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Materiais para Construção Tributação

Como escolher o regime tributário do seu depósito de construção?

No ramo da construção civil, especificamente em um negócio de depósito de construção, é fundamental que o gestor pesquise qual o melhor regime tributário para reduzir a carga tributária imposta sobre sua empresa.

Isso é fundamental para que ela cresça com suas finanças saudáveis e consiga competir nesse mercado. Se você quer saber quais são os regimes tributários e como escolher o melhor entre eles, continue a presente leitura para se aprofundar no assunto!

Quais são os principais tipos de regimes tributários?

Simples Nacional

Regime destinado às Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), que faturam entre R$ 480 mil e R$ 4,8 milhões por ano respectivamente. Nesse regime o recolhimento dos tributos é simplificado — oito tributos são pagos em uma única guia chamada Documento de Arrecadação Simples Nacional (DAS), com alíquotas reduzidas.

Quanto às empresas de obras e construção de imóveis, elas se encaixam no Anexo IV do Simples, e as alíquotas variam entre 4,5% e 33% conforme a receita bruta anual. Já os serviços de engenharia estão no anexo V, com alíquotas entre 15,5% e 30,5%.

Lucro Presumido

Esse é um regime que se presume que um percentual da receita deve ser destinado aos lucros. Após, são aplicadas as alíquotas de IRPJ (15%), CSLL (9%), PIS (0,65%) e COFINS (3%) sobre o faturamento bruto. Destaca-se que a presunção de lucros é diferente conforme a atividade:

  • 8% para IRPJ e 12% para CSLL: empreitada, serviços auxiliares e complementares e quando o empreiteiro fornecer todos os materiais para execução do trabalho;
  • 32% para IRPJ e 32% para CSLL: construção, recuperação, reforma, ampliação e concessão de serviços públicos.

Lucro Real

Nessa modalidade os tributos de IRPJ (15%), CSLL (9%), PIS (1,65%) e COFINS (7,6%) incidem diretamente sobre o lucro da empresa.

O PIS e COFINS são não-cumulativos, então podem ser descontados em alguns custos, como também se acrescenta 10% de IRPJ para cada parcela do lucro que excede R$ 60.000 trimestralmente.

Como saber qual o melhor regime para meu negócio?

É fundamental fazer uma estimativa de faturamento da empresa de acordo com a atividade que ela exerce. Nos casos em que a empresa fatura pouco, o Simples Nacional pode oferecer benefícios pelas alíquotas reduzidas.

Caso o faturamento seja maior, o Lucro Presumido ou Real se tornam mais atrativos, pois as alíquotas nas últimas faixas do Simples são altas para o anexo em que as atividades se encontram.

Como também, no Lucro Real ou Presumido, o IRPJ e o CSLL são aplicados sobre a margem de lucro, que subtrai despesas financeiras, administrativas e operacionais na contabilização. Já o Simples incide sobre a receita bruta, que computa todas as entradas na empresa.

Esse é um detalhe relevante na escolha do regime, pois o setor da construção civil costuma movimentar grande quantidade de materiais, o que eleva sua receita bruta.

Quais outras questões rotineiras devem ser consideradas?

No Simples, o ICMS não será inserido no DAS quando a empresa faturar mais de R$ 3,6 milhões, sendo recolhido de forma separada. O Imposto de Importação (II) também não é abrangido pelo sistema.

Além de considerar esse fato no cálculo, esses são dois tributos rotineiros de depósitos de construção que aumentam bastante o montante da receita bruta. Por isso, geralmente os regimes do Lucro Arbitrado ou Lucro Real são mais interessantes para essas empresas.

Como funciona a obtenção de crédito nos impostos?

O crédito fiscal é um incentivo em que impostos não-cumulativos permitem redução em determinados gastos da empresa. Um deles é o ICMS. Como ele somente deve ser pago uma vez em todo processo produtivo, o gasto em uma etapa será compensado nas próximas aquisições de produtos pela empresa.

No regime do Lucro Real os impostos PIS e COFINS são não-cumulativos. Seus valores podem ser utilizados em gastos com transportes, saída de mercadorias, armazenagem e até mesmo energia elétrica ou aluguel.

Sobre os negócios de depósito de construção, percebe-se que as alíquotas, lucro, receita bruta e obtenção de crédito devem ser minuciosamente calculados para escolher o regime tributário mais benéfico.

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Gestão Empresarial

Consultoria empresarial: Devo contratar?

Você sabe qual o papel da consultoria e como ela pode lhe ajudar na gestão empresarial?

No cenário econômico altamente competitivo em que os empreendimentos estão inseridos, é importante estar munido de boas informações, e que elas sejam confiáveis, a fim de que se tome sempre a melhor decisão.

A Consultoria, nesse sentido, tem papel fundamental no fornecimento de informações confiáveis e que ajudarão a gestão empresarial a alcançar os objetivos almejados. É comum ao falar de Consultoria, termos uma visão de algo que parte de fora para dentro, ou seja, de uma opinião ou profissional externo apontando os caminhos e soluções para a organização, mas é importante lembrar que a consultoria pode ser tanto interna como externa.

A Consultoria externa é pautada na possibilidade de visão isenta do negócio, com expertise e vivências de citações iguais ou semelhantes em ambientes completamente diferentes. Acaba sendo mais atraente para as empresas, pois a visão do Consultor externo, no geral, é mais ampla, o que possibilita um atenção concentrada, maior rendimento e efetividade. Por isso os serviços de Consultoria externa constituem uma das estratégias mais efetivas às organizações.

Mas o que é consultoria?

Consultoria é a prática pelo qual uma pessoa capacitada ajudará uma empresa/cliente a mudar a realidade atual e chegar em uma outra situação desejada, envolvendo necessariamente o agente insatisfeito com a situação e com o desejo de mudança, do outro lado o consultor com suas habilidades e vontade de ajudar no processo e chegar ao objetivo.

PARREIRA (1997) define Consultoria como o ato de um cliente solicitar e pedir pareceres, opiniões, estudos, a um especialista contratado para que este auxilie, apoie, oriente o trabalho administrativo.

O Instituto Brasileiro de Consultoria Organizacional – IBCO ainda define a consultoria como sendo um processo interativo entre um agente de mudança (consultor externo e/ou interno) e seu cliente. Nesse sentido, o agente de mudança assume a responsabilidade de aconselhar e auxiliar na tomada de decisões de seus clientes, mesmo não tendo o controle direto da situação e do poder de decisão.

Qual deve ser o perfil do profissional Consultor?

Segundo o IBCO, os requisitos essenciais de um Consultor Organizacional:

– Ser profissional experiente, perito, capacitado técnica e legalmente, idôneo, ético, isento, imparcial, auto motivado para a missão. Possuir conhecimentos e habilidades específicas com a visão “de fora”, usando atitudes corretas, autenticidade, capacidade analítica e as ferramentas necessárias (muitas, até desconhecidas pela organização) que ofereçam os melhores resultados para a empresa-cliente;

– Influir positivamente (e não traumaticamente ou ameaçadoramente) sobre pessoas, grupos e a organização, visando prepará-los para um objetivo planejado, de aceitação e aperfeiçoamento;

– Produzir aconselhamentos, treinamentos e orientações para controle e desenvolvimento organizacional, conforme sua experiência e nos padrões de gestão que melhor atendam a seus clientes;

– Investigar, identificar, estudar e solucionar problemas;

– Indicar métodos e soluções a serem adotados, com as condições para sua implantação.

Então se eu contratar um Consultor será o fim dos meus problemas?

Vamos com calma, nem tudo é tão simples quanto parece!

É claro que contar com a ajuda de um profissional qualificado e com vivência prática externa, lhe ajudará na organização, redefinição e melhoria dos processos na sua empresa, mas o Consultor sozinho não conseguirá fazer isso. Para que a Consultoria contratada obtenha o êxito máximo é preciso que os gestores estejam bem alinhados e também convencidos de que os resultados virão à medida que as sugestões e tarefas forem cumpridas.

Todos os trabalhos de consultoria só apresentarão resultados eficientes se o cliente estiver envolvido na implementação das soluções. Caso o acompanhamento por parte do cliente não ocorra, o empenho do Consultor em lhes passar a vivência e aprendizado da consultoria, não surtirá resultados positivos.

A decisão de consultar, em regra deve vir antes da dor!

É comum a maioria das pessoas ir ao médico fazer uma consulta somente depois que já está sentindo algum incômodo, mas essa não é a regra; há pessoas que procuram os profissionais da saúde antes de se sentirem mal, quando isso ocorre é porque elas estão preocupadas em manter ou até melhorar a sua condição atual.

O mesmo deve ocorrer com as empresas. Não deixe para procurar um Consultor (médico das empresas) somente quando as coisas estiverem mal, procure sempre o aconselhamento desse profissional qualificado para manter e até melhorar a saúde da sua empresa.  Se já chegou ao “estágio da dor”, a busca por um Consultor deve ocorrer de forma imediata, a fim de que problemas maiores possam ser evitados.

Saia na frente e obtenha sempre vantagens competitivas em relação às demais organizações do mercado, melhore os seus processos, implemente novas metodologias de trabalho, corrija o que for necessário, mas não hesite em mudar, pois é isso que fará a sua organização crescer.

Fica aqui o registro de uma frase emblemática cuja autoria é atribuída a Peter Drucker, considerado o pai da Administração moderna:

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Atendimento

5 práticas para fazer o gerenciamento de uma rede de lojas

Conhecer boas práticas de gerenciamento é fundamental para toda empresa que deseja manter um alto padrão de qualidade em sua rede de lojas. Afinal, não são poucos os desafios nesse sentido.

Em primeiro lugar, uma boa administração demanda a gestão diferenciada de pessoas, a verdadeira organização de processos e um apoio nivelado entre as unidades. E o gestor é a pessoa que deve trabalhar tudo isso para manter um bom equilíbrio na instituição.

Então, para ajudar você, neste artigo apresentaremos 5 dicas de como gerenciar uma rede de lojas com eficiência e assertividade. Continue lendo e confira!

1. Mantenha tudo organizado

Manter a organização é um fator essencial para o sucesso de qualquer negócio, independentemente do seu porte ou setor de atuação. E aqui, quando falamos em organização, não se trata apenas do controle das atividades importantes — como processo de compras, estoque, fluxo de caixa, vendas etc. —, mas também da forma como o gestor lida diretamente com as equipes de trabalho.

No caso de uma rede de lojas, é praticamente impossível realizar esse acompanhamento manualmente. Por isso a tecnologia é primordial na gestão de uma rede de lojas. Para garantir uma ordenação completa, é necessário contar com soluções inteligentes, ferramentas que otimizem e facilitem esse gerenciamento.

2. Faça um planejamento das ações

Com um planejamento bem desenvolvido, o gestor consegue pensar e projetar pontos importantes para manter a estabilidade do negócio. Por exemplo:

  • novas contratações;
  • metas estabelecidas;
  • investimentos necessários;
  • futuras inaugurações;
  • operações em cada filial.

Aqui, mais uma vez, é imperativa a implementação de ferramentas que ajudem a transmitir, com segurança e rapidez, todas as informações definidas nos planejamentos, garantindo um equilíbrio de qualidade entre as unidades.

3. Treine bem a sua equipe

Nem o melhor gestor consegue trazer bons resultados sem a participação da sua equipe. Além disso, sem colaboradores devidamente preparados, os investimentos em soluções tecnológicas não surtirão o efeito desejado. Logo, aplicar sistemas de treinamento e aperfeiçoamento se torna crucial.

Não se trata, contudo, apenas de aprimorar as habilidades técnicas dos colaboradores. É necessário um verdadeiro trabalho de alinhamento das equipes com os propósitos e a política da empresa, fazendo com que todos sejam direcionados ao mesmo objetivo e sob os mesmos valores.

4. Padronize os processos

Um dos segredos de sucesso das grandes redes de lojas é a sua manutenção de um padrão único. Por exemplo: a eficiência no atendimento ao cliente deve ser a mesma em todas as unidades da empresa.

Para conseguir isso, é necessário um controle muito eficaz dos processos internos, visando não só a integração, mas um trabalho realmente sincronizado — isso envolve, inclusive, o que tratamos anteriormente sobre a organização.

Se a empresa matriz conseguir alinhar essa execução de tarefas, o método será aplicado com mais facilidade nas filiais da marca. Para isso, o gestor deve conhecer detalhadamente todos os processos da empresa e indicar os profissionais mais qualificados para cada um deles, mostrando de forma direta o melhor caminho para o funcionamento dos setores.

5. Escolha uma ferramenta de controle

Já dissemos: a tecnologia tem um papel importantíssimo na gestão de uma rede de lojas atual. Diante de tudo o que vimos até aqui, é praticamente impossível desenvolver um eficiente trabalho de gerenciamento sem lançar mão de ferramentas tecnológicas. Então, para não correr riscos, escolha um software que se adéqua, de fato, ao perfil da sua empresa — ou seja, aquele que facilitará o controle e o compartilhamento de informações entre todos os setores e unidades.

Enfim, essas foram algumas dicas essenciais para executar um ótimo gerenciamento de uma rede de lojas. Com uma equipe bem treinada e ferramentas inteligentes, a sua empresa consegue manter um padrão de excelência em qualquer uma de suas representações. Agora, analise as informações apresentadas e melhore cada vez mais o desempenho da sua rede!

E aí, achou o artigo interessante? Então, que tal continuar se atualizando e conhecer 4 desafios do varejo para os próximos anos?

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Atendimento

Como escolher o melhor emissor de nota fiscal eletrônica?

Escolher um bom emissor de nota fiscal eletrônica é importante para toda empresa que deseja otimizar os seus processos e evitar dificuldades em uma questão tão essencial para a continuidade do negócio.

O fato é que um emissor de nota fiscal eletrônica tem o objetivo de facilitar os processos de controle e vendas de uma organização, além de garantir o pagamento dos tributos corretamente. Quando acontecem falhas nesse sistema, a empresa pode ter diferentes problemas com órgãos competentes.

Para ajudar, neste artigo, apresentaremos dicas indispensáveis de como escolher o melhor emissor de nota fiscal eletrônica. Continue lendo para saber como evitar contratempos e extrair os melhores resultados. Boa leitura!

Sistema totalmente automatizado

Hoje, automatizar é preciso. Em pleno século XXI, contar com a tecnologia já deixou de ser um diferencial competitivo e se tornou uma obrigação para todas as empresas que desejam se manter fortes no mercado.

Logicamente, um emissor de nota fiscal eletrônica já é uma ferramenta tecnológica. Todavia, aqui, você deve se certificar sobre todas as funções oferecidas. Nada de ficar gerenciando ou executando tarefas manuais.

Somente emitir a nota fiscal não é suficiente. O sistema deve realizar as outras etapas do processo de forma automática, por exemplo:

  • encaminhar para o cliente;
  • controlar cancelamentos automáticos;
  • conexão direta com órgãos competentes.

Sistema que lide com instabilidades das prefeituras ou da SEFAZ

Cada prefeitura trabalha de forma diferente, apresentando particularidades. Um bom emissor de nota fiscal eletrônica deve ser capaz de comunicar de maneira automática, bem como lidar com as peculiaridades de cada processo.

Da mesma forma com a SEFAZ. O órgão, por vezes, pode apresentar instabilidade em sua comunicação. É imperativo que o software consiga superar essa dificuldade e tente realizar a emissão quantas vezes for necessário, sem que o usuário tenha que intervir.

Suporte especializado e rápido

A tecnologia é realmente importante nos dias de hoje. Contudo, ela só trará resultados consistentes se o usuário souber executar as funções mais importantes. Logicamente, sempre existirão dúvidas em diferentes pontos. Sendo assim, é fundamental contar com um suporte diferenciado do fabricante ou fornecedor.

A emissão de nota fiscal é uma questão vital para a continuidade do negócio. Não vale a pena investir em uma ferramenta que aparenta ser de qualidade, mas não oferece um suporte adequado. Para não correr riscos, coloque sempre o custo-benefício como um fator importante e analise as perspectivas em médio e longo prazo.

Integrado a outros sistemas

Um emissor de nota fiscal que não pode ser integrado ao seu meio de pagamento não é a melhor escolha. A integração de sistemas é um dos segredos de sucesso de grandes empresas, tornando os processos mais ágeis e eficazes.

Assim, ao pesquisar por um software, coloque essa condição como algo primordial. Se você faz transações pela internet (algo essencial hoje em dia), a ferramenta precisa se conectar ao meio de pagamento e emitir as notas fiscais a partir de cada negociação concluída.

Apresente segurança dos dados

Proteger os dados de possíveis fraudadores e hackers também é uma realidade do século atual. Por isso, o software de emissão deve apresentar uma estrutura que proteja as informações e torne as transações seguras.

É importante que o programa permita uma comunicação direta entre você e o seu contador para que as duas partes compreendam tudo que está acontecendo na empresa de forma simultânea. Além disso, é interessante que o software emita relatórios de faturamento.

Outro ponto que reforça a segurança é o envio automático das notas para os clientes. Além de evitar tarefas manuais, essa facilidade impede ruídos na comunicação e permite que o cliente tenha o documento de maneira rápida e segura.

Estas foram algumas dicas a se considerar na hora de escolher o seu emissor de nota fiscal eletrônica. Analise as informações e evite problemas com a SEFAZ, prefeituras e demais órgãos. Garanta que seus processos sejam otimizados e ofereçam uma experiência diferenciada aos seus clientes.

Quer conhecer a melhor ferramenta de emissão de notas fiscais eletrônicas? Acesse e saiba mais.

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Atendimento E-commerce

E-Commerce: Seu negócio existe fora do ambiente onde ele está instalado?

Pegando o gancho de um ditado popular: “quem não é visto não é lembrado”, eu aproveito para provocar as seguintes reflexões: De que forma o seu negócio é visto por seus potenciais clientes? A visão do negócio se restringe apenas ao local em que ele está instalado atualmente?

Se você não sabe a resposta da primeira pergunta e a resposta da segunda for “SIM”, cuidado!

A maioria das organizações que têm pretensões de além de se manterem no mercado, também expandirem os seus negócios, já começam a se planejar no sentido de atender a demanda e a mudança de comportamento dos consumidores no momento de fazerem as suas compras. É notório que o consumidor está deixando gradativamente de comprar em lojas físicas e estão migrando para as lojas virtuais.

Mas afinal o que é E-Commerce?

E-Commerce no sentido literal da tradução para o português significa “comércio eletrônico”, um modelo de comércio que permite ao consumidor a comodidade de realizar suas compras, sejam elas de produto ou serviço, por meio de plataformas eletrônicas, possibilitando realizar quaisquer que sejam as movimentações financeira para a realização do negócio, movimentações essas que são na maioria das vezes feitas por computadores ou meios eletrônicos como celulares e tablets.

A exemplo desse tipo de serviço, temos diversos modelos de lojas virtuais já consolidadas no mercado, sendo elas dos mais variados segmentos do varejo: cama, mesa e banho, loja de materiais esportivos, ferragens e ferramentas, eletrodomésticos entre outras centenas ou milhares de segmentos.

O mais interessante é perceber o quanto este tipo de comércio cresceu e se consolidou, sem falar na velocidade com que tudo isso aconteceu. Bem no início do modelo de vendas e negociações on-line, o modelo de E-Commerce era basicamente utilizado para vender produtos cujos valores eram relativamente baixos, como por exemplo: livros e CD’s. Nos moldes atuais o E-Commerce já possuem lojas que vedem produtos que custam milhões. Por meio de lojas on-line é possível comprar casas, apartamentos, iates, helicópteros, carros de luxo e tudo mais que você possa imaginar.

Não é brincadeira, o modelo de negócio está cada vez mais seguro, crescendo e se consolidando como uma das principais formas de se fazer compras, pois mesmo produtos que até bem pouco tempo era inimaginável que pudessem ser vendidos pela internet, hoje são amplamente comercializados, a exemplo temos: roupas, comida, perfumes e etc.

Devo investir em um comercio eletrônico para o meu negócio?

Sim, se a sua vontade é que o seu negócio obtenha uma boa fatia de receitas que esse tipo de comércio está produzindo.

Pesquisas realizadas por Ebit e Atlas demonstraram que o segmento de venda por meio do E-Commerce foi responsável por até 31% de todas as vendas/compras realizadas em 2017e que as empresas que já estão no mercado investem até 9% de suas receitas para ampliação e melhorias dos seus canais de venda.

O mercado é vasto e há ainda muito a ser explorado. Estamos tratando de cifras bilionárias, de taxas de conversões em vendas baixíssimas, tudo podendo ser melhorado e fazer com que o setor cresça a uma velocidade gigantesca. A prova disso está no crescimento de mais de 20% no faturamento em 2017 em relação ao ano anterior.

De que forma você imagina a sua loja daqui a alguns anos?

Todas as pesquisas realizadas com o intuito de tentar captar a percepção dos empresários varejistas mais atentos a essas mudanças, apontam que grande parte deles já têm um ideia de como o negócio deveria funcionar em um futuro bem próximo, sendo o elemento principal que é citado é sempre a utilização de tecnologias para a otimização de processos e expansão dos canais de vendas e relacionamento com o cliente. É verdade que a tecnologia marcará boa parte dessas grandes transformações, mas não é sozinha que ela irá continuar revolucionando as experiências de compra e venda. A mudança culminará em lojas com cada vez menos funcionários e mais automatizada e ainda assim muito mais baseada nos serviços do que na própria venda. É importante entender a dinâmica do negócio a fim de fazer bom uso de todos os recursos disponíveis para se adaptar às demandas de consumo dessa nova geração.

Conhecer o cliente é importantíssimo na hora de decidir em que tecnologia você irá investir. Saber onde ele busca informações e que tipo de dados os convencem a realizar uma compra fará com que o investimento em tecnologias adequadas venha surtir resultados ainda mais significativos para o seu negócio.

Quais as vantagens de ter uma loja on-line (E-commerce)?

  • Possibilidade de venda 24h por dia, de domingo a domingo;
  • Redução de custos operacionais;
  • Entrega de um “serviço de venda” personalizado ao cliente;
  • Possibilidade de oferta de um mix de produtos muito maior que na loja física;
  • Padronização dos processos;
  • Atender clientes que antes não estavam no seu raio de alcance;
  • Possibilidade de aumentar consideravelmente o seu faturamento;
  • Uma loja on-line é um marketing para o seu negócio, pois poderá ser encontrada por qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo.

Viu como parece muito bom investir em tecnologia e inovação para o seu negócio? E realmente é, mas antes de o fazer pense em duas coisas básica que lhe ajudarão durante o processo: a tecnologia deve estar a favor do seu público alvo a fim de melhorar suas experiências de compra ,e em relação à empresa, a tecnologia deve ser um importante instrumento de redução de custos.

Para finalizar deixo aqui uma frase bem interessante e que tem sua autoria geralmente atribuída a Bill Gates (fundador da Microsoft):

“Se o teu negócio não está na internet, teu negócio não existe.”

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Um forte abraço e até a próxima!

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Atendimento

O que acontece se você sonegar os impostos da sua empresa?

É fundamental que todos os empreendedores, sócios, contadores e colaboradores de uma empresa saibam o que é sonegar impostos, pois suas penalidades são excessivamente onerosas e prejudicais, tanto para o negócio quanto para a pessoa física.

Para evitar as sanções da sonegação, leia este conteúdo que informa o que é sonegar impostos, quais são suas consequências, quem pode ser penalizado e quais são as melhores dicas para manter o controle fiscal da organização.

O que exatamente é sonegar impostos?

Sonegar é a prática de esconder ou omitir informações. Quando se relaciona o termo com impostos, resulta na omissão de dados com o objetivo de esconder rendimentos ou atividades realizadas para pagar menos tributos, sejam eles impostos, contribuições sociais, contribuições de melhorias, taxas ou qualquer adicional legal.

Alterar informações nas declarações com a finalidade de reduzir total ou parcialmente uma dessas obrigações, desde que o processo não esteja previsto em lei, consiste em sonegação. O ato está previsto no art 1º da Lei 4.729/65, o texto prevê diferentes tipos de sonegação, são eles:

  • prestar declarações falsas ou omitir informações;
  • inserir elementos inexatos, omitir operações ou rendimentos;
  • alterar documentos e faturas relativos às atividades mercantis;
  • fornecer ou omitir documentos graciosos (valores gastos com liberalidade) e modificar despesas;
  • exigir, receber ou pagar porcentagens sobre parcela a deduzir do IR para obter incentivo fiscal.

Quais são as consequências da sonegação?

A sonegação é considerada como crime, portanto, suas sanções são mais severas. O mesmo artigo da Lei 4.729/65 informa as penalidades para as empresas, elas podem prejudicar significativamente o negócio e criminalizar os gestores. As consequências previstas na lei são:

  • multa: de 2 a 5 vezes o montante devido pela empresa;
  • penhora de bens: a empresa ou até mesmo os responsáveis poderão ter seus bens penhorados em uma eventual execução fiscal para pagar a obrigação;
  • detenção: recolhimento do responsável ao sistema prisional pelo período de 6 meses a 2 anos.

É importante saber que os valores a serem pagos, tanto os impostos sonegados quanto as multas, têm acréscimo de juros e correção monetária (correção da moeda). Assim, o fluxo de caixa da empresa poderá ser comprometido e até inviabilizar o negócio.

Como se não bastasse, a imagem da organização ficará prejudicada no mercado, sendo mal vista por investidores, colaboradores, fornecedores, parceiros e instituições financeiras, lesando ainda mais o desenvolvimento da empresa.

Quais são as pessoas que podem ser penalizadas?

Não é somente a empresa que pode sofrer sanções da sonegação, a pessoa física que representa a empresa, o responsável ou quem teve participação no crime também arcarão com as consequências. Entre os que podem ser responsabilizados estão:

  • sócios: principal responsável pela sonegação;
  • contadores: deve ser demonstrada a má-fé do contador;
  • colaboradores: se for comprovada a participação no processo.

Basta o dolo genérico para imposição da penalidade. Assim, não são importantes os motivos que levou a pessoa a praticar o crime.

Como manter o controle fiscal da companhia?

Contratação de uma boa contabilidade

A primeira medida é contratar contadores especializados, pois esses profissionais estudam profundamente a legislação fiscal, tributária e contábil do Brasil. Lembre-se de que o papel do contador vai além da simples declaração de tributos, eles também tomam as medidas para otimizar e aprimorar os processos fiscais internos da organização.

Automação dos processos fiscais

Muitas vezes, confusões com documentos podem fazer com que surjam as situações configuradas como sonegação fiscal. Erros humanos são completamente comuns, mas, ainda assim, será necessário despender muito tempo e capital para reverter as situações geradas.

Para solucionar esse problema, recomenda-se que a empresa automatize os processos fiscais. O uso de um sistema de gestão empresarial minimiza a ocorrência de erros e atrasos, traz mais segurança ao evitar perdas de dados, otimiza os processos e ainda organiza os documentos automaticamente, evitando a ocorrência de sonegações.

Sonegar impostos causa prejuízos excepcionalmente danosos, é essencial que o gestor tome as medidas necessárias para evitar que essas situações ocorram para garantir a sobrevivência de seu negócio.

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Gestão Empresarial

Títulos de clientes em atraso: O que fazer?

O serviço de cobrança é uma atividade até bem antiga, mas cada vez mais atual e que vem sofrendo diversas mudanças nos últimos anos. A forma de abordagem do devedor mudou drasticamente, muito em função de algumas legislações, em especial a legislação de proteção ao consumidor, hoje muito conhecido como Código de Defesa do Consumidor, que foi consolidado em 1990. Através deste regulamento é que se definiu os procedimentos de cobranças que devem ser adotados pelos credores.

Dito isso, fica evidente a necessidade de ter pessoas treinadas, com perfil para o serviço de cobrança e negociação. E agora você deve estar se perguntando: devo contratar um funcionário ou terceirizar essa função?

Conheça o seu cliente

Antes de tomar qualquer decisão é importante conhecer o mercado e também o perfil dos clientes que fazem parte da sua carteira de consumidores. Entender o cenário econômico é fundamental, pois através dele é possível traçar tipos de comportamento e comparar períodos semelhantes em relação a economia, governo e etc. Esses elementos interferem diretamente no processo de concessão de créditos, o que nos últimos anos ocorreu com frequência e de forma mais facilitada, com juros relativamente baixos para a realidade nacional. O resultado a maioria de nós já conhece: segundo dados fornecidos pelo próprio Serasa Experian, o número de inadimplentes atingiu a marca de 61,8 milhões em 2018, chegando à maior marca histórica desde que essas informações passaram a ser medidas.

Percebe que o serviço de cobrança e renegociação vai sempre existir? Mesmo que o cliente tenha sempre boas intenções enquanto devedor, ele está sujeito a diversos fatores externos com os já citados, que podem diminuir ou retirar totalmente a sua capacidade de pagamento. O mais importante é fornecer meios para que esse cliente consiga honrar com os seus compromissos e que a receita financeira esperada seja efetivamente realizada no caixa da empresa, sem perder também o vínculo criado entre ambas as partes.

Nessas horas é fundamental contar com serviços de cobranças especializados, seja através de um profissional vinculado a atividade da empresa como funcionário ou um profissional terceirizado.

Contratar ou terceirizar?

Quando for a hora de decidir sobre se contratar ou terceirizar, verifique o seu fluxo de cliente inadimplentes, considerando até mesmo aqueles clientes que atrasam por um período menor de tempo, faça a relação dos custos que terá nas duas situações, e decida sempre sobre a alternativa que lhes dará o melhor custo benefício.

Pense que para ter um funcionário específico a essa atividade, você terá custos operacionais com equipamentos, salários, energia, internet, dentre outros, além do risco de não poder contar com a força de trabalho desse funcionário em alguns momentos, então “coloque tudo isso na balança” na hora de decidir. Se a opção for por terceirizar, faça-a da mesma forma.

A bem da verdade, a maioria das organizações que estão preocupadas com padronização, expansão e maximização dos resultados sem deixar de lado a redução de custos operacionais, já fazem a terceirização dos serviços de cobranças.

Além de todos os motivos citados, a comodidade e maior segurança no processo de cobrança têm sido um grande diferencial das empresas que são especializadas com esse tipo de serviço. Em boa parte dessas empresas não são cobradas nenhuma mensalidade e /ou custos fixos, ficando acordado com o credor apenas um percentual sobre os resultados alcançados mediante os serviços de cobrança, ou seja, o credor acaba dividindo apenas uma parte do capital recebido com a empresa de cobrança.

Por que terceirizar?

Quando se opta por terceirizar é possível perceber algumas vantagens, dentre elas:

  • A empresa contratada tem por atividade fim a cobrança, em regra tem mais expertise para executar essa atividade;
  • Aceleração no retorno de contas atrasadas;
  • Redução dos custos operacionais;
  • Aumenta a produtividade dos funcionários;
  • Preservação de um bom relacionamento com o cliente;

As vantagens são muitas e devem ser analisadas verificando também o contexto em que serão aplicadas.

O Artigo não tem a intenção de dizer qual o melhor método de cobrança a ser utilizado, mas sim esclarecer que esse serviço deve ser tratado como um dos principais e mais importantes dentro de uma organização, principalmente pelo fato de vivermos em uma economia tão instável.

A tendência atual é que passemos por um período de recuperação da economia nacional e claro, junto com essa alavancagem vem também a demanda por créditos e créditos cada vez maiores.

Não deixe para estudar as possibilidades somente quando a necessidade surgir, antecipe-se. Para que você obtenha resultados positivos nos negócios e eventualmente nas cobranças de títulos, tenha a sua disponibilidade um software de gestão que lhes permitirá registrar todas as informações necessárias da sua carteira de clientes, que fará a gestão financeira dos seus parcelamentos e concessões de créditos.

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Atendimento Empreendedorismo Franquia

Como fazer a empresa crescer sem perder a qualidade?

Saber como fazer a empresa crescer constantemente é essencial para todos os empreendedores que desejam ser bem-sucedidos. Afinal, crescer significa fazer com o negócio gere lucros e se mantenha forte no mercado.

Além disso, ao se manter estagnada por muito tempo, a empresa pode acumular dívidas e quebrar depois de um tempo. E isso pode acontecer em razão de diversos fatores, por exemplo, má gestão, falta de visão e inovação, falta de investimentos ou, até mesmo, por ser ultrapassada e ser engolida pelos concorrentes.

Para fazer sua empresa crescer em um ritmo adequado, neste artigo apresentaremos ótimas dicas de um planejamento estratégico para ajudar no crescimento escalonado e sustentável do seu negócio. Continue a leitura e confira!

Desenvolva um plano de negócios

Basicamente, um plano de negócios apresenta, por escrito, os objetivos de uma empresa e quais passos serão necessários para que essas metas sejam alcançadas. A ideia central é diminuir os riscos pelo caminho e aumentar as chances de sucesso.

Por essa definição, fica claro o quanto a criação de um plano de negócios é essencial para uma empresa crescer com qualidade. Ele será a base de sustentação, evitando que o empreendedor caia em armadilhas.

Na prática, o plano de negócios é a ferramenta que ajudará o empresário saber se o próximo movimento é viável. Além disso, ele auxilia em outras questões essenciais, tais como:

  • clientes;
  • concorrentes e fornecedores;
  • informações sobre produtos e serviços.

Outra grande vantagem dessa ferramenta é que, com ela, o empreendedor consegue identificar os pontos fracos e fortes do negócio, fazendo com que ele trabalhe sempre dentro da sua realidade.

Estabeleça modelos de gestão de franquias

No modelo de gestão de franquias, impera a ideia de trabalhar para expandir o negócio constantemente. Não apenas isso, a missão se concentra em crescimento nivelado, um trabalho que apresenta qualidade em todas as representações da marca.

Ainda que o seu negócio não seja uma franquia, esse conceito é importante para que o crescimento aconteça sem sustos e de maneira ordenada. Além disso, ao introduzir com sucesso essa ideia, os colaboradores trabalharão em ritmo parecido, demonstrando a mesma eficiência, ainda que o gestor não esteja sempre presente.

Isso acontece porque em modelos de franquias os processos são bem definidos, e isso simplifica o entendimento geral sobre o que é preciso fazer para desenvolver um trabalho diferenciado.

Invista em tecnologia

Estamos vivenciando a era tecnológica. Não há como pensar em desenvolvimento sem a participação de ferramentas inteligentes. No mundo corporativo, softwares de gestão e de aperfeiçoamento de atividades são o segredo do sucesso de muitas empresas.

Por isso, para impulsionar o seu negócio e oferecer ainda mais qualidade para os clientes, analise quais processos necessitam rapidamente de uma automatização e opte por fornecedores que apresentam um bom histórico e ofereçam suporte adequado.

Desenvolva processos e treinamentos constantes

Um ótimo plano de negócios e ferramentas inovadoras não serão suficientes se a sua equipe de trabalho não demonstrar conhecimento suficiente. O pilar central de qualquer empresa são as pessoas que trabalham no local.

Nesse sentido, quanto mais qualificados forem os colaboradores, maiores serão as chances de sucesso. Além disso, treinamentos fazem parte da estratégia motivacional, pois os funcionários se sentem mais valorizados e engajados em razão dos investimentos aplicados.

Enfim, esses foram alguns dos pontos mais importantes dentro de um planejamento estratégico que tem como objetivo fazer a sua empresa crescer. Porém, como apresentado, é essencial contar com ferramentas inteligentes para otimizar os processos e facilitar o trabalho dos colaboradores. Então não perca tempo! Analise as informações e aumente agora mesmo a qualidade do seu negócio.

Continue se aprofundando no assunto e confira o nosso artigo sobre como reduzir os custos da sua empresa com a ajuda de um ERP.

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A importância do Cadastro de Clientes

Você já se perguntou qual a importância do cadastro de clientes? Ou nunca se atentou se há ou não importância no preenchimento dos dados cadastrais?

Pois bem, este artigo irá mostrar algumas das principais vantagens de se ter um bom cadastro de clientes e como fazer dessas informações um importante meio de relacionamento com o seu cliente.

É notória a grande evolução da relação de consumo. Cada vez mais tem sido uma tarefa difícil a fidelização e a aproximação com o cliente final. Manter um cliente em sua carteira é algo que requer ações específicas.

Relação de Consumo

Com o mercado altamente aquecido, os consumidores deixaram de ser tão “fieis”, ao procurar por um produto ou serviço. Eles facilmente optam por um que seja similar, com preços menores e condições de pagamentos facilitadas. Tudo isso faz com que esse consumidor não se prenda facilmente a um estabelecimento apenas, e é aí que mora o desafio. As estratégias para a fidelização desses clientes são vastas, mas, hoje nos atentaremos apenas a uma delas, o Cadastro de Clientes.

Algumas organizações ainda não possuem uma base de dados que lhes permitam fazer o cadastro dos seus clientes, o que é um grande erro. Muitas das vezes o processo de cadastro é visto como algo burocrático, demorado e sem utilidade prática, ou de modo geral, é desconhecida a sua importância.
Mas se uma organização não possui os dados básicos de seus clientes, ela sabe quem é o seu público consumidor?

É somente através do cadastro de clientes, que é possível traçar um perfil do consumidor, saber a recorrência de compras, quais as suas preferências, quanto ele tem gastado, e a partir daí, oferecer um produto ou serviço que chame a atenção e atenda a individualidade de cada um.

Para começar a fazer a gestão da sua carteira de clientes é preciso primeiramente ter um software que lhe permita a inclusão de tais dados. Se você já tem, então comece pensando o que será importante ter de informações básicas e que tipo de ações poderão ser realizadas a partir destas. Feito isso, faça a coleta das informações ao passo que o seu público consumidor vier ao estabelecimento fazer novas compras.

Quanto ao número de informações a serem coletadas, tome bastante cuidado e não peça informações que não serão relevantes para a sua organização. Esse tipo de erro pode acarretar no desinteresse do cliente em fazer o cadastro. Evite fichas longas de preenchimentos e faça com que o cliente lhe diga todas as informações que você precisa em uma conversa breve e descontraída.

Os dados principais nessa primeira fase, são:
Nome:
Endereço:
Telefone:
Email:
CPF/CNPJ:
Data de Aniversário:

Perceba que coloquei “data de aniversário”, não se esqueça, ter uma carteira de cliente implica em relacionamento e, principalmente, se for uma pessoa física, este tipo de informação pode ser bem relevante.

Quais as principais vantagens de se ter um cadastro de Clientes?

As vantagens de possuir uma carteira de clientes com registros atualizados são inúmeras. Essas informações são importantíssimas para a continuidade e expansão dos negócios. Dentre elas estão:

  •  Conhecer a fundo o seu cliente e saber qual o tipo de produto/serviço ele consome;
  •  Traçar perfis de consumo;
  •  Classificar os seus clientes por gênero, faixa etária e ticket médio de compra;
  •  Analisar média de compras por período e oferecer produtos relevantes e no tempo certo para o seu cliente;
  •  Possibilidade de mais vendas com a oferta de produtos complementares e envios de novidades e promoções;
  •  Ações de marketing e pós-vendas serão melhor planejadas se o gestor tiver esse tipo de informações;
  •  Atendimento personalizado (isso faz toda diferença, pois o cliente percebe que aquela mensagem/ produto/serviço foi enviado para atender as suas necessidades específicas;
  •  Do ponto de vista gerencial, evita desperdícios financeiros e desgaste de imagem;
  •  Um bom cadastro de cliente permitirá que o contato seja imediato, que a mercadoria não chegue no endereço errado, ou que o cliente não seja cobrado por uma dívida que não lhe pertence;
  •  Do ponto de vista operacional, um cadastro de cliente bem feito, evitará transtornos desde a emissão do documento fiscal até a entrega do produto.

Percebeu? Eu poderia descrever outras tantas importantes vantagens, mas se atente as que foram citadas. Perceba na prática através da sua atividade quais outras vantagens podem ser tiradas de se ter uma carteira de clientes sempre atualizada e em constante expansão.

Que tal começar agora?

Todas as informações que você precisa, são facilmente repassadas por seus cliente. Explore esse canal de comunicação como um diferencial no atendimento às necessidades de sua clientela. São as pequenas ações que fazem toda a diferença!

Não descuide de realizar um bom atendimento, ofereça sempre produtos e serviços de qualidade, se preocupe com a imagem da empresa nos aspectos físicos e de como as pessoas a enxergam, pois são esses elementos que manterão os já clientes e, consequentemente, lhes permitirá alcançar ainda mais.

Ficou claro para você qual a importância do cadastro de clientes? Se sim, ótimo! Caso ainda tenha ficado alguma dúvida, entre em contato conosco através de nossos canais de atendimento. Será um prazer conversar com você e lhe ajudar a fazer excelentes negócios.

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Um forte abraço e até a próxima!

Para descobrir como proteger essas informações importantíssimas para a sua empresa, leia também:
https://blog.nortesys.com.br/gestao-empresarial/a-importancia-da-seguranca-da-informacao-aliada-ao-software-erp-2/

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Como aumentar seus lucros no varejo com uma boa gestão de compras?

O aumento de lucros de uma empresa no varejo está diretamente ligado ao bom trabalho da gestão de compras. Em outras palavras, se o departamento responsável por suprir a organização desenvolve um serviço de qualidade, as chances de prejuízo diminuem e a lucratividade se torna uma consequência natural.

Para ajudar a sua empresa a lucrar mais, apresentaremos alguns passos que podem ser praticados para garantir uma boa gestão de compra. Continue lendo e confira!

Estude e defina fornecedores-chave

O sucesso de uma boa gestão de compras passa pela escolha dos fornecedores. Ao acertar nessa etapa, as chances de a empresa lucrar em médio prazo aumentam consideravelmente. Porém, para não errar é preciso primeiramente conhecer o seu próprio negócio — nesse conhecimento também deve estar incluso a análise do perfil do seu cliente.

É necessário que você conheça os pontos fracos e fortes da sua empresa, bem como as expectativas do seu público-alvo. Com isso, torna-se possível definir os fornecedores-chave com mais tranquilidade.

O próximo passo é estudar os potenciais fornecedores do seu negócio. Não se mostre ansioso para fechar contratos. Realize uma pesquisa e analise o histórico de cada fornecedor, converse com antigos clientes e certifique-se sobre a qualidade do produto.

Coloque o custo-benefício como fator primordial, assim não corre o risco de ser “seduzido” pelo preço mais baixo. Não obstante, jamais deixe imperar a ideia de que os fornecedores são descartáveis. Pratique uma gestão inteligente e trate as outras empresas como parceiras e aliadas.

Faça o controle de entrada e saída de produtos

Escassez e excesso nunca são bons adjetivos para um estoque. Quando a quantidade de produtos chega a alguma dessas situações, significa que a gestão de compras falhou em algum ponto.

Para não correr riscos, é essencial controlar a entrada e a saída de mercadorias. Esse monitoramento permite que o setor responsável tenha noção sobre as verdadeiras necessidades do estoque e evite a compra por impulso ou por “promoção”.

Hoje esse trabalho pode ser otimizado com a implementação de softwares. Ao automatizar os processos, a empresa passa a controlar rigorosamente todas as movimentações de produtos, desde o recebimento na loja até a venda para o cliente final.

Analise o fluxo de vendas

Muitas empresas acabam tomando prejuízo em longo prazo porque não realizam a análise do fluxo de venda — ou pelo menos não trabalham corretamente as informações recolhidas.

Ao analisar o fluxo dos produtos é possível saber se existe um tipo de mercadoria que passa muito tempo no estoque, com um giro muito abaixo do esperado. Essa estratégia é interessante, pois permite que cada caso seja estudado de maneira específica, sem generalização ou “achismos”.

Com os dados obtidos, o gestor pode não somente suspender com segurança a compra do produto, como também pensar em ideias para melhorar o cenário, criando promoções e chamarizes para os clientes se interessarem pela mercadoria.

Negocie prazos e formas de pagamento

É por isso que gerir o relacionamento com os fornecedores de forma inteligente é essencial. Um bom gestor de compras precisa ser sagaz para manter um bom nível de estoque de produtos na loja sem precisar onerar o caixa da empresa.

Quando você se relaciona bem com fornecedores, fica mais fácil negociar prazos e formas de pagamento. Ainda que o seu negócio apresente bons números, uma negociação prévia é importante até mesmo em termos de estratégias de marketing.

Épocas sazonais ou datas festivas são momentos propícios para adquirir uma quantidade elevada de produtos. Havendo um entendimento entre as duas partes, todos conseguem lucrar e manter a parceria forte.

Enfim, aumentar os lucros a partir de uma gestão de compras eficiente é plenamente praticável. Afinal, controlar a quantidade de mercadorias para sua comercialização é compreender os números internos e trabalhar dentro das perspectivas do mercado e dos clientes. Com a ajuda da tecnologia, os resultados positivos podem acontecer com maior velocidade. Então, analise as informações e otimize já a sua gestão de compras.

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