Categories
Gestão Empresarial

Saiba como montar e gerenciar um programa de fidelidade na empresa

Como gestor, é de suma importância que se consiga manter a empresa competitiva num mercado cada dia mais incerto. O sucesso do negócio é, muitas vezes, definido por um relacionamento positivo e duradouro com os clientes. Assim, com muitos setores do mercado brasileiro ainda em crise, é sempre bom procurar manter a base de consumidores da sua empresa estável e fiel.

Para que isso aconteça, é preciso investir em meios inovadores de atendimento para prestar um atendimento eficiente ao público. Uma das soluções mais procuradas entre empreendedores envolvem a criação de um programa de fidelidade. Ele traz várias vantagens sobre diferentes setores da empresa que têm relação direta com os clientes, como vendas e marketing.

Apesar disso, nem todos os empreendedores e gestores conhecem essa possibilidade a fundo ou sabem se ela pode constituir uma solução viável a ser aplicada em suas respectivas empresas. Com isso dito, a pergunta mais comum é: como funciona e como estruturar um bom programa de fidelidade para seus consumidores? Continue a leitura deste artigo e entenda mais sobre o tema.

Entenda o que é um programa de fidelidade

Várias soluções que agregam valor à relação entre a empresa e o público são, hoje, construídas a partir de diferentes sistemas de estímulo. Sabendo que os clientes que já consomem nas empresas gastam cerca de 70% a mais que outros, o programa de fidelidade é um exemplo da afirmação dessa necessidade aprimorar esse relacionamento.

Ele se estrutura a partir de pontos: quanto mais o cliente compra, mais pontos ele ganha. Com determinada pontuação, ele pode resgatar estímulos na forma de descontos, produtos na loja, brindes ou prêmios maiores como, por exemplo, viagens ou carros.

Esse sistema incentiva o consumidor a continuar comprando os produtos da sua empresa, além de aumentar a confiança e a satisfação sobre o seu negócio. Programas como estes também trazem ainda maior potencial em atrair novos clientes ou em resgatar os que já não consumiam mais produtos ou serviços de sua empresa.

Essa solução, portanto, tem grande potencial para aumentar as vendas diretas, além melhorar a relação com os clientes que, com o programa de fidelidade, tenderão a priorizar os produtos da sua empresa. Tudo isso aumentará o lucro e trará mais competitividade ao seu negócio.

Analise e conheça seus clientes

A chave para a criação do programa de fidelidade é conseguir estruturar uma relação mais positiva sobre sua base de consumidores. Para que sua empresa tenha sucesso em criar esse relacionamento mais próximo e dinâmico é imprescindível que se conheça e se analise o mercado e as características médias dos clientes da base que virão a ser atendidos.

Pesquisas de mercado, entrevistas e questionários a serem respondidos pelos clientes ajudam a coletar dados e informações que podem e devem ser analisadas. Tudo isso a fim de reestruturar o processo de maneira a voltá-lo para atender as necessidades da base consumidora.

A partir da informação coletada, além da possibilidade de melhorar o atendimento como um todo, é ainda possível criar um atendimento prioritário aos clientes que fazem parte do programa de fidelidade. Campanhas de marketing diretas ou indiretas, muitas vezes por e-mail, também ajudam a aprimorar a comunicação e a deixar o relacionamento mais próximo entre a empresa e o consumidor — que é exatamente o que essa solução se propõe a criar.

Crie um bom e eficiente sistema de recompensas

Seus clientes gostam de viajar? Gostam de descontos? Ou preferem produtos das lojas do seu negócio? Por isso é tão importante conhecer a fundo as preferências deles: a informação sobre o mercado consumidor de sua empresa é o fator determinante para se estruturar as recompensas do programa.

Por isso, diferentes programas de fidelidades possuem diferentes sistemas de pontuação e recompensas. Uma prática comum desses programas são os sistemas de níveis ou conquistas: quando seus clientes atingem certo número de pontos, eles recebem uma conquista com uma recompensa específica. Um sistema estruturado em níveis específicos ajudam e motivam o cliente a continuar consumindo a fim de liberar novas conquistas.

Além desses sistemas temos a prática o acúmulo de pontos tradicionais, que podem ser reunidos até um certo limite ou, até mesmo, infinitamente. Esses pontos atuam como moeda de troca e determinadas quantidades deles podem gerar recompensas diferentes para os clientes.

É comum que empresas que possuem esses programas entreguem ao cliente um cartão de fidelidade — folhas a serem carimbadas após cada compra até cartões de crédito, por exemplo. Essas práticas melhoram o controle e o monitoramento sobre as compras dos consumidores, além de personalizar e especificar a forma que os clientes consomem seus produtos.

Esses são só alguns exemplos de como estruturar o sistema de pontuação do programa de fidelidade de seu negócio, mas você deve estar se perguntando, o que mais pode ser feito para melhorar minha relação com os clientes e gerar mais lucro e estabilidade? Veja a seguir.

Invista em parcerias com outras empresas

Os consumidores do mercado atual, tanto no Brasil quanto no mundo, estão cada vez mais exigentes, diversos e multifacetados. Isto indica uma necessidade de atender a diferentes interesses de diferentes setores da base consumidora de sua empresa.

Uma ótima forma de fazer isso é criando parcerias com diferentes negócios de diferentes setores do mercado. Isso desenvolve uma rede de fidelidade mais extensa, que proporciona uma experiência mais estimulante aos clientes e tem maior potencial para trazer novos consumidores para seu negócio.

A Abemf (Associação Brasileira de Empresas no Mercado de Fidelização) realizou uma pesquisa no ano de 2016 sobre o número de consumidores brasileiros que participam de programas de fidelidade, houve um aumento de 15%, em relação ao ano anterior. Mais 12 milhões de pessoas, que compõem uma parcela de 90 milhões no total, participam desses programas.

Assim, soluções como o programa de fidelidade têm se mostrado tendência no mercado brasileiro. Melhores relações com os clientes trazem maior capital, liquidez e estabilidade — qualidades essenciais para qualquer empresa e negócio de sucesso.

Com todos esses pontos positivos, sua empresa não pode ficar de fora! Agora que já sabe tudo sobre programas de fidelidade, o que acha de assinar nossa newsletter e receber os próximos artigos sobre soluções de tecnologia da Nortesys?

Categories
Gestão Empresarial

Saiba a importância de ter um cadastro de clientes atualizado

Manter uma relação de proximidade com seus clientes é muito importante, afinal, são eles que lhe garantirão lucro. O primeiro passo para estreitar esses laços é manter atualizado um cadastro de clientes. Essa ferramenta lhe permite conhecer mais sobre eles e entender suas necessidades.

No entanto, nem sempre é fácil manter esses dados em dia, principalmente com uma quantidade maior de compradores. Porém, ficando atento a alguns detalhes e modernizando a sua empresa, é possível fazer uma gestão consciente e que beneficiará muito a sua companhia.

Neste post, você encontrará dicas de como organizar esses cadastros de forma eficiente e como utilizá-los para auxiliar a sua empresa. Boa leitura!

Como realizar o cadastro de clientes?

Tenha dados completos

Não basta só saber quem é o cliente, é preciso saber sobre ele. Para isso, peça dados detalhados em seu cadastro. Por exemplo, caso seja uma pessoa física, é importante ter nome completo, CPF, endereço, meios de contato — principalmente telefone e e-mail. Já se for uma pessoa jurídica, além de endereço e meios de contato, peça o CNPJ, a Razão Social e Nome Fantasia, a Inscrição Estadual e o seu Indicador.

Esses dados completos facilitam na hora de se relacionar com o cliente, pois, caso seja necessário entrar em contato, enviar produtos e emitir documentos, é preciso ter todos os dados bem discriminados, a fim de evitar problemas futuros.

Padronize o cadastro de clientes

Não permita que a mesma informação seja dita de maneiras diferentes. Por exemplo, se alguns clientes são da cidade de Belo Horizonte, escolha se você escreverá o nome da cidade por extenso, ou se abreviará para “BH”.

Se no banco de dados de seus clientes houver esse tipo de informação duplicada, as buscas e as filtragens ficarão comprometidas, pois você não terá a real dimensão de quantos clientes são de um determinado lugar, por exemplo. Eliminando essa redundância, seu cadastro será muito mais eficiente.

Tenha um campo para observações gerais

Muitos dados não são estruturados e não faria sentido criar um campo só para eles. Para isso, é interessante ter um campo para observações gerais, que serviriam como uma orientação ou uma particularidade do cliente.

Por exemplo, se uma pessoa só pode receber ligações no período da tarde, é conveniente colocar isso nessa aba, assim como no caso de um cliente que sempre compra determinado produto na primeira semana do mês.

Incentive o cadastro de seus clientes

Você deve falar aos clientes sobre essa nova organização que sua empresa está pretendendo realizar. Com isso em mente, incentive o cadastro pensando em mantê-los informados sobre a sua firma, ter feedbacks de serviços etc. Para isso, sempre deixe campos para cadastro em seu site, principalmente quando algum comprador entrar em contato, para que a sua companhia possa manter esse laço.

Utilize um software de gestão

Lidar com esse tipo de informação pode ser muito complicado, especialmente quando o número de clientes é maior. Um ERP pode lhe auxiliar nessa tarefa, pois muitos dos processos de cadastro e de manutenção são feitos de maneira automática, diminuindo o trabalho braçal de cadastro.

Além disso, um software específico ajudará a interligar esse banco de dados com os outros setores de sua empresa. Ou seja, essa informação poderá ser utilizada por demais repartições.

Com esses dados em mãos, o que fazer?

As informações sobre os clientes têm grande importância para a empresa, mas só serão úteis se algo for feito com eles. Esses dados devem lhe ajudar a tomar algumas ações, visando a melhorar a relação com seu público. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

Separe os clientes por categorias

Agora que você tem os dados de seus consumidores, é importante categorizá-los em seu sistema, afinal, há tipos diferentes tipos de clientes, os quais precisam de tratamentos distintos. Normalmente, os tipos mais comuns de divisão são:

  • demanda geográfica: com essa divisão, o custo diminui e aumenta a possibilidade de atender mais clientes em menos tempo;
  • perfil de clientes: com essa segmentação, é possível entender melhor sobre um determinado nicho do mercado e oferecer um tratamento personalizado;
  • volumes de compras: assim, se diminui o risco de dar atenção somente aos clientes que compram mais e esquecer aqueles que consomem menos, além de auxiliar no manejo de estoque.

Mapeie os clientes de acordo com a atividade deles

Se normalmente os clientes compram todo mês, separe-os da seguinte maneira:

  • ativo: realizou alguma compra nos últimos 30 dias;
  • pré-inativo: realizou a última compra entre 30 e 45 dias;
  • inativo: não adquiriu nenhum produto ou serviço nos últimos 45 dias.

É claro que esse tempo pode variar conforme a realidade de cada empresa, mas é importante realizar essa divisão para evitar que os compradores pré-inativos se tornem inativos e tentar resgatar os inativos. Outra situação que pode ser adicionada é a do cliente perdido, que, atualmente, não tem interesse em realizar negócios com você.

Estude os clientes pré-inativos e os inativos

Para o cliente estar nessa situação, algo ocorreu, seja em decorrência de problemas orçamentários dele, seja porque ele não consome mais esse tipo de produto, seja ainda por ele ter se tornado comprador de algum outro concorrente.

Clientes que se encontram nessa situação precisam ser estudados para se entender o motivo desse afastamento. Analisando esse aspecto, é possível evitar os mesmos erros com outros clientes e tentar reconquistar os que estão mais afastados. Vale ressaltar que os clientes inativos ou perdidos devem ser mantidos em sua base de dados, a fim de fazê-los voltar.

Tenha um plano de ação

Agora que você definiu e classificou os tipos de clientes, é preciso agir e entrar em contato. Primeiro, decida a maneira como será feita essa comunicação, ou seja, o meio — e-mail, telefone, visita pessoal.

Depois, defina o real objetivo desse diálogo — manter contato, buscar novo cliente, recuperar cliente perdido etc. Finalmente, defina a frequência dessa interação e o que será abordado em cada uma delas. Com isso em mãos, sistematize e crie padrões de ações baseados no tipo de cliente. Posteriormente, é importante analisar como os clientes estão reagindo e buscar sempre melhorar.

Como vimos, é fundamental estreitar relações com seu comprador, e ter um cadastro de clientes pode lhe ajudar muito, pois ele auxilia a entender como entrar em contato com eles e a maneira de fazê-lo. Interações bem-sucedidas podem tornar clientes mais fiéis e recuperar os que estão mais afastados. Mantendo os compradores próximos, eles se relacionam mais, resultando em maior lucro e sucesso para a sua companhia.

O que você achou deste post? Tem alguma dúvida ou opinião sobre o cadastro de clientes? Deixe seu comentário aqui embaixo!

Categories
Gestão Empresarial

Automatização de processos: saiba como administrar uma empresa a distância

Gerir uma empresa à distância é plenamente viável. Leia aqui as melhores dicas para fazê-lo e o papel da automatização no processo!

Graças ao desenvolvimento da internet, hoje em dia, é plenamente possível gerenciar o negócio sem estar presente no estabelecimento. Esse tipo de gestão traz mais agilidade, redução de custos e conforto. É para aproveitar desses benefícios que os empreendedores pesquisam como administrar uma empresa à distância.

Se você tem interesse em saber mais sobre o assunto, continue a leitura deste artigo, pois vamos mostrar importantes dicas que precisam ser implementadas para alcançar esse objetivo.

Como administrar uma empresa à distância?

As estratégias expostas nos tópicos a seguir podem ser aplicadas em negócios de qualquer ramo e porte, bastando que o gestor as aplique de maneira inteligente para que sejam eficazes.

Invista na automatização de processos

Processos bem-desenvolvidos são mais eficazes. É preciso que os gestores estejam conscientes da importância de construir e fixar rotinas consistentes, capazes de extrair o máximo potencial dos recursos organizacionais. Trata-se de um esforço concentrado para identificar as demandas de cada área e, assim, estabelecer as ferramentas, os procedimentos e as competências necessárias para viabilizar a execução de excelência.

Lembre-se: nesse âmbito, os sistemas integrados de gestão, também chamados de ERP, despontam como grandes aliados na automatização de processos. Ao abarcar todo o escopo da organização, os softwares contribuem diretamente para maximizar a performance dos departamentos.

Ressalta-se que a automatização de processos deve ser uma preocupação constante entre os gestores, porém, não apenas para minimizar erros e otimizar recursos, mas também para permitir a expansão de negócios e a administração à distância, viabilizando o desenvolvimento da empresa em diversos territórios.

Monte uma equipe de confiança

Nem só de processos vive uma organização lucrativa. É essencial que, para executá-los adequadamente, a empresa conte com profissionais qualificados e engajados, dispostos a perseguir os objetivos do negócio. Assegure-se, portanto, de montar um time coeso, competente e, é claro, de confiança!

Para administrar a uma empresa à distância, jamais deixe de estar atento à qualidade do quadro de colaboradores. Afinal, você precisa estar convencido de que conta com os melhores ativos para liderar as operações e, por isso, pode se concentrar em atividades mais estratégicas.

Explore a comunicação

O sucesso de uma gestão à distância está diretamente relacionado à eficiência da comunicação de mão dupla — entre líderes e colaboradores nas mais diversas esferas e áreas operacionais. Para garantir a excelência na atuação (e no cumprimento dos processos estabelecidos), é fundamental que os canais de comunicação sejam amplos e transparentes.

Uma postura assim vai, sem dúvidas, endossar o sucesso de uma liderança à distância, sustentando resultados mais perenes e positivos.

Estabeleça diretrizes e normas

Toda empresa precisa explicitar quais são suas diretrizes e suas normas. Ou seja: além de organizar processos e de fornecer os recursos pertinentes à operação, é importante que haja a definição clara de posturas e comportamentos esperados.

Ao elaborar e fixar as diretrizes da organização, o gestor ganha tranquilidade para gerenciar suas atividades, confiante de que sua equipe sabe exatamente o que é esperado. As normas, por sua vez, são indispensáveis para manter a ordem e a qualidade dos processos, angariando resultados cada vez mais consistentes.

Defina metas

As metas funcionam como o motor e o oxigênio da organização. Ao se conscientizarem de seus desafios, vislumbrando qual é a performance esperada, a equipe geralmente se motiva ainda mais para alcançá-la.

Por isso, a definição de metas (e a correta e constante divulgação delas) é crucial no sucesso da operação. Certifique-se de posicionar seu time ante os objetivos do negócio, mantendo-o informado a respeito dos avanços conquistados. Nesse ponto, a automatização de processostambém se faz bastante relevante, fornecendo as ferramentas necessárias para a consecução das metas predefinidas;

Acompanhe o desempenho

Por fim, diretamente relacionado à definição das metas, o acompanhamento de resultados não pode (e nem deve) ser negligenciado. Pelo contrário! O monitoramento de desempenho, relacionando as mais diversas áreas às metas de cada uma, deve ser realizado com rigor e constância.

Somente ao acompanhar os números e ao monitorar performances (individuais e coletivas) é possível entender em profundidade quais são os impactos da gestão e, assim, tomar as respectivas ações necessárias. No caso de uma liderança à distância, esse aspecto é ainda mais indispensável. Para garantir a sinergia operacional, bem como a lucratividade da unidade, é válido apostar em proximidade gerencial.

Saiba delegar tarefas corretamente

Uma das premissas mais importantes para a administração de qualquer negócio é a delegação das tarefas. Isso se torna ainda mais relevante quando se trata de gestão à distância, já que o trabalho on-line pode limitar grande parte de suas atividades.

É importante que o gestor saia do operacional (prestação de serviço, industrialização e comercialização) e se concentre nas atividades estratégias. Isso evita que você se sobrecarregue de tarefas, tenha suas energias sugadas e não consiga tomar decisões corretamente.

Para fazer a delegação, você deve montar times que cuidarão de cada setor da organização e escolher pessoas para comandar cada um deles. Será necessário conhecer muito bem os pontos fracos e fortes de cada colaborador, além de identificar os líderes do negócio. É possível se aperfeiçoar na tarefa ao conhecer melhor sua equipe e fornecer treinamentos para suprir as necessidades do pessoal.

Invista na tecnologia

Não é viável tentar administrar uma empresa à distância sem utilizar a tecnologia. Existem diferentes inovações que beneficiam a gestão de diferentes formas, trazendo maior economia, agilidade, comunicabilidade etc. Na prática, deve ser implementado um sistema de gestão que satisfaça as necessidades do negócio, sendo importante que ele forneça funcionalidades como:

  • comunicação com os clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores por diversos canais;
  • automatização dos processos;
  • monitoramento e controle do desempenho dos colaboradores;
  • utilização de indicadores-chave de desempenho;
  • controle de estoque;
  • banco de dados dos clientes, entre outros recursos.

Essas informações permitem que você saiba como está a rotina e o desenvolvimento do negócio sem precisar estar presencialmente no local. É possível gerenciá-lo à distância com um dispositivo móvel, bastando acesso à internet.

Centralize as informações

Um dos maiores entraves para a gestão à distância consiste na dispersão das informações. Em relação à comunicação, por exemplo, é possível que muitas informações sejam repassadas de forma distorcida, alterada ou atrasada, prejudicando a tomada de decisões do negócio.

Também é possível que muitos erros surjam na transferência de dados, que informações sejam esquecidas ou que ocorra incompatibilidade entre arquivos digitais, tornando a gestão inviável.

A solução mais adequada para esses problemas consiste em integrar e centralizar a gestão e a troca de informações em uma única plataforma. Além de eliminar os problemas listados, isso também traz mais credibilidade aos dados, reduz o tempo para buscá-las e elimina a necessidade de conferi-las.

Manter o controle empresarial pela internet pode parecer um grande desafio, contudo, depois de ler nossas dicas de como administrar uma empresa à distância, percebe-se que é uma tarefa plenamente possível e ainda fornece inúmeras vantagens com a utilização de um bom sistema de gestão.

Queremos saber o que você achou do nosso conteúdo! Se tiver alguma dúvida ou opinião sobre o assunto, deixe um comentário neste post!

Categories
Gestão Empresarial

3 ferramentas de gestão essenciais para a sua empresa

As ferramentas de gestão são, sem dúvida, as grandes aliadas dos líderes contemporâneos. Com a missão de facilitar os processos administrativos, centralizando informações e assegurando a credibilidade dos dados, os recursos são cada vez mais requisitados ante um cenário de alta competitividade e complexidade.

Se você busca mais informações sobre o assunto visando conhecer mecanismos que o ajudem a impulsionar as rotinas e os resultados do seu negócio, encontrou o conteúdo certo! No texto, entenderá um pouco mais sobre a importância das ferramentas e, além disso, também receberá dicas valiosas para otimizar o gerenciamento da empresa.

Preparado? Vamos lá!

Por que as ferramentas de gestão são essenciais às empresas modernas?

Na era da informação, o mercado de consumo ganha novos desafios. Para gerenciar a complexidade das demandas e a rapidez das tendências, os gestores visionários precisam contar com recursos modernos (e tecnológicos) capazes de auxiliá-los na execução de suas tarefas cotidianas.

Nesse contexto, é natural que surjam novos métodos, mais aderentes e eficazes, capazes de fortalecer a rotina organizacional e angariar performances mais assertivas e estratégicas. Aos líderes cabe o discernimento de analisar as ferramentas disponíveis e, então, implantar as que melhor se adequarem à realidade do negócio.

Uma coisa, porém, é certa: não é prudente ignorar os recursos que despontam como alternativas viáveis à otimização de negócios e aos resultados operacionais. É hora de aderir às ferramentas de gestão para alavancar a sua empresa!

Quais ferramentas de gestão podem impulsionar o seu negócio?

Agora, que você já está convencido da importância de considerar a adoção de poderosas ferramentas de gestão, chegou a hora de aprofundar as suas noções em algumas das mais promissoras.

1. 5W2H

A sigla é uma abreviação, em inglês, das indagações “O quê?”, “Por quê?”, “Onde?”, “Quando?”, “Quem?”, “Como?” e “Quanto?”. Os cinco primeiros referem-se ao W, e os dois últimos, ao H.

Na prática, a metodologia propõe que qualquer planejamento responda a esses questionamentos, garantindo mais controle no que é realmente importante para viabilizá-lo — e fazer dele um sucesso!

Ao distribuir tarefas, determinar prazos e cobrar iniciativas, o 5W2H é comumente empregado no gerenciamento de projetos e no acompanhamento de ações estratégicas.

2. KPI

Abreviação de Key Performance Indicator (que, em português, pode ser entendido como os principais indicadores de desempenho), os KPIs são instrumentos para efetivar o processo de mensuração de resultados individuais e coletivos.

Para defini-los, é importante que os gestores se concentrem nas rotinas da operação e certifiquem-se de estabelecer critérios altamente aderentes ao negócio, garantindo mais credibilidade aos insights.

Para que sejam eficazes como ferramenta de gestão, os KPIs devem ser constantemente revisitados e monitorados, validando sua relevância na administração de desempenhos.

3. ERP

Não seria equivocado dizer que o ERP é o responsável por agregar tecnologia às diversas ferramentas de gestão. Ao centralizar dados (evitando que se percam na massa de informações empresariais), integrar as mais diversas áreas (suprimindo retrabalhos e divergências de comunicação) e proporcionar uma visão ampla do panorama de negócios, o sistema agrega segurança às decisões estratégicas.

No caso do 5W2H e dos KPIs, por exemplo, é válido pontuar que o ERP é capaz de agregar valor às informações que derivam dos dois métodos. No caso do primeiro, é possível cadastrar projetos e rastrear o seu andamento; no segundo, é possível extrair relatórios que evidenciem o desempenho de acordo com as métricas estabelecidas.

Diante disso, considere as particularidades das mais diversas ferramentas de gestão no momento de efetivar a implantação de alguma delas. Avalie as carências e as potencialidades da empresa e parta para a ação. Bons negócios!

O conteúdo foi útil e você deseja receber informativos atualizados sobre esse e outros assuntos? Então, aproveite para assinar a nossa newsletter e seja sempre o primeiro a receber as novidades!

Categories
ERP

NFC-e: o que é e quais os benefícios para a sua empresa

Você já observou o quanto estamos rodeados de grandes invenções tecnológicas? Em todos os lugares vemos grandes e improváveis criações, processos que antes eram desenvolvidos com muita mão de obra, hoje, sofrendo mudanças e transformando nossas rotinas cada vez mais práticas e rápidas.

Com essa demanda evolutiva acontecendo em toda parte do mundo, os governos estão adequando suas ferramentas de fiscalização, para acompanhar todo esse processo tecnológico. No Brasil, grandes avanços já foram dados desde a implantação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em meados de 2010.

Seguindo esse mesmo processo evolutivo no varejo, no mais novo projeto do fisco, surgiu então a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e). Se você ainda não ouviu falar sobre ela, leia este artigo até o final, asseguro que você terá uma visão diferente sobre isso, pois vamos abordar esse assunto com clareza e detalhes.

Antes da NFC-e

Você lembra como era burocrático preencher blocos e mais blocos de nota fiscal, cuidando para que a segunda via fosse preenchida com o carbono? E o custo que existia para confeccionar numa gráfica, caixas caixas de blocos para serem usados durante o ano?

A burocracia de se utilizar a ECF (Emissor de Cupom Fiscal)? Ou até mesmo o CF-e SAT (Cupom Fiscal Eletrônico)? As rotinas que não devem ser esquecidas durante o dia, para que a impressora funcione corretamente, sem que deixe os pedidos sem poder faturar? Pois bem! A partir do momento que é implantado a NFC-e, esse processo massante, tudo isso deixa de ser feito, pois todo o processo de emissão passa a ser eletrônico.

Vejamos abaixo como é a NFC-e.

O que é NFC-e?

A NFC-e foi desenvolvida para substituir os documentos, em papel, gerados pelos varejistas: ECF, Nota Fiscal de venda ao consumidor (Série D) e o CF-e SAT. A NFC-e é um documento que tem a mesma validade da nota fiscal impressa, porém no formato digital, gerando mais segurança e agilidade para emitir o documento.

Esse formato baseia-se no projeto da NF-e, em que foi criado um novo modelo de emissão de nota, substituindo os antigos blocos, de modo que tudo pode ser gerenciado por ambiente virtual.

O documento digital traz grande facilidade para o empresário, que passa a ter maior controle sobre as operações, podendo economizar com a emissão das notas. Além da economia, os varejistas proporcionarão aos seus clientes segurança das informações emitidas e agilidade nas rotinas de vendas e faturamento, graças a essa modernização.

Impressora fiscal (ECF)
Impressora fiscal (ECF)
Impressora não fiscal (NFC-e)
Impressora não fiscal (NFC-e)

As principais vantagens

  • Dispensa do uso do Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).
  • Dispensa impressão de Leitura X e Redução Z, Mapa Resumo, Comunicação de ocorrências, elimina os processos de armazenamentos dos documentos e o envio dos mesmos à contabilidade, onde todos relatórios diários impressos, dispostos e organizados por dia, deveriam ser entregues para serem lançados dia-a-dia pelos contadores.
  • Uso de qualquer impressora de recibo térmica, sem necessidade de autorização pelo Fisco, ou seja, dispensa o processo de lacração e homologação. Esse procedimento era obrigatório para empresas que adquiriam a ECF, pois era necessário que o equipamento fosse devidamente registrado e lacrado para evitar qualquer tipo de acesso à memória da ECF.
  • Redução significativa dos gastos com papel: a critério do consumidor, a impressão do DANFE NFC-e pode ser substituída pelo envio do link de consulta da NFC-e por e-mail ou SMS.
  • Flexibilidade de expansão de pontos de vendas, nos períodos de alto movimento do comércio, sem necessidade de autorização prévia do Fisco. Para que fosse possível remanejar uma ECF de um ponto para outro, o proprietário deveria solicitar a autorização para tal, pois no processo de homologação do equipamento, era entregue um layout indicando onde seria o local de uso da ECF.
  • Dispensa a Intervenção Técnica. Procedimento que era necessário sempre quando a ECF apresentava qualquer tipo de alteração em seu funcionamento, com por exemplo, erro na data, comunicação com o computador, alteração no software ou no hardware, erros nas gerações dos relatórios da memória, entre outros;
  • Consulta do cliente à nota fiscal por meio de QR Code no smartphone. Assim como a NF-e que pode ser consultada em uma página da web disponibilizada pelo fisco, a NFC-e também dispõem dessa possibilidade consulta, sendo ainda mais prática, pois permite acesso pelo smartphone
  • O valor para adquirir uma ECF chega a custar mais de R$ 5.000,00; já emissão da NFC-e pode ser feita em impressora térmica, que fica em média 1/5 desse valor. Conforme citamos acima, a liberação de uso de uma ECF demandaria uma burocracia enorme para começar a utilizar. Já no caso da NFC-e, a empresa optando o uso desta, basta que o responsável contador entre com o processo de credenciamento junto a secretaria fazendária estadual. Em seguida a empresa deve adquirir um Certificado Digital (vamos falar mais à frente) e uma impressora de recibo térmica.

Em quais estados a NFC-e está em vigor

A NFC-e pode ser utilizada por empresas do comércio varejista de qualquer porte, em operações realizadas diretamente com o consumidor, podendo haver regras diferenciadas em cada Estado.

Em alguns estados a NFC-e já é obrigatória, como por exemplo: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Sergipe. Outros estados ainda estão com o processo de implantação em andamento ou em período de adesão voluntária, como é o caso do Estado do Tocantins.

O que fazer com as ECF’s

Com a implantação da NFC-e, as ECF’s devem ser guardadas em locais seguros, pois ainda possuem informações fiscais, históricos e relatórios de operações de vendas anteriores.

As ECF’s possuem uma validade máxima em duas formas: a primeira é a capacidade de memória, que por sua vez, chega ao fim com o esgotamento de espaço, devido ao armazenamento diário com as operações de vendas e geração de relatórios. A segunda é uma validade em tempo de uso, que é de 5 anos.

Etapas para começar a emitir NFC-e

Assim como em todos os estados, que já aderiram a obrigatoriedade de emissão da NFC-e, o processo de credenciamento segue-se padronizado, porém, cada um deve dispor de ambiente online para receber os pedidos de credenciamento das empresas contribuintes.

Abaixo, temos um descritivo de como deve ser o processo em cada etapa para começar a emitir NFC-e:

  1. É necessário solicitar do departamento de contabilidade, ou da empresa prestadora desse serviço, o credenciamento junto à secretaria fazendária do estado. Em seguida, o contribuinte receberá um código da contabilidade chamado CSC – Código de Segurança do contribuinte e o ID do CSC – Identificador do Código de Segurança.
  2. Adquirir um Certificado Digital A1 ou A3. Caso a empresa já emita NF-e, Nota Fiscal Eletrônica, o certificado valerá para uso da NFC-e também.
    1. O certificado A1 permite ser utilizado em mais de um terminal caso o cliente utilize vários caixas para recebimento.
    2. O certificado A3 poderá ser utilizado em apenas um terminal.
  3. Adquirir impressora de recibo e térmica. Nesse caso, o contribuinte deve verificar qual o modelo de impressora é compatível com o sistema ERP já utilizado, para evitar futuros problemas técnicos durante a emissão.
  4. Caso o contribuinte não possua nenhum sistema de gestão ou ERP, é praticamente impossível emitir a NFC-e. Esse tipo de software tem papel essencial nessa fase, pois é com ele que teremos os cadastros, configurações e integrações eletrônicas para o uso da NFC-e. O governo não disponibiliza nenhum tipo de aplicativo gratuito, a exemplo de como foi com a NF-e.

Entendendo o papel do ERP

ERP é uma sigla em Inglês, que quer dizer Enterprise Resource Planning, que na tradução Literal, quer dizer Planejamento de Recursos da Empresa. O ERP é o responsável integral para gerenciamento de todas as atividades de uma organização, desde os cadastros de produtos, clientes, fornecedores, planos financeiros, faturamento, até demonstrações de resultados, compras, vendas, entre outros recursos.

No ERP serão feitos todos os processos para que a NFC-e seja gerada, assinada e transmitida para o ambiente do fisco. A gestão de tudo que foi mencionado nesse artigo, com exceção do processo de validação da nota no ambiente do fisco, será feita no ERP, pois todos os cadastros, regras tributárias, configurações de emissão, transmissão e recepção da validação do fisco ficam depositadas nele.


O que queremos dizer com tudo isso é que a evolução da tecnologia tem sido constante, em todos as áreas da sociedade. Onde antes em um supermercado havia atendentes para passar suas compras, hoje temos caixas auto-service, em que você mesmo pode passar os produtos e pagar suas compras.

Nessa mesma direção, os diferentes mercados têm evoluído para grandes mudanças, criando novos serviços para as empresas, clientes e consumidores.

O que achou sobre o assunto? Esse artigo contribuiu para tirar as dúvidas que você tinha sobre a NFC-e? Se você estava indeciso em relação à migração de tecnologia, espero ter ajudado. Compartilhe, comente, pergunte. Estamos à disposição.

Categories
ERP Gestão Empresarial

Saiba como escolher o melhor fornecedor de ERP para seu negócio

Em sua operação cotidiana, as empresas contemporâneas enfrentam desafios grandiosos. Para manter a competitividade e conquistar resultados cada vez mais expressivos, os gestores precisam formar alianças confiáveis e que impulsionem a performance da organização. Nesse contexto, escolher o melhor fornecedor de ERP pode ser determinante para alcançar os objetivos do negócio.

Não se trata, porém, de uma escolha simples. Pelo contrário! A seleção de um sistema de gestão precisa ser criteriosa, detalhada e transparente. E justamente para te ajudar a entender um pouco mais acerca da importância de avaliar os softwares disponíveis, encontrando o que melhor se adéqua às suas operações, é que esse post nasceu!

Se você está procurando uma solução ou se deseja se certificar a respeito dos critérios para comparação, encontrou o conteúdo certo! Aproveite para esclarecer possíveis dúvidas e ter acesso a dicas valiosas no processo de decidir por um ERP aderente.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

O que é e qual é a importância de um ERP?

O termo ERP nada mais é do que a abreviação para Enterprise Resource Planning, que, em português, refere-se ao planejamento de recursos de uma organização. Ou seja: enquanto tecnologia de gestão, o ERP é responsável por centralizar as informações, integrar os processos e, claro, otimizar os recursos disponíveis, contribuindo para a alavancagem de performance organizacional.

Neste âmbito, portanto, sua importância é inegável — e, no contexto competitivo do mercado moderno, também indispensável! Ao proporcionar mais controle e segurança às rotinas da empresa, o software confere mais agilidade e transparência à execução, permitindo que o gestor tenha uma visão ampla de toda a operação.

Dessa forma, não seria equivocado dizer que o ERP desponta como uma das ferramentas fundamentais no desenvolvimento e na perenidade do negócio. Afinal, somente ao simplificar procedimentos e reduzir retrabalhos (que, por sua vez, também consomem recursos), é possível caminhar para uma gestão mais enxuta, moderna e lucrativa, certo?

Quais são os benefícios de um ERP?

São inúmeras (e diversas) as vantagens de um sistema ERP como ferramenta estratégica de gestão. Os benefícios contemplam todas as áreas do negócio e são facilmente identificados desde os primeiros balanços.

Em essência, o ERP é modular e deve atender às necessidades específicas da organização. Respeitando a interdependência das áreas, o sistema contribui para aglutinar os dados em um só lugar, facilitando consultas posteriores, sem deixar de contemplar rotinas determinadas — no financeiro, por exemplo, contas a pagar e a receber, bem como o fluxo de caixa, são facilmente gerenciados.

Outro grande benefício, que impacta positivamente todos os estratos da empresa, é a automatização de processos. O software de gestão elimina o excesso de intervenções manuais e, por isso, também suprime a incidência de erros — em uma sequência que também gera desdobramentos benéficos, evitando transtornos e prejuízos monetários.

Por fim, embora não menos relevante, vale mencionar a ampliação da capacidade analítica e estratégica conferida ao gestor. Enquanto líder, é essencial que a alta administração disponha de dados confiáveis e, a partir deles, seja assertiva na tomada de decisões. Com o ERP, as rotinas de análise (incluindo o cruzamento de informações e o comparativo de desempenhos) se tornam mais rápidas, pertinentes e eficazes.

Como escolher o melhor fornecedor de ERP?

Agora que você já entendeu um pouco mais acerca do conceito do ERP, bem como seus benefícios diretos, é hora de aprofundar a discussão: qual é a melhor forma de escolher um fornecedor?

Trata-se de uma decisão crucial. Dela, derivarão os resultados da implantação e, claro, também do seu negócio a curto, médio e longo prazo. Certifique-se de encarar o processo de avaliação com seriedade e comprometimento. Ao escolher um parceiro, esteja certo de que ele entende suas demandas e está disposto a trilhar com você o caminho da alta performance.

1. Verifique se o ERP é aderente às suas necessidades

Cada empresa tem uma realidade diferente. As especificidades começam já no segmento de atuação, exigindo do software uma gama de funcionalidades capaz de atender às rotinas operacionais e corresponder às necessidades fiscais e tributárias, por exemplo.

É indispensável que o ERP implantado seja aderente e atenda a contento as particularidades do negócio. Em alguns casos, diante de ocasiões bastante singulares, é possível que surja a necessidade de efetivar customizações. Atente-se à disponibilidade (e à expertise) do parceiro para desenvolvê-las!

2.  Avalie a usabilidade do sistema

A tecnologia por trás de um ERP é robusta e complexa, mas a interface do sistema deve ser fácil e intuitiva — do contrário, os usuários terão dificuldades para executar as tarefas cotidianas.

Para assegurar a adesão, a correta utilização e a plena satisfação com os recursos da ferramenta, procure por fornecedores capazes de entregar uma solução completa sem descuidar da qualidade da navegação.

Na atualidade, mais do que nunca, o design e a usabilidade do produto são determinantes no êxito de uma parceria duradoura e mutuamente proveitosa.

3. Analise as condições oferecidas pelo fornecedor

Nem só do ERP em si, porém, vive a relação com o parceiro. Com o mesmo critério com que são analisadas as competências da solução e a aderência do software, é importante que o gestor verifique os demais serviços oferecidos, pesando-os em sua decisão final.

Suporte Técnico é um bom exemplo: avalie o formato do serviço (é online? Por telefone?) e esclareça eventuais restrições (há um limite de atendimentos? Qual é o prazo de resposta?), garantindo que estejam de acordo com o que você espera.

4. Pesquise a satisfação com os serviços prestados

Quando todos os pontos acima estiverem cobertos, direcionando finalmente a uma decisão, é válido buscar no mercado algumas referências que a corroborem. Não hesite em procurar os atuais clientes do fornecedor e indagá-los a respeito da satisfação com o produto!

Tire dúvidas (sobre algum processo específico ou sobre algum aspecto dos serviços, por exemplo) e entenda de que forma o fornecedor de ERP tem atuado como um parceiro estratégico no negócio. Isso com certeza vai aumentar a segurança (e a assertividade) da decisão!

O conteúdo foi útil e você está buscando alternativas para impulsionar suas operações e melhorar seus resultados? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudá-lo a conquistar suas metas!

Categories
Empreendedorismo

5 dicas para expandir sua rede de lojas

O mercado contemporâneo é altamente desafiador. Em um cenário dinâmico, volátil e bastante competitivo, sobrevivem as empresas mais preparadas e os gestores mais visionários. Para expandir uma rede de lojas, por exemplo, é preciso construir estratégias aderentes e eficazes.

Se você deseja aprender um pouco mais sobre o assunto, encontrou o conteúdo certo! No post, você receberá dicas valiosas para desenvolver sua empresa com coerência — angariando resultados cada vez mais positivos.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

1. Elabore um bom plano de expansão

O primeiro passo para viabilizar a expansão de uma rede de lojas é, sem dúvida, a estruturação de um plano consistente, realista e detalhado.

Com o objetivo de analisar o panorama de mercado, encontrar oportunidades de atuação, fortalecer potencialidades organizacionais e minimizar riscos de operação, o planejamento estratégico é indispensável — e pode determinar o sucesso ou o fracasso de todo o esforço de ampliação.

Antes mesmo de adotar medidas práticas, portanto, reúna o corpo diretivo e exponha cenários, estatísticas e metas. Faça levantamentos críveis (relacionando números importantes da empresa) e identifique pontos sensíveis que devem ser gerenciados com cautela.

Uma vez elaborado, o plano de ação embasará todo o desempenho prático. Munida de um norte validado, é muito mais provável que a equipe tenha qualidade na execução das ações e que a movimentação tenha êxito, resultando em uma expansão perene e muito lucrativa.

2. Selecione os franqueados criteriosamente

Para expandir sua rede de lojas, é importante dedicar especial atenção ao recrutamento dos franqueados. Não apenas porque a qualidade da equipe é essencial ao sucesso da marca, mas também porque o perfil do parceiro é decisivo no desempenho de gestão de uma unidade franqueada.

Com isso em mente, certifique-se de manter um processo rigoroso de seleção. Preocupe-se com a avaliação pormenorizada dos interessados e garanta que, além de disposição para o trabalho no segmento, também haja familiaridade com operações cruciais de administração.

3. Proporcione treinamento adequado (e recorrente)

Não basta, porém, admitir um franqueado e deixá-lo sozinho para desvendar os mistérios da gestão. Uma vez incorporado ao grupo, a matriz deve zelar pela preparação do novo gestor, garantindo um treinamento eficiente.

Preparar o franqueado para as rotinas da unidade não é tarefa fácil — e também não deve ser algo feito isolada ou esporadicamente. Para acompanhar o dinamismo do mercado, é fundamental que a capacitação seja contínua e recorrente, permitindo que o franqueado execute suas funções com propriedade e sucesso.

Por isso, certifique-se de estabelecer uma agenda regular de treinamentos (mensal, trimestral, semestral e anual, se possível) e de estimular os franqueados a adotar fielmente as diretrizes repassadas.

4. Assegure a padronização no atendimento

O treinamento também é importante para solidificar as metodologias defendidas e aplicadas pela empresa. Um franqueado alinhado à matriz é capaz de garantir um atendimento padronizado, de acordo com as normas estabelecidas pela marca.

Embora, para alguns, possa parecer uma preocupação secundária, cuidado! Para que sua rede se expanda com segurança, a estrutura precisa estar em total harmonia — e o atendimento proporcionado pela matriz também deve ser encontrado nas demais unidades.

5. Monitore os resultados com regularidade

Por fim, embora não menos fundamental, o acompanhamento de resultados deve ser uma preocupação recorrente. Afinal, somente ao acompanhar a performance das unidades, checando documentos e balanços, é possível assegurar a boa gestão e o sucesso da operação.

Para garantir a conformidade e manter o bom desempenho, promova encontros regulares, valide informações e monitore dados referentes à atuação de cada franqueada.

Não tenha dúvidas: ao expandir uma rede de lojas, você se dedicará a um investimento bastante seguro e lucrativo. Em 2016, de acordo com a ABF, o setor de franquias cresceu 8,3%. Para ter sucesso na missão de expandir uma rede de franquias, porém, tenha em mente a complexidade do mercado e prepare-se para enfrentá-la. Informe-se, busque parceiros capacitados e empenhe-se no objetivo. Há, sem dúvidas, muitas oportunidades esperando por você!

O conteúdo foi útil e você gostaria de continuar recebendo novas atualizações? Aproveite para assinar a newsletter e seja sempre o primeiro a conhecer os novos textos sobre gestão e eficiência. Bons negócios!

Categories
Gestão Empresarial

4 dicas de inovação para o seu mercado local

Nos dias de hoje, a inovação é uma condição essencial para que as empresas permaneçam relevantes e lucrativas. Em um cenário de concorrência acirrada, a inovação no mercado é mais do que um diferencial, é uma necessidade inadiável.

Se você tem dúvidas acerca da melhor forma de modernizar, atualizar e impulsionar o seu negócio, não deixe de ler este conteúdo até o final! Aqui você terá acesso a dicas preciosas para alavancar a performance da sua empresa no mercado local.

Preparado? Boa leitura e bons negócios!

O que é inovação e por que ela é importante?

No dicionário, a palavra “inovação” refere-se ao “ato ou efeito de inovar; tudo o que é novidade”. Na prática, em um contexto mercadológico, o termo é empregado para designar táticas e estratégias que permitam a modernização do negócio, embasando importantes diferenciais competitivos.

A importância de uma postura inovadora, portanto, é nítida e inquestionável: apenas ao aprofundar conhecimentos, buscar novas oportunidades, conhecer as especificidades da empresa e traçar planos efetivos de ação é possível construir e manter uma atividade inovadora — que, já no curto prazo, pode render resultados bem positivos.

Como promover a inovação no mercado?

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre a conceituação e a importância da inovação — principalmente no contexto organizacional —, é hora de saber, na prática, como é possível torná-la real no seu negócio. Confira algumas dicas!

1. Conheça profundamente as suas capacidades

Para sustentar uma estratégia consistente de inovação, é essencial que o líder conheça, profunda e detalhadamente, quais são as capacidades da empresa — pode ser um modelo diferenciado de gestão, um serviço exclusivo ou um produto disruptivo.

Antes de qualquer coisa, é importante que haja um levantamento completo acerca das potencialidades (e das oportunidades) do negócio, permitindo que um plano coeso e eficaz seja elaborado e, posteriormente, adequadamente aplicado.

2. Mude a forma de oferecer seus produtos

A inovação também perpassa por uma mudança de ponto de vista. É vital que o gestor consiga enxergar sua operação de forma ampla, capacitando-se para visualizar aspectos passíveis de melhoria.

No caso de um supermercado, por exemplo, a incorporação de novos serviços (ou novos métodos de oferta) é uma boa alternativa. Considere opções de delivery (ativo ou programado) para atender a um público específico, que tem pouco tempo para tarefas cotidianas.

3. Inove no ambiente de negócios

A avaliação criteriosa da concorrência também se faz necessária para viabilizar a inovação. Em um cenário cada vez mais competitivo, o exame rigoroso do ambiente de negócio permite um diagnóstico apurado do que pode ser implantado para servir como diferencial da sua empresa.

Esteja sempre atento às novas demandas e seja o primeiro a oferecê-las aos seus clientes em potencial. Ao liderar o mercado, o seu negócio ganha mais credibilidade e, sem dúvidas, conquista a preferência (e a fidelidade) dos clientes.

4. Invista em tecnologia

Por fim, embora não menos importante, é válido pontuar uma importante aliada da inovação empresarial: a tecnologia. Os sistemas integrados de gestão, por exemplo, são excelentes ferramentas para tornar seus processos mais ágeis e eficientes, minimizando erros e otimizando recursos.

Certifique-se de contar com parceiros confiáveis, dispostos a enfrentar com você os desafios de um mercado complexo.

A inovação no mercado é fundamental para qualquer negócio e pode determinar o sucesso ou o fracasso de uma operação. Assegure-se de estar sempre atento às demandas de consumo e de procurar constantemente por novas formas de vender seus produtos e serviços, conquistando mais espaço e aumentando seus lucros.

O conteúdo foi valioso e você deseja continuar aprendendo? Então aproveite para entender qual é a melhor forma de escolher o software para a gestão do seu supermercado.

Categories
Tributação

A importância do registro fiscal na operação de devolução de mercadoria de cliente

A devolução de mercadoria é algo recorrente no comércio, independente do seguimento. Isso ocorre com grande frequência devido às necessidades imediatas que os consumidores têm de adquirir bens de consumo e, na maioria das vezes, não se atentam às especificações técnicas e estéticas do produto. São as chamadas compras por impulso.

Tem sido cada vez mais comum clientes desejarem a troca e/ou devolução de mercadoria, por detalhes como a cor, o modelo e as funções que o produto oferece. Isso é uma realidade no comércio de modo geral e cabe a você, empresário, decidir que tratamento dar aos consumidores em situações como essa.

Mas, como fica a tributação para estes casos? O que fazer para que todos saiam satisfeitos neste processo de devolução? Isto é o que veremos no decorrer deste texto.

O que diz o código de defesa do consumidor?

Você sabia que a devolução da mercadoria de clientes só é citada no Código de Defesa do consumidor (CDC) em caso de compras que não são efetuadas em lojas físicas?

Isto é, o cliente pode fazer devolução ou troca apenas quando adquire mercadoria no e-commerce o famoso comércio eletrônico aquele tipo de compra feita por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e celulares.

Veja, abaixo.

CDC – Lei nº 8.078 de 11 de Setembro de 1990

Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

Não tendo a obrigatoriedade de aceitar a devolução do cliente, então, qual seria a melhor forma de o empresário lidar com essa situação e deixá-lo satisfeito?

É provável que atender à exigência do comprador seja a melhor solução, concorda?

Devoluções são cada vez mais comuns

Vamos refletir melhor sobre esta situação e, assim, veremos que não seria nada vantajoso para a imagem do seu negócio ter um cliente insatisfeito. Tal experiência negativa poderia ecoar muito longe, ao ouvido, inclusive, do seu público-alvo.

Cá entre nós, em um mercado tão competitivo como o atual, em que cada vez mais se procura fidelizar o cliente e oferecer muito mais que produtos, o atendimento humanizado pode ser um grande diferencial no seu negócio.

Diante de todo o exposto, é notório que o processo de devolução de mercadoria passou a ser mais uma “regra de mercado”, em que várias empresas oferecem esse diferencial como forma de atrair e agradar o cliente.

Batizada de logística reversa no comércio eletrônico, essa tática adotada por varejistas tem fortes indícios de que é sustentável. Uma pesquisa realizada pelo Invesp, indica que ao menos 30% de todos os itens comprados online são devolvidos. Entretanto, 92% do público disse que não desistiriam de comprar da loja novamente se o trâmite de devolução do produto fosse simples.

Com desta crescente demanda do consumidor, é cada vez mais comum as empresas adotarem a prática da devolução ou troca, a fim de não ter desvantagem em relação aos concorrentes.

Tributação envolvida no processo

Como sabemos, as operações com circulação de mercadorias, em geral, devem ser tributadas pelo Imposto Sobre Circulação De Mercadorias e Serviços – ICMS.  Nesse contexto de operação em que ocorre a necessidade de devolução do produto, para que o cliente possa fazer uma nova compra pode morar um perigo, que é a devolução apenas gerencial do item.

Nas empresas que utilizam somente o Equipamento de Cupom Fiscal – ECF, é bem comum tal fato, ocasionando assim o não estorno do crédito tributário da operação de venda.

É comum, em diversos seguimentos de mercado, as empresas adquirirem apenas o ECF como forma de cumprimento da obrigação tributária. Esse tipo de atitude pode acarretar prejuízos financeiros quando aplicada à modalidade de devolução de mercadorias, uma vez que a ECF não faz a devolução fiscal e muito menos a exclusão de uma fatura sem que ela seja a última a ser emitida.

Portanto, se a empresa não tiver também habilitada a emitir documento fiscal eletrônico NF-e, ela não conseguirá informar o estorno do tributo cobrado nas operações de vendas, quando elas forem devolvidas.

O que isso quer dizer?

Se sua empresa adota a prática de aceitar devolução de clientes e tem apenas o ECF, você pode estar perdendo dinheiro. Fique atento!

É necessário que se cumpra além da funcionalidade gerencial, que diz respeito ao processo de venda/fatura, controle de estoque, de comissionamento aos vendedores e manutenção do seu controle financeiro. Para isso, utilize softwares capazes de gerar todas essas informações de maneira segura, que seja homologado a emitir os documentos fiscais no Estado em que você atua.

É importante, também, que essa solução tecnológica lhe permita cumprir a obrigatoriedade tributária, o que lhe dará muitas vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes.

Oportunidade para vender mais

Veja que o processo de devolução pode ser uma grande oportunidade para a empresa, não só como uma forma de fidelizar o cliente, mas também como uma possibilidade de se fazer novos negócios.

Quando a organização opta por fazer e aceitar esse tipo de operação, pode-se trabalhar a devolução da mercadoria com a concessão do Controle do Crédito de Cliente, permitindo assim que o cliente faça uma nova compra com o crédito no mesmo valor da venda anterior ou até mesmo utilize esse benefício para quitar alguma dívida futura com a loja.

Mesmo que o cliente escolha um produto com valor menor, ele sempre ficará no desejo de utilizar todo o crédito, o que oportuniza a venda de outra mercadoria com valor maior que a diferença do crédito concedido, levando-o a pagar o valor da diferença.

Tá vendo? Agora você não precisa mais se preocupar com o processo de devolução, pois já descobriu que pode ser muito vantajoso para aumentar a sua competitividade no mercado.

Esteja seguro de que o processo realizado é o correto, não só na forma gerencial, mas sobretudo no aspecto fiscal.

Assim ao faturar você poderá entregar o documento fiscal ao cliente, com validade em todo o território nacional, e caso tenha a necessidade de devolver a mercadoria, você terá a tranquilidade de que o imposto cobrado na venda poderá ser estornado por seu Contador, evitando o desperdício do seu dinheiro.

Só mais um detalhe que você precisa saber: em breve, todos os cupons fiscais também serão eletrônicos. Em alguns Estados da federação eles já são obrigados e estão em pleno funcionamento, exceto no Tocantins. Por enquanto.

Então, esteja atento! Assim como a NF-e, a NFC-e, que substituirá os cupons fiscais, terá o período de adesão voluntária e trará diversos benefícios para o usuário. Mas isso é assunto para um próximo artigo.

Forte abraço, até a próxima!

Categories
ERP Gestão Empresarial

Software de gestão para pequenas empresas: o que você precisa saber!

Antigamente, os programas para controle empresarial eram usados apenas por empresas de grande porte. No entanto, a necessidade de um software de gestão para pequenas empresas cresce em alta velocidade. A mobilidade do mercado e a exigência maior da clientela demandam essa modernização.

Nas empresas crescentes essa necessidade é ainda maior, pois essa evolução, se não for bem gerenciada, pode sair do controle. Além disso, a utilização desses softwares reduz o tempo gasto com o gerenciamento do negócio.

Neste post você vai aprender quais são as vantagens do uso de sistemas de gestão empresarial (ERP) e como escolher o software para fazer esse gerenciamento. Boa leitura!

Vantagens do uso de softwares de gestão empresarial

Integração e centralização dos setores

Uma das vantagens é a integração e a centralização dos setores. Isso permite que todos os ramos da sua empresa — controle de estoque, financeiro, setor de vendas etc. — possam tomar decisões com base em informações de áreas diferentes.

Por exemplo: se o time de vendas percebe que determinado produto está sendo muito vendido, os funcionários que controlam o estoque podem se prevenir repondo esse produto no depósito depois de analisar a parte financeira da empresa.

Autenticidade das informações

Outro benefício de usar um software de gestão para pequenas empresas é a autenticidade das informações. Utilizando esses sistemas, os dados são atualizados em tempo real e estão sempre disponíveis para consulta. Assim, é garantido que nenhuma informação estará desatualizada, agilizando o processo de tomada de decisões.

Redução de custos

Por fim, o principal benefício é a redução de custos. A dinamização que esses softwares geram auxilia na relação interna da empresa e no contato com o cliente, direcionando melhor os esforços dos colaboradores. Além disso, alguns processos que antes tinham que ser feitos manualmente passam a ser feitos pelo software, conferindo agilidade no cotidiano da companhia.

Como escolher o software de gestão para pequenas empresas ideal

Para descobrir qual software é o ideal para a sua empresa, é preciso fazer algumas análises e coletar alguns dados para saber suas reais demandas.

Primeiramente, saiba do que você precisa. Não adianta contratar um software excelente, mas que não atenda às suas necessidades. Se a sua empresa precisa de um sistema que auxilie na relação com seus consumidores, procure um software que conte com um módulo de gestão de clientes; se o que você necessita é de um software que auxilie no gerenciamento de estoque, busque um que tenha essa funcionalidade.

Outro ponto importante é priorizar um sistema que seja de fácil instalação e implementação e que seja amigável com o usuário. Esse tipo de software permite que você comece a utilizá-lo rapidamente, fazendo com que você usufrua o quanto antes dos benefícios dessa ferramenta. Além disso, uma plataforma mais amigável reduz custos e tempo de treinamento da equipe.

Por fim, analise o custo para a aquisição desse sistema. Verifique se o orçamento da empresa se encaixa no investimento em determinado software. Caso seja necessário, entre em contato com o fornecedor para saber quais tipos de pagamentos ele disponibiliza.

O mercado está cada vez mais competitivo, e qualquer redução de custos e de tempo pode ser crucial para obter sucesso. O software de gestão para pequenas empresas propicia um controle preciso de todas as suas ações. Essa administração auxilia no planejamento das ações, fazendo a sua empresa investir nas áreas corretas e tomar decisões conjuntas de todos os setores, reduzindo custos e aumentando lucros.

Agora que você sabe as vantagens de um software de gestão para pequenas empresas e como fazer a melhor escolha, que tal compartilhar este post nas redes sociais e mostrar aos seus amigos que você está informado sobre esse tipo de conteúdo?