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O que é a automação de varejo e como funciona?

Atualmente, os clientes exigem que os serviços sejam mais rápidos, seguros e eficientes, mas somente a automação de varejo fornece vantagens que asseguram essas qualidades.

Gestores de muitos ramos ainda têm resistência em modernizar seus negócios, contudo, a automação é um elemento-chave para a manutenção da competitividade do empreendimento. Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura para conferir!

O conceito de automação de varejo e seu processo de implementação

A automação se resume na implementação de várias tecnologias que objetivam aumentar a performance e o controle dos processos internos da empresa. No campo prático, os gestores adquirem um software de gestão cujas funcionalidades são bastante úteis para o varejo.

Entretanto, a modernização dos processos do negócio não pode ser feita de forma amadora. É preciso seguir algumas etapas de implementação do sistema para que seus recursos sejam devidamente aproveitados:

  • crie uma equipe de colaboradores destinada a realizar a implementação;
  • estude os processos do varejo;
  • faça um planejamento com os pontos a serem modernizados;
  • defina os objetivos e metas a serem alcançados;
  • crie um cronograma para implementação e o orçamento necessário;
  • escolha o software mais adequado;
  • estude quais funções serão automatizadas e setores integrados;
  • crie parâmetros para medir o desempenho do negócio após a mudança;
  • treine os colaboradores para utilizar o software corretamente;
  • use indicadores de desempenho para monitorar o resultado.

Após realizar os passos acima, o negócio será amparado por uma extensa gama de vantagens que resultarão em diferenciais competitivos do negócio.

As vantagens da opção pela automação de varejo

Melhor organização de estoque

Conforme um negócio se desenvolve, mais volumoso e intenso será o fluxo de mercadorias no estoque do varejo, o que geram falhas em sua gestão, como a imprecisão na contagem, rupturas, perdas dos produtos etc. Esses problemas são facilmente resolvidos com uma solução digital que realize automaticamente atividades como:

  • departamentalização dos produtos;
  • controle de perdas;
  • controle de validade de cada lote;
  • consulta rápida ao estoque;
  • gestão de sazonalidade;
  • atacarejo;
  • devolução dos produtos;
  • entre outras.

Controle de dados

Os dados de um varejo também são excepcionalmente complexos e volumosos. Realizar todo o seu controle manualmente é uma prática ineficiente, ao contrário de um computador que é capaz de organizar uma grande quantidade de informações, de forma mais ágil e precisa que o homem.

O sistema de gestão consegue atualizar automaticamente os preços dos produtos, arquitetar um plano de contas preciso, gerar e emitir documentos fiscais, cadastrar os clientes e ainda realizar o controle de crédito de clientes.

Aprimoramento da segurança

Infelizmente, muitos clientes e funcionários tentam obter vantagens de forma ilícita no varejo, como por meio da subtração de produtos ou pela inserção de dados falsos no sistema.

Mas graças a um controle eletrônico e um sistema integrado, todas as movimentações e alterações no varejo são monitoradas precisamente com um bom software de gestão. Isso minimiza as aberturas para fraudes e suprime a necessidade do gestor de vigiar o caixa.

Aumento da eficiência

A tecnologia torna automática diversas atividades de segundo plano, ou seja, aquelas burocráticas, como a efetuação de cálculos e geração de relatórios. Isso faz com que os colaboradores possam concentrar seus esforços nas suas atividades principais.

Além disso, também são eliminados falhas humanas, como erros de cálculos, atrasos, confusões sobre ordens etc. O que reduz o retrabalho e potencializa a eficiência das operações.

A tecnologia como um diferencial competitivo

Com a obtenção dos benefícios acima, haverá uma considerável redução nos custos do varejo, possibilitando a manutenção de preços mais competitivos no mercado e, consequentemente, aumento no número de clientes.

Outro aspecto que gera o diferencial, consiste na expansão dos canais de atendimento, como também no aumento de sua agilidade e praticidade, contribuindo para a fidelização dos clientes.

Optar pela automação de varejo é uma estratégia que possibilitará o desenvolvimento saudável do seu negócio, pois a redução de perdas das mercadorias, a melhora do controle de contas, e a maximização da produtividade geram diferenciais sobre os seus concorrentes.

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Farmácia

4 inovações para a farmácia que você precisa conhecer!

Farmácia é um negócio diretamente relacionado à saúde e ao autocuidado da população, o que torna o ramo seguro, porém concorrido. Por essa razão, as inovações para a farmácia são fundamentais para a manutenção de sua competitividade no mercado.

Muitos gestores desconhecem — e, por isso, não utilizam — softwares de gestão. Com isso, perdem a oportunidade de usar a tecnologia como parte de sua estratégia de mercado.

Como a tecnologia funciona como diferencial?

Diferencial competitivo é uma vantagem que uma empresa tem para se destacar perante as demais concorrentes do mercado. A tecnologia consiste em um diferencial para qualquer tipo de varejo, garantindo benefícios como:

  • economia: utiliza arquivos digitais, minimizando gastos com materiais físicos;
  • organização: o sistema organiza automaticamente cadastros de clientes, documentos, relatórios etc., garantindo facilidade para o acesso e a edição de arquivos;
  • produtividade: automatiza várias tarefas burocráticas, como realização de cálculos e organização, permitindo que o colaborador se concentre e aumente sua produtividade;
  • segurança: um bom software detém um robusto sistema de segurança, protegendo arquivos contra furtos, extravios e invasões.

Especificamente para as farmácias, a tecnologia está bastante avançada e inovou as operações do ramo farmacêutico.

Quais são as inovações para a farmácia?

1. Prescrição eletrônica

O uso de papéis para gerar documentos tem sido reduzido drasticamente em todos ramos de negócios. Em uma farmácia, por exemplo, o arquivamento de segundas vias de prescrições não é pequeno, demandando tempo e espaço crescentes.

A prescrição eletrônica consiste na receita médica em formato digital, suas informações são digitadas, padronizadas e compartilhadas em rede. A farmácia que adota uma solução digital, poderá acessar as receitas vinculadas a um paciente com uma simples consulta de seu CPF.

Isso reduz erros na leitura de prescrições, evita circulação de receitas falsas e facilita a vida dos usuários, bem como o trabalho dos colaboradores da farmácia.

2. Mix de oferta de serviços farmacêuticos

Uma farmácia vende não só medicamentos, mas também produtos de conveniência e diversos serviços de saúde, como vacinação, realização de exames e consultorias em nutrição, cosmetologia etc.

Entretanto, isso aumenta a complexidade das atividades do estabelecimento, o que torna fundamental a implementação de uma solução tecnológica para controlar as operações. Entre as funcionalidades, que aperfeiçoam a gestão, podemos citar:

  • análise gerencial de vendas;
  • consulta rápida e fácil ao estoque;
  • planos de contas;
  • controle de caixa, de entradas e saídas, contas a receber;
  • estatísticas financeiras;
  • picos de vendas;
  • controle de convênios;

3. Gerenciamento por categorias

O gerenciamento por categorias (GC) é uma forma de organização de gôndolas que aprimora a experiência do cliente. As categorias são ordenadas sob a ótica da necessidade dos consumidores.

Essa organização tem como objetivo a maximização da satisfação e fidelização de clientes, gerando aumento de vendas. Entretanto, o ato deve ser feito de forma planejada e seguindo etapas:

  • definir as categorias;
  • estabelecer suas prioridades;
  • analisar o desempenho das categorias conforme número de vendas e retorno;
  • definir as metas a serem atingidas (como percentual na fidelização);
  • determinar o plano de ação para atingi-las;
  • implementar o plano na prática.

Percebe-se que essa tarefa necessita de uma excessiva organização, por essa razão é recomendável a utilização de um software para gerenciar as vendas e verificar se as metas estão sendo alcançadas.

4. Integração entre sistemas

Já mencionamos que é possível integrar as redes da farmácia com os sistemas de hospitais e consultórios para consultar prescrições digitais. Entretanto, a funcionalidade vai ainda além e permite a integração com os sistemas do governo.

Isso permite o fácil envio de inventário para a ANVISA, emissão de notas fiscais, geração de relatórios da comercialização de produtos integrados ao Programa Federal e muito mais.

Além disso, também é possível integrar com sistemas como o SPC e similares para verificar instantaneamente a credibilidade de cada cliente.

As inovações para a farmácia consistem na utilização de tecnologia para aumentar a segurança do gestor, a produtividade dos colaboradores e a satisfação dos clientes de um estabelecimento, gerando um diferencial competitivo no mercado.

Quer saber outras formas de usar a tecnologia para se destacar no mercado? Assine a nossa newsletter e receba conteúdo exclusivo diretamente no seu e-mail!

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Gestão Empresarial

Como potencializar seu treinamento de vendas no varejo?

Para maximizar a performance da equipe e, assim, conseguir resultados consistentes para a empresa, é preciso investir em um bom treinamento de vendas. Afinal, ao preparar e atualizar o time, capacitando-o para agir com coerência e agilidade, os gestores se mostram conscientes dos desafios do mercado e dispostos a apostar no crescimento da operação.

Se você procura por mais detalhes sobre o tema, encontrou o conteúdo perfeito! No post, você vai entender um pouco mais sobre a importância de aplicar o treinamento de vendas. Além disso, também vai ter acesso a dicas poderosas para otimizar o processo, potencializando os resultados do negócio.

Continue a leitura e confira!

Por que é importante investir em treinamento de vendas?

O mercado moderno é marcado pela competitividade intensa e pela volatilidade do consumidor. Na prática, isso quer dizer que as empresas precisam estar em constante processo de inovação — do contrário, é possível que fiquem para trás e acabem perdendo espaço para a concorrência.

Uma das formas mais eficientes para manter a operação saudável, buscando um crescimento orgânico e sustentável, é investir no treinamento constante da equipe. Assim, o time tem mais condições de corresponder às demandas do mercado e pode entregar resultados mais expressivos.

No varejo, o treinamento de vendas é, sem dúvida, um dos mais relevantes. E não é para menos! Ao oferecer capacitação direcionada, com foco em atualização e aperfeiçoamento, o gestor passa a contar com um quadro de colaboradores ainda mais alinhado e capaz de prestar um atendimento de excelência.

E lembre-se: de acordo com a pesquisa O Panorama do Treinamento no Brasil, divulgada em 2016, o segmento varejista é um dos setores que menos investe em treinamento, o que configura ótima vantagem competitiva àqueles que o fazem.

Como é possível otimizar o processo de treinamento de vendas?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a importância de disponibilizar um treinamento de vendas para a sua equipe, é hora de partir para a prática. Aprenda como otimizar o processo e, assim, extrair o máximo de proveito da ação.

Estabeleça metas

As metas são importantes para nortear todo o processo de treinamento, garantindo que haja um objetivo alcançável e propondo que todos os participantes sejam motivados a atingi-la.

Quando corretamente fixadas, divulgadas e cobradas, as metas podem ser valiosas para endossar o treinamento de vendas e torná-lo o mais produtivo possível.

Nomeie uma liderança

É preciso escolher um líder para coordenar e acompanhar o processo, garantindo que haja coerência na aplicação do treinamento e consistência na aplicação das táticas compartilhadas.

Quando há alguém na linha de frente, responsável por atividades estratégicas, é mais fácil controlar o andamento da ação e, posteriormente, requisitar os resultados do treinamento.

Capriche no formato

Não basta acionar a equipe e despejar o conteúdo. É bastante provável que, caso não haja preocupação com o formato do treinamento, o desinteresse tome conta da plateia e os resultados fiquem comprometidos.

Por isso, não negligencie um bom trabalho de preparação e capriche no formato da abordagem, assegurando que o público se sinta motivado e engajado nas tarefas propostas.

Monitore os indicadores de resultado

Por fim, embora não menos importante, é fundamental que os gestores possam acompanhar de perto (e com detalhes) os desdobramentos da ação. Só assim será possível mensurar a efetividade e, caso haja necessidade, ajustar eventuais desvios.

Quando os indicadores de resultado são acompanhados, a eficácia do treinamento de vendas é mais facilmente comprovada, uma vez que os benefícios para o negócio devem ser sentidos já no curto prazo.

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Atendimento

4 maneiras de reduzir a rotatividade no varejo

A rotatividade no varejo é uma preocupação latente entre os gestores da área. E não é para menos! Quando os colaboradores permanecem por pouco tempo em suas funções, o prejuízo é alto: a empresa precisa retomar a seleção e reiniciar o treinamento, além de ficar com uma lacuna na operação.

Se você busca mais informações sobre o assunto, encontrou o conteúdo perfeito! No texto, você entenderá um pouco mais sobre a importância de reduzir o turnover, focando em resultados cada vez mais positivos. Além disso, também terá acesso a dicas relevantes para desenvolver estratégias capazes de atenuar a rotatividade na sua empresa.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Por que é importante reduzir a rotatividade no varejo?

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), em 2016, 70% dos brasileiros acreditam que a rotatividade de funcionários prejudica os trabalhadores, as empresas e a economia.

Para os gestores, então, essa realidade é ainda mais evidente! Os prejuízos com turnover são reais e quantificáveis, podendo influenciar negativamente a saúde financeira da organização e seus planos a médio prazo.

A implantação de táticas capazes de diminuir a rotatividade do varejo, portanto, desponta como uma estratégia valiosa para melhorar a produtividade da empresa. Ao reter a equipe, é possível potencializar as capacidades e alavancar a performance do time.

Dessa forma, a relação é de ganha-ganha: a empresa, que produz mais e tem mais segurança na manutenção de sua equipe, evita gastos com recrutamento e integração; o colaborador se aprimora em suas funções e se sente valorizado no trabalho.

Como reduzir a rotatividade no varejo?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a importância de implantar estratégias capazes de minimizar os índices de turnover, é hora de aprofundar um pouco mais a discussão e, claro, partir à prática.

Para isso, confira algumas dicas essenciais para diminuir a rotatividade na sua loja.

1. Aprimore o processo de seleção

Para construir um time alinhado, é preciso acertar logo na etapa inicial: na seleção. Por isso, é importante que o responsável pelo RH estruture um processo coeso e eficiente, capaz de identificar os candidatos mais adequados ao cargo em aberto.

2. Invista em capacitação contínua

A capacitação contínua é um dos grandes segredos da produtividade e da retenção. Primeiro, porque uma equipe mais preparada certamente tem um desempenho superior. Depois, porque colaboradores que se identificam com suas funções são mais satisfeitos com seus trabalhos — e, por isso, permanecem por mais tempo.

3. Provenha feedbacks constantes

O feedback é um instrumento fundamental para que a empresa apoie e norteie o crescimento profissional de seus funcionários. O processo de apontar méritos e de ponderar sensibilidades é importante para desenvolver competências e maximizar performances, aumentando a satisfação da equipe.

4. Zele pela qualidade do ambiente de trabalho

Por fim, embora não menos importante, é preciso estar atento ao clima da empresa, direcionando esforços para promover um ambiente integrador, leve e produtivo. Quando a empresa proporciona um espaço atrativo, a rotatividade no varejo também tende a diminuir.

O conteúdo foi útil e você pretende continuar aprendendo táticas valiosas para alavancar suas operações? Aproveite para entender como lidar com a logística no varejo!

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Gestão Empresarial

4 passos para otimizar sua gestão de logística

O gerenciamento eficiente é a chave para o sucesso, especialmente, quando se trata de uma gestão de logística. Existem vários fatores envolvidos em uma supervisão eficaz de logística, por exemplo, automação e coordenação perfeita.

Quanto mais a empresa cresce, maior também é a necessidade de encontrar formas para simplificar os processos de logística. Esse trabalho é o que garantirá produtividade contínua. Mas se um gerenciamento é falho, as chances de insucesso são altas.

Por isso, neste artigo, apresentaremos 4 dicas para você otimizar a gestão de logística da sua empresa. Acompanhe e boa leitura!

1. Entenda o seu negócio

Você não pode otimizar nenhum processo se ainda não conhece realmente o seu tipo de negócio. Esse trabalho se baseia em entender o nicho no qual o seu empreendimento está inserido, a situação atual desse mercado, qual o perfil dos seus clientes, entre outros.

Muitos empresários iniciam um negócio sem ter essas informações de forma clara ou aprofundada. Isso é um erro. Esses dados são essenciais, pois fazem parte da cartilha básica de todo empreendedor. Só com eles em mãos é que você deve criar um planejamento e começar uma verdadeira gestão logística.

2. Crie um planejamento adequado

O primeiro passo para realizar qualquer tarefa é planejar. Essa etapa é importante, pois envolve vários fatores do seu negócio, por exemplo, aquisição de mercadorias, instalações de armazenamento, entrega de produtos, transportes, custos etc.

Um gestor de logística deve ser capaz de planejar o fluxograma para toda a operação. O objetivo do planejamento é atingir o máximo de trabalho no menor tempo possível, utilizando o mínimo de recursos — com todas essas ações refletindo em um gradativo aumento de lucros.

3. Adote a tecnologia

Na era digital, a tecnologia desempenha um papel importante no aumento da eficiência de uma organização. A automação tem um papel vital na otimização do processo de negócios. Existem softwares valiosos que podem ser implantados na gestão logística.

Por exemplo, um software de sistema de gestão pode ser adotado para fornecer atualizações em tempo hábil sobre diferentes tarefas. Isso possibilita ao gestor uma vantagem administrativa, permitindo que ele se antecipe a eventuais falhas ou divergências.

O trabalho automatizado economiza uma quantidade considerável de tempo, pois a interferência manual é eliminada e tudo pode ser feito digitalmente, de maneira online. Além disso, com um sistema de gestão móvel, é possível acessar dados e informações de qualquer lugar, tornando o serviço mais dinâmico e eficiente.

4. Aperfeiçoe a sua equipe

A equipe de trabalho é um aspecto essencial de uma organização, responsável direto pelo crescimento da empresa. Seja o carregador de mercadorias ou o gerente de depósito, todos devem ser perfeitos em seus respectivos campos de atividade.

Para conseguir essa excelência, é preciso investir em treinamentos adequados e sessões de aperfeiçoamento para os funcionários. Oficinas regulares de treinamento mantêm os profissionais atualizados com as últimas tendências do setor de logística e isso ajuda no aumento da eficiência e na satisfação dos clientes.

Proporcionar oportunidades de crescimento profissional para os funcionários garantirá uma gestão tranquila e produtiva.

Enfim, otimizar uma gestão de logística envolve muito fatores que vão além de processos administrativos. Como a logística é reconhecidamente um dos setores mais onerosos de uma empresa, uma gestão eficiente passa a ser imperativo para manter a máquina funcionando com qualidade, sem a necessidade de grandes gastos. Então, analise as dicas e transforme agora mesmo o seu gerenciamento logístico.

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Empreendedorismo

Como vender em tempos de crise? Descubra!

Saber como vender em tempos de crise pode ser a principal diferença entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento. A ideia de passar períodos de baixo-rendimento pode assustar muitos profissionais, mas não deve ser encarado como o fim.

Antes de desistir, é importante buscar conhecimentos e saídas que ajudem a mudar o cenárioFortalecer os laços com os clientes e reinventar o estilo de negócio são algumas alternativas inteligentes.

Então, antes de tomar qualquer atitude definitiva, acompanhe as nossas dicas sobre como vender em tempos de crise!

Cuide e fidelize os seus clientes

Essa é uma dica válida para qualquer período do negócio. É importante se concentrar nos seus clientes existentes, que confiam em seus produtos ou serviços há muito tempo.

Estreitar os laços com esses consumidores ajuda a diminuir os impactos negativos em uma eventual crise. Ainda que o rendimento não seja o mesmo, esse trabalho prévio de relacionamento é importante para manter a empresa dentro de uma estabilidade aceitável. Além disso, um cliente fiel se torna um promotor da sua marca, falando sobre a empresa para amigos e pessoas próximas.

Renegocie pendências

Em momentos de dificuldade é importante adotar saídas inteligentes e utilizar todas as facilidades disponíveis. O mais indicado é que se faça uma análise interna para calcular e separar os dividendos da empresa. Você pode separar as pendências em dois grupos:

  1. Urgentes.
  2. Não-urgentes.

No primeiro grupo, deve-se incluir as pendências que não podem ser proteladas, por exemplo:

  • impostos e tributos do governo;
  • obrigações trabalhistas;
  • contas essenciais para o funcionamento do negócio (energia, água etc.)

No segundo grupo, pode-se colocar as dívidas mais negociáveis e que não necessitam de investimento imediato, tais como:

  • pendências com fornecedores;
  • empréstimos;
  • campanhas, reformas e outras ações pontuais.

No caso dos fornecedores, por exemplo, você pode se reunir e renegociar novos preços ou termos de contrato. Apresente uma nova ideia de projeto para fortalecer a proposta. Além disso, é interessante também estabelecer uma interação cooperativa com outras empresas em sua área de negócios.

Esse trabalho de renegociação possibilitará que você continue oferecendo os produtos a preços competitivos, mantendo uma razoável taxa de vendas, mesmo em momentos de crise.

Adote formas eficazes de divulgação e atração

A internet abriu um mundo de possibilidades para quem deseja divulgar a sua marca e atrair novos clientes sem precisar gastar quantias exorbitantes. Metodologias como o Marketing de Conteúdo são a prova de que é possível atrair novos compradores, em qualquer época do ano, fazendo investimentos de qualidade e certeiros.

Por isso, estude qual a melhor forma de publicidade para a sua marca e enxergue a propaganda como um investimento, e não como uma despesa. Quanto mais potenciais clientes você atrai, maiores também são as possibilidades de venda.

Adote uma nova mentalidade de negócio

Quando falamos em crise, muitas pessoas associam imediatamente às grandes crises mundiais. Porém, esse momento de dificuldade pode ser exclusivo de um setor, de uma área ou mesmo de uma empresa individualmente. Em qualquer situação – mas, principalmente se for algo isolado ao seu negócio –, é interessante saber se a mentalidade corporativa não está ajudando a agravar a situação.

Conceitos ultrapassados e valores incompreendidos, muitas vezes, ajudam a explicar o fracasso de empreendimentos. Se a sua empresa está passando por uma forte crise, pode ser que a mentalidade administrativa não esteja favorecendo ao crescimento.

Acredite no seu produto

Dificilmente você conseguirá vender algo sem passar a devida confiança para o comprador. Em muitos casos, o fato de a empresa não acreditar no seu produto é um dos motivos que explicam os números baixos de venda.

Claro, não adianta “empurrar” algo sem nenhuma qualidade ou esmero. Todavia, se houve um estudo prévio para entender as necessidades dos clientes e um empenho direcionado no desenvolvimento do produto, é preciso seguir em frente e fortalecer a mercadoria perante os compradores.

Em suma: há inúmeras saídas para quem se questiona sobre como vender em tempos de crise. Porém, como dito, o ideal é aplicar as dicas antes de qualquer período de dificuldade. Mas, se for necessário, utilize todos os conhecimentos obtidos e dê a volta por cima durante qualquer crise.

Gostou do artigo? Que tal agora saber como se destacar da concorrência do mercado?

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Gestão Empresarial

Saiba como é possível fazer o controle de atividades dos seus funcionários

construção de um planejamento coeso é importante para o sucesso de qualquer empresa. Porém, de nada valerá essa primeira etapa se a execução não for realizada como o esperado. Em outras palavras: desenvolver formas para um controle de atividades dos funcionários também é crucial para o alcance das metas.

Geralmente, o processo de supervisão sempre é mais complexo do que o de construção, pois é necessário que o gestor esteja em sintonia com os funcionários e conheça o perfil de cada equipe. Adotar ferramentas nessa etapa não só facilita o trabalho, como torna a classificação e o acompanhamento bem mais assertivos e justos.

Por isso, neste artigo, mostraremos como é possível realizar um controle de atividades na sua empresa de forma simples e efetiva. Acompanhe e boa leitura!

O que deve ser considerado em um processo de monitoramento?

Antes de iniciar o controle de atividades, é preciso definir o que é importante nesse trabalho. Considerando o funcionamento de uma empresa em geral, independentemente do segmento, você pode fazer isso a partir de três pontos:

  • planejamento;
  • execução;
  • acompanhamento.

Detalharemos cada um a seguir.

Planejamento

Como o próprio nome indica, é quando você define as diretrizes iniciais do processo: nome da atividade a ser realizada, colaborador responsável, datas de início e término, entre outros.

Execução

Durante a execução, você confere as horas alocadas em cada atividade. Basicamente, o gestor estipula um tempo para a tarefa e confere para se certificar que tudo está sendo feito dentro do prazo.

Acompanhamento

A terceira etapa é onde você define o status atual da tarefa. No geral, o status pode ser preenchido de cinco maneiras diferentes:

  • não iniciada;
  • iniciada;
  • atrasada;
  • concluída no prazo;
  • concluída com atraso.

Quais ferramentas utilizar para o controle de atividades?

Agora que você já sabe o que deve ser considerado para um controle de atividades, apresentaremos algumas ferramentas úteis para esse trabalho.

Planilhas

Essa é uma ferramenta básica, porém eficiente e muito utilizada. As planilhas sempre foram utilizadas para o controle de tarefas em diferentes empresas. Com a evolução da tecnologia, o preenchimento da ferramenta migrou para a forma digital.

Apesar de não ser o item com maiores possibilidades técnicas, as planilhas conseguem cumprir bem as três etapas citadas dentro de um controle de atividades.

Software de gestão

Um software de gestão permite que o coordenador se mantenha atualizado com todo tipo de informação, desde pequenas coisas que poderiam passar despercebidas, até etapas mais essenciais para o cumprimento das atividades.

Tarefas individuais, tarefas de equipe e projetos personalizados são listados com os respectivos prazos. A produtividade é monitorada com relação às atividades concluídas dentro do tempo. Além disso, os softwares de gestão costumam ser compatíveis com diversos dispositivos móveis, permitindo que o gestor realize o acompanhamento de diferentes lugares.

Quais são os resultados desse monitoramento para a empresa?

A supervisão é uma das responsabilidades mais importantes de um gestor e uma das mais essenciais para uma empresa. Com o trabalho de monitoramento, os gestores conseguem direcionar melhor futuras atividades para os funcionários, certificando-se de que as metas estabelecidas sejam cumpridas e de que as políticas de pessoal sejam mantidas.

Além disso, o monitoramento pode ser utilizado para avaliar, motivar e recompensar os colaboradores. Somado a tudo isso, esse trabalho é importante para identificar pontos fracos e gargalos dentro das equipes e dos setores da empresa, permitindo que sejam feitas correções pontuais e assertivas para cada tipo de problema.

Em suma, um controle de atividades fornece detalhes instantâneos sobre como cada funcionário está se desenvolvendo individualmente e de forma coletiva. Além disso, é uma ótima oportunidade para aumentar a motivação dos grupos e proporcionar um melhor direcionamento. Analise as informações apresentadas e impulsione a produtividade dos profissionais da sua empresa!

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Gestão Empresarial

Como lidar com a logística no varejo? Aprenda!

Engana-se aquele que pensa que a otimização logística no varejo é tema de menor importância. Pelo contrário! As empresas desse segmento também precisam se preocupar com a estruturação de sua dinâmica de estocagem e escoamento, visando garantir a eficiência de suas operações e os resultados globais do negócio.

Se você busca mais informações sobre o assunto, acabou de encontrar o conteúdo perfeito! Neste post, você vai aprender a como tratar as demandas logísticas na ótica do varejo, conhecendo temas valiosos para a performance da empresa.

Preparado? Boa leitura e excelente aprendizado!

Aposte em planejamento eficaz

A coerência logística é, sem dúvida, resultado de um bom planejamento. A partir de uma avaliação criteriosa do negócio, o gestor é capaz de enxergar as potencialidades e as vulnerabilidades da empresa com mais clareza, evitando transtornos operacionais no desenvolvimento da estratégia de estocagem e armazenagem.

Desse modo, não seria equivocado pontuar que, para lidar com a logística no varejo, o primeiro passo deve ser o exame detalhado das rotinas e dos objetivos do negócio. Em seguida, a definição de táticas e recursos (sejam eles humanos, físicos ou materiais), que devem nortear os próximos passos e assegurar a viabilidade da operação.

Priorize a boa gestão de transportes

Os modais de escoamento são parte essencial de uma boa execução logística — principalmente no varejo, em que a dinâmica de mercado exige cada vez mais agilidade no escoamento para satisfazer um consumidor que quer tudo aqui e agora.

Por isso, a boa gestão de transportes deve ser uma prioridade da operação. Para garantir eficácia e qualidade no processo, é determinante que haja coerência nos prazos e garantia de que o produto chegará ao ponto de venda (e, por consequência, ao consumidor) o mais breve possível.

Controle a estocagem de mercadorias

estoque é um aspecto bastante sensível às empresas varejistas. E não é para menos! Ao condensar uma soma considerável de capital, é necessário que o gestor esteja constantemente em busca de alternativas seguras para maximizar a performance da área.

Isso implica, por exemplo, no controle sistemático de itens armazenados (e de seus lotes, caso haja) e na avaliação segura de sazonalidade, por exemplo, evitando que o estoque fique superlotado de produtos com baixa saída.

Lembre-se: estoque não é capital congelado. Estoque é oportunidade de lucro! Não deixe de aproveitá-la.

Invista em tecnologia integrada de gestão

A tecnologia é a grande aliada das empresas varejistas quando o assunto é controle e performance. Sistemas integrados de gestão são ferramentas poderosas para garantir a eficiência nos processos e maximizar os resultados operacionais e financeiros do negócio.

No caso da logística no varejo, o ERP garante análises profundas e seguras da situação dos estoques e conferem previsibilidade às decisões estratégicas da atividade. Assim, fica mais fácil — e transparente — determinar quais são as principais demandas e, da mesma forma, atenuar prejuízos causados por uma administração frágil de recursos.

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Gestão Empresarial

NFC-e: não deixe para a última hora

A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) é mais um produto do pacote SPED, que tem como objetivo a desburocratização dos processos de emissão de documentos fiscais, de forma a aumentar o poderio fiscalizatório da Secretaria da Fazenda, mapeando e tendo ciência em tempo real de todas as operações que ocorrem com circulação de mercadorias, sobretudo no varejo.

Realidade já vivenciada por grande parte dos estados brasileiros, a NFC-e vem sendo implantada gradativamente em todo o território nacional.

E agora, o que devo fazer?

Não há motivos para pânico.  Em todos os estados há um tempo adequado e suficiente para a adesão e implantação voluntária. Mas não deixe para a última hora!  Procure mais informações através da sua contabilidade, do seu consultor de negócios, ou até mesmo diretamente na sede da Secretaria da Fazenda em seu município.

No Tocantins, a adesão à nova modalidade de emissão de documentos fiscais ainda é voluntária, o que configura uma ótima oportunidade para os empresários varejistas. Saia na frente de seus concorrentes, tenha maior autonomia na geração das informações fiscais, aproveite a redução de custos que a nova modalidade oferece.

Reduzir custos e aumentar a eficiência nos processos de vendas em seu negócio, soa como uma configuração perfeita para um crescimento ainda maior da sua empresa.

Quais os prazos finais ou condições para a implantação da NFC-e?

Como já dito no artigo, ao contrário dos demais estados da região Norte do país que já se encontram emitindo o novo modelo de cupom fiscal eletrônico, o Tocantins ainda caminha para os prazos finais de implantação da nova tecnologia.

No último dia 28 de junho de 2018 foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), uma portaria de Nº 510 da SEFAZ, no qual em sua íntegra diz o seguinte:

Dispõe sobre a obrigatoriedade de Utilização de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e.

O Secretário de Estado da Fazenda, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, § 1º, inciso II, da Constituição do Estado e em conformidade com o disposto no § 3º do art. 156-B, do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto 2.912, de 29 de dezembro de 2.006,

Resolve:

Art. 1º Fica estabelecida a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica – NFC-e, modelo 65, em substituição à Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e ao Cupom Fiscal, emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF:

I – 1º de julho de 2018, para os estabelecimentos em início de atividade;

II – 1º de janeiro de 2019, para os estabelecimentos com regime de recolhimento normal;

III – 1º de janeiro de 2019, para os estabelecimentos, optantes do Simples Nacional, de que trata a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, com faturamento anual acima de R$ 1.000.000,00 no exercício anterior;

IV – 1ª de julho de 2019, para os estabelecimentos, optantes do Simples Nacional, de que trata o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, com faturamento anual inferior a R$ 1.000.000,00, no exercício anterior.

Parágrafo único. A obrigatoriedade de que trata o caput não se aplica ao Microempreendedor Individual – MEI de que trata o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Art. 2º Esgotados os prazos de que trata o art. 1º desta Portaria, os contribuintes obrigados à utilização da NFC-e deverão no prazo de 30 dias:

I – Devolver à Agência de Atendimento da Delegacia da Receita Estadual de sua circunscrição os blocos de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 02, não utilizados, para serem cancelados;

II – Solicitar através do Portal do Contribuinte o Pedido de Cessação de Uso dos equipamentos ECF autorizados.

Art. 3º A partir de 1º de julho de 2018, não serão admitidos Pedidos de Uso de Equipamento Emissores de Cupom Fiscal – ECF.

Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Comentando a portaria publicada

O legislador deixa estabelecido os critérios, condições e prazos para a implantação da NFC-e. É bem claro ao informar que a ela irá substituir os documentos da Nota Fiscal modelo 2 e os cupons fiscais, aos quais já estamos acostumados.

Esclarece que todo novo estabelecimento, que inicie as suas atividades a partir de 1º de julho de 2018, já deverão emitir o novo modelo de documento fiscal. Isso se aplica também à empresas que já estejam em atividade e que não têm os seus processos automatizados e que precisam passar a emitir documentos fiscais homologados.

A obrigação imediata, a partir de 1º de janeiro de 2019, ficou para as empresas ou estabelecimentos comercias varejistas que estiverem no regime de recolhimento normal dos impostos estaduais, geralmente as empresas optantes pela tributação do Lucro Presumido e Lucro Real (salvo exceções).

Por fim, serão obrigadas as empresas enquadradas no regime tributário do Simples Nacional, divididas em dois lotes, sendo eles, as que faturaram acima de 1 milhão no exercício anterior (ano base 2018) e que terão o prazo limite para adesão e implantação da NFC-e, até o dia 1º de janeiro de 2019.

As do segundo grupo, empresas também enquadradas no Simples Nacional, mas que faturaram no exercício anterior (2018) o montante inferior a 1 milhão de reais, e que terão um prazo um pouco maior, que é até o dia 1º de julho de 2019 para estarem em conformidade com as obrigações fiscais de acordo com essa portaria.

Conforme trata o parágrafo único dessa portaria, ficam de fora dessa obrigatoriedade as empresas do MEI – Microempreendedores Individuas, conforme o art. 18 da Lei Complementar 123 de 2006.

Tendo esgotado os prazos do que trata o art. 1º dessa portaria, as empresas deverão em até 30 dias, devolver nos postos da Receita Estadual, os documentos modelo 2 de Notas Fiscais que não foram emitidas, para serem devidamente cancelados.

É importante ressaltar que desde o dia 1° de julho de 2018, a Secretaria da Fazenda já não autoriza mais pedidos de uso de Equipamentos de Cupom Fiscal -ECF. Todas as informações e regras trazidas por essa portaria, entraram em vigor na data de sua publicação, em 28 de junho de 2018. Fique atento!

Agora você já sabe como proceder

Comece agora! Solicite a autorização para emissão da NFC-e junto a Secretaria da Fazenda, treine o seu pessoal (quadro de funcionários), substitua os equipamentos, impressoras fiscais por impressoras não fiscais, devolva todos os documentos não emitidos, manualmente, para o órgão competente e se antecipe, ante a concorrência, na otimização dos processos operacionais do seu negócio e, principalmente, no cumprimento das obrigatoriedades fiscais.

Leia também: NFC-e: o que é e quais os benefícios para a sua empresa. Se ainda tem alguma dúvida, deixe sua pergunta nos comentários ou entre em contato com o nosso suporte, pelo 0800 723 4300 ou Whatsapp (63) 99200-9421.

Bons negócios!

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NF-e 4.0: o que muda com a nova atualização?

Você já deve ter ouvido falar da NF-e – Nota Fiscal Eletrônica. Ela já está há um bom tempo fazendo parte de todas as nossas operações com mercadorias, mas ela foi atualizada e trará ainda mais informações em seu formato atual.

Tal atualização se faz necessária para atender às exigências fiscais e tributárias da Secretaria da Fazenda, que de tempos em tempos moderniza o processo de emissão de documentos fiscais eletrônicos, com dois intuitos principais, sendo eles: melhorar a fiscalização e facilitar o manuseio dessas informações aos usuários.

E agora, devo me preocupar com as mudanças que ocorreram na nova versão da NF-e?

Não, fique tranquilo! A maioria das mudanças ocorridas são de natureza técnica e pouco impactam na usabilidade do usuário.

Certifique-se apenas de que o software que você utiliza é inicialmente homologado para emissão de documentos fiscais e se ele é confiável e constantemente atualizado, daí tais alterações deverão ser feitas automaticamente na aplicação.

Quais as principais mudanças da NF-e 4.0?

  • Alteração dos protocolos de segurança (garantindo maior idoneidade no processo);
  • Alteração do Layout do DANFE (para destaque de informações tributárias destinadas a programas sociais);
  • Informação obrigatória dos valores de troco (caso a operação contemple);
  • Informação obrigatória do plano de pagamento finalizador, como dinheiro, cartão de crédito ou débito, cheque, dentre outros (não podendo mais ter somente a informação de à vista ou prazo);
  • Inclusão do campo “Rastreio de produto” (como forma de identificar e rastrear os produtos que estão sujeitos a regulamentação sanitária, como por exemplo, bebidas, remédios, produtos veterinários e odontológicos; agrotóxicos, dentre outros);
  • Criação de campo de “Medicamento” (local para o usuário informar o código do produto na ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
  • Na identificação da nota fiscal, foi adicionada uma 5ª opção “Operação presencial, fora do estabelecimento”, que visa contemplar as vendas ambulantes.

Quais os prazos para implantação e adequação à NF-e 4.0?

Segundo o último manual de normas técnicas atualizado, o prazo para implementação é de:

  • Ambiente de Homologação (ambiente de teste das empresas): 03/07/2017.
  • Ambiente de Produção: 02/10/17.
  • Desativação da versão anterior (versão NF-e 3.10): 02/08/18.

Para ficar atento aos prazos e suas alterações, consulte sempre o portal da Secretaria da Fazenda e verifique a última norma técnica emitida.

A importância de um bom software de Gestão

Esteja atento às principais mudanças ocorridas no cenário empresarial e, consequentemente, nas obrigações tributárias que vêm junto nesse pacote. Tenha a tranquilidade de utilizar um software de gestão empresarial que seja seu aliado na hora de gerar todas essas informações de forma prática e dinâmica, sobretudo que lhe garanta a certeza de que as informações estarão corretas para prestação ao FISCO.

Ter um software ERP que automatize todos os processos outrora burocráticos, é fundamental para o desenvolvimento e crescimento do negócio, demonstrando na prática que quem se preocupa com a geração de informações precisas não só para o cumprimento da obrigação fiscal, mas também gerencial, sai na frente em qualquer mercado competitivo.

Como já explanado neste artigo, é importante estar a par de todas as alterações e prazos introduzidos pela NF-e 4.0, para que não surja nenhuma surpresa desagradável.

Consulte todas as alterações no seguinte documento disponível neste link.

Bons negócios!
Um forte abraço e até a próxima!