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Contabilidade

NFC-e: A hora é agora!

Muito já se falou sobre a NFC-e, sobre os seus benefícios e vantagens, além dos prazos estabelecidos por unidade federativa para a sua adesão, que primeiramente ocorre de forma voluntária e que depois do período de transição, passa a ser obrigatória. E é sobre esse período de transição que quero alertá-lo, ou melhor, para o fim desse período.

Prazo de adesão

No Tocantins, o prazo de adesão voluntária está chegando ao fim! Não corra o risco de ficar impossibilitado de emitir documentos fiscais (cupom fiscal)! De acordo com a última portaria publicada em 28 de junho de 2018, os prazos para as empresas que estão em início de atividade já estão valendo desde 1 de julho de 2018, devendo começar a emissão de documentos fiscais de cupom, já no modelo eletrônico, NFC-e. Para as empresas do regime normal e as optantes pelo simples com faturamento superior a 1.000.000,00 no exercício anterior, o prazo já começa agora em 1º de janeiro de 2019. E, por fim, as empresas do simples nacional com faturamento anual inferior a 1.000.000,00 no exercício anterior que têm como prazo final para a implantação da NFC-e, 1º de julho de 2019.

Percebeu o quanto está próximo a obrigatoriedade da adesão ao novo modelo de emissão dos documentos fiscais (cupom)?

Fique atento às demais disposições do que trata a portaria de Nº 510 da SEFAZ. É nela que consta todas as informações e procedimentos que devem ser observados pelos contribuintes, e como não houve nenhuma outra publicação referente aos prazos ou de uma possível prorrogação dos mesmos, ficam vigentes as datas estipuladas nessa portaria.

Peculiaridades da NFC-e

Para passar por esse processo de forma tranquila, o contribuinte precisa saber que:

  • As NFC-e’s somente poderão ser utilizadas nas operações realizadas de vendas diretas ao consumidor final ou a não contribuinte no varejo. Para as demais operações, o contribuinte deverá utilizar a Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, modelo 55.
  • A NFC-e poderá ser utilizada como documento de circulação para entregas em domicílio, desde que sejam apenas em operações internas para o consumidor final. Sendo apenas exigido na NFC-e a identificação e endereço de entrega do consumidor.
  • A NFC-e é identificada pelo modelo 65.
  • A NFC-e não tem nenhum emissor gratuito disponibilizado pelas Secretarias da Fazenda em nenhuma unidade federativa. Portanto, a empresa necessitará desenvolver ou adquirir no mercado, aplicativo emissor de NFC-e.
  • A empresa precisa possuir um certificado digital, pois por ser um documento fiscal com valor legal, a emissão de NFC-e exige a segurança proporcionada pelo certificado digital. Podendo ainda utilizar o mesmo certificado da emissão de Notas Fiscais, somente tendo que verificar com o desenvolvedor do software se não há nenhuma exceção.

Requisitos para a adesão

E, por fim, mas não menos importante, a empresa deverá cumprir os seguintes requisitos para estar apta a emitir as Notas Fiscais do Consumidor Eletrônicas – NFC-e:

  • Estar com a Inscrição Estadual regular;
  • Desenvolver ou adquirir um software emissor de NFC-e;
  • Possuir certificado digital no padrão ICP-Brasil, contendo o número do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte;
  • Possuir Código de Segurança do Contribuinte – CSC em ambiente de produção disponível no sítio da SEFAZ;
  • Estar credenciado na SEFAZ (permissão para emissão).

De posse das informações, “a hora é agora!”, como lembra o título desse artigo!

Não procrastine mais a adesão a nova modalidade de emissão dos cupons fiscais.

Se ainda ficou com dúvidas, entre em contato conosco, teremos o prazer de ajudar você a se adequar às novas exigências do Fisco.

Um forte abraço e até a próxima!

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Gestão Empresarial

O que é big data e como utilizar na pequena empresa?

Muitos gestores ainda se perguntam: o que é big data? A expressão, que vem ganhando cada vez mais relevância no contexto atual, é usada para designar uma verdadeira transformação nos mercados — e, por consequência, também na sociedade.

Se procura por mais informações sobre o tema, não se preocupe: acabou de encontrar o conteúdo perfeito! Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o conceito e a aplicação do big data. Além disso, também vai saber de que forma é possível utilizar a tecnologia em pequenas empresas, principalmente varejistas.

Preparado? Boa leitura e bom aprendizado!

O que é big data e qual a importância de sua tecnologia?

Em tradução livre para o português, o termo “big data” refere-se ao grande volume de informações, geradas segundo a segundo, de modo estruturado (numéricos, em banco de dados tradicionais) e não-estruturado (documentos de texto, e-mail, transações financeiras etc).

Na prática, a expressão — que ganhou força a partir dos anos 2000, com o rápido avanço tecnológico — contempla até cinco atributos:

  • volume, já que ficou mais fácil e simples armazenar grandes quantidades de dados;
  • velocidade, uma vez que nunca foi tão rápido transmitir informações;
  • variedade, considerando os inúmeros formatos de conteúdo coletado;
  • variabilidade, já que há “irregularidades” nos eventos que geram dados, tais como sazonalidades e tendências;
  • complexidade, levando em conta que a atualidade dispõe de diversas fontes das quais é possível recolher dados.

A importância do big data, porém, vai muito além dos mecanismos de coleta e armazenamento de informações. Mais do que estocar um alto volume de conteúdos, é preciso saber como utilizá-los de forma a construir vantagens competitivas que posicionem a empresa na vanguarda do mercado.

Por isso, não seria equivocado dizer que o big data desponta como uma ferramenta poderosa para sustentar a estratégia do negócio e, assim, favorecer o crescimento sustentável da empresa.

Como aplicar os conceitos de big data nas pequenas empresas varejistas?

Agora que você já está convencido da importância do big data, é pertinente conferir um pouco mais de prática na discussão. Veja como aplicar o conceito — e, assim, desfrutar dos benefícios — no contexto das empresas varejistas.

Varejo físico

Muito embora o big data esteja bastante associado ao ambiente online, seria incorreto dizer que há restrições para sua aplicação no varejo físico.

Recentemente, por exemplo, câmeras discretas foram instaladas em pontos de venda com a missão de identificar com mais critério e propriedade quais são as características do público que frequenta a loja.

Assim, é possível segmentar com ainda mais acuidade a faixa etária dos visitantes, pela visualização dos corredores mais acessados e o tempo médio gasto no local.

Logística

A tecnologia dos algoritmos e localizadores pode contribuir diretamente para facilitar e otimizar as operações logísticas. A partir deles, é possível, por exemplo, conhecer o tráfego em tempo real e escolher as melhores rotas.

Com definições embasadas em dados transparentes, há menos imprevistos e reduzem-se os erros operacionais. Na prática, a empresa economiza recursos e alavanca o desempenho de seus processos.

Relacionamento com clientes

O marketing também pode (e deve) ser positivamente impactado pelo big data. Com o aparato tecnológico adequado, e dispondo das mídias certas (tais como as redes sociais), as empresas conseguem acompanhar e medir o nível de interação de seus clientes com a marca.

Mais do que nutrir o relacionamento, o correto monitoramento da base provê considerações importantes acerca dos “sentimentos” dos consumidores, indicando se há pontos sensíveis (e prejudiciais) que devem ser corrigidos de imediato.

A mensagem, portanto, é clara: se você ainda não sabia o que é big data, já está apto a pensar de forma inovadora e a reunir os mecanismos que podem impulsionar o crescimento do seu negócio. Invista!

O conteúdo prendeu sua atenção e contribuiu para gerar insights positivos? Ótimo! Ajude a propagar as informações e permita que outros gestores também tenham acesso aos dados e possam transformar seus negócios: compartilhe o texto em suas redes sociais! Sucesso e até a próxima!

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Atendimento

Inteligência artificial no varejo: inove a sua loja e o atendimento

A inteligência artificial (IA) inovou no mercado em diversos ramos, um deles é o varejo, onde o uso da IA é uma das tendências mais promissoras, cuja atenção está crescente. Com o consumidor cada vez mais conectado e informado, assim como com o acirramento da competitividade no ramo, as empresas precisam se inovar e aprimorar seus processos e atendimento.

Nesta leitura, trazemos como o uso da IA impactou o mercado desde os anos 90 até o presente e explicamos as principais mudanças da tecnologia no varejo!

Os impactos da IA dos anos 90 até os dias atuais

O termo inteligência artificial foi cunhado por John MacCarty em uma conferência no ano de 1956, em Darmouth Colege. Porém, foi a partir dos anos 90 que ele tomou a forma como conhecemos hoje e começou a gerar impactos reais na vida do homem.

Em 1997, pela primeira vez na história, um computador venceu o melhor jogador de xadrez do mundo. Na época, isso causou um grande choque às pessoas e impulsionou o interesse na área.

Entre 1993 e 2011, várias tecnologias resolveram muitos problemas, como mineração e coleta de dados, reconhecimento de voz, softwares bancários, ferramentas de busca (como o Google), diagnósticos médicos e muito mais.

De 2011 até a presente data, os computadores estão se tornando excepcionalmente velozes e potentes, o que permitiu o desenvolvimento de aplicações de maior escala, mais complexas e de maiores impactos na economia, como:

  • machine learning: computador usa técnicas de estatísticas para aprender autonomamente a fazer análises;
  • deep learning: reconhecimento de falas, visão computacional, processamento e análise de linguagem;
  • big data: computar gera insights rápidos e precisos de um gigantesco volume de dados.

Principais mudanças da inteligência artificial no varejo

As mudanças impactam positivamente o varejo em diversos aspectos, como o controle do negócio pelo gestor, desenvolvimento de novas estratégias, melhoria do atendimento e experiência ao cliente. Confira as principais abaixo:

Banco de dados

Os bancos de dados são digitais e aglomeram o máximo de dados possíveis de uma empresa; porém, eles são excepcionalmente volumosos, pois incluem:

  • perfis e comportamento dos consumidores;
  • menções, citações, curtidas e compartilhamentos nas redes sociais;
  • datas, horários, picos e quedas de vendas;
  • outros dados relevantes sobre os produtos, consumidores e vendas.

É humanamente impossível estudar todos os dados manualmente. Por essa razão, é fundamental utilizar computadores aliados à tecnologia do Big Data para extrair informações e gerar relatórios úteis aos gestores.

Chatbots

Consiste na IA aplicadas a assistentes virtuais que respondem e solucionam dúvidas dos clientes automaticamente. Com essa tecnologia, há uma grande economia no atendimento, recuperação de carrinhos, marketing e custos operacionais.

Além disso, muitos problemas serão resolvidos de forma automática e rápida pelos robôs, pois eles estudam as mensagens dos clientes, direcionam serviços, interagem de personalizada e podem ser aplicados em vários canais, como o Whatsapp, Messenger e chat direto do site da empresa.

Terminais inteligentes

Os terminais de ponto de vendas são grandes oportunidades para coletar informações sobre os clientes. Com a aplicação da IA, torna-se possível traçar o perfil do consumidor e definir os produtos que ele tem mais interesse e chance de comprar.

Os dados coletados geram estatísticas para o consumidor, permitem o cruzamento de informações entre sistemas, criação dos perfis do público entre outras inúmeras funcionalidades úteis para aprimorar as estratégias de marketing e de venda.

Catálogo digital

O catálogo digital é uma das maiores tendências do varejo. Ele informa ao cliente todos os itens disponíveis para venda e fornece recomendações personalizadas a cada cliente com base nos dados coletados e analisados pela inteligência artificial.

Esse recurso também é importante para os colaboradores e gestores do varejo, pois agiliza o processo de consulta ao estoque. Assim, o atendimento ao cliente é otimizado e a tomada de decisão torna-se mais ágil ao gerente que precisa saber quais itens precisam ser repostos no estoque.

São inúmeras as aplicações da inteligencia artificial no varejo. O gestor que aproveitar desses recursos conseguirá se desenvolver mais rapidamente, pois criará estratégias mais eficientes e vantajosas!

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Atendimento

Varejo na era digital: como adaptar a sua loja?

A tecnologia transformou o mundo e os negócios, atingindo todos os setores da sociedade e da economia. O varejo na era digital, por exemplo, já é uma realidade — e os gestores precisam estar atentos e atualizados para aproveitar as oportunidades de um novo cenário.

Se você procura por mais informações sobre o assunto, encontrou o conteúdo perfeito! Neste texto, você entenderá um pouco mais sobre o consumidor na era da transformação digital e saberá como se adaptar às tendências, correspondendo às novas demandas do setor.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

O comportamento do consumidor na era da transformação digital

No mundo dos negócios, uma coisa é certa: tudo é volátil e dinâmico. Essas características nos levam a outra conclusão importante: as empresas que não se adaptarem às mudanças estão fadadas ao fracasso.

Nesse sentido, uma das mais recentes disrupturas foi a transformação digital. Com a ascensão, a disseminação e o fortalecimento da tecnologia, a sociedade se tornou mais conectada e as empresas precisam acompanhar esse movimento.

Para conquistar e manter a preferência dos consumidores, todos os portes organizacionais têm de encontrar novas formas de entregar o valor que o cliente busca — e isso certamente passa pela revolução digital.

Hoje, mais do que nunca, o público é bombardeado por uma infinidade de informações e precisa de ajuda para decidir o que fazer. O indivíduo sabe o que quer e tem diversas opções semelhantes à sua frente. Cabe às marcas serem exatamente o que ele busca, entregando um pacote de produtos e serviços que o deixe confortável para efetivar a compra.

As principais tendências do mercado

Agora que você já entende um pouco mais sobre a nova realidade de consumo, é hora de agregar um pouco mais de aplicabilidade à questão. Como é possível se adaptar à nova realidade do varejo digital, modernizando e adaptando sua loja para atender às demandas emergentes?

Cliente à frente e no centro

O novo contexto de mercado exige que as preferências e os hábitos do cliente sejam considerados em primeiro lugar. Isso implica em uma realidade simples de pontuar, mas difícil de implantar com eficiência: o consumidor deve estar à frente das decisões e ser mantido no centro das atenções.

Na prática, essa decisão exige que todo o aparato da loja — do atendimento no PDV ao pós-venda — seja essencialmente pautado nas características do público-alvo, garantindo a identificação com o conceito da empresa e, assim, fidelizando os consumidores.

Interação a qualquer hora e lugar

O varejo na era digital está bastante ligado ao conceito de omnicanalidade — que diz respeito à integração orgânica de todos os canais, online e offline. Por isso, a interação a qualquer tempo e em qualquer mídia, ligando empresa e cliente, é imprescindível ao novo perfil de consumo.

Dessa forma, é importante que o seu negócio esteja preparado para se relacionar continuamente com o mercado, angariando a simpatia e conquistando a preferência.

Arquitetura digital no PDV

A tecnologia também chegou às lojas físicas e transformou o PDV. É comum que as empresas invistam em aparatos modernos para atualizar o espaço.

A adoção dessa prática pressupõe priorizar, dentre outras inovações, a acústica diferenciada e a sinalização digital (com painéis e TVs espalhadas pela loja), por exemplo.

É importante reforçar que a tecnologia viabiliza a entrada do varejo na era digital e serve a um objetivo bastante específico: focar na experiência do cliente, melhorando-a continuamente para que seja possível fidelizá-lo. Por isso, vale a pena investi nela.

Este conteúdo despertou interesse e fez você refletir sobre as demandas do seu trabalho? Então aproveite para compartilhar em suas redes sociais e ajude a propagar este conteúdo a outros gestores interessados no tema. Até a próxima!

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Atendimento

O que você tem feito para fidelizar o seu cliente?

A pergunta que intitula este artigo parece bem intrigante, não é mesmo? Pois bem, se você não consegue de imediato responder à essa pergunta, é um sinal de que algo precisa mudar!

Programas de fidelidade

Já reparou que a tendência atual é encontrar programas de fidelidade em todos os lugares que frequentamos? Se vamos na lanchonete, logo após o consumo estipulado, lá vem o atendente com um cupom informando ser um ponto de alguma promoção que o estabelecimento está praticando, e que se você consumir X unidade de vezes, você será bonificado/presenteado com algo. Isso acontece na barbearia, restaurantes, farmácias, lojas de confecções e até em postos de combustíveis.

Digo mais, a tendência é que isso se espalhe para todos os ramos de atividade que têm na venda o fator recorrência, que é aquela necessidade que o consumidor tem da mercadoria ou serviço em curtos intervalos de tempo e de forma repetitiva.

Isso é muito bom, as vantagens tem impacto positivo e direto no bolso do consumidor, mantém o mercado aquecido e ainda ajuda o comerciante na fidelização do cliente, que em muitos casos passará a consumir os seus produtos mesmo não sendo um item de extrema necessidade, afim de preencher o cartão de fidelidade e usufruir do seu prêmio.

É aí que tá! Reparou que eu falei no parágrafo anterior, “cartão fidelidade”? Pois é, a grande maioria dessas informações de controle de pontuações dos programas de fidelidade que consumimos diariamente, ainda são feitos manualmente, com a entrega de um cartão físico ao cliente, sem nenhum controle gerencial da quantidade de pontos já distribuídos e sem a segurança necessária que o cliente precisaria para resgatar seus pontos em um eventual troca por seu prêmio.

Este tipo de atividade pode sim trazer inúmeros benefícios e vantagens como as já citadas, mas se feitas sem o controle necessário, podem acarretar muitos problemas e prejuízos aos donos de estabelecimentos comerciais, portanto, pesquise e certifique-se se há no mercado alguma automação em software de gestão que faça esse trabalho de forma rápida e segura, trazendo comodidade não só no gerenciamentos das informações, mas também para o cliente, que não correrá o risco de ficar sem as suas devidas pontuações caso aconteça qualquer imprevisto com o cartão (físico) da promoção.

Já pensou em utilizar uma plataforma que, de forma automatizada, já no momento do faturamento lance a pontuação configurada de acordo com a quantidade ou valor comprado pelo cliente? E o melhor, tudo controlado com base no CPF do cliente, sendo intransferível a sua pontuação?

Isso já é possível! O controle da pontuação é feito de forma segura e com banco de dados em nuvem, garantindo ainda mais a segurança das informações. Retenha e fidelize o seu cliente através do programa de fidelidade, fazendo com que o seu público consumidor tenha motivos para voltar em seu negócio. Conheça o comportamento de compra do seu cliente e trace os perfis de cada um deles, através da consulta do histórico de movimentações.

Moedas digitais

E não é só isso! Estamos caminhando para a era das Criptomoedas (moedas digitais). Você acha que é coisa de outro mundo? Ou ainda acha que isso vai demorar bastante para acontecer?

Se eu fosse você já começava a se imaginar pontuando em diversas promoções nos principais estabelecimentos que frequenta, e podendo, além de pontuar, utilizar seus pontos em outros estabelecimentos credenciados. Já pensou estar cadastrado em uma fidelidade em um posto de combustível, por exemplo, e poder trocar os pontos acumulados por um lanche naquele lugar legal, poder utilizar no salão de beleza, etc?

Não pense que esse tipo de coisa vá demorar a acontecer, aliás elas já acontecem em várias partes do mundo.

E aí, vai esperar a “obrigação” bater à porta? Ou vai sair na frente e já começar a pensar em um programa de fidelidade para os seus clientes?

Não perca tempo, o mercado competitivo é muito volátil e está sempre se reinventando!

A hora é agora…

Ficou curioso para saber mais sobre moedas digitais? Fica tranquilo, esse vai ser assunto para um dos nossos próximos artigos!

Um forte abraço e até a próxima.

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Atendimento

4 dicas incríveis para melhorar a experiência do cliente

Melhorar a experiência do cliente é uma das formas mais eficazes de garantir a sua fidelização, fazendo com que ele dê preferência aos seus produtos e serviços em detrimento dos concorrentes. Uma das formas de alcançar esse objetivo é investindo na qualidade do atendimento fornecido.

Na presente leitura, trazemos a relação da qualidade do atendimento com a transformação digital e, posteriormente, listamos e explicamos as 4 quatro melhores estratégias para aprimorar a experiência do cliente por meio do atendimento. Confira!

A relação entre qualidade do atendimento e transformação digital

A transformação digital consiste em aplicar diversas tecnologias em uma empresa. Em relação ao atendimento, são vantagens fornecidas por soluções digitais que tornam a experiência do cliente mais agradável.

No atual mundo moderno, os gestores de estabelecimentos não ficam limitados apenas a antigas práticas de atendimento ao cliente. Graças à tecnologia, as empresas podem:

  • ampliar seus canais de comunicação;
  • garantir rapidez no atendimento;
  • personalizar o atendimento;
  • registrar o perfil e histórico de cada cliente na loja;
  • integrar seus dados ao cliente, no caso de serviço prestado entre empresas;
  • e muito mais.

O consumidor está acostumado com o uso da tecnologia em sua casa, trabalho e momentos de lazer, o que torna a modernização um requisito para a experiência agradável.

As 4 melhores dicas para melhorar a experiência do cliente

1. Escute o cliente com atenção

Todas as pessoas gostam de ser ouvidas e entendidas. O vendedor precisa dar atenção à cada palavra proferida, assim ele conseguirá entender os seus problemas, apresentar as devidas soluções ou produtos mais adequados, como também fornecer um atendimento personalizado.

Também é recomendável criar mais opções de contato: ofereça cartão com número de telefone, e-mail, páginas nas redes sociais e, além disso, ligue, mande e-mails ou mensagens com a permissão do cliente.

2. Invista em treinamentos

Não basta a boa vontade para oferecer um bom atendimento, é preciso que o vendedor perceba o tom de voz de cada cliente, observe sua linguagem e forma de se comunicar para customizar o atendimento conforme cada indivíduo.

Para que os colaboradores adquiram essas habilidades é preciso que o gestor invista em um treinamento especializado no atendimento, principalmente aqueles que trabalham na linha de frente.

3. Facilite as formas de pagamento

Ampliar as formas de pagamento também aumentará as chances de compra do cliente, pois nem sempre ele terá disponibilidade para compras por apenas uma forma.

Recomenda-se o oferecimento de máquinas de cartão que aceitem várias bandeiras, parcelamentos, boletos para clientes, crediários, entre outras formas.

4. Crie um ambiente agradável

A primeira impressão do cliente é criada quando ele adentra no estabelecimento da empresa. Por essa razão, é relevante que o administrador modifique o ambiente para torná-lo mais favorável a negócios.

Tome cuidado com o volume do som local, pois pode dificultar a conversa. Também instale um climatizador ou ar-condicionado para não deixar a temperatura ambiente muito alta ou baixa. É relevante fazer com que se sintam em casa, para isso, informe seus colaboradores para buscar um relacionamento amigável.

Outra forma de tornar o ambiente agradável é oferecendo conectividade gratuita por wi-fi, pois isso faz com que ele permaneça por mais tempo no estabelecimento, o que aumenta a oportunidade de venda.

A cultura de excelência no atendimento é fundamental para melhorar a experiência do cliente. Ao implementar soluções tecnológicas na empresa, treinar seus atendentes e conscientizá-los sobre a importância do assunto, você criará um diferencial competitivo que potencializará as vendas do seu negócio.

Sua opinião é importante para nós! Use o espaço para deixar um comentário neste post!

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Gestão Empresarial

Como um ERP pode ajudar no controle de logística

Imagine ter um controle de logística alinhado com o controle financeiro. A integração é a palavra em voga no mundo corporativo. Isso não obra do acaso: dinamização do fluxo de informações e aumento de produtividade são algumas das vantagens da adoção dessa estratégia.

Na era tecnológica em que vivemos, esse cenário é possível. No mercado existem softwares, como o ERP, que transformam e otimizam por completo o processo interno das empresas – uma vez implementados, a integração será contínua.

Mas, o que o é sistema ERP e como ele pode ajudar no controle de logística? Continue lendo e saiba tudo sobre essa tecnologia. Boa leitura!

O que é o sistema ERP?

A sigla ERP significa “Enterprise Resource Planning” ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Os sistemas ERP geralmente incluem aplicativos para contabilidade, recursos humanos, CRM de vendas e gerenciamento de logística. Contudo, é possível combinar diferentes módulos para melhor atender as necessidades de cada negócio.

Por exemplo, você pode adicionar componentes de ERP para e-commerce, gerenciamento de inventário, pedido e preenchimento, ou mesmo incluir aplicativos projetados para uma ampla variedade de setores, desde a fabricação até o varejo.

Qual a importância do ERP para as empresas?

Para que uma empresa funcione de forma estabilizada, seus principais setores precisam funcionar igualmente: logística, RH, compras, financeiro etc. Um sistema ERP não só ajuda na maior produtividade de cada departamento, como consegue o fazer por meio de uma integração sólida e eficaz.

Os softwares fornecem inteligência, visibilidade, análise e eficiência em todos os aspectos de um negócio. Usando as mais recentes tecnologias, os ERPs facilitam o fluxo de informações em tempo real entre departamentos e ecossistemas, para que as empresas possam tomar decisões baseadas em dados e gerenciar o desempenho ao vivo.

Como ERP ajuda no controle de logística?

Um sistema ERP é composto de aplicativos de planejamento de recursos empresariais (“módulos ERP”) que conversam entre si e compartilham um banco de dados. Isso significa que você pode eliminar a prática de informações isoladas entre departamentos e dar a todos uma única fonte de verdade.

Para o controle de logística, essa unificação é excelente. Por exemplo, o gestor de logística pode obter a informação que necessita do setor de compras sem precisar se comunicar diretamente, agilizando todo o trabalho.

Além disso, o gestor pode integrar sistemas que são utilizados para controle de fretes e roteiros (como o TMS), tornando esses processos mais simples e eficazes. Ou seja, um único software pode automatizar as principais atividades do setor, garantindo conformidade normativa, redução de riscos, geração de relatórios e muito mais. 

Quais as vantagens de se utilizar o sistema ERP?

Confira algumas vantagens que você pode obter ao implementar o ERP na sua gestão de logística.

Facilita no controle de processos

Como explicado, no sistema ERP podem ser adicionadas informações sobre os diferentes processos do setor, tornando a gestão de logística realmente unificada. Com isso, o chefe do departamento tem o controle de processos em um só lugar. Entre outras vantagens importantes, esse cenário facilita e muito a tomada de decisões.

Permite gestão de pedido de compras

A integração é com certeza a palavra mais utilizada quando falamos do ERP. O software possibilita a homogeneização de todos os setores de uma empresa – o sonho de qualquer administrador.

Reforçando o exemplo de compras: com um sistema ERP, a equipe de logística não terá que retardar suas atividades até que a troca de informações entre o setor de compras seja finalizada. Com o fluxo de dados instantâneo, a dinâmica de trabalho será muito maior.

Melhora o controle de estoque

A melhora no controle de estoque também é uma consequência direta da integração de processos. Atividades como o inventário, que muitas vezes são realizadas de forma isolada, poderão ser supervisionadas por meio do sistema único do setor, além das informações de entrada e saída de mercadorias.

Enfim, não há dúvidas que um sistema ERP é altamente benéfico para o controle de logística. Porém, para um resultado de alta performance, é importante contar com empresas especialistas para ajudar na implementação e acompanhamento da tecnologia. Então, otimize já os processos da sua empresa.

Para ter os benefícios do sistema ERP na sua empresa, entre em contato conosco.

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Gestão Empresarial

4 principais desafios do varejo para os próximos anos

Nas últimas décadas, grandes mudanças transformaram a sociedade e os mercados. A tecnologia, por exemplo, foi a força motriz para uma série de rupturas e para a construção de novos paradigmas. Nesse contexto, as empresas também precisaram se adequar a uma realidade diferente — e os desafios do varejo, por exemplo, exigiram novas posturas por parte dos gestores.

Se você procura por mais informações sobre o tema e deseja aprimorar suas habilidades de liderança em um cenário altamente volátil, não deixei de ler o conteúdo até o fim!

No post, você conhecerá os principais desafios do varejo para os próximos anos, entendendo como deve se preparar a eles.

Vamos em frente e boa leitura!

1. Atender ao novo perfil de consumidor

Não há dúvidas de que o comportamento do consumidor mudou bastante nos últimos anos. Com o advento da tecnologia, por exemplo, houve um intenso alargamento de canais e um considerável acirramento da concorrência — que desconhece as fronteiras físicas ao integrar o ambiente digital.

Para que consigam manter sua relevância no mercado, portanto, as empresas precisam se adaptar às exigências de seu público, esforçando-se para compreender novas necessidades.

Na prática, essa preocupação suscita o cuidado com a reformatação de produtos e serviços — para que correspondam às expectativas de um consumidor cada vez mais exigente — e a busca por constante aprimoramento, principalmente em processos.

2. Integrar múltiplos canais de venda e atendimento

Diretamente ligada ao desafio anterior, a questão da multicanalidade é primordial para as empresas que desejam manter sua lucratividade nos próximos anos.

Atualmente, o cliente requer facilidade no acesso ao produto que deseja e agilidade no atendimento. E essa demanda é ainda mais evidente no varejo!

Empresas que pecam em oferecer um serviço integrado, eficaz e transparente, além de correrem uma série de riscos, acabam sufocadas por uma concorrência mais antenada.

Por isso, é imprescindível que os gestores foquem na inovação de seus canais e na eficiência de suas operações, garantindo a satisfação do cliente e a fidelização de sua base.

3. Qualificar as equipes

Qualquer organização, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa se envolver com a qualificação de suas equipes. Afinal, a empresa é formada por pessoas — e a soma dos resultados individuais determina o sucesso da operação.

Dessa forma, não seria exagerado afirmar que o treinamento contínuo desponta como uma ferramenta altamente estratégica para o varejista. Seja para atualizar as técnicas de vendas, seja para aperfeiçoar os procedimentos de gestão de estoques. É essencial que todos estejam engajados no desafio de acompanhar um mercado em constante evolução.

4. Analisar os dados estrategicamente

Por fim, embora não menos importante, é crucial que o gestor acompanhe o desempenho da empresa (e das equipes) e ampare-se em dados claros e consistentes.

Ao dispor de informações críveis, o líder tem mais segurança para tomar as decisões estratégias que o negócio precisa, endossando o desenvolvimento e a lucratividade da operação.

E lembre-se: as métricas e análises são a grande arma da competitividade, uma vez que possibilitam respostas rápidas na correção de desvios e solidificam a capacidade de aproveitar as oportunidades que surgem em meio aos desafios do varejo.

O conteúdo foi útil e você deseja ficar sempre por dentro das novidades sobre o assunto? Perfeito! Aproveite para seguir-nos no Facebook, no Twitter, no Instagram e no LinkedIn e seja sempre o primeiro a receber as atualizações. Sucesso e até a próxima!

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Gestão Empresarial

A importância da segurança da informação aliada ao software ERP

Um software ERP é parte fundamental para gestão de uma empresa, seu conceito e definição podem ser vistos nesse artigo aqui mesmo no nosso blog “O que é ERP e quais os seus benefícios para sua empresa”. Essencialmente, no sistema ERP, são concentradas informações sobre processos de vendas, clientes, produtos e financeiro. Assim sendo, podemos destacar a importâncias desse conjunto de informações para a tomada de decisão e gestão estratégica de qualquer negócio.

Ameaças digitais

No ano de 2017, o mundo da tecnologia enfrentou uma ameaça poderosa, o malware “Wannacry” (tradução do inglês: Quero chorar), segundo relatório do Kaspesky Lab mais de 200 mil sistemas em 150 países tiveram o funcionamento comprometido. Fabricas de carros e hospitais na Europa foram afetadas. No Brasil o ataque afetou principalmente repartições públicas em mais de 14 estados. Também há relatos da ação desse software criminoso nas pequenas e médias empresas, sequestrando informações e exigindo resgate em moeda digital.

Mapa dos países infectados pelo Wannacry
Figura 1 – Mapa dos países infectados pelo Wannacry disponível em https://www.kaspersky.com.br/blog/um-ano-wannacry-ransomware/10282/

Existem diversas variações da ameaça wannacry: uma delas bem nociva para o atacado e o varejo que faz principalmente o sequestro dos bancos de dados dos sistemas, forçando a empresa a parar o funcionamento e exigindo uma quantia grande de bitcoin no resgate da informação.

De acordo com dados da Kasperksy Lab, aproximadamente 65% das empresas afetadas pelo ransomware durante o ano passado, disse ter perdido acesso a uma quantidade significativa de dados ou até mesmo a todos. Um em cada seis daqueles que pagaram o resgate nunca recuperou seus dados.

Tela do WannaCry
Figura 2 – Tela do WannaCry, ataque cibernético que afetou mais de 300 mil computadores no final de maio, https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,no-brasil-orgaos-publicos-foram-os-mais-afetados-pelo-wannacry,70001816480

Basicamente, o wannacry e seus variantes infectam sistemas através de falhas de segurança nos sistemas operacionais Microsoft, mais popular do mundo, fazendo assim com que a sua ação ganha sempre dimensões exponenciais. O fabricante do S.Op. já desenvolveu e disponibilizou atualizações corrigindo essas falhas, porém, para tal, é necessária a ação do administrador do sistema ou mesmo do usuário para instalar o update.

Proteja as informações da sua empresa

Diante desse risco que pode comprometer e prejudicar o funcionamento das empresas usuários de ERP, a Nortesys desenvolveu uma ferramenta para auxiliar na proteção do banco de dados dos seus clientes. Nortesys Backup é o nome do sistema disponível para todos os usuários do ecossistema de ERP e soluções da Nortesys.

Com o Nortesys Backup, é possível criar uma rotina agendada de tarefas de backup, manutenção e armazenamento em nuvem de todas as bases de dados dos sistemas fornecidos pela Nortesys.

 

Funcionalidades

Grátis

Paga
Agendamento de Backup X
Manutenção dos bancos de dados X

Compactação do arquivo de backup X
Armazenamento em Nuvem do backup

X

A funcionalidade de armazenamento em nuvem do backup é oferecida nos seguintes planos:

Planos
PLANO 500 MB
PLANO 1 GB
PLANO 5 GB
PLANO 100 GB
PLANO 1 TB

Mantenha as informações do seu ERP protegidas! Contate agora mesmo o comercial da Nortesys para contratar um dos nossos planos de backup em nuvem com o Nortesys Backup.

Conheça mais sobre a solução Nortesys Backup na página do produto: https://www.nortesys.com.br/produtos/nortesys-backup

Referências

Há um ano, WannaCry infectava mais de 200 mil sistemas, disponível em https://www.kaspersky.com.br/blog/um-ano-wannacry-ransomware/10282/, acessado: 30/09/2018.

No Brasil, órgãos públicos foram os mais afetados pelo WannaCry, disponível em https://link.estadao.com.br/noticias/cultura-digital,no-brasil-orgaos-publicos-foram-os-mais-afetados-pelo-wannacry,70001816480, acessado: 30/09/2018.

Cry Brazil: ransomware sequestra PCs de brasileiros; saiba se proteger, disponível em https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/06/cry-brazil-ransomware-sequestra-pcs-de-brasileiros-saiba-se-proteger.ghtml, acessado: 30/09/2018.

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Gestão Empresarial

Gestão de estoque: 4 erros mais cometidos pelas empresas

A gestão de estoque é, sem dúvida, uma das operações mais estratégicas da empresa. É importante, portanto, que o gestor se certifique de enxergar a área como um investimento lucrativo, e não como um capital congelado.

Se você deseja maximizar os retornos do seu negócio ao administrar seu estoque com mais eficiência e assertividade, encontrou o conteúdo certo!

No post, você entenderá um pouco mais sobre os principais erros cometidos na gestão da mercadoria armazenada — e poderá se preparar para deixar de cometê-los, evitando prejuízos e alavancando processos.

Vamos em frente e boa leitura!

1. Comprar mais do que o necessário

A manutenção do estoque é, sem dúvida, uma atividade bastante onerosa. Ao despender recursos para a compra de insumos ou mercadorias, o gestor presume que haverá a iminente saída dos itens, quando o investimento é recuperado.

Não é incomum, porém, encontrar almoxarifados superlotados. Esse é um equívoco bastante perigoso e pode, inclusive, comprometer os resultados do negócio, uma vez que aumenta as chances de depreciação e desperdícios.

O impulso de comprar mais do que o necessário — e, assim, manter um estoque excessivo — deve ser terminantemente evitado. Uma operação enxuta e eficaz certamente é a melhor alternativa!

2. Deixar de identificar produtos parados na prateleira

Muitas vezes, como acabamos de mencionar, o grande problema da gestão de estoque está no excesso de produtos. Quando o item tem baixa saída, então, as chances de prejuízo aumentam consideravelmente!

Para evitar erros (e perdas financeiras) é importante que o gestor avalie constantemente qual é a saída dos produtos que mantém no estoque. Ao identificar que determinado item registra pouca demanda, é imprescindível que a rotina de compra seja revisada, evitando acúmulo de mercadoria parada.

3. Perder vendas por falta de mercadoria

O contrário, porém, também é bastante perigoso — e afeta negativamente a credibilidade da empresa sempre que um cliente vai em busca do produto e não o encontra na sua loja.

Perder vendas por falta de mercadoria é quase um pecado do varejo: além de abrir espaço para a concorrência, interfere no faturamento e pode prejudicar os resultados a curto, médio e longo prazos.

4. Falhar no gerenciamento estratégico do estoque

Negligenciar o acompanhamento rotineiro do estoque é, sem dúvida, o prenúncio de uma operação que fica aquém dos resultados esperados. Na gestão de estoque, o monitoramento estratégico deve ser constante!

De forma a garantir a assertividade nas transações, o abastecimento de mercadorias e a análise completa (considerando, inclusive, os históricos sazonais de venda) do desempenho da área, é essencial que o gestor disponha de dados estratégicos sobre a performance do estoque.

Vale dizer, ainda, que a melhor maneira de maximizar a performance da empresa — inclusive no que diz respeito à gestão de estoque — é contar com a tecnologia. Um sistema ERP, por exemplo, é capaz de integrar departamentos e eliminar o retrabalho, entregando informações mais críveis e detalhadas.

O conteúdo despertou seu interesse em continuar aprendendo? Ótimo! Aproveite para conhecer quais são os 4 segredos para comprar apenas o necessário e, assim, otimizar o escoamento do seu estoque. Bons negócios e até a próxima!