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Entenda o que é e qual a importância do SPED fiscal

O SPED Fiscal é parte integrante do projeto SPED, que surgiu para simplificar a relação dos órgãos oficiais com seus contribuintes em um processo que valoriza a tecnologia e a modernização como forma de tornar as ações menos burocráticas e desgastantes.

Você já deve ter ouvido falar da dificuldade do empreendedor brasileiro em lidar com a carga tributária e a legislação fiscal que tanto estrago faz na ação das empresas, não é mesmo?

Foi justamente para lidar com essa questão que surgiu o projeto SPED. Saiba mais sobre ele e como isso pode fazer a diferença na sua vida.

O que é o projeto SPED?

SPED é a sigla para Sistema Público de Escrituração Digital, um projeto que compõe o Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (PAC).

Seu objetivo é trazer mais agilidade para o cumprimento das obrigações, gerando ganho de tempo e redução de gastos para os contribuintes, além de maior rigor na fiscalização por parte do Fisco. Com legitimidade e qualidade entre as informações trocadas, o processo se torna mais sofisticado.

Nessa lógica, o SPED Fiscal é uma espécie de braço fiscal do projeto, ou seja, assim como existem o SPED contábil e a NF-e, que são projetos do programa, existe também o SPED Fiscal, que afeta a questão fiscal da sua empresa.

Parece interessante? Então saiba mais sobre o projeto.

O que é o SPED Fiscal?

Oficialmente denominado de EFD, que significa Escrituração Fiscal Digital, o SPED Fiscal é o arquivo digital que informa ao Fisco a respeito dos variados documentos fiscais relativos ao período de apuração do IPI e do ICMS. Esse arquivo representa a escrituração fiscal da companhia e precisa ser apresentado de acordo com o que está previsto em lei.

Organizações que são contribuintes do IPI e do ICMS, excetuando alíquotas dispensadas de acordo com cada estado, precisam apresentar o SPED Fiscal. Nesse caso, em vez de realizar os conhecidos livros de Entradas e Saídas para efetuarem a apuração de IPI e ICMS, cabe a elas agora fazerem uso do EFD para tornar o processo digital.

É necessário baixar o programa Fcont — Programa Validador e Assinador, oferecido pelo próprio SPED, para fazer a devida validação de informações e verificar campos preenchidos de maneira incorreta antes que aconteça o envio dos dados por meio da internet. Esse arquivo fica disponível no site do programa.

Para que serve o SPED Fiscal?

A grande função do SPED Fiscal é tornar mais simples e eficiente o envio de informações do contribuinte ao Fisco. Na prática, o sistema nada mais é do que uma ferramenta disponibilizada para as empresas para que elas façam a devida entrega da documentação em ambiente online, dentro das novas exigências.

Consequentemente, o sistema também permite uma fiscalização mais criteriosa por parte do governo, uma vez que reúne diferentes tipos de informações em um único lugar.

Qual é a importância do SPED Fiscal?

Mesmo sendo uma obrigação legal, o SPED Fiscal representa uma série de benefícios para as empresas. Entre elas podemos citar:

  • digitalização da gestão documental;
  • ganho de economia para lidar com questões burocráticas;
  • ganho de organização interna em relação aos dados prestados em virtude da simplificação de processos;
  • melhor qualidade da informação arquivada e que, posteriormente, é repassada aos órgãos oficiais;
  • menos perda de tempo para cumprir as obrigações legais;
  • redução do consumo de papel para controle e armazenamento de documentos.

Como se organizar para o SPED Fiscal?

A ideia é que, ainda que as informações sejam entregues no formato digital, as contribuições da empresa continuem sendo as mesmas. Ainda é necessário produzir, manter e armazenar os livros, registros e documentos sempre respeitando as exigências legais para cada tipo de atividade, pois assim erros são evitados no preenchimento futuro de dados.

Da mesma forma, é importante destacar que o sistema digital exigirá da sua equipe o devido preparo para lidar com a nova maneira de cumprir com as obrigações. Isso diz respeito ao treinamento ou busca por profissionais especializados para lidar com a questão.

Além disso, para lidar com o SPED, o melhor caminho é investir em tecnologia. Como o projeto é a alternativa do governo para simplificar processos e torná-los mais confiáveis, cabe também ao contribuinte fazer sua parte nesse aperfeiçoamento. É preciso ir em busca de soluções que viabilizem uma melhor gestão financeira, capazes de organizar as movimentações e fazer do controle de processos um diferencial do empreendimento.

Como fazer corretamente a entrega do SPED Fiscal?

A entrega só pode ser realizada digitalmente, de maneira que o arquivo precisa ser submetido ao já citado PVA. Posteriormente à sua verificação, o arquivo digital deve ser assinado com certificações A1 ou A3, emitidas por entidade credenciada. O ideal é que essa entrega fique a cargo de um profissional contábil para garantir que não ocorram problemas no envio.

É de responsabilidade do contribuinte reunir todas as notas geradas em compras e vendas e evitar o surgimento de erros, portanto, organize essa parte da sua empresa no dia a dia para não ter problemas na prestação de contas. Atualize também o Cadastro de Terceiros, com os dados corretos de clientes e funcionários, uma vez que essas informações serão cruzadas na Receita Federal.

Uma dica é investir em um bom sistema de gestão, capaz de otimizar os processos gerenciais ao dar à empresa condições de inserir diferentes tipos de dados com mais segurança. É bom lembrar que a inserção manual costuma originar diversos erros, além de exigir tempo na elaboração da declaração.

Softwares conseguem automatizar as rotinas financeiras e monitorar com precisão os resultados da companhia. É uma solução interessante para controlar custos, armazenar o histórico de clientes, fazer o devido controle de estoque, de vendas e do fluxo de caixa.

Em resumo, o SPED Fiscal é um projeto que certamente exigirá a devida adaptação e adequação tecnológica da parte de sua empresa. Ignorar isso é correr um risco grande em relação a multas e outras penalizações.

Gostou de saber sobre SPED Fiscal? Então não deixe de comentar aqui no post.

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Contabilidade Tributação

Regime tributário: qual a melhor opção para o seu negócio?

Os empreendedores já sabem: no Brasil, a carga tributária é elevadíssima e a escolha do regime tributário é um desafio estratégico de gestão. De acordo com dados da Receita Federal, em parceria com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o país tem a mais alta incidência de tributos entre as nações da América Latina — assemelhando-se às cobranças em países desenvolvidos.

E como essa realidade afeta as organizações brasileiras? Os impactos são diretos e, muitas vezes, fatais. Outra pesquisa, dessa vez divulgada pela Fundação Getúlio Vargas juntamente com o Sebrae, relata que um terço das empresas nacionais fecham as portas antes de completarem dois anos.

Há, porém, estratégias lícitas para otimizar o pagamento de tributos — e a escolha do regime tributário mais adequado é certamente o primeiro passo. Se você busca mais informações sobre o assunto, então encontrou o conteúdo certo!

Neste post, você conhecerá quais são os regimes disponíveis e suas características, entendendo mais profundamente as diferenças entre eles. Além disso, também terá acesso a dicas valiosas para ser capaz de entender qual regime é mais pertinente ao seu negócio.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Quais são os tipos de regime tributário disponíveis?

Primeiramente, é válido pontuar que os regimes tributários são, em essência, o conjunto de parâmetros empregados para calcular os impostos devidos à União, no caso de empresas em atividade no Brasil.

É permitido que cada organização opte, de acordo com suas particularidades, pelo regime tributário que julga mais coerente, considerando seu faturamento. Atualmente, a Receita Federal disponibiliza três alternativas: Lucro Real, Lucro Presumido e Simples Nacional.

Lucro Real

O regime de Lucro Real é o mais abrangente: qualquer empresa pode utilizá-lo, embora seja obrigatório apenas para corporações com faturamento anual acima de R$ 78 milhões e para instituições de serviços financeiros (como bancos).

Como o termo sugere, essa modalidade tributária baseia o pagamento de impostos no lucro real da empresa, ou seja, naquilo que foi efetivamente registrado (e comprovado) via documentos de arquivamento obrigatório.

A alíquota para corporações de Lucro Real é de 15% de IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e 9% de CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido). Para PIS/COFINS, o percentual é de 9,25%.

Lucro Presumido

Se em um regime de Lucro Real as taxas tributárias derivam da comprovação da renda, na opção de Lucro Presumido há, como a expressão sugere, a presunção dela. Ou seja: a cobrança se baseia em uma estimativa padrão que estabelece um percentual médio de lucro em cada setor de mercado.

Para esses casos, a Receita Federal mantém uma tabela que rege o parâmetro de cobrança. A ferramenta presume, por exemplo, que o segmento de construção civil e serviços em geral tem uma margem de lucro de 32%.

A carga tributária devida em IRPJ seria, portanto, calculada com base nessa porcentagem, considerando o lucro total registrado pela organização. E há mais uma variável: para rendas superiores a R$ 20 mil por mês, a alíquota é de 25% — nos demais caso, limita-se a 15%.

No caso do CSLL, às empresas de serviços obriga-se o percentual de 32%; às demais, exige-se a margem de 12% — em ambos os casos, a alíquota é de 9% sobre a base de cálculo.

Por fim, no que se refere ao PIS/COFINS, empresas de serviços pagam sobre 0,65% e as demais, sobre 3%.

Vale pontuar dois limitantes importantes, caso você esteja considerando o Lucro Presumido:

  • para seguir o regime, o faturamento anual da empresa não pode ultrapassar R$ 78 milhões. Essa realidade obriga a adoção de Lucro Real;
  • resultados financeiros, tais como rendimentos advindos de aplicações, não podem ser tributados no Lucro Presumido, fazendo-se necessário o pagamento de taxas de acordo com as premissas do Lucro Real.

Simples Nacional

O Simples Nacional é o regime tributário mais comum entre as empresas iniciantes. A criação do formato objetivou facilitar o pagamento de impostos e, assim, beneficiar micro e pequenas corporações.

Para aderir à modalidade, segundo atualizações liberadas em 2018, é preciso faturar até R$ 4,8 milhões. Microempresas têm teto de até R$ 360 mil por ano e as MEIs, que se encaixam no chamado Super Simples, podem faturar até R$ 81 mil anuais.

No Simples Nacional, as alíquotas são tabeladas de acordo com o ramo de atuação e com o faturamento da empresa. E um detalhe: empresas voltadas ao exercício intelectual, que possuam sócios estrangeiros ou que sejam sociedades anônimas (S.A) não estão qualificadas para adotá-lo.

Como escolher o regime tributário mais adequado ao seu negócio?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre cada regime tributário disponível, chegou a hora de repensar sua estratégia: como saber se a modalidade atual é a mais pertinente para o seu negócio? Algumas dicas são valiosas e podem contribuir para maximizar sua segurança e para potencializar seus resultados.

Levante as informações do negócio

Um bom planejamento tributário, do qual deve derivar a escolha do regime, começa necessariamente pela avaliação dos dados estratégicos da empresa. Sem informações consistentes, qualquer movimento pode ser equivocado (senão fatal)!

Por isso, certifique-se de entender o histórico de faturamento, de despesas operacionais e de custos de Folha de Pagamento, por exemplo. Além disso, aproveite para rever as margens de lucro estabelecidas.

Faça previsões coerentes

De posse das informações do passado e considerando o cenário presente, é hora de planejar o futuro: suas previsões de desempenho têm grande valia na opção pelo regime tributário — já que a escolha, feita no começo do ano, vigora pelos próximos 12 meses.

É preciso, portanto, estar o mais seguro possível acerca dos insights, garantindo mais chances de êxito na decisão.

Reavalie periodicamente

Por fim, embora não menos importante, é necessário que a cada novo ano fiscal todo o processo seja refeito — do levantamento de informações às previsões de performance para o próximo ciclo.

Somente ao acompanhar os dados da empresa, assegurando a credibilidade e a pertinência das análises, é possível entender mudanças que, se não identificadas, podem prejudicar a organização no que tange ao pagamento de impostos. A mensagem, enfim, é clara: fique de olho no regime tributário e invista nos resultados da sua operação. Bons negócios!

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Contabilidade Controle Financeiro Supermercado

Contabilidade para supermercados. Melhore com essas 5 dicas infalíveis

O ramo do varejo é um dos que mais cresce no Brasil e, por esse motivo, a concorrência está cada vez maior. As empresas que investem em tecnologia e rotinas administrativas eficientes se destacam em lucratividade e redução de custos operacionais.

Nesse contexto, investir em contabilidade para supermercados é uma das estratégias que podem ajudar. O setor contábil de uma empresa é responsável por inúmeras atribuições, seja ele interno ou terceirizado.

É ele, por exemplo, que faz o balanço de todas as suas contas, sabe quanto você lucrou, perdeu ou economizou em cada período ou projeto. Se a saúde de sua empresa vai bem, é seu contador que saberá informar, e também é ele quem pode tirar seu negócio do buraco caso as coisas não estejam tão bem.

Neste post, você aprenderá 5 dicas sobre contabilidade para supermercados e poderá aplicá-las em seu negócio para garantir uma melhora expressiva na organização, tomada de decisões e, principalmente, no seu faturamento. Vamos começar?

1. Entenda mais sobre gestão financeira

A contabilidade vai muito além de burocracia e números por todos os lados — ainda que eles sejam ativos valiosos para sua empresa. Por isso, é preciso saber interpretar e usar essas informações a seu favor.

Faça análises periódicas dos dados apresentados pelo seu setor contábil e entenda o que cada um deles quer dizer. Encontre gargalos, pontos que podem ser melhorados e, principalmente, gastos que podem ser eliminados ou substituídos por opções mais interessantes.

Conhecer seu fluxo de caixa e ter controle completo sobre ele é um bom exemplo disso, pois todos os dados são mensuráveis. Ao saber sobre tudo que está entrando, saindo e ficando parado por muito tempo, é possível definir estratégias e reconhecer quais são mais lucrativas.

Se suas noções em gestão financeira são limitadas, invista em qualificação profissional na área. Não confie apenas em seu contador. É preciso ter conhecimentos relevantes para que as reuniões e a interpretação dos relatórios seja o mais proveitosa possível.

2. Faça um planejamento estratégico

Entendendo melhor sobre gestão financeira, você terá dados para traçar um planejamento estratégico de suas ações futuras. Com os dados em mãos, crie gráficos e facilite a visualização das informações, pois dessa maneira conseguirá definir metas e prazos para a execução de tarefas. Assim o tempo será utilizado a seu favor.

Preveja situações e crie métodos para superar as que não sejam convenientes para a empresa. Esteja atualizado quanto à legislação do país e não permita que um novo imposto ou uma nova regra determinada pelo governo o peguem de surpresa.

Entenda mais sobre o custo fixo mensal e anual de seu negócio, procurando encontrar meios de reduzi-los — sem comprometer sua rotina nem diminuir suas vendas — e de retomar o controle sobre seu negócio.

3. Desenvolva projetos

Em um 1º momento, o termo “projeto” tem uma conotação estranha. Pensamos que pode se tratar de uma obra de engenharia ou de um desenho de computador. Pelo contrário: um projeto é um conjunto de ações que possuem começo, meio e fim, com a finalidade de alcançar um objetivo específico.

Tudo pode se tornar um projeto. Por exemplo: modernizar o parque tecnológico de seu supermercado com terminais de consulta de preços ou investir no treinamento de colaboradores para otimizar seus métodos de gerenciamento de tempo.

Durante sua fase de planejamento estratégico, pense em potenciais projetos que podem trazer benefícios para sua empresa, como uma auditoria interna ou a contratação de uma consultoria para a implementação de um sistema de gestão.

Coloque tudo na ponta do lápis e decida quais são mais importantes, quais trarão maior retorno financeiro e, por fim, quais cabem no seu orçamento.

4. Adote um controle eficiente de estoque

A contabilidade diz muito sobre como você gerencia os demais setores de seu supermercado, e um departamento que influencia bastante é o de controle de estoque.

Todo produto que entra e sai em seu estabelecimento comercial se transforma em números e valores mensuráveis e importantes. Um controle eficiente do estoque é uma ferramenta que vai determinar seu sucesso ou seu fracasso.

No varejo, o fluxo de produtos é rotativo, e o abastecimento é constante. Portanto, é preciso saber quanto está pagando, quanto vai lucrar, quais são as melhores épocas para adquirir determinado produto ou qual marca tem maior retorno financeiro.

Aprenda a controlar a validade das mercadorias e não permita que elas estraguem, pois muito dinheiro será perdido caso isso aconteça.

5. Invista em uma ferramenta de gestão

Esta é a 5ª e mais importante dica que vamos apresentar, pois ela vai dar suporte para executar os passos anteriores e facilitará a sua vida e a de todos os colaboradores de sua empresa.

Investindo em uma ferramenta de gestão, você será capaz de gerenciar não apenas a contabilidade de sua empresa, mas também integrar todos os departamentos para que as informações sejam armazenadas e analisadas em tempo real por todos os envolvidos nos processos administrativos — seja no caixa, no estoque ou nos recursos humanos.

A melhor escolha sempre será a adoção de um ERP (sigla para Enterprise Resource Planning, ou sistema de gestão empresarial). Trata-se de uma ferramenta que oferece suporte para gerenciar todo um supermercado, com controle financeiro e contábil e emissão de notas fiscais e de relatórios.

Um bom ERP deve se adaptar a todas as necessidades encontradas em seu cenário e melhorar exponencialmente todas as suas rotinas internas, oferecendo agilidade, transparência e, principalmente, consistência nas informações.

Por fim, uma ferramenta de gestão robusta está sempre alinhada com a legislação vigente no país. Todas as informações poderão ser sincronizadas com os bancos de dados governamentais e, inclusive, com os softwares contábeis, caso sua empresa contrate um serviço terceirizado.

Para que sua empresa alcance um nível diferenciado de seus concorrentes, é importante mensurar, planejar e investir em todas as áreas que a compõem. Tratando-se do mercado de varejo, a contabilidade para supermercados é importante, pois fará toda a diferença nos resultados almejados. Além disso, o seu retorno financeiro acontece a curto prazo. Pense nisso!

Nossas dicas foram capazes de sanar suas dúvidas? Há mais alguma coisa que você quer saber ou compartilhar com a gente? Deixe um comentário!

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Contabilidade Controle Financeiro

Empresa com contabilidade ruim? Saiba os riscos

Na prática, a gestão empresarial é o resultado de um encadeamento sinérgico e eficaz de operações fundamentais à administração do negócio e, dentre essas atividades prioritárias, desponta o serviço de contabilidade.

Neste post, você vai entender um pouco mais sobre a importância de priorizar um serviço contábil transparente e efetivo, suprimindo os riscos inerentes a uma gestão ineficiente dos dados e das obrigações relacionadas.

Preparado? Sigamos em frente e boa leitura!

Qual é a importância do serviço de contabilidade?

No Brasil, as atividades contábeis (que envolvem obrigações fiscais e tributárias) são um aspecto sensível para grande parte das organizações em atividade.

A complexidade (e o grau de exigência) do sistema, bem como a dificuldade de obter e sintetizar informações confiáveis, constam como algumas das principais dificuldades no cotidiano operacional.

Muito embora existam empecilhos, nenhum negócio — independentemente do porte ou do ramo — precisa contar com rotinas consistentes de contabilidade. Afinal, trata-se da área responsável por manter a conformidade legal da operação, por fornecer dados estratégicos que suportem decisões importantes e por assegurar a saúde financeira das transações.

Neste aspecto, a importância da execução de excelência, no que tange aos serviços de contabilidade, é evidente: somente ao dispor de processos e ferramentas aderentes, capazes de simplificar rotinas e de conferir transparência à gestão de informações e recursos, é possível avançar no mercado e fortalecer a competitividade da organização.

Por que serviços mal executados comprometem a empresa?

A contabilidade empresarial é, sem dúvida, um dos pilares que sustentam toda a operação. No caso de serviços falhos ou ineficazes, os riscos são inúmeros e, em alguns casos, até mesmo fatais.

Considerando que a área contábil está à frente da gestão de recursos e da integridade legal, é justo afirmar o caráter imprescindível (e estratégico) da atividade.

Dentre os problemas gerados por má execução contábil, despontam, por exemplo:

1. Equívocos e fraudes em declarações fiscais

Caso haja desvios nas declarações fiscais, periodicamente remetidas ao governo, as implicações podem ser vastamente sérias e prejudiciais.

Independentemente da causa, seja por confusão nas informações ou má conduta no gerenciamento, o fato é que documentações fraudulentas geram uma série se sanções e punições — e a rigidez das determinações, não raro, culminam no fracasso completo de uma operação empresarial.

2. Aumento desnecessário de custos com tributos e impostos

A área contábil é, sem dúvida, a mais indicada para conceber o planejamento tributário, no qual são analisados os dados do negócio para, em seguida, determinar o regime mais apropriado.

Equívocos na avaliação podem afetar o desempenho da operação, uma vez que a demanda de pagamento para impostos e tributos não está amparada nos resultados reais da empresa.

3. Ausência de informações seguras para embasar decisões estratégicas

Por fim, embora não menos importante, a contabilidade também auxilia, direta e indiretamente, na perenidade global da organização.

Ao prover dados confiáveis, capazes de identificar vulnerabilidades e explicitar oportunidades, os líderes têm mais autonomia para tomar decisões estratégicas, concebendo um plano de ação alicerçado em certezas, e não em hipóteses.

Diante disso, não seria equivocado afirmar que, ao gestor, cabe a resoluta preocupação de garantir a boa execução do serviço de contabilidade. Por isso, é indispensável que haja investimentos em qualidade e segurança, garantindo conformidade, alta performance e, claro, resultados mais expressivos e saudáveis.

O conteúdo foi útil e você está disposto a aprofundar seus conhecimentos em assuntos relacionados à gestão? Aproveite para entender como é possível melhorar o controle das operações e dos resultados empresariais.

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Contabilidade ERP

Sistema ERP na contabilidade: conheça as vantagens

No Brasil, a regulamentação que rege a operação empresarial é rígida e complexa. No que tange às obrigações fiscais e tributárias, é importante que o gestor disponha de ferramentas para assegurar a credibilidade dos processos e a qualidade das informações geradas — e, para isso, o ERP na contabilidade desponta como a solução ideal.

Se você ainda tem dúvidas a respeito da importância do recurso, não deixe de ler o post até o final! No texto, você vai entender melhor a relação entre o sistema ERP e a contabilidade do seu negócio. Além disso, também vai conhecer os motivos que fazem dessa tecnologia a melhor escolha para otimizar a gestão contábil. Preparado? Vamos em frente!

ERP na contabilidade: qual a relação?

Qualquer empresa, independentemente do porte ou do segmento em que atue, precisa estabelecer processos consistentes; afinal, uma operação organizada é imprescindível à perenidade do negócio.

Neste aspecto, não seria equivocado destacar que a gestão assertiva da contabilidade desponta como uma das rotinas determinantes no sucesso da empresa.

Para além das obrigações ficais e tributárias, que são cumpridas a partir das informações contábeis geradas pela atividade-fim, também é importante mencionar que essa área é responsável pela saúde financeira da operação — otimizando recursos disponíveis e controlando o fluxo de caixa, por exemplo.

Com o ERP, as demandas contábeis são mais facilmente administradas. Ao integrar todos os setores da empresa — do processo de compras aos fechamentos fiscais —, o sistema confere mais transparência e segurança às transações internas e externas.

E mais: bons ERPs estão totalmente preparados para atender às exigências governamentais, tais como emissão dos relatórios de SPED e Bloco K, minimizando a incidência de erros e protegendo o negócio de eventuais multas e sanções.

Além disso, a otimização tributária, favorecida pela ampla visão proporcionada pela tecnologia sistêmica, é uma realidade lucrativa: a partir da análise criteriosa das movimentações internas é possível optar por regimes mais coerentes de impostos.

ERP na gestão empresarial: por que investir?

Agora que você já entendeu a importância da relação entre ERP e contabilidade, chegou a hora de conhecer mais motivos para considerar a implantação do sistema na sua empresa. Veja algumas das principais vantagens:

1. Planejamento estratégico e consistente

O sistema ERP engloba e atende todas as operações empresariais, contribuindo para integrar, automatizar e alavancar todas as áreas do negócio.

Dessa forma, o uso da tecnologia permite uma abordagem ampla, profunda e cristalina das potencialidades e das vulnerabilidades da organização. Esse conhecimento, por sua vez, deve levar a um plano estratégico que contemple ações e táticas focadas na melhoria de performance e de resultados.

2. Centralização de informações

Dados dispersos dificultam as rotinas operacionais e ocasionam excesso de retrabalhos — consumindo recursos que poderiam ser empregados em atividades de maior valor agregado.

Com o ERP, todas as informações da empresa — do estoque ao comercial — podem ser mantidas em um mesmo local, facilitando o acesso aos números prioritários do negócio.

3. Acompanhamento de métricas

Diretamente ligado ao diferencial anterior, o acompanhamento de métricas é amplamente beneficiado a partir da implantação de um ERP. Afinal, o controle de performance só é possível se o gestor dispõe de dados críveis a respeito de sua equipe e de seus resultados.

Com o sistema é possível estabelecer metas mais claras e, em seguida, estabelecer parâmetros coerentes para medir o desempenho individual e coletivo.

Diante disso, é pertinente resgatar a importância do ERP na contabilidade, mas também é preciso reforçar que a abrangência do sistema é vasta e altamente vantajosa para todo o tecido empresarial.

O conteúdo chamou sua atenção e você deseja prosseguir em sua trilha de aprendizado? Aproveite para também entender qual a importância do ERP no suporte ao cliente.