determine um processo completamente inverso. Em UEPS, o último produto incorporado ao estoque é justamente aquele que é escoado primeiro no momento de um registro de compra.

Essa estratégia geralmente se adapta melhor aos processos produtivos, já que interfere nas estimativas de lucratividade — promovendo mais agilidade nos ajustes de preços.

5. Contrate profissionais especializados

Processos e metodologias são importantes, é claro, mas de nenhuma maneira dispensam o recrutamento de profissionais especializados, capazes de desempenhar as funções estratégicas inerentes à boa gestão de estoque.

Por isso, enquanto gestor, certifique-se de selecionar funcionários competentes e proativos, dispostos a enfrentar os desafios que permeiam as rotinas de armazenagem e distribuição. Isso certamente fará toda a diferença nos resultados do negócio!

Para viabilizar a atração desses profissionais, dedique algum tempo para formular o perfil técnico e comportamental exigido em cada vaga. Na prática, você economizará tempo e dinheiro no processo seletivo de cada função.

6. Invista em tecnologia de gestão

Por fim, embora não menos importante, figura a necessidade de incorporar ao negócio os mais eficientes (e tecnológicos) recursos para alavancar a performance da gestão de estoque — e, por consequência, também da empresa como um todo.

No caso das rotinas de armazenagem e escoamento, é imprescindível que o departamento disponha de uma ferramenta confiável, dinâmica e transparente para controlar os recursos e executar as rotinas da área.

Afinal, somente ao aperfeiçoar o monitoramento de mercadorias e ao garantir a conformidade das metodologias para administrar os itens disponíveis, estruturando processos coesos e orgânicos, é possível minimizar erros, otimizar recursos (físico, humanos, financeiros e de tempo) e potencializar o desempenho da equipe envolvida. Conte com os sistemas integrados de gestão para isso!

Caso ainda haja alguma resistência quanto às mudanças eventualmente necessárias, é válido lembrar que a gestão de estoque responde por uma parcela significativa do sucesso (ou do fracasso) operacional.

Ao estabelecer parâmetros sinérgicos, controlar movimentações de mercadoria e garantir a disponibilidade de itens sem comprometer o capital da empresa, a gestão de estoque desponta como um pilar essencial à perenidade e à competitividade da empresa. Não negligencie os processos e invista em melhoria contínua!

O conteúdo foi útil e contribuiu para que você repensasse a atual gestão de estoque da sua empresa? Ótimo! Aproveite para seguir nossa página no Facebook e fique sempre por dentro das últimas novidades!