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Como e porque fazer a emissão de relatórios fiscais na sua empresa

Existem vários relatórios que auxiliam a gestão da empresa ao torná-la mais simples e organizada. O relatório fiscal é um documento que fornece esses benefícios e permite a adequação à legislação, minimizando problemas com o Fisco.

Essa é uma ferramenta eficaz para regularização da empresa e, consequentemente, para seu desenvolvimento saudável. Para que você entenda mais sobre o assunto, elaboramos este artigo, em que explicamos sua importância prática para as empresas. Também vamos mostrar, como um sistema ERP contribui para sua elaboração e, no fim, quais são as informações que ele deve conter. Boa leitura!

Qual é a importância do relatório fiscal para as empresas?

O Relatório de Gestão Fiscal (RGF), foi criado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar n.º 101/00). Seu objetivo é o de garantir o controle, monitoramento e divulgação do cumprimento das metas da legislação.

Apesar de ser obrigatório para órgãos e entidades da União, estados, municípios e Distrito Federal, as empresas também elaboram esse relatório para obter maior transparência dos recursos financeiros, o que aumenta o controle do estoque e dos gastos. O documento traz diversos outros benefícios, como:

  • aperfeiçoa a organização das finanças da organização;
  • permite fazer mensurações e análises sobre as vendas do negócio;
  • facilita a preparação da declaração anual simplificada, que demonstra a receita total da empresa no ano;
  • melhora a imagem do negócio, permitindo obtenção de melhores empréstimos perante instituições bancárias ou financeiras, como também o torna mais atrativo para investidores;
  • evita problemas legais quanto ao cumprimento das obrigações fiscais, entre outros.

Como o software ERP ajuda na sua elaboração?

Como um negócio gera uma volumosa quantidade de informações, é inviável que o gestor reúna e trabalhe todas elas por conta própria. Afinal, a atividade demanda uma grande quantidade de tempo, está suscetível a erros, podem faltar informações relevantes, entre outros entraves.

Os problemas listados podem ser solucionados com a implementação de um bom sistema de gestão empresarial (ERP ou enterprise resources planning, em inglês) voltado ao seu ramo. A tecnologia une, em uma plataforma, todas as informações do negócio, incluindo as do setor financeiro, contábil, de vendas, estoques, entre outros. Além disso, o ERP beneficia o processo de diferentes formas:

  • automação: gera o relatório de forma automática, o que economiza tempo, capital e mão de obra;
  • redução de erros: o computador consegue trabalhar uma grande quantidade de informações sem cometer falhas nos cálculos, atrasos ou esquecer algum dado;
  • padronização: as informações são cadastradas e os dados gerados de forma padronizada, evitando confusões;
  • controle: o ERP também fornece um painel de controle que disponibiliza visão ampla sobre a empresa, as informações são atualizadas em tempo real e de forma automática, o que melhora a tomada de decisões;
  • agilidade: notas fiscais são emitidas mais rapidamente e sem erros;
  • simplificação: toda a gestão pode ser feita a partir de uma plataforma.

Quais são as informações necessárias no relatório fiscal?

As informações contidas nesse relatório estão interligadas às obrigatoriedades fiscais da empresa. Como se trata de um assunto complexo, é possível que seja necessário gerar diversos relatórios que contenham informações, como:

  • responsabilidades tributárias: todos os impostos recolhidos e retidos pela empresa;
  • obrigações fiscais trabalhistas: diferentes tipos de envios feitos ao eSocial advindas dos vínculos trabalhistas, como GFIP, Caged, Rais etc.;
  • inscrições: situação das inscrições da empresa em cada estado e município que ela atua;
  • notas fiscais: informações completas sobre as emissões, cancelamentos, correções etc.;
  • estoque: dados sobre o estoque e documentos fiscais de cada produto;
  • fluxo de caixa: dados sobre a capacidade da empresa de cumprir com suas obrigações fiscais, entre outras.

Estruturar um relatório fiscal exige tempo, dedicação e muita organização, mas com a ajuda de um sistema de gestão, fica mais fácil reunir todas essas informações e elaborar os relatórios, pois todos os dados da empresa são aglomerados em um sistema. Isso também facilita a geração de relatórios contábeis e gerenciais, o que melhora o controle do negócio e a tomada de decisões.

Entre em contato conosco para conhecer nossos sistemas de gestão e elaborar relatórios fiscais completos e precisos!

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Veja como montar um e-commerce de autopeças em 4 passos

O ramo das lojas virtuais é mais amplo do que muitos empreendedores imaginam, sendo inclusive bastante viável e lucrativa a abertura de um e-commerce de autopeças. De acordo com os dados do e-CommerceBrasil, 82% dos adquirentes de peças e acessórios utilizam a internet, sendo que 39% são compradores frequentes.

Se você tem ou pretende abrir uma empresa no setor de autopeças, colocá-la no cenário digital possibilitará a expansão dos seus negócios. Para conseguir aproveitar essa oportunidade, listamos e explicamos neste conteúdo os quatro passos essenciais para criar um comércio virtual no segmento. Confira!

1. Faça uma pesquisa sobre o mercado e o perfil de consumidor

O primeiro passo é entender o funcionamento do mercado de comércio eletrônico e o comportamento do consumidor que realizará as compras. É preciso ter atenção às peculiaridades do mercado de autopeças. Como as vendas são bastante técnicas, é possível que os consumidores cometam erros.

Para evitar esse problema, deve-se ter muito cuidado com o conteúdo das páginas, que precisam conter descrições claras, completas e voltadas ao consumidor leigo, exceto se o público-alvo incluir mecânicos e outros profissionais do ramo.

Ao fornecer informações detalhadas, as compras são maximizadas e os enganos, minimizados. Entretanto, ainda existe a possibilidade de os consumidores cometerem erros. Por isso, é importante estabelecer uma política de troca transparente e bem definida.

2. Escolha uma boa plataforma de vendas online

Será necessário contratar três serviços básicos para o funcionamento da loja: um serviço para hospedagem, uma plataforma para estruturar o site e um sistema de gestão para gerenciá-lo. Na escolha do servidor, você deverá estudar as seguintes características:

  • uptime: percentual que define a quantidade de tempo que o servidor fica online durante o dia, sendo 100% equivalente a 24 horas por dia;
  • armazenamento: espaço no servidor para armazenar imagens, textos, vídeos, etc.;
  • reputação: pesquise sobre a qualidade do serviço com consumidores ou ex-clientes;
  • preço: valor de contratação para hospedagem, não devendo ser o fator principal a considerar.

Existem plataformas de e-commerce que geram páginas automaticamente, oferecendo leiautes (arranjo das imagens, textos e opções na página) padronizados para escolha, mas também é importante que disponibilizem opções de customizações.

Por fim, é fundamental contratar um sistema de gestão especializado para controlar seu estoque, clientes, fluxo de caixa, etc. Antes de fazer sua escolha, verifique se as seguintes soluções são oferecidas:

  • alteração em massa dos valores das peças;
  • cadastro completo dos clientes;
  • cadastro dos produtos e alocação das suas informações;
  • controle total do estoque;
  • histórico dos pedidos dos clientes.

3. Selecione fornecedores e defina o mix de produtos

Firmar parcerias com fornecedores é obrigatório para receber os produtos, mas é essencial analisar a confiabilidade, o comprometimento com prazos e a estabilidade financeira antes de fechar contrato.

Quanto à definição dos produtos, você se deparará com duas opções: investir em um nicho específico ou em um amplo mix de produtos. A primeira alternativa tem um fluxo menor de clientes, mas o ticket de compras é maior, além de ser mais fácil fidelizar seu público. Já um mix um maior conta com maior fluxo de clientes, porém, as compras são menores.

4. Desenvolva estratégias específicas para a loja online

As estratégias de um negócio físico não serão efetivas no mundo virtual, sendo necessário estruturar planejamentos específicos para um e-commerce. Veja quais são os aspectos diferentes:

  • marketing digital: será necessário investir em uma estratégia de marketing que alcance usuários online;
  • canais de venda: é possível disponibilizar seus produtos em diferentes plataformas, como o Mercado Livre, Facebook, seu próprio site, etc.;
  • presença nas redes sociais: há a possibilidade de criar páginas nas redes sociais mais usadas;
  • segurança das informações: será preciso investir na segurança de dados, como certificados, antivírus para a plataforma, etc.;

Montar um e-commerce de autopeças é uma grande oportunidade de aumentar seus lucros, expandir sua área de atuação e se desenvolver no mercado. Entretanto, é preciso que o empreendedor elabore estratégias específicas para isso.

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O que é ECD e quem é obrigado a entregar este documento?

Hoje em dia, entender o que é ECD é essencial para toda empresa que não deseja ter dor de cabeça com o fisco ou outros órgãos do Estado. Afinal, com a alta concorrência do mercado, é importante manter a tranquilidade nas questões obrigatórias para concentrar esforços nas atividades produtivas.

Pensando nisso, para garantir que a sua empresa não tenha problemas no futuro, a seguir, falaremos sobre o que é ECD, quais cuidados a sua organização precisa ter em relação a essa escritura e quais negócios são obrigados a entregá-la. Acompanhe!

O que é ECD?

ECD é a sigla para Escrituração Contábil Digital, uma apresentação dos documentos contábeis na esfera digital. Em outras palavras, é a escrituração de informações obrigatórias de uma empresa disponibilizada eletronicamente.

Em termos gerais, o ECD é mais uma iniciativa do Governo Federal para modernizar a relação entre contribuintes e Estado. A ideia é facilitar os processos contábeis que antes eram feitos apenas utilizando papéis. A otimização é para fins previdenciários e fiscais, sendo obrigatórios para a realização do ECD:

  • Livro Diário e seus auxiliares;
  • Livro Razão e seus auxiliares;
  • Livro Balancetes Diários.

Quando foi criada?

O projeto original da ECD foi desenvolvido em 2008 pelo Governo Federal, integrando o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). No entanto, o enquadramento legal na Instrução Normativa RFB 1.420 só aconteceu em dezembro de 2013, levando ainda mais cinco anos para entrar em vigor.

Quais cuidados a sua empresa deve ter em relação a ECD?

A ECD foi desenvolvida para fins fiscais e previdenciários. Por isso, os cuidados que as empresas devem ter giram em torno dos livros contábeis. Para comprovar os arquivos eletrônicos, por exemplo, é preciso uma assinatura digital com certificado de segurança tipo A3.

Para não correr riscos de ter os documentos invalidados, a sua empresa precisa emitir o certificado digital junto a uma entidade credenciada pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira).

Outro ponto que merece atenção por parte dos empresários é a data de envio do ECD. Desde 2016, o prazo limite para o envio da escrituração digital passou a ser o último dia útil do mês de maio. A documentação deve ser enviada anualmente ao SPED, com escritura referente ao ano anterior.

Quem deve entregar a ECD?

O artigo 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.420/2013 é o que rege as regras em relação à ECD. Baseado nessa norma, a entrega é obrigatória para:

  • pessoas jurídicas que utilizam como regime tributário o Lucro Presumido, que distribuírem, a título de lucros, sem incidência do IRRF;
  • pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto de Renda que adotam o regime tributário Lucro Real;
  • Sociedade em Conta de Participação (SCP), como livros auxiliares do sócio ostensivo.

Enfim, para você que estava com dúvidas sobre o que é ECD, este foi o nosso miniguia sobre o assunto. Logicamente, como envolve legislações fiscais brasileiras não é um assunto simples. Até por isso, é essencial que o gestor conte com um software para produzir os livros e dados da ECD, a fim de garantir a confiabilidade e segurança das informações. Em tempos de evolução tecnológica, não vale a pena arriscar.

Que tal continuar se aprofundando no assunto e entender qual é a melhor opção de regime tributário para o seu negócio?

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Confira já o guia do cálculo da GPS para não receber multas por erros

Realizar o cálculo da GPS é uma difícil tarefa para os gestores, principalmente para pequenas empresas, pois nem sempre têm o suporte de profissionais especializados na área, e experientes em efetuar essa operação.

A GPS é uma obrigatoriedade para a empresa e deve ser considerada ao fazer a folha de pagamento. Portanto, saber calculá-la é essencial para a regularidade da companhia, bem como evitar gastos desnecessários. Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre a GPS e seu cálculo!

Qual o conceito e importância da GPS?

A Guia da Previdência Social (GPS) é um documento que a empresa utiliza para recolher as contribuições sociais de seus colaboradores.

Os valores por ela recolhidos são encaminhados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que se encarrega de administrar os benefícios previdenciários dos segurados, como aposentadoria, auxílio-doença, pensões etc.

Esse documento é fundamental para manter a empresa regular perante o Governo, mas sua importância também vai além: garante os seguros e benefícios dos seus colaboradores. O cálculo da GPS correto previne problemas futuros tanto para os colaboradores quanto para a empresa.

Como calculá-la corretamente?

Desde 2015, o cálculo é feito de forma automática, entretanto, ele pode ser feito de duas formas: pela central de atendimento ao cliente ou pela plataforma do INSS. Para realizar pelo telefone, é preciso ligar para a “Central 135”, conforme instruções expostas no domínio do INSS. Se você optar para calcular pelo site, basta seguir estas etapas:

  • acessar o domínio do INSS;
  • abrir o programa SALWEB, que é parte do Sistema de Acréscimos Legais (SAL);
  • escolher entre os seguintes módulos: contribuintes filiados antes ou após 29/11/1999, empresas e equiparadas ou órgãos públicos;
  • inserir o PIS/PASEP do contribuinte;
  • digitar o captcha de verificação e confirmar;
  • informar os dados que serão solicitados;
  • acessar e imprimir a GPS.

As alíquotas variam conforme o salário e tipo de funcionário (contribuinte individual, facultativo, especial, empregado comum ou doméstico). Também é possível calcular as contribuições atrasadas pelo SAL, considerando:

  • juros: Selic calculado a partir do 1º dia subsequente ao de pagamento mais 1% no mesmo intervalo de 30 dias;
  • multa: de 0,33% por dia de atraso com limite de 20%.

Após a impressão da GPS, é necessário preenchê-la.Veja uma breve explicação de cada campo:

  • 1: nome do contribuinte, telefone e endereço;
  • 2: não preencher;
  • 3: código da empresa conforme tabela da GPS;
  • 4: mês e ano da folha. A de janeira é paga em fevereiro, e no caso do 13º utiliza: “13/ano”;
  • 5: matrícula no INSS do contribuinte;
  • 6: valor do inss, já considerando deduções;
  • 7 e 8: não preencher;
  • 9: valores para outras entidades;
  • 10: juros e multa, se houver;
  • 11: valor total.

O cálculo da GPS deve ser feito mensalmente, com vencimento no dia 20 do mês após ao da competência para Pessoas Jurídicas — antecipa-se o pagamento caso a data não seja dia útil. Também é importante saber outras informações sobre o pagamento:

  • a GPS é paga em lotéricas (até R$ 1 mil) e bancos conveniados;
  • o valor mínimo recebido pelos bancos é de R$ 29,00;
  • o pagamento mínimo da guia é de R$ 10,00.

Quais são os erros que podem gerar multas e retificações?

Percebe-se que entregas atrasadas geram multas e juros, concomitantemente. Erros geram a necessidade de retificação, o que torna a entrega tardia.

Considerando que um erro pode comprometer a GPS de cada funcionário, os prejuízos da empresa são multiplicados. A melhor solução para esse problema é utilizar softwares especializados que realizam o cálculo automaticamente.

Além de evitar o pagamento das multas, também potencializa a produtividade da empresa, já que não será necessário despender mão de obra para realizar essa atividade. Um bom programa também traz eficiência e segurança em diversas outras obrigações da empresa, o que maximiza seu custo-benefício e sua utilidade.

Apesar do cálculo da GPS ser automático, ainda é uma operação suscetível a muitos erros, o pode prejudicar bastante as contas da empresa. Com a leitura deste post, você sabe como calcular o documento corretamente!

Compartilhe esta publicação nas suas redes sociais e informe seus colegas sobre a GPS!

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Sistema de PDV: saiba como funciona e conheça 3 vantagens imperdíveis

Entre os diversos softwares de gestão que existem no mercado, o sistema de PDV é aquele que monitora e otimiza um dos momentos vitais para qualquer negócio: a realização da venda. Uma ferramenta desse tipo pode ser o ponto-chave para que uma empresa concretize com louvor a jornada do cliente.

Para que você entenda quanto um sistema de PDV pode ser importante para o seu negócio, a seguir apresentaremos as principais funcionalidades desse tipo de ferramenta e quais vantagens são obtidas por sua empresa após a implementação. Confira!

Quais as principais funcionalidades de um sistema de PDV?

Para não errar na hora de escolher o melhor software, conheça algumas funcionalidades que não podem faltar nesse tipo de tecnologia.

Integração dos setores da empresa

Hoje, sem dúvida, a principal funcionalidade de qualquer software de gestão é a integração de sistemas. E por se tratar de um processo de vendas, isso é ainda mais necessário.

Com um sistema integrado, as informações do PDV podem ser acessadas diretamente pelo setor financeiro, otimizando todo o processo de compra do cliente.

Emissão de notas fiscais

A automação da emissão de notas fiscais também deve ser uma das funcionalidades do sistema de PDV, a fim de agilizar as operações e garantir que a empresa cumpra as questões fiscais corretamente.

É importante verificar se o software está homologado com SAT-CF-e (Software de Autenticação e Transmissão de Cupons Fiscais eletrônicos), NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor eletrônica) e ECF (Emissor de Cupom Fiscal).

Controle de estoque

Tendo o controle de estoque automatizado a partir do sistema de gestão, a empresa garante melhor acompanhamento dos números de entrada e saída de mercadorias, evitando que ocorram registros duplicados. Isso também é importante para que não aconteçam falhas no processamento das vendas diárias.

Quais as vantagens obtidas pela empresa?

Agora que você já sabe o que considerar na hora de escolher o sistema de PDV, confira quais os são principais benefícios apresentados pelo software.

1. Melhor controle financeiro

Como explicado, manter o controle financeiro é essencial para que os serviços de PDV funcionem corretamente. Como o software oferece uma gestão integrada, o departamento financeiro consegue repassar e receber dados essenciais para a rotina de trabalho de todos, tais como:

  • fluxo de caixa;
  • descontos de preços;
  • contas a receber e a pagar.

2. Redução de custos

Um dos principais objetivos da automação é diminuir o número de processos manuais e acabar com as falhas causadas por erros humanos. Por si só, esse já é um fator significativo para a redução de custos.

Além disso, um software de gestão melhora o fluxo de informações, tornando a execução dos processos mais rápida e eficiente. O ganho produtivo, automaticamente, resulta em aumento de lucros em médio e longo prazo.

3. Aumento na qualidade dos serviços

Com todas as funcionalidades apresentadas e os benefícios anteriormente citados, é possível afirmar que, quando uma empresa implementa um sistema de PDV, ela tem um ganho significativo na qualidade dos serviços oferecidos.

Trabalhando com o compartilhamento instantâneo de informações e a automação de processos importantes, o setor de PDV tende a executar suas funções com mais facilidade, entregando serviços que estejam dentro ou acima das expectativas dos clientes.

O sistema de PDV é um investimento essencial para todo empreendedor que deseja se diferenciar da concorrência e facilitar a jornada de compra do seu consumidor, aumentando, por consequência, a sua taxa de fidelização. Então, analise as dicas apresentadas e comece agora mesmo a transformar o trabalho do PDV do seu estabelecimento.

Quer contar com os melhores softwares de frente de loja no seu comércio? Então entre em contato com a gente e saiba como agora mesmo!

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Gestão Empresarial

Controle de Perdas de Produtos

Uma pesquisa recente realizada pela ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados), teve como objetivo medir a relevância do investimento em melhorias nos processos de Prevenção de Perdas no varejo brasileiro.  Essa pesquisa revelou dados relevantes sobre a percepção dos donos de empresas varejistas, o que nos mostra também que já existe uma preocupação no sentido de fazer investimentos no trabalho e na prevenção de perdas.

De todas as empresas pesquisadas, um grupo que representou 32% do total afirmou que não possui área de prevenção de perdas, sob a alegação principal de que não possui recursos financeiros para tal investimento. O lado positivo revelado pela pesquisa foi que os índices de perdas reduziram se comparados a anos anteriores, o índice de perda geral sobre o faturamento bruto ficou em 1,82% e o índice sobre o faturamento líquido 1,99%, ambos representam o menor valor dos últimos 4 anos.

O que é a Perda e por quais principais razões elas acontecem?

A perda é a grande vilã do varejo e elas ocorrem sempre que um produto é comprado com o intuito de revenda, mas ele não chega no consumidor final. Os desafios dessa logística são gigantescos, pelo fato de a cadeia envolvida ter também ter as mesmas proporções.

Para a contabilidade, a perda é caracterizada por duas características fundamentais, que é a imprevisibilidade e involuntariedade, ambas as situações não estando sobre o controle de quem opera determinada situação em que a perda possa ocorrer.

Podemos definir de forma ainda mais simplista a perda como sendo a diferença dos valores que constam no sistema ERP dos que realmente estão no estoque físico da loja.

As perdas podem ocorrer pelos mais variados motivos dentro das operações normais de qualquer organização, e por essa facilidade e os valores de perdas terem uma participação significativa na diminuição dos lucros nas organizações, passou-se a dar cada vez mais importância para a sua prevenção e controle.

Na pesquisa citada no início deste artigo, foram levantadas também as principais causas das quebras operacionais, conforme evidencia a tabela abaixo:

Fonte: ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados)
Fonte: ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados)

Como destacado, a quebra operacional (36%) é a que consome a maior fatia quando se trata de causa de perdas, seguida por erros de inventário e furto interno com 15% cada uma.

Embora se tenha dito que a perda ocorre de forma involuntária e imprevisível, existem meios, técnicas e processos que podem diminuir drasticamente esses números apresentados em qualquer que seja o segmento de negócio em que incorra perdas.

Se repararmos bem, ao juntar a quebra operacional e os erros de inventários, constata-se que mais de 50% de todas as perdas estão relacionadas a operacionalização normal da organização, que com controle e acompanhamento podem ser consideravelmente diminuídos, assim como todos os demais itens.

Recursos, atividades e soluções utilizados na Prevenção das Perdas

Uma série de recursos podem ser utilizados para se fazer um controle de perdas adequado de forma a minimizar os impactos negativos que esses podem causar no resultado financeiro das organizações.

A utilização de técnicas de gestão, atividades monitoradas e uso de recursos tecnológicos, são alternativas que apresentarei a seguir e que lhe ajudarão nessa empreitada desafiadora que é controlar perdas.

Recursos Tecnológicos Utilizados na Prevenção de Perdas

  • Espelhos;
  • Caixas acrílicas;
  • Etiqueta antifurto;
  • Alarmes de acesso;
  • Lacradora de sacolas;
  • Coletor no recebimento;
  • Rádios comunicadores;
  • Sistema de checklist web;
  • Cadeado eletrônico de portas;
  • Cadeado eletrônico de cargas;
  • Sistema de registro de ocorrências;
  • Sistema especializado em inventário;
  • Rastreamento e monitoramento de frotas;
  • Sistema de controle de acesso de terceiros;
  • Solução de monitoramento de frente de caixa;
  • Coletor de dados para realização de inventário;
  • Monitoramento externo de unidades estratégicas;
  • Central de monitoramento CFTV centralizada/remota;
  • Cabos, correntes ou dispositivos de fixação de produtos;
  • Botão de pânico com alarme para central de seg. externa;
  • Software de monitoramento e acompanhamento de perdas.

Atividades adotadas para Prevenção de Perdas

  • Prevenção na central;
  • Código de ética e conduta moral;
  • Telefone de denúncias/ informações;
  • Validação do pedido de desligamento;
  • Comunicação de prevenção de perdas;
  • Controle sanitário com auditorias terceirizadas;
  • Cursos na Escola Nacional de Supermercados;
  • Concursos de redução de perdas com premiações;
  • Bonificação/ premiação dos melhores desempenhos;
  • Treinamento em prevenção de perdas para colaboradores;
  • Definição das metas de perdas, controle de planos de ações;
  • Introdução de processos mais cuidadosos no recrutamento e seleção.

Controle detalhado no recebimento das mercadorias é a solução mais utilizada para prevenir as perdas

Soluções e controle de processos adotados:

  • Controle de troca;
  • Abordagens reativas;
  • Checklist do inventário;
  • Abordagens preventivas;
  • Controle de anulados e cancelados;
  • Controle detalhado de recebimento;
  • Análise e validação das divergências;
  • Controle de transferências entre lojas;
  • Utilização de saco de lixo transparente;
  • Controle e multiplicação de boas práticas;
  • Revista na portaria/armário de funcionários;
  • Controle de acesso na portaria de funcionários;
  • Checagem do lixo e acompanhamento do descarte;
  • Auditoria de procedimentos operacionais – checklist;
  • Apuração do resultado do inventário após contagem;
  • Procedimento de preparação e execução do inventário;
  • Auditoria periódica e permanente de validade nas lojas;
  • Plano de ação estrutural sob itens com maiores perdas;
  • Plano de ação operacional sob itens com maiores perdas;
  • Controle e ação sobre os produtos com excesso de estoques;
  • Contagem, análise e tratativa dos produtos com estoque negativo.

Agora que você já sabe as principias formas e técnicas para melhorar o seu controle de perdas, se faz necessário também saber quais os produtos têm maiores índices de furto em valor, conforme tabela a seguir:

Fonte: ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados)
Fonte: ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados)

Para finalizar, deixo três dicas importantes para que você possa começar agora:

  1. Mantenha o seu quadro de funcionários atualizados através da aplicação de treinamentos específicos;
  2. Utilize um software de automação que atenda a sua necessidade de controle;
  3. Faça inventários periódicos, ainda que parciais.

E por falar em inventário, ele é de suma importância e figura como um dos principais métodos de controle de perdas, pois é a partir dele que todas as demais ações devem ser iniciadas.

Em um próximo artigo prometo trazer um pouco mais sobre o tema, pois Inventário é um assunto que dá muito pano para manga.

Agora vamos praticar o que aprendemos até aqui! Partiu?

Se você gostou deste artigo, comente e compartilhe com os amigos!

Um forte abraço e até a próxima!

 

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Gestão Empresarial

Conheça 7 passos para fazer o mapeamento de processos na empresa

O mapeamento de processos é um recurso bastante útil para aumentar a produtividade de qualquer empresa. No entanto, para aproveitar esse benefício, é preciso que o gestor entenda a importância prática desse mapeamento, bem como quais são as etapas que devem ser seguidas para fazê-lo.

Continue lendo esta publicação em que explicamos o que é esse processo, qual sua relevância para o desenvolvimento do negócio e os 7 passos necessários para realizá-lo de forma eficaz e correta. Confira!

O que é mapeamento de processos e qual a sua importância?

Trata-se de um mapa que objetiva identificar e monitorar um conjunto de atividades exercidas na companhia, indicando como os materiais e os insumos são transformados em produtos ou serviços, melhorando o controle da empresa.

Pode ser difícil que os gestores saibam como maximizar a rapidez e a eficiência dos processos. Mas, ao descrever de forma precisa toda a trajetória de cada passo da organização, delegar os responsáveis e prever insumos, recursos e mão de obra, o gestor conseguirá identificar gargalos e tomar as medidas para aprimorar os processos.

Quais são os 7 principais passos para fazer o mapeamento de processos?

1. Determine os seus objetivos

O primeiro passo consiste na definição dos objetivos específicos dos processos da empresa, ou seja, na finalidade de cada um deles. Para isso, identifique cada processo de dentro da cadeia de valor da empresa e faça as seguintes indagações:

  • Qual é o motivo de sua existência?
  • O que esse processo busca realizar?
  • Quais são os seus riscos?
  • Há regulamentações envolvidas no procedimento?

2. Identifique os clientes no processo

É preciso observar a jornada percorrida pelos clientes nesse processo. Dê a devida atenção aos momentos em que ocorrem interações com o seu cliente, pois geram percepção de valor. Nesse passo, é preciso realizar certas perguntas que interligam o cliente aos processos:

  • Quem é o cliente e por que ele escolheu participar do processo?
  • Qual é a expectativa do cliente no processo?
  • Quantas vezes o cliente é envolvido no procedimento?
  • O cliente pode sugerir melhorias, dar feedbacks ou críticas?
  • Se esse é um processo de suporte, qual o seu impacto nos primários (que têm relação direta com o cliente)?

3. Saiba quais são as entradas e saídas do processo

Entradas ou “inputs” são os elementos alterados no decorrer dos processos da empresa com o objetivo de agregar valor à cadeia produtiva. Eles podem ser tanto físicos (materiais) quanto intangíveis, como informações e dados.

As saídas ou “outputs” são entregas feitas no fim dos processos e agregam valor durante a cadeira produtiva até resultarem no serviço ou produto final da empresa. Assim como as entradas, elas podem representar tanto algo físico e palpável, quanto aprovações, dados, gráficos, decisões etc.

4. Identifique os componentes

Os componentes são todos os recursos usados durante o processo e que colaboram diretamente para a transformação das entradas. Alguns exemplos deles são:

  • materiais;
  • maquinários.
  • recursos humanos;
  • tecnologia;
  • energia.

5. Determine os fornecedores do processo

Se há entradas, isso significa que existem pessoas responsáveis por encaminhá-las ao começo do processo, para, depois, serem transformadas em saídas. Existem dois tipos de fornecedores:

  • internos: pessoas de dentro da própria empresa que entregam as entradas ou componentes do processo;
  • externos: empresas ou particulares que enviam à organização insumos, matéria-prima e serviços.

6. Faça a documentação do processo

Coloque todas as informações no papel e use um software de gestão para auxiliá-lo a ter uma visão geral do negócio. Crie um diagrama que demonstre um trajeto de todo o caminho percorrido pelo cliente, bem como as entradas e saídas.

7. Identifique e aplique melhorias

Nesse momento, o gestor busca eventuais inconformidades, atrasos, gargalos e outros entraves. É possível que ele saiba exatamente o que fazer para eliminar esses problemas, mas também é recomendável pedir sugestões de melhorias de seus colaboradores, que trabalham no processo diariamente.

Fazer o mapeamento de processos não é uma atividade excessivamente difícil, mas é necessário que o gestor tenha dados reais, concretos e uma visão completa e transparente de todos os processos.

Quer dizer algo sobre este post? Deixe um comentário abaixo com sua opinião!

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Gestão Empresarial

CEO da Nortesys palestra sobre gestão eficiente a alunos do Senai de Araguaína

O CEO da empresa de tecnologia Nortesys, Gean Sharly Sousa Santos, palestrou para alunos do curso Técnico em Administração no Senai de Araguaína nesta segunda-feira (27). Na oportunidade, ele promoveu uma troca de experiências e debateu sobre o tema: “Tecnologia da Informação Desenvolvendo uma Gestão Eficiente nas Empresas.”

Durante a apresentação, Gean e os alunos simularam uma videoconferência, trocaram ideias, conversaram sobre o mercado, novas tecnologias e tendências. O encontro também teve a participação da instrutora do Senai Patrícia Carvalho.

Para o empresário, o bate papo serviu como forma de dinamizar a teoria da sala de aula à prática do dia a dia numa empresa:
Boas trocas de ideias sobre os conhecimentos tecnológicos dos profissionais da gestão empresarial, assim como o perfil que o mercado espera deles e desafios do agora e para o futuro. Da teoria à prática aproximamos mais esses acadêmicos ao mercado de trabalho, algo que beneficia e cresce nossa sociedade.”

Gean ressaltou ainda que falar sobre tecnologia da informação e seus benefícios para a gestão empresarial é sempre gratificante.
“Fico feliz por poder contribuir com estes jovens, aos quais fizeram perguntas inteligentes mostrando o grau de maturidade da turma orientado pela grande instrutora Patrícia Carvalho.” Concluiu.

Saiba mais sobre os nossos softwares

Balcão de vendas mobile, Coletor de dados no smartphone, Plataforma de vendas e-commerce integrada, Gestor financeiro mobile, são algumas das muitas inovações em ferramentas e funcionalidade que apresentamos aos nossos clientes. Contamos também com uma imprescindível ferramenta de gestão empresarial, o Nortesys Company.

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Saiba quais são os impostos de uma empresa prestadora de serviços

A legislação determina, de forma específica, os impostos de uma empresa prestadora de serviços. Eles são diferentes dos fabricantes ou comerciantes de produtos e, portanto, é fundamental que sejam de conhecimento de qualquer empreendedor que deseja abrir um negócio de prestação de serviço.

Na presente publicação, vamos explicar quais são e como funcionam esses impostos, permitindo que a sua empresa se mantenha regular perante o Governo e evite problemas futuros com o Fisco. Boa leitura!

Os principais impostos de uma empresa prestadora de serviços

IRPJ

O Imposto de Renda – Pessoa Jurídica (IRPJ) incide sobre os rendimentos das organizações e é administrado pela Receita Federal. Suas regras variam conforme o regime tributário da empresa:

  • lucro real — incide 15% sobre o lucro de até R$20 mil por mês e com adicional de 10%, se for acima;
  • lucro presumido — presume-se que a empresa reserva um percentual do faturamento para o lucro conforme sua atividade (variando de 1,6% a 32%) e, sobre esse valor, aplica-se a alíquota de 15% (se o faturamento trimestral for inferior a R$187,5 mil) ou de 25% (se for acima desse valor);
  • Simples Nacional — embutido na alíquota única, que varia conforme o anexo e a faixa de receita bruta em que a empresa se encaixa.

CSLL

A Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) também incide sobre o faturamento da empresa, porém com a finalidade de financiar a seguridade social — e cuja alíquota varia de 9% a 20%. Suas regras são similares à do IRPJ, porém sem o adicional de 10%.

ICMS

O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incide sobre o montante da operação — incluindo frete e outras despesas — de saídas de mercadoria ou prestação de serviço interestadual ou intermunicipal.

A alíquota é diferente dependendo do estado de origem e destino da operação (7% a 12%), bem como se for dentro do próprio estado (17 a 19%). Além disso, ela ainda varia de 7% a 35%, conforme a essencialidade do produto.

ISS

O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN ou ISS) é um tributo de competência municipal cuja alíquota varia de 2% a 5%, de acordo com a cidade. É importante saber que o ISS aplicado é do município de onde o serviço é prestado, mesmo que o profissional seja domiciliado em outro.

Primeiramente, deve-se analisar a legislação do local. Depois, basta aplicar a alíquota sobre o valor bruto cobrado pela execução dos serviços. Além disso, para diferenciar os serviços tributados pelo ICMS e ISS, é preciso analisar a lista prevista na Lei Complementar 116/03, que dispõe sobre o ISS.

As empresas do Simples Nacional devem considerar um determinado sublimite de faturamento: se ultrapassado, elas recolherão o ISS e o ICMS fora do Simples. Os sublimites são:

  • R$1,8 milhão — Acre, Amapá e Roraima;
  • R$3,6 milhões — Distrito Federal e demais Estados.

PIS/PASEP e COFINS

PIS é o Programa de Integração Social, uma contribuição que objetiva financiar o pagamento do seguro-desemprego e o abono salarial dos colaboradores, enquanto o PASEP é destinado aos benefícios dos servidores públicos.

Já a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) foi criada para bancar a seguridade social. As alíquotas do PIS/PASEP e do COFINS também mudam conforme regime de tributação:

  • lucro real — PIS/PASEP é de 1,65%, enquanto o COFINS é de 7,6%. Incidem sobre o faturamento, mas são não cumulativos, isso significa que podem ser compensados certos custos e despesas (como a conta de luz);
  • lucro presumido — PIS/PASEP e COFINS de 0,65% e 3%, respectivamente. Têm regime cumulativo, ou seja, não há compensação;
  • Simples Nacional — compõe a alíquota única do regime.

INSS

A Contribuição Patronal INSS é uma obrigação previdenciária que consiste no recolhimento mensal de 20% do total das remunerações pagas aos colaboradores e trabalhadores avulsos que prestam serviços.

São vários os impostos de uma empresa prestadora de serviços. Por isso, é fundamental utilizar um sistema de gestão que auxilie no controle preciso, realizando os cálculos exatos e recolhendo na data correta, o que evita problemas com Fisco.

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Gestão Empresarial

Entenda 5 riscos de gestão de estoque no Excel

A planilha de controle de estoque é essencial para qualquer negócio, pois o gerenciamento adequado desse elemento contribui para a conquista de resultados positivos.

Entretanto, muitas organizações optam por realizar a gestão de estoque no Excel, o que gera vários riscos que podem comprometer o seu desenvolvimento no mercado.

Para informar você a respeito desses riscos, elaboramos este post que lista e explica os principais. Ao final da leitura, você poderá adequar seus processos e se preparar para lidar da melhor forma com eles, tomando as medidas necessárias para minimizá-los.

Boa leitura!

1. Complexidade nos relatórios e nas fórmulas

O Excel não é um programa desenvolvido especificamente para gerar relatórios, planilhas e gráficos complexos para controlar grande volume de dados.

Dessa forma, as fórmulas a serem aplicadas acabam sendo excepcionalmente complicadas, o que exige conhecimento avançado até mesmo para o usuário.

Por essa razão, é possível que o desenvolvedor não consiga criar as fórmulas necessárias para satisfazer as necessidades do negócio.

2. Falta de confiança e segurança nos dados

Mesmo que alguém com domínio consiga desenvolver as funcionalidades necessárias no Excel, os dados estão vulneráveis a vírus, extravios e erros.

Por exemplo: caso ocorra uma falha na fórmula, todo o complexo de cálculos é comprometido e dados irreais sobre o negócio são gerados.

Outro exemplo de dano pode ocorrer quando um vírus ataca o computador e apaga um componente do Excel, inutilizando todos os dados.

3. Demanda muito tempo para o preenchimento e a análise

A forma de utilização do Excel não se altera independentemente de como as planilhas são estruturadas. Isso significa que todos os usuários precisam acessar o programa, viajar pelas diferentes abas, analisar os números e preencher com as informações devidas no local correto.

À primeira vista, isso pode não parecer um problema, mas conforme a empresa cresce e se desenvolve, o volume de dados também aumenta e será necessário um grande número de planilhas e relatórios.

Os computadores se tornarão mais lentos e a gestão cada vez mais complexa, dificultando a alocação de dados pelos colaboradores. Isso ocorre pelo fato do Excel não ser escalonável e adaptável de acordo com o tamanho da empresa.

4. Perdas no fluxo e na análise de dados

Uma plataforma precisa ter um fluxo de informações e dados transparente, preciso e constante. A gestão de estoque deve englobar diferentes atividades como produção, almoxarifado, vendas, qualidade, perdas etc. Assim, diversas informações podem ser perdidas quando é preciso juntar dados de variadas planilhas, de versões distintas e, muitas vezes, preenchidas diferentemente.

Por essa razão, o fluxo de informações será comprometido, pois os computadores serão mais lentos e as planilhas precisarão de constantes adaptações ou correções. Isso impacta negativamente na análise de dados pelos gestores, já que ela poderá ser baseada em informações errôneas e vagarosa.

5. Falta de comunicação

Um dos elementos mais relevantes para a boa gestão é a comunicação e troca de informações entre os colaboradores dos setores ou departamentos de uma organização.

Por mais que o perito em sistemas consiga desenvolver as fórmulas adequadas no Excel, o programa não traz a possibilidade de criar canais de comunicação interna (entre os colaboradores) e externa (com os clientes). Assim, limita a produtividade e o crescimento do negócio.

Como você deve ter percebido, a gestão de estoque no Excel não é suficiente para suprir as necessidades da empresa, sendo necessário utilizar uma plataforma desenvolvida especialmente para esse objetivo, garantindo a minimização ou até mesmo eliminação dos riscos que listamos neste post.

Você sabe o que é um estoque de segurança? Leia nosso post que explica a importância dele e como fazê-lo.