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Gestão Empresarial

Kardex: um raio-x da movimentação de produtos

Ter o controle das movimentações individuais dos produtos é algo extremamente relevante, sobretudo se tratando de varejo, onde o estoque de produtos é o principal elemento de controle nas atividades operacionais.

Você já quis ter o controle de todas as movimentações de um produto a apenas um clique da sua mão?

Saiba que isso é possível, e que a apuração de movimentações de produtos pode ser feita através de relatórios estruturados, que com base no fluxo de entrada e saída de produtos, registra essa movimentação e apura os saldos em tempo real.

Kardex – um pouco da história

Kardex é um antigo sistema de arquivos de fichas em armários. Nesses armários as fichas eram colocadas em uma determinada ordem, que pode/poderia ser definida de acordo com o item ou ambiente em que se está sendo aplicado. No caso do Kardex de produtos, essa ordem geralmente é definida por tipo do produto, departamentos, grupos, subgrupos, data de entrada e saída etc. A principal finalidade desse agrupamento é a de organizar o processo de estocagem e o controle desses itens.

Em alguns artigos você também poderá encontrar a o termo kardex escrito da seguinte maneira: “cardex”. Isso porque a palavra foi aportuguesada, mas sem perder a referência a empresa americana Kardex, que era focada em sistemas indexados de arquivos de fichas.

O Kardex como metodologia de controle

Kardex é uma dentre outras metodologias de controle de estoque. No modelo de controle por kardex, ou também conhecido como controle por ficha kardex, os itens são organizados individualmente e têm os registros de suas movimentações gravados em base de dados ou fichas manuais de controle.

Controlar as movimentações de produtos por data e suas respectivas quantidades de entrada e saída, é de uma necessidade de controle indispensável para a correta reposição dos itens ao estoque.

A importância do método para a gestão empresarial

O kardex funciona como um raio-x da movimentação de forma individualizada do produto. Através dele é possível verificar as datas de cadastro, entrada por meio de compras ou de devoluções de clientes, saídas por meio das vendas ou das devoluções a fornecedores e ainda aquelas saídas oriundas de transferências e/ou perdas.

Com a automatização de processos através de softwares de gestão que facilitam a vida do estoquista, já é possível consultar a movimentação de estoque com base nas informações já registradas, sem que seja preciso fazer apurações, que é o que acontece em caso de controles manuais.

Com uma ferramenta de gestão empresarial que lhe ofereça o controle de ficha kardex, você poderá consultar o intervalo de tempo em que o produto ficou em estoque, as quantidades de entradas e saídas e demais dados e procedimentos efetuados no cadastro.

Um bom controle de estoque irá interferir positivamente no controle financeiro do seu negócio, uma vez que ao saber o que está compondo o estoque o usuário da informação terá respaldo para comprar de forma mais acertada o produto, ou até mesmo deixar de comprá-lo, caso as movimentações mostrem que a demanda pelo item consultado é baixa.

Um outro fator bastante positivo e que está relacionado a decisão de compra dos produtos, é a questão da disponibilidade do produto na gôndola, evitando rupturas de estoque e prejuízos financeiros pela não venda de produtos requeridos pelos clientes.

O controle periódico do estoque pode também melhorar o relacionamento da empresa com o fornecedor, de forma que as compras passam a ser acompanhadas com mais cuidado e os pedidos passam a ser agendados, uma vez que o gestor já conhece o ciclo do estoque e pode prever as datas de saída e de reposição.

Os benefícios são muitos. Aqueles que detém de fato o controle de todas as operações em seu negócio, está um passo à frente da concorrência e do mercado em geral. Não esqueça disso!

Vamos pôr em prática agora?

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Controle Financeiro

Sistema de gestão financeira: veja as suas vantagens para sua empresa

O sucesso de qualquer empresa depende diretamente de um bom trabalho do setor financeiro. Por isso, a adoção de um sistema de gestão financeira é cada vez mais necessário, pois é o suporte perfeito para facilitar a realização dos processos.

O fato é que, com a concorrência no mercado, controlar as finanças é uma medida importante e desafiadora para muitas organizações. Os gestores precisam tomar decisões mais assertivas e embasadas para obter os melhores resultados nos negócios.

Para que você entenda o quanto um sistema de gestão financeira pode ser benéfico para o seu negócio, apresentaremos neste artigo alguns exemplos de melhorias gerenciais e estratégicas que só esse tipo de ferramenta pode oferecer. Boa leitura!

DRE integrada

A demonstração dos resultados do exercício (DRE) é um relatório com dados sobre as operações de uma empresa em determinado período e o resultado apurado, que pode ser de lucro ou prejuízo. Trata-se de um instrumento extremamente importante, pois apresenta cálculos exatos sobre a rentabilidade da empresa e mostra de que maneira cada ação financeira impactou a sua receita final.

Com um sistema de gestão financeira, esses dados podem ser compartilhados de forma rápida e eficiente. Isso é interessante porque ajuda gestores e líderes a identificarem de maneira correta quais gastos devem ser cortados e quais pontos necessitam de mais investimentos.

Na prática, a integração facilita a rotina de trabalho das equipes envolvidas e oferece melhor suporte na criação de estratégias.

Controle do fluxo de caixa

O controle de fluxo de caixa é primordial para que a sua empresa entenda a quantidade de recursos disponíveis para novos investimentos ou gastos emergenciais. É por meio desse acompanhamento que o gestor toma suas decisões e constrói planejamentos que condizem com a realidade da empresa.

Um sistema de gestão financeira oferece relatórios analíticos mostrando como está o fluxo de caixa da empresa, apontando se há sobras ou faltas no capital de giro. Com ele em mãos, os direcionamentos passam a ser trabalhados com muito mais racionalidade e menos “achismos”.

Segurança nas operações financeiras

Com um sistema de gestão financeira, a segurança das operações da sua empresa aumenta de diferentes formas. Primeiramente, a automação propiciada pelo software reduz a taxa de falhas humanas. Desse modo, a chance de dados incorretos serem inseridos nos processos diários diminui consideravelmente. Além disso, esse tipo de ferramenta avisa quando algum número ou informação é introduzida de forma equivocada.

Outro ponto é a diminuição de riscos físicos. Há pouco tempo, as empresas precisavam armazenar dados e arquivos importantes em mídias como CDs, HDs, pen drives, entre outros. Isso não só dificultava a conferência de informações como também as deixava mais vulneráveis.

Com a adoção de um software, tudo muda. Por meio dele, os dados podem ser armazenados online, aumentando a segurança e reduzindo a necessidade de espaços físicos dentro da empresa.

Redução de custos

Não importa o quão saudável esteja uma empresa, sempre é preciso trabalhar para reduzir os custos. Como vimos, um sistema de gestão pode contribuir também para esse ponto, evitando o desperdício de recursos e aumentando a eficiência das operações.

Com um sistema inteligente, a empresa passa a contar com informações mais precisas sobre quantidade e fluxo de produtos, serviços e lucros, tornando mais assertiva a compra de novos materiais e equipamentos. Esse cenário evita que sejam obtidos itens que podem a vir se tornar obsoletos no futuro.

Enfim, sem dúvida, um sistema de gestão financeira pode otimizar todos os processos relacionados ao seu negócio e deixar a sua área financeira muito mais ágil, precisa e eficiente. Porém, para que os resultados aconteçam de fato, é importante entrar em contato com uma empresa especializada em soluções tecnológicas em ERP. Quanto maior o preparo do fornecedor, melhor para o seu negócio.

Quer contar com um sistema de gestão da maior desenvolvedora de soluções tecnológicas? Então entre em contato conosco agora mesmo.

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Controle Financeiro Gestão Empresarial

Custódia de cheques: Você sabe o que é?

Você já ouviu o termo “custódia de cheques”? Sabe o que é? Sabe para que serve?

Este artigo tem por objetivo esclarecer o conceito e apontar as principais vantagens e cuidados que devem ser tomados na utilização desse serviço.

Primeiro vamos descobrir o significado da palavra “Custódia”; que segundo o dicionário português, é: Um substantivo feminino que quando aplicado ao ambiente jurídico representa o “ato ou efeito de proteger, guardar alguém ou algo; proteção, guarda.” Quando aplicado no ambiente do comércio, está relacionado a “guarda de títulos e valores feita por bancos e companhias de seguro contra roubo, incêndio etc.

Percebeu que o termo está diretamente relacionado a guarda, proteção e posse? E é esse realmente o objetivo da custódia, principalmente quando o termo é aplicado ao comércio, que é o que vamos nos ater nesse artigo.

Custódia de Cheques então é uma forma de proteger esse título financeiro?

Sim, a custódia é um serviço oferecido pelas instituições financeiras, de guarda de cheques, essencialmente aqueles cheques pré-datados. Esses títulos podem ser recebidos tanto por uma empresa (pessoa jurídica) como por pessoas físicas, logo é importante ressaltar que o serviço está disponível para ambas as situações, devendo sempre consultar as condições individuais de cada banco.

O serviço de guarda de cheques pelos bancos visa inicialmente proteger esses títulos de incêndios, roubos e extravio, mas também possibilitam aos clientes desse serviço a opção de anteciparem os recursos líquidos desses cheques de forma que o cliente tenha a disponibilidade imediata do dinheiro.

E é isso que tem ocorrido com muita frequência. O serviço vem sendo utilizado pelas empresas como uma forma rápida de obter liquidez em seu caixa. É importante ter o conhecimento de que por se tratar de um serviço, existem taxas cobradas para a concessão desse benefício.

Quais as vantagens então de utilizar a Custódia de Cheques?

As vantagens começam pelo gerenciamento dessas informações, que ao passar a utilizar a funcionalidade que o seu banco disponibiliza, você terceiriza esse serviço.

Veja a seguir:

  • Maior segurança e organização no gerenciamento de cheques pré-datados;
  • Possibilidade de alteração da data de “bom para”;
  • Os bancos controlam as datas de “bom para” e de depósito dos cheques na conta corrente da empresa, tudo de acordo com as datas que você programar;
  • O valor dos cheques é creditado automaticamente na conta do cliente na data programada;
  • Podem ser depositados em custódia os cheques com prazo de 3 dias úteis até 540 dias corridos;
  • Os bancos já disponibilizam o depósito dos cheques por meio de seus aplicativos próprios, dos terminais de autoatendimento ou de qualquer agência;
  • Possibilidade de antecipar os valores dos cheques pré-datados por meio do Desconto de Cheques.

As vantagens podem ser muitas, mas é preciso estar atento aos cuidados que devem ser tomados ao contratar esses serviços. Vamos descobrir quais são esses cuidados?

Cuidados ao utilizar o serviço de Custódia de Cheques:

Como já explanado no artigo, os serviços de custódia permitem com que o detentor do cheque o antecipe no banco, recebendo por eles os seus respectivos valores líquidos, descontados é claro em uma taxa por sua antecipação.

Os cuidados que devem ser tomados dizem respeito principalmente à checagem da origem do cheque, porque embora ocorra o desconto antecipado do título, os bancos não assumem o risco do recebimento dos mesmos. Isso quer dizer que se você custodiar um cheque de terceiro e este terceiro não vier a cumprir com a sua obrigação, o responsável imediato é quem custodia o cheque, tendo que resgatá-lo no banco e quitá-lo.

Um conhecimento elementar para quem trabalha com cheques é entender que o cheque é apenas uma duplicata com registro, ou seja, uma promessa de pagamento de quem o está passando/emitindo com a informação da data em que aquela obrigação financeira será ou deverá ser cumprida, o famoso “bom para”.

Outro cuidado que deve ser tomado é no que diz respeito as taxas para desconto, que em regra representa valores significativos. Por se tratar de um atrativo rápido e muitas vezes necessários para a manter o fluxo de caixa líquido nos negócios, os gestores acabam recorrendo a esse recurso sem antes terem considerado essas taxas como despesas financeiras do período, o que acaba no fim das contas comprometendo o seu lucro. Em alguns casos, esses descontos representam de fato um prejuízo financeiro.

Agora que você já sabe o que é uma custódia de cheques, para que ela serve, e quais as principais vantagens e cuidados devem ser tomados ao passar a utilizar esse serviço, sempre faça um levantamento dos prós e contras em relação ao seu negócio antes de contratá-lo junto ao seu banco.

Outra dica importante é ter como seu aliado um software de gestão empresarial que lhe auxilie na gestão dos cheques recebidos de seus clientes, que faça o controle desde o momento da venda até o seu envio em custódia e posterior recebimento e baixa pelo banco.

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Atendimento

Saiba como implantar um sistema ERP em sua empresa em 5 passos

Entender como implantar um sistema ERP é essencial para toda empresa que quer extrair os melhores benefícios de um investimento tecnológico. Afinal, não basta adquirir ferramentas de forma aleatória, a vantagem competitiva acontece quando a organização conhece suas necessidades e utiliza a tecnologia certa para saná-las.

Para evitar dores de cabeça no futuro e obter os melhores benefícios de uma automatização, neste artigo, apresentaremos 5 dicas de como implantar um sistema ERP. Confira o nosso passo a passo!

1. Defina os objetivos do sistema ERP

Antes mesmo de decidir pelo software definitivo, é essencial conhecer as funcionalidades e a capacidade do sistema. O gestor deve se aprofundar para entender quais as características da ferramenta e como vai utilizar cada quesito no dia a dia da empresa.

Quando a compra do software for realizada, todos os profissionais envolvidos já devem saber os objetivos de cada funcionalidade do sistema ERP. Isso não só permitirá uma implementação mais tranquila como também ajudará na extração dos melhores benefícios da tecnologia.

2. Faça um planejamento e avaliação do processo

O sistema ERP impactará diretamente vários processos da sua empresa — e essa é uma das principais vantagens do software. Mas para que tudo funcione como o esperado, ninguém pode ser “pego de surpresa”.

É importante criar um planejamento detalhando os processos que serão afetados. Com isso, o gestor e as equipes envolvidas terão certeza que o novo software atenderá às demandas do negócio e será efetivo dentro das metas e objetivos traçados.

3. Entenda os investimentos necessários

Em longo prazo, com a diminuição da taxa de erros e de retrabalhos, o ERP será importante para a redução de custos na empresa — além disso, a produtividade geral das equipes tende a crescer.

Todavia, como qualquer outra estratégia corporativa, é preciso um investimento inicial para a implementação da ferramenta. E isso deve estar claro para gestores e proprietários.

Na hora de contabilizar os investimentos necessários, é importante incluir outros fatores além da compra do software em si, por exemplo:

  • treinamento dos profissionais que utilizarão o programa;
  • consultorias pagas;
  • licenças de uso.

Por isso, o planejamento inicial com objetivos definidos é importante, uma vez que facilita a construção e a apresentação de um balanço do investimento.

4. Escolha um sistema adequado

Hoje, há várias opções de sistemas ERP no mercado. E por mais que um modelo pareça funcional e tenha trazido bons retornos para uma empresa concorrente, é vital que a sua escolha seja por uma ferramenta adequada à sua realidade.

É fato que um ERP não resolverá todos os problemas operacionais da sua empresa, mas certamente chegará bem próximo desse objetivo. Mas isso só será possível se a sua decisão acompanhar as necessidades do seu negócio e o software apresentar as funcionalidades certas.

Para não errar, considere ferramentas que, além das características básicas, apresentem requisitos comuns:

  • integração com outros sistemas;
  • possibilidade de personalização;
  • fácil acessibilidade.

5. Realize os treinamentos necessários e envolva todas as equipes

Por mais que um sistema de gestão seja uma ferramenta inteligente, o seu bom desempenho depende da correta participação dos colaboradores.

Para garantir sintonia e bons resultados, é necessário aplicar treinamentos específicos para as equipes. Como explicado, a jornada de implantação não termina com a compra do software.

A diferença aqui é a relevância do treinamento antes da instalação do sistema ERP. Ou seja: os profissionais devem estar preparados para trabalhar com a ferramenta antes do início das operações, a fim de garantir um andamento tranquilo das atividades.

Este foi o nosso passo a passo de como implantar um sistema ERP. Com um trabalho bem desenvolvido pela gestão e uma equipe bem treinada, é possível melhorar consideravelmente a qualidade dos serviços da empresa. Mas, é importante frisar: adquirir um sistema confiável e adequado à sua realidade é essencial para que os resultados esperados aconteçam.

Quer contar com a mais completa solução em gestão empresarial do mercado? Então o que está esperando para começar a trabalhar com o Nortesys ERP Company?

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Gestão Empresarial

Você sabe qual a importância da depreciação para gestão empresarial?

Pode parecer que a cada dia que passa surge um termo novo, diferente ou até complicado na gestão empresarial. Por um lado, pode até ser verdade, mas se tratando da depreciação não podemos dizer que é um termo tão inédito assim.

Abrindo mão do ineditismo, o termo depreciação ainda é bastante desconhecido pela maioria dos usuários das informações gerenciais e financeiras do negócio, ou seja, poucos gestores têm conhecimento adequado para considerar e aplicar a depreciação dentro da atividade operacional.

Mas afinal, o que é depreciação?

A depreciação é a parte do encargo que determinado bem sofre de forma periódica, seja para seu uso, obsolescência ou desgaste natural. Trocando em miúdos, é a parte do valor de um bem adquirido que vai sendo deduzido, ao passo que esse bem vai sendo utilizado e caminha para o fim da sua vida útil.

Para exemplificar, pense na compra de um automóvel, supondo que ele foi comprado por R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), é permitido para fins de legislação do Imposto de Renda, que esse valor seja depreciado em 5 anos, o que corresponde a 20% ao ano.

Valor do automóvel: 50.000,00 equivale a 100%

100% / 5 anos = 20% (depreciação em percentual)

Ou

50.000,00 / 5 anos = 10.000,00 a.a (depreciação em reais)

É importante deixar claro que a taxa de depreciação será fixada em função do prazo em que se espera que o bem seja utilizado e possa trazer benefícios econômicos para a empresa.

Quem determina essas taxas?

Como mostrado no exemplo acima, as taxas não são determinadas por achismos ou vontade própria dos gestores, mas sim por um órgão do governo federal, mais precisamente a Receita Federal do Brasil. Anualmente é disponibilizada uma tabela que regulamenta as taxas a serem aplicadas para os mais diferentes bens que uma organização venha a ter, com isso também é determinada a vida útil de cada tipo de bem. Conforme pode ser conferido no link abaixo:

http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/anexoOutros.action?idArquivoBinario=36085

As taxas mais comuns a serem utilizadas segue conforme tabela:

TABELA DE DEPRECIAÇÃO

Computadores 20% a.a Vida útil de 5 anos
Veículos 20% a.a Vida útil de 5 anos
Máquinas e Equipamentos 10% a.a Vida útil de 10 anos
Móveis e Utensílios 10% a.a Vida útil de 10 anos
Instalações 10% a.a Vida útil de 10 anos
Imóveis 4% a.a Vida útil de 25 anos

Fonte: adaptada pelo autor.

Então quer dizer que conforme o exemplo dado na compra do automóvel, eu só poderei utilizá-lo em minha empresa por 5 anos?

Não é bem assim, a depreciação é a parte que corresponde ao desconto proveniente do desgaste do bem, como qualquer outro item que compramos; o automóvel vai perdendo valor econômico a partir do momento que retiramos ele da loja e passamos a utilizá-lo.

Outra informação importante que foi dita, foi que para fins de legislação do imposto de renda, essa parcela da depreciação tem influência diretamente no resultado das organizações e impactam diretamente no lucro.

Como a gente sabe que o automóvel, desde que usado adequadamente, poderá ser útil por mais de 5 anos para a empresa ou para um terceiro em caso de venda, é provável que se espere ao final de sua vida útil (5 anos) que esse bem tenha um valor de mercado. Na contabilidade, esse valor pelo qual se espera vender o bem ao final de sua vida útil é denominado valor residual.

Nessas situações, se o bem tiver ao final de sua vida útil um valor que possa ser comercializado, esse valor é retirado do valor pago, antes que se calcule a depreciação.

Vejamos como ficaria então:

Valor do automóvel: R$ 50.000,00

( – ) Valor Residual: R$ 20.000,00

( = ) Valor depreciável: R$ 30.000,00

Como já vimos que a taxa para esse tipo de bem é de 20% a.a, teríamos então a seguinte depreciação anual:

Valor depreciável: R$ 30.000,00 x 20% = R$ 6.000,00 a.a

Esse então seria o real valor que iria compor o demonstrativo de resultado do exercício diminuindo o lucro operacional.

Como assim? E por que isso é importante para a gestão empresarial?

A depreciação funciona como uma espécie de reserva. No exemplo do automóvel, em que o valor pago foi R$ 50.000,00 e teve como valor residual R$ 20.000,00, descobriu-se que o valor depreciável então era de R$ 30.000,00, nessa situação a empresa poderá abater do resultado a importância de R$ 6.000,00 anualmente, seja como custo ou despesa do período.

Se esses valores são levados ao resultado ao fim de cada período, você está reconhecendo que para auferir uma determinada receita, ocorreu um gasto com a utilização daqueles itens que sofreram depreciação.

Se ao final da vida útil do bem após ter sido depreciado, como no exemplo a R$ 6.000,00 a.a, chegaremos ao mesmo valor depreciável de $30.000,00. Pense que se ao reconhecer essa depreciação como custo ou despesa do período, o valor da depreciação seja depositado em uma conta, você chegará ao fim dos cinco anos determinado como vida útil do bem, com um valor de R$ 30.000,00, mais o bem que está avaliado ou teve se valor residual determinado em R$ 20.000,00.

Caso a empresa deseje de fato vender o automóvel, ela terá, no mínimo, os mesmos R$ 50.000,00 que foram pagos pelo bem novo, tendo a possibilidade de renovar o seu imobilizado comprando um novo automóvel e usufruir de toda a sua capacidade produtiva.

Viu como considerar a depreciação dos bens do imobilizado tem extrema importância dentro da gestão e do planejamento empresarial?

Fique atento! Todos os bens do imobilizado estão sujeitos à depreciação. Outros bens classificados como de uso e ou exploração também podem ser avaliados por esse mesmo conceito.

Quando ouvir falar de amortização, é a metodologia aplicada à utilização de bens incorpóreos ou sem substâncias físicas, como por exemplo o direito de uso de marcas e patentes, softwares de automação etc.

Nas situações em que a utilização ou exploração se trata de recursos naturais, como a extração de minérios, exploração de jazidas, florestas, entre outros, o termo a ser utilizado é a exaustão.

Mas lembre-se, o conceito é o mesmo da depreciação. As taxas estão definidas na mesma tabela fornecida pela Receita Federal e, como vimos, impactam diretamente na gestão empresarial, seja lá qual for o segmento que a sua empresa está enquadrada.

Vamos pôr em prática agora?

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Um forte abraço e até a próxima!

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ERP

Segurança das informações: por que utilizar o sistema ERP?

Sendo uma ferramenta que tem como principal objetivo apoiar os gestores no controle total dos processos e dados de uma empresa, o sistema ERP é uma ótima alternativa para aumentar a segurança das informações corporativas.

Não só isso, a ferramenta é excelente para realizar a tão necessária integração de setores e, ainda, facilitar a tomada de decisão da gerência.

Se você quer aumentar a segurança das informações e impulsionar o seu negócio, mas tem dúvidas sobre como um ERP pode ajudá-lo, continue lendo e confira algumas vantagens que a ferramenta pode trazer dentro desses objetivos. Boa leitura!

Quais são as vantagens de se utilizar o sistema ERP?

Entenda, de maneira geral, como um sistema ERP pode ser vantajoso para o seu negócio. A seguir, apresentamos duas principais vantagens!

Integração total

Como dito na introdução, o principal papel de um sistema ERP é garantir total integração entre os processos de uma empresa. Isso significa que, por meio dessa ferramenta, o gestor consegue ter acesso a todos dados, informações e recursos importantes do negócio.

O software não apenas melhora o controle por parte da gerência, como também facilita o compartilhamento de informações entre os setores, melhorando o trabalho de todas as equipes.

Otimização dos processos

Se os departamentos de uma empresa comunicam-se melhor, as atividades tendem a ser realizadas com maior facilidade e qualidade. Ou seja, graças à implementação do ERP, o fluxo de processos é otimizado.

Tarefas que antes sofriam atrasos em razão da alta burocracia ou de erros humanos passam a ser desenvolvidas de maneira contínua. No ERP, os dados são atualizados de forma instantânea, evitando, por exemplo, que uma equipe aguarde um comunicado direto de outro setor para continuar seus processos.

Qual é a relação entre um sistema ERP e a segurança das informações?

Agora que já conheceu alguns dos benefícios gerais de um sistema ERP, entenda como, de fato, ele pode melhorar a segurança das informações da sua empresa!

Fim das planilhas e anotações manuais

É comum que, no início do negócio, muitas empresas utilizem planilhas digitais ou mesmo blocos de anotações para armazenar dados importantes, tais como:

  • controle de estoque;
  • controle de vendas;
  • dados financeiros;
  • faturamento.

O problema é que esse método é limitado e oferece grandes riscos de vazamento — além de não acompanhar o crescimento do negócio. Com isso, várias informações confidenciais podem ser adquiridas por concorrentes ou pessoas mal-intencionadas.

Um sistema ERP resolve isso por completo. O software inteligente garante que todos os dados sejam armazenados em um só lugar com o reforço da segurança tecnológica. Além disso, as informações estarão sempre atualizadas e não se perderão entre os processos.

Segurança contra hackers e invasores

Assim como trouxe grandes benefícios, o avanço tecnológico trouxe novos problemas. Se antes as empresas precisavam preocupar-se só com malfeitores físicos, hoje também devem atentar-se aos hackers.

Os hackers são invasores virtuais que entram em sistemas de empresas para roubar dados confidenciais. No atual mundo corporativo, não é incomum presenciarmos situações envolvendo hackers.

Quando uma empresa utiliza processos-padrão de segurança e guarda suas informações em HDs normais, ela está abrindo uma grande brecha para esses invasores.

Graças ao sistema ERP, é possível aumentar consideravelmente o nível de segurança dos dados. Com ele, o gestor ou proprietário monitoram completamente os processos da empresa e ainda têm controle total sobre as permissões de acesso.

Enfim, em um mercado cada vez mais competitivo e conectado, um dos principais desafios dos empresários é, com certeza, manter a segurança das informações de suas organizações.

Implementar um sistema ERP é uma das soluções mais inteligentes para atingir esse objetivo sem necessitar de investimentos onerosos. Então, analise as dicas apresentadas e aumente agora mesmo a segurança dos dados da sua empresa.

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Sem categoria

Nortesys participa da maior Feira de Automação da América Latina

Enviamos uma equipe com seis integrantes para participar da Autocom – Feira Internacional de Automação para o Comércio.  A 21ª edição do evento aconteceu entre os dias 2 e 4 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Inovar sempre!

Nosso CEO, Gean Sharly, enfatiza que a Autocom é a maior feira de tecnologia da América Latina e ressalta que o foco da empresa é inovar sempre. “Temos sede na busca de novidades, na busca de informação, de novidades em tecnologia.” Afirmou, complementando:
“Para entregar o que há de melhor para os nossos clientes, para os nossos parceiros, para os nossos colaboradores e para a sociedade em geral. (…) Desta forma, estamos sempre um passo à frente para a entrega de produtos e serviços inovadores”. Explicou Gean Sharly.

Nosso  diretor comercial, Yuri Collares, falou da importância da participação na Autocom. “A expectativa nossa é mais que especial. Porque vai ser um grande aprendizado. Vamos procurar mais soluções para serem implantadas nos nossos softwares. De lá a gente pode trazer muitas tecnologias, que possam chamar mais atenção dos nossos clientes.”

Autocom 2019

A exposição é realizada pela Associação Brasileira de Automação para o Comércio (AFRAC). Segundo a organização, a feira é o principal evento de automação para o comércio da América Latina, reunindo há mais de 20 anos os maiores fornecedores de tecnologia, canais de vendas e varejistas, tornando-se o ponto de encontro entre o ecossistema de Automação e o Comércio.

Para o nosso Consultor de Negócios, Raimundo Lima, a Feira Autocom é um momento único para ampliar os negócios, conhecimento, trocar ideias e inovação para o âmbito do seguimento de automação comercial.
“Essa feira é o encontro das maiores empresas de todos os seguimentos que completam a automação, sendo o cliente o nosso principal objetivo. Viemos numa equipe de 6 responsáveis por área no intuito de levar o máximo de informações possíveis e para serem aplicadas no cotidiano da Nortesys.” Concluiu.

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Controle de Estoque

Estoque de segurança: entenda sua importância e como fazer

O estoque de segurança ou estoque mínimo, é uma das maneiras mais inteligentes de aumentar o faturamento das empresas de uma forma saudável, principalmente perante cenários de crises ou incertezas do mercado.

Para que você consiga se beneficiar com essa estratégia, aqui abordaremos o conceito desse tipo de estoque, quais são as suas vantagens e como calculá-lo da forma mais adequada e simples. Boa leitura!

O que é estoque de segurança?

Trata-se de um mecanismo de prevenção contra a falta de mercadorias que serão disponibilizados para venda. Seu objetivo é o de compensar eventuais imprevistos que aumentem significativamente a demanda.

Isso é alcançado elevando a quantidade mínima de produtos estocados necessários para o pleno funcionamento da empresa, mas sem que sejam necessários grandes investimentos.

A tática é aplicada quando se prevê futuros riscos ao abastecimento normal do estoque, como nova legislação ou tabela de preços. Independente do setor da economia, é preciso aplicá-la, pois eles precisam fazer estocagem de alguma forma:

  • indústria: são estocadas matéria-prima e produtos acabados;
  • comércio: normalmente são mercadorias para revenda;
  • serviços: estocam materiais necessários para a prestação do serviço.

Quais são as vantagens do estoque de segurança?

Aumento das vendas

Com um planejamento bem elaborado, a empresa consegue manter níveis equilibrados dos estoques e minimizam os momentos de falta de determinados itens.

Dessa forma, mantém-se o fluxo contínuo de vendas, mesmo perante sazonalidades ou eventualidades que normalmente ocasionariam a ruptura de estoque, que é a falta do produto quando o cliente o requisita.

Redução de gastos

O estoque mínimo faz com que a empresa gaste menos, pois não exige grandes investimentos na estrutura física. A estratégia também evita produtos parados e diminui as chances de furtos, já que se trata de uma quantidade enxuta.

Cumprimento de prazos de entrega

A tática permite que os prazos e obrigações sejam cumpridos assiduamente, pois a empresa terá os bens em estoque para suprir a demanda.

Manutenção do fluxo de produção

O fluxo de produção é mantido constante por não ser necessário alterar a logística interna, como também se reduz a necessidade de contratar funcionários temporários para suprir demandas maiores. Assim, facilita o controle do departamento logístico e diminuem-se erros humanos.

Como calcular o estoque de segurança adequado?

O cálculo do estoque de segurança é relativamente simples. Porém, há um complexo de fatores que compõem o cálculo e afetam toda a logística:

  • lead time (tempo de entrega): período decorrido do pedido do cliente até a sua entrega efetiva;
  • previsão de demanda: tempo que os produtos demoram para chegar aos fornecedores e serem vendidos;
  • nível de serviço: percentual de 0 a 100 de cada produto que compõe o estoque, quanto maior é o nível de serviço desejado, mais elevado será o estoque de segurança destinado ao produto.

Ao entender esses coeficientes, confira a fórmula do estoque mínimo:

Estoque de Segurança = demanda média (vendas) diária x tempo de entrega (em dias).

Confira um exemplo da aplicação prática desse estoque: imagine uma empresa que venda 100 calçados por dia e o lead time é de 4 dias. O resultado da conta será de 400 (100*4), ou seja, é necessário um mínimo de 400 calçados no estoque de segurança.

Percebe-se que é necessário que o empreendedor tenha um controle eficiente do processo produtivo para fazer o cálculo corretamente, por essa razão é essencial que seja utilizado um sistema de gestão (ERP) para que ele tenha os valores exatos em mãos.

Um bom software utilizará indicadores de desempenho (KPIs) para demonstrar os coeficientes de lead time e previsão de demanda, como também permite a identificação precisa do nível de serviço.

Além disso, a tecnologia aprimora os processos logísticos e o fluxo de trabalho, o que reduz os prazos, satisfaz melhor os clientes e cria diferenciais competitivos da empresa.

São diversos os benefícios do estoque de segurança. Mas é indispensável o uso da tecnologia para que o cálculo dessa estratégia seja feito corretamente. Agora, potencialize ainda mais a sua gestão descobrindo a melhor maneira de aumentar a produtividade da sua equipe!

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Atendimento Gestão Empresarial

4 dicas práticas para aumentar a retenção de clientes da empresa

Segundo reportagem da Revista Exame, conquistar novos consumidores é 4,5 vezes mais dispendioso do que manter aqueles que já conhecem a empresa. Ou seja, investir na retenção de clientes é mais vantajoso do que trabalhar formas de atrair novos.

Logicamente, conquistar novos espaços é importante, mas uma empresa não lucra de verdade quando consegue vender apenas uma vez. É preciso um trabalho para conquistar e fidelizar os compradores.

Para ajudar a sua empresa a lucrar mais, apresentaremos 4 dicas essenciais para melhorar a taxa de retenção de clientes e, consequentemente, aumentar suas vendas. Continue lendo e confira!

1. Invista em treinamentos e na capacitação da equipe de atendimento

Toda estratégia de marketing que visa o aumento de vendas ou à retenção de clientes será falha se a equipe de atendimento não cumprir o seu papel. Como “recepcionistas” dos consumidores, o trabalho desses profissionais é essencial em um projeto de retenção.

Porém, a equipe de atendimento só apresentará um serviço diferenciado se estiver preparada para isso.

Assim, é primordial que o gestor invista em treinamentos específicos e na capacitação desses colaboradores. E isto não deve se limitar apenas a conhecimentos gerais; é vital que os atendentes conheçam, em detalhes, os principais serviços e produtos oferecidos pela empresa.

Com isso, a empresa garante que a jornada de compra do cliente comece de forma satisfatória, o que é essencial para uma experiência diferenciada.

2. Trabalhe com o conceito de Sucesso do Cliente

O Customer Sucess (Sucesso do Cliente) é um conceito em voga no mercado atual. Cada vez mais as empresas estão entendendo que entregar uma experiência de valor para os compradores da marca é mais rentável do que investir altas quantias na atração de novos consumidores.

É preciso entregar sucesso aos seus clientes. Isso significa fazer os compradores obterem o resultado que eles esperavam quando decidiram abraçar a sua marca.

Mas, para isso, é preciso estudar o seu comprador. Uma ótima dica para entregar algo de valor para o cliente é criar conteúdos personalizados e produtos e serviços que, de fato, causem o impacto desejado.

3. Solicite e esteja aberto a feedbacks

A comunicação aberta e direta é o segredo do sucesso de muitos relacionamentos. E, na interação entre empresas e clientes, isso também deve ser implementado.

Afinal, com a internet, é praticamente impossível impedir que um cliente divulgue a sua opinião sobre uma empresa. Basta uma conexão e uma conta em qualquer rede social para que qualquer marca seja exposta, de forma negativa ou positiva.

Para garantir um relacionamento saudável e duradouro, mostre que a sua empresa está sempre aberta ao diálogo. Mais do que isso, incentive o feedback por parte dos clientes: apresente formulários rápidos e simples ao final de cada atendimento e obtenha opiniões honestas.

Os consumidores tendem a demonstrar mais cumplicidade com empresas que dialogam diretamente com o seu público.

4. Aposte na automação de processos

A tecnologia sempre deve ser uma aliada quando se fala na retenção e fidelização de clientes. Com as ferramentas certas, você consegue não apenas qualificar os seus serviços, como também entender melhor as necessidades e expectativas dos clientes.

A automação de processos é a estratégia perfeita para padronizar o trabalho da sua empresa. Com softwares inteligentes, você nivela o trabalho dos setores, oferecendo um serviço de alta qualidade durante toda a jornada do consumidor.

No entanto, é sempre importante analisar a sua empresa e estudar o perfil do cliente antes de escolher um software. Assim, você opta pela ferramenta mais adequada ao seu negócio.

Como você pode ver, trabalhar estratégias para retenção de clientes se torna cada vez mais imperativo para o sucesso das empresas. Com a alta concorrência sendo uma realidade no mercado, os consumidores fiéis podem pender a balança a seu favor, ajudando não só na estabilidade, mas também no crescimento da organização. Então, analise as dicas apresentadas e comece agora mesmo um trabalho de retenção dos seus clientes.

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A importância da informação tempestiva

Quanto vale uma informação no momento em que realmente precisa-se dela?

Você em algum momento já deve ter precisado mandar uma informação muito importante para alguém e não ter conseguido. É frustrante, mais do que isso ainda se for uma informação empresarial. É prejudicial ao negócio e geralmente incorre também em prejuízos financeiros.

A importância da informação em tempo hábil tem cada vez mais feito a diferença em todas as áreas, sobretudo quando se trata de gestão empresarial. Estar de posse de uma informação no tempo adequado configura-se uma ótima oportunidade competitiva em relação ao mercado.

Mas o que é uma informação tempestiva?

Para que a informação seja tempestiva, ela deve ser no tempo próprio, oportuna, ter qualidade ou característica do que é tempestivo, que gere oportunidade, segundo define o próprio dicionário.

A título de curiosidade, na Contabilidade (Ciência Contábil) a informação precisa preencher alguns requisitos para ser considerada uma informação contábil-financeira útil. No ambiente empresarial, essa mesma definição do que deve ser uma informação útil pode e deve ser seguida à risca, uma vez que a Contabilidade é a linguagem universal dos negócios.

Para a Contabilidade (fazendo analogia ao ambiente empresarial), as características fundamentais da informação para ser considerada útil deve: ser relevante e representar de forma fidedigna os fatos ocorridos, pois serão a partir delas que os gestores tomarão as decisões mais importantes dentro de suas empresas. A norma contábil ainda qualifica a informação determinando o que é conhecido como características qualitativas de melhorias, ou seja, a informação poderá ser melhorada desde que ela possa ser comparável, verificável, tempestiva e compreensível.

Sobre o aspecto da relevância, a informação precisa fazer a diferença nas tomadas de decisões, mostrando ao usuário que ao deparar-se com os fatos apresentados poderá ou não utilizá-los a fim de embasar a sua decisão.

Do ponto de vista da representação fidedigna, a informação deve ser completa, neutra e livre de erro. É claro que a perfeição na maioria das vezes não pode ser alcançada, mas é necessário que se busque maximizar os três atributos no momento de prestar uma informação útil.

Já em relação às características que melhoram a qualidade da informação, determina-se que deve ser possível comparar a informação com eventos já ocorridos e, a partir dos fatos, projetar o que virá acontecer; que deve ser verificável, o que quer dizer que, tendo diferentes usuários os dados em mão, ambos conseguirão chegar ao mesmo resultado ou a mesma informação. No tocante à tempestividade, a qualidade destacada até mesmo no título desse artigo, nos faz entender que a informação precisa estar disponível no momento de poder influenciar os seus usuários (gestores, administradores, gerentes, diretores) na tomada de decisão, para que assim preencha o requisito fundamental que é ser relevante. Já o que nos remete ao fato da informação ser compreensível, é que ela deverá ser classificada, apresentada com clareza e concisão de modo que todos tenham conhecimento dos fatos ocorridos.

É importante ressaltar que seguir as recomendações anteriormente citadas fará com que as informações prestadas em seu negócio/empreendimento resultem em um entendimento mais fácil do que está sendo passado, seja para os seus clientes, parceiros ou colaboradores internos e isso impactará de forma positiva diretamente na obtenção dos resultados desejados.

Informação no tempo certo gera oportunidades competitivas

Agora que você já sabe quais os requisitos fundamentais da informação, é importante que aplique e busque os meios para transformar os dados gerados pelo seu negócio em informações úteis.

Em um primeiro momento, certifique se as ferramentas utilizadas na sua gestão conseguem fornecer as informações que tanto deseja. A escolha de um bom software de gestão poderá facilitar a sua busca por informações, não bastando apenas ter esse recurso instalado na empresa, mas que ele possa de fato fornecer informações sobre os dados que você gera nas mais diversas atividades desenvolvidas.

Ter informações detalhadas de compras, desempenhos de produtos, faturamento, financeiro e fiscal não devem ser vistas como uma regalia, mas sim como instrumentos básicos e indispensáveis para a gestão empresarial.

Já existem no mercado de software para automação comercial recursos que ajudarão o gestor a definir estratégias e tomar decisões até mesmo quando ele não estiver dentro do ambiente físico da empresa. Estar com o controle do negócio literalmente na palma da mão é o que a demanda por decisões e informações em tempo hábil requer no cenário atual.

Hoje é possível verificar a saúde financeira da empresa através de aplicativos em dispositivos móveis de onde quer que esteja, fazer análises cadastrais de clientes, liberações ou negativas de vendas, além de autorizar ou não descontos e alterações de preços para atendimentos personalizados aos clientes. Serviços como o de Messaging Cloud (Mensagens em Nuvem) que integram dispositivos móveis ao seu Software de Gestão, já são realidade.

São esses tipos de recursos que farão com que sua empresa se destaque em relação as demais, por isso é preciso inovar ou otimizar a sua utilização, pois o segmento empresarial está cada vez mais complexo e há um constante aumento da concorrência.

Quem tem acesso à informação em tempo oportuno e além disso consegue a partir delas extrair e aplicar conhecimentos, fará com que a empresa aumente a sua capacidade de desenvolvimento e também a sua capacidade de concorrer com o mercado.

Não se esqueça!

Quem está de posse de informações de boa qualidade, fidedignas, em quantidade e tempo certo, adquire vantagens competitivas e, do contrário, a falta da informação pode gerar erros e perdas de oportunidades.

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Um forte abraço e até a próxima!