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Gestão Empresarial

Saiba o que é sazonalidade nas empresas e quais os seus impactos!

Saber identificar a sazonalidade é crucial para garantir o sucesso da sua empresa. Veja o conceito, efeitos e como identificá-lo aqui!

Um bom gestor sempre se preocupa com os gastos do seu negócio, calculando o volume necessário de vendas, de investimentos em marketing, entre outros. Contudo, um dos fatores mais importantes que ele também deve se atentar é a sazonalidade nas empresas, o que pode trazer reflexos tanto positivos como negativos à organização.

Continue lendo este post para entender mais sobre o assunto. Aqui, explicamos o que é a sazonalidade, como ela funciona, quais são os seus efeitos nas empresas e como um sistema de gestão auxilia a identificá-la. Confira!

O que é e como funciona a sazonalidade em uma empresa?

No mundo corporativo, a sazonalidade se refere a um período, estação ou época na qual a demanda sofre flutuações ou oscilações. São ciclos anuais de procura por serviços ou produtos, ou seja, elas ocorrem em determinadas épocas do ano e são inevitáveis.

Muitas vezes, as sazonalidades estão ligadas às datas comemorativas, como o Natal ou Carnaval, já que os cidadãos brasileiros costumam comemorar os feriados — comprando presentes ou fazendo viagens — nesses períodos.

Também, é possível que elas se liguem às estações do ano, como inverno e verão — desde que as mudanças climáticas sejam intensas na região — ou acontecimentos marcantes, como campeonatos esportivos ou shows na região.

Quais são os efeitos da sazonalidade nas empresas?

As sazonalidades impactam diretamente na produtividade, faturamento e processos da empresa. Entenda melhor seus efeitos a seguir.

Sazonalidades positivas

Primeiramente, é importante saber que uma sazonalidade pode ser positiva ou negativa. As primeiras ocorrem quando o seu ramo de atividade pode aproveitar do período e conquistar vantagens. Um exemplo consiste em lojas de confecções ou supermercados, que vendem mais produtos às famílias que comemoram o Natal no fim do ano.

Sazonalidades negativas

Já as negativas geram efeito contrário: o ramo pode ser prejudicado com a sazonalidade. Por exemplo, uma loja de roupas de praia têm suas vendas reduzidas no inverno, se a mudança de estação for impactante na região.

Alteração no faturamento

O empreendedor pode aproveitar da sazonalidade para multiplicar suas vendas e faturamento, desde que ele seja capaz de atender ao crescimento da demanda. Contudo, é possível que as vendas caiam nos períodos de baixa, ocorrendo uma quebra no faturamento. Nesse caso, a empresa deve preparar seu capital de giro e fluxo de caixa para manter o negócio funcionando por todo período de baixa.

Impactos nas atividades de empresa

É fundamental que a empresa preveja a sazonalidade e se prepare para aproveitar das vantagens ou se proteger das baixas. Por exemplo, um supermercado precisará criar estoques de segurança para atender as vendas. No caso das sazonalidades, a empresa precisa renegociar com os fornecedores para reduzir as entregas e tornar o negócio mais enxuto temporariamente.

Como um software de gestão contribui para identificação desses períodos?

Nem sempre as sazonalidades serão claras ou óbvias, além disso, também é preciso identificar as pequenas variações sazonais, que são aquelas cujos impactos são menores. Para que você saiba de forma precisa quando ocorrem as variações e quais são as intensidades das variações, é essencial utilizar um sistema de gestão que colete e crie um histórico dos dados do negócio, como o volume de vendas, tickets-médios, informações dos clientes etc.

Além disso, a tecnologia também auxilia no controle do estoque, fazendo com que você mantenha o número adequado de produtos para atender os clientes durante uma sazonalidade. Para escolher a solução ideal para seu negócio, observe se ela preenche os seguintes requisitos:

  • seja direcionada às necessidades das empresas do seu ramo;

  • o fornecedor seja experiente no mercado e apresente cases de sucesso;

  • tenha atendimento de qualidade;

  • que preze pela segurança e desenvolvimento do contratante, fornecendo apoio na sua gestão.

A sazonalidade nas empresas é um fator excepcionalmente importante a ser considerado, para garantir o desenvolvimento da organização durante todo o ano. Entretanto, é fundamental adotar uma boa solução tecnológica para coletar os dados.

Entre em contato com a Nortesys para conhecer mais sobre nossas soluções e entender como elas auxiliam o sucesso do seu negócio!

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Gestão Empresarial

Varejo de autopeças: 5 fatores para alcançar o sucesso

 

Você sabe quais são os principais fatores que levam um varejo de autopeças ao sucesso? Explicamos 5 deles neste artigo. Confira!

Empreendedores de todos os ramos desejam sucesso para a própria empresa. Há elementos relevantes que, quando observados, fazem com que consigam alcançar esse objetivo. O varejo de autopeças é uma atividade que tem diversos fatores e particularidades que levam a boas conquistas.

Para que você saiba como ser bem-sucedido neste ramo, apresentaremos os 5 principais fatores que contribuem para isso. Boa leitura!

A importância de saber o que leva o varejo de autopeças ao sucesso

Muitos gestores acreditam que podem gerenciar o negócio da forma que desejarem, ou seja, sem considerar as exigências do mercado. Isso é um grande erro, já que muitas tendências constituem diferenciais competitivos importantes para se destacar e atrair clientes.

Além disso, o consumidor já não se satisfaz com uma loja básica ou convencional. Logo, é preciso sair do comum, definir e explorar novos modelos de negócio, oferecer melhor comunicação, entregar algo de valor e se modernizar.

Caso o gestor não observe esses fatores, seu negócio poderá se tornar obsoleto. Como consequência, não garantirá sua fatia no mercado. 

Os 5 principais fatores que contribuem para o sucesso

Confira alguns aspectos que podem proporcionar diversos benefícios aos varejos de autopeças.

1. Equipe de vendas bem alinhada

O primeiro fator consiste na qualificação e no alinhamento da equipe de vendas. Os vendedores devem ser capacitados para que possam se comunicar com clientes de todos os perfis, entendendo seus problemas e encontrando formas de solucioná-los.

Também é fundamental que os colaboradores estejam abertos à utilização das tecnologias implementadas no negócio. Com isso, podem cadastrar os consumidores no sistema e consultar o banco de dados para verificar seu comportamento ou histórico de compras. Trata-se de uma forte ferramenta para se comunicar com o cliente.

2. Loja virtual

Ter um e-commerce traz diversas funcionalidades ao negócio. Pela página os consumidores podem verificar se o produto que desejam está disponível no estoque, se informar sobre eventuais promoções ou novidades da loja e entrar em contato com a empresa.

3. Definição de um modelo de negócios eficiente

O modelo de negócios consiste nos diferentes tipos de serviços e de produtos oferecidos pelo varejo de autopeças. Além de vender, você pode entregar produtos em domicílio, oferecer a instalação dos itens, fazer reparos, entre outros diferenciais. Essa estratégia aumenta as chances de o cliente passar mais tempo dentro da sua loja e o fideliza.

4. Boa gestão de estoque

Um dos maiores desafios de um varejo de autopeças é acompanhar os itens disponíveis, já que esse tipo de negócio vende uma grande variedade de produtos. O controle do estoque deve ser bem planejado e garantir que o cliente encontre a peça desejada. Para isso, é relevante criar estoque de segurança e mantê-lo sempre atualizado.

5. Ferramenta tecnológica de gestão

Atualmente, o software de gestão é uma ferramenta basilar para que o varejo de autopeças tenha sucesso, já que garante benefícios como:

  • aumento das vendas;

  • maior produtividade;

  • controle do estoque;

  • melhora das tomadas de decisão;

  • facilidade para manter contato com os consumidores.

As vantagens são garantidas pelo fato de a tecnologia automatizar diversas tarefas e fornecer vários recursos ao negócio, como o controle eficiente de estoque, alteração de valores em massa, cadastro completo de produtos e de clientes, históricos de mercadorias, e muito mais.

Todo gestor de um varejo de autopeças deve se atentar aos fatores listados para obter sucesso no negócio. Ao seguir nossas dicas, você conseguirá satisfazer seus clientes, controlar melhor seu estoque e aumentar suas vendas.

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Farmácia

Descubra aqui 5 indicadores de desempenho para farmácias!

Você gerencia uma farmácia? Veja aqui os 5 principais indicadores de desempenho para farmácias!

Indicadores de desempenho têm um grande impacto na gestão empresarial, por embasarem a tomada de decisão dos administradores. Na gestão de uma farmácia, isso não é diferente: os gestores precisam deles para tomar as medidas adequadas e aumentar os lucros, desenvolvendo o negócio.

Quer se aprofundar nesse assunto? Neste post, veremos melhor o que são esses indicadores, citaremos os 5 principais deles e, no fim, veremos os benefícios que eles podem oferecer à sua empresa. Continue lendo para conferir!

O que são indicadores de desempenho?

Conhecidos como indicadores-chave de desempenho (Key Performance Indicators, em inglês, ou KPI), trata-se de métricas aplicadas periodicamente em um o negócio para verificar se os resultados desejados estão sendo alcançados. Acompanhar esses KPIs é o que permite aos gestores direcionar melhor os recursos do negócio, melhorando o trabalho desenvolvido e acompanhando se tudo está tomando o rumo desejado.

Hoje, na prática, o gestor implementa um sistema de gestão que calcula e monitora os indicadores automaticamente, criando gráficos e planilhas que indicam quais aspectos da empresa estão gerando resultados. Com essas informações em mãos, é possível encontrar eventuais erros e eliminá-los, bem como identificar os ganhos e maximizá-los.

Quais são os X principais indicadores para farmácias?

Há diversos KPIs que podem ser acompanhados, ou não, pelos gestores, a depender de cada caso. A seguir, listamos e explicamos os mais relevantes para as farmácias.

1. Lucratividade

A lucratividade demonstra se a farmácia tem capacidade de gerar lucros, o que pode ser usado para remunerar seus investidores, realizar novos projetos, criar reservas financeiras etc. Seu cálculo é feito pela seguinte fórmula:

Lucratividade = lucro líquido / receita total x 100

Aqui, a receita total consiste em todas as entradas na empresa, enquanto o lucro líquido é o ganho subtraído pelas despesas e custos, como descontos e impostos.

2. Ticket médio

Esse índice demonstra o valor médio que cada cliente gasta nas compras da farmácia. Podendo ser medido mensalmente, o ticket médio indica se é necessário tomar medidas para aumentar a quantidade de produtos vendidos aos clientes, como melhorar o layout e a exposição de produtos, criar programas de descontos ou promoções etc. Ele é calculado desta forma:

Ticket médio = valor total de vendas / número de clientes

3. Sucesso em vendas

Basicamente, o sucesso em vendas é calculado pela taxa de conversão de leads (potenciais clientes). Em outras palavras, ele mede quantos dos interessados nos seus produtos se tornam clientes. Esse índice pode ser medido pelo percentual de clientes atendidos nos serviços farmácias, utilizando a seguinte fórmula:

Taxa de conversão = número de vendas / total de visitas

4. Produtividade

Esse KPI indica a produtividade por funcionário. É importante utilizá-lo para analisar o desempenho de cada colaborador da farmácia, de acordo com seu comportamento operacional. Você pode verificar as metas individuais que esses colaboradores atingiram individualmente, ou analisar o ticket médio de venda de cada um deles.

5. Inadimplência

Baseado na quantidade de clientes que compram e não pagam, esse indicador é relevante para evitar que a farmácia tenha falta de capital no fluxo de caixa ou no capital de giro. Veja como calculá-lo:

Inadimplência = (créditos em atrasos / vendas a prazo) x 100

Quanto às cobranças, o ideal é fazê-las primeiro de forma amigável, e somente depois utilizar a via judicial. Além disso, é preciso ter a maior quantidade possível de dados desses clientes inadimplentes.

Quais são os benefícios desses indicadores para o negócio?

Qualquer empresa conquista um amplo rol de vantagens ao aplicar os KPIs listados até aqui, como:

  • melhores tomadas de decisão;
  • otimização da farmácia;
  • aumento da eficiência dos colaboradores;
  • alinhamento de metas.

Como vimos, indicadores de desempenho são ferramentas excepcionalmente úteis para que o gestor tome as melhores decisões possíveis em sua farmácia. Vale destacar, no entanto, que é muito importante utilizar um bom software de gestão para automatizar esse acompanhamento.

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Gestão Empresarial

Custos fixos e variáveis: entenda as diferenças agora!

Se os gestores querem aumentar seus lucros e sobreviver a longo prazo, é necessário reduzir ao máximo os custos fixos e variáveis do negócio. Mas, essa não é uma tarefa fácil, sendo preciso que o gestor estude minuciosamente as contas do negócio e modernize seus processos.

Se você deseja reduzir os gastos da sua empresa, é crucial entender quais são os seus custos fixos e variáveis. Esses são conceitos basilares para a gestão de qualquer negócio e podem fazer grande diferença na geração de lucro e criação de diferenciais competitivos.

Primeiramente, é importante entender o que significa custo: são todos os recursos necessários para realizar a atividade principal do negócio, ou seja, tudo que você gasta na linha de produção (que ainda podem ser fixos ou variáveis). É importante diferenciar esse conceito das despesas, que são os gastos indiretos da empresa, como salário do pessoal da administração, o setor de contabilidade, de limpeza etc.

Agora que você sabe a diferença entre os dois temos, confira nos tópicos abaixo o que são custos fixos e variáveis, exemplos práticos de cada um deles, bem como quais são os principais exemplos e como reduzi-los.

O que são custos fixos?

São os gastos que não se alteram conforme o volume de produção ou quantidade de serviços prestados. Eles também podem ser chamados de custos de estruturas, já que se associam à capacidade de produção da organização.

Por exemplo, se você aluga uma determinada máquina para produzir peças de roupa, alguns de seus custos fixos seriam a depreciação — perda de valor pelo transcorrer do tempo —, salário-base do funcionário designado para manuseá-lo, manutenções periódicas e seu aluguel. Percebe-se que esses gastos estão ligados à produção, mas não estão sujeitos à modificação. Alguns outros exemplos de custos fixos são:

  • serviços de vigilância e segurança;
  • contabilidade;
  • salários da equipe;
  • aluguéis;
  • telefonia;
  • limpeza e conversação do equipamento.

E custos variáveis?

Resumidamente, os custos variáveis aumentam ou diminuem conforme a produção da empresa, bem como sofrem alterações de um período para outro. Utilizando o mesmo exemplo do tópico anterior, todos os gastos que se alteram dependendo da quantidade de peças que forem produzidas se encaixam nesses custos, como a energia elétrica usada, matéria-prima, parcela do salário que varia de acordo com a produtividade do colaborador.

Ressalta-se que, mesmo que o volume de bens produzidos permaneça estável por algum tempo, o custo com materiais não deve ser considerado fixo, pois ele continuará atrelado à produção. Outros exemplos de custos variáveis são:

Quais são os custos que a empresa deve se atentar?

É importante saber diferenciar os dois conceitos pelo fato de que é possível que a demanda caia e os custos fixos se tornem maiores que os variáveis, o que traz prejuízos ao negócio e pode até causar sua falência.

Isso pode acontecer em épocas do ano em que as compras são menores ou perante crises financeiras, já que o poder aquisitivo das pessoas diminui. Para evitar esse problema, é preciso tomar as medidas adequadas para minimizar os custos fixos.

A forma mais eficiente de alcançar esse objetivo é modernizando ao máximo a administração do negócio, o que é feito com a implementação de softwares de gestão que automatizem o controle de estoque, dos pedidos, as entradas e saídas do caixa etc. Essas tecnologias permitem que essas atividades se tornem mais seguras, econômicas e ágeis, reduzindo os custos fixos.

Se os gestores querem aumentar seus lucros e sobreviver a longo prazo, é necessário reduzir ao máximo os custos fixos e variáveis do negócio. Mas, essa não é uma tarefa fácil, sendo preciso que o gestor estude minuciosamente as contas do negócio e modernize seus processos.

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Gestão Empresarial

Entenda o que é padronização de processos e como fazê-la!

Investir na padronização de processos é uma das principais táticas utilizadas pelas empresas que desejam conquistar excelência operacional e maximizar suas chances de sucesso no mercado.

Quer saber mais sobre essa estratégia? Neste artigo, explicamos no que exatamente consiste a padronização de processos, as principais etapas para fazer sua implementação e quais são os benefícios proporcionados à empresa. Confira esta leitura!

O que é a padronização de processos?

A padronização de processos consiste no desenvolvimento de um modelo ou método único de realizar uma determinada atividade dentro da empresa. Seus principais objetivos são atender às expectativas do mercado, minimizar variações nos serviços prestados ou produtos vendidos e otimizar os processos internos.

Ao implementá-la, os colaboradores passarão a realizar certas operações utilizando uma mesma metodologia, o que minimiza a ocorrência de desvios, retrabalho, incoerências e outros problemas. Ressalta-se que isso não limitará a flexibilidade ou criatividade do seu pessoal, eles apenas saberão os meios mais eficientes de efetuar determinada atividade.

Como implementar a padronização de processos?

É preciso aplicar práticas específicas para padronizar os processos internos com sucesso. Explicamos as principais etapas de como fazê-lo a seguir, confira-as.

Mapeie os processos

Nessa fase, os gestores devem conhecer melhor os processos e as rotinas dos setores de sua empresa. Cada uma das atividades e métodos utilizados pelos colaboradores devem ser anotados, pois isso facilita a identificação de falhas, bem como burocracias que podem ser automatizadas ou etapas desnecessárias.

Com esse estudo em mãos, você poderá criar um plano de ação que corrija os entraves no fluxo de trabalho do pessoal, criando condições para que eles aumentem a produtividade e entreguem melhores resultados.

Melhore a qualidade de produtos e serviços

Essa etapa consiste em aplicar as alterações no campo prático e melhorar a rotina do pessoal. Porém, para que os colaboradores estejam abertos às mudanças, é relevante que eles entendam os motivos pelos quais elas estão sendo implementadas. Nesse caso, será necessário promover reuniões para conscientizá-los sobre a importância das transformações.

Aposte na tecnologia

A tecnologia é a principal aliada do gestor na padronização, pois delegar certas atividades para um software de gestão assegura que elas sejam realizadas de um modo mais eficiente, ágil, econômico e seguro.

Existem sistemas de gestão que automatizam inúmeras atividades burocráticas ou complexas, como a gestão do estoque, controle do prazo de validade de produtos, entradas e saídas, cadastro e histórico de pedido de clientes, alteração em massa dos valores de itens, entre outras.

Monitore os resultados

Depois de padronizar os processos, monitore-os para averiguar se os resultados desejados estão sendo alcançados. Além disso, você poderá detectar novas falhas ou riscos e tomar medidas para aperfeiçoar ainda mais os procedimentos internos.

Quais são os benefícios dessa padronização?

Como a organização utilizará tecnologias e práticas mais modernas, a padronização gera resultados positivos qualitativa e quantitativamente. Entre os principais benefícios que podemos citar estão:

  • aumento da eficiência;
  • maximização da produtividade;
  • elevação da qualidade dos produtos;
  • aumento do controle dos processos;
  • redução de custos;
  • contribuição para o engajamento dos colaboradores.

A padronização de processos poderá trazer poderosos diferenciais de mercado ao seu negócio, mas para aproveitar todos os benefícios dessa estratégia, é fundamental usar conhecer bem sua empresa, investir em ferramentas tecnológicas e promover a melhoria constante.

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Empreendedorismo

Gestão de empresas familiares: como torná-la mais profissional?

Você tem problemas com a gestão de empresas familiares? Leia este para saber como você pode torná-la mais profissional.

É muito comum, em nosso país, que as famílias se organizem e montem um negócio, afinal, haverá um grau maior de confiança entre os envolvidos. Porém, há muitos desafios que surgem especificamente na gestão de empresas familiares.

Leia este artigo para saber como tornar a gestão mais profissional, evitar conflitos pessoais e embates que possam prejudicar o desenvolvimento da organização. Aqui, explicamos os desafios de gestão dessas empresas, as melhores estratégias e quando se reunir para solucionar os problemas.

Quais são os desafios de gestão das empresas familiares?

Esses desafios derivam dos entraves que existiam ou passam a existir dentro do próprio círculo familiar. Isso significa que os problemas pessoais interferem nos processos, na rotina e nas decisões do negócio. Veja os problemas de empresas familiares que surgem principalmente no ramo das lojas de autopeças ou material de construção:

  • desinteresse: membros não se esforçam pelo desenvolvimento do negócio;
  • mistura de contas: membros familiares usam as contas da empresa para gastos pessoais;
  • falta de planejamento: não costumam ter pensar a longo prazo;
  • sucessão: há brigas e discussões internas pela sucessão da empresa;
  • falta de qualificação: membros podem não ter a qualificação necessária para exercer suas funções;
  • conflitos pessoais: brigas pessoais são levadas ao ambiente de trabalho.

Como tornar a gestão desse tipo de empresa mais profissional?

Separe as contas pessoais da empresa

Com o caixa da empresa à disposição, é bastante comum que os proprietários utilizem seu dinheiro em gastos pessoais e não façam a reposição posteriormente. Essa atitude é excepcionalmente prejudicial ao negócio, pois se torna uma prática diária, atrapalhando a realização de bons planejamentos. Para solucionar esse problema, é necessário estabelecer uma determinada quantia para os salários dos gestores, bem como exercer um rígido controle sobre as saídas do caixa.

Faça um planejamento

Todos os negócios precisam de bons planos para se desenvolver. Entre os planejamentos estão o estratégico, o tributário e o financeiro. Muitas empresas familiares são resistentes em relação a contratar profissionais para realizá-los, porém, o gestor deve colocar o futuro da empresa em primeiro lugar, sendo preciso conscientizar os líderes sobre a relevância dos planejamentos.

Escolha um líder

É fundamental que uma empresa familiar tenha um líder. Entretanto, essa é uma questão complicada nesse tipo de negócio, já que pode haver mais de um líder no momento ou eles não aceitarem que outro membro o seja. Além disso, é importante que o líder tenha conhecimento técnico para exercer essa função.

Descreva todas as funções e atribuições

Defina com exatidão quais são as atividades desempenhadas por cada um dos membros familiares e os seus respectivos salários. Caso seja necessário, remaneje os cargos de acordo com os pontos fortes de cada um. Explique aos membros a importância do trabalho individual e como eles contribuem para o desenvolvimento da empresa. Por fim, elabore um plano de carreira baseado em metas e sem nepotismo.

Saiba administrar os problemas

Dentro de uma empresa familiar, surgirão inúmeros conflitos, o que demanda que alguém consiga remediar uma situação de adversidade. Para que você atinja esse objetivo, invista em comunicação, sempre tenha foco no resultado e faça um acordo familiar sempre que possível.

Em qual momento os familiares devem se reunir para definir todos os pontos?

Para saber o momento ideal para definir os pontos, primeiro será preciso criar um Conselho Familiar, que pode incluir todos ou alguns membros que tenham maior interesse no desenvolvimento do negócio. Depois, estabeleça um prazo em que os membros se reunirão periodicamente para resolver problemas, decidir investimentos etc.

A gestão de empresas familiares pode ser bastante complicada, já que são diversos os desafios a serem superados. Mas, com foco no resultado, boa comunicação e bons planejamentos, você conseguirá sucesso no negócio de autopeças.

Quer abrir seu próprio negócio on-line? Confira já nosso artigo que explica como você pode montar um e-commerce de autopeças em 4 passos!

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ERP

Principais tipos de integração de um sistema ERP

Buscar soluções de gestão robustas e eficientes é indispensável hoje em dia, mas, com a quantidade de operações que a ferramenta precisa realizar, é preciso atentar para os tipos de ERP, bem como conhecer as diferentes formas de integração, desmentir mitos, entender sua integração prática, entre outros tópicos relevantes sobre o assunto.

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, ou Sistema de Gestão Empresarial, como é conhecido no Brasil. Trata-se de um sistema que integra vários módulos, dando suporte para o gerenciamento de serviços dentro de uma empresa e até fora dela.

Ele é importante para garantir a integridade e a organização de todas as informações do seu negócio, oferecendo ferramentas para controle, tomada de decisões, planejamento etc.

Neste artigo, vamos apresentar os principais tipos de integração que um ERP pode (e deve) realizar e como isso funciona na prática. Também trazemos os tipos de ERP e mostramos como escolher o fornecedor ideal para seu negócio. Após a leitura, você saberá quais funcionalidades procurar para otimizar a gestão da sua empresa.

Principais tipos de integração ERP existentes

As opções são quase ilimitadas: tudo depende da necessidade da sua empresa e de como isso vai otimizar sua produtividade. Cada caso deve ser analisado com a devida atenção.

Conheça algumas das principais maneiras de integrar soluções no seu ERP de maneira segura e com eficácia comprovada.

Integração da comunicação entre sistemas

Há casos em que dois sistemas diferentes precisam ser integrados, mas não existem meios de fazer com que ambos se comuniquem diretamente. Em situações como essa, é possível utilizar uma terceira ferramenta de integração, que receberá os dados de uma, fará a conversão e enviará para a outra.

Parece a famosa “gambiarra”, mas na realidade não é. Ocorrências do tipo são mais comuns do que você imagina.

Comunicação banco a banco

É bem parecida com a comunicação entre sistemas citada no tópico anterior, mas há diferenças. Por trás de todo sistema de gestão empresarial existe um banco de dados, que é o responsável por armazenar as informações.

Caso necessário, é possível utilizar uma ferramenta ETL (Extração, Transformação e Carregamento, em português), que extrai as informações de um banco, as converte e as armazena em outro banco.

Troca de dados eletrônica

Ocorre quando um sistema exporta as informações em um arquivo, para que o outro sistema o leia e importe os dados para sua própria base de dados.

Esse processo pode ocorrer de forma manual ou automatizada. Prefira sempre sistemas que fazem o processo de modo automático.

Integração por API

Interface de Programação de Aplicativos (API), em português, é a comunicação direta entre dois softwares sem o uso de uma ferramenta intermediadora. São sistemas robustos, que oferecem meios práticos de enviar e receber informações com consistência.

Podemos citar o caso da SEFAZ, plataforma governamental para a emissão de notas fiscais eletrônicas, que oferece uma API de comunicação com ERPs. Com ela é possível enviar e receber dados de forma segura entre diferentes sistemas.

Mitos sobre tipos de integração de um ERP

Com a evolução dos sistemas de informação e o cenário competitivo em que o mundo empresarial vive, quanto mais tarefas automatizadas uma ferramenta realiza, mais produtividade e confiabilidade o bom gestor terá.

Por ser um tema muito discutido no mundo empresarial, é importante esclarecer alguns mitos e dúvidas sobre os ERPs.

A integração compromete o funcionamento do sistema

De forma alguma! Quando feita por uma empresa confiável e bem estruturada, a integração funciona perfeitamente.

A comunicação entre os serviços deve e vai ocorrer de maneira correta, aumentando a produção da empresa e dos colaboradores e organizando todos os seus dados da maneira ideal.

Não é bom integrar sistemas com propósitos diferentes

Falso! Dependendo das suas necessidades, é indicado que você faça isso o quanto antes, pois sua produtividade vai aumentar e a consistência dos seus dados será ainda maior.

Há empresas que precisam integrar seu sistema com outros serviços, como chat de atendimento, e-mail etc. Se as informações são valiosas, elas devem ser armazenadas no lugar correto e receber a devida atenção.

Integração na prática

O cenário ideal é aquele em que se utiliza um ERP com todos os setores integrados, partilhando de um único banco de dados, sem a necessidade de adaptações para se integrar com outros sistemas dentro da própria empresa.

Quanto mais bases de dados diferentes houver, maiores serão as chances de redundância e inconsistência nas informações, mas existem casos em que é necessário e positivo interagir com soluções externas.

Integração com escritórios de contabilidade

Muitas integrações — principalmente as da área contábil — são de grande valia, e um exemplo prático disso é a comunicação com o contador e a realização de escriturações fiscais.

É comum que empresas — principalmente as de pequeno porte — não tenham um setor contábil interno, terceirizando esse tipo de tarefa para um escritório.

Escritórios contábeis possuem seu próprio software de gestão, e um ERP de qualidade tem a obrigação de se comunicar com ele.

Integração com a SEFAZ

Outro caso que vale ser comentado novamente é a comunicação com a API da SEFAZ, pois ela tem ajudado milhares de empresas a ganhar um tempo valioso.

Se um fornecedor emite uma nota fiscal para lhe entregar um produto, por exemplo, por meio da API da SEFAZ você pode importar essas informações no seu módulo financeiro.

No mesmo momento, seu setor de logística já saberá que o material está chegando e ele já constará em estoque sem que uma única palavra precise ser digitada, inibindo a possibilidade de erros de lançamentos.

Em vez de um colaborador ficar horas digitando e inserindo dados das notas fiscais no sistema, tudo acontece automaticamente. Veja bem, é uma economia de horas de trabalho!

Dicas importantes

Se você chegou até aqui, certamente está considerando utilizar um ERP no seu negócio, portanto, saiba que a escolha de uma empresa especializada é de suma importância.

A integração entre serviços é possível e benéfica, mas deve ser realizada por quem entende do assunto e pode provar isso. Só contrate um ERP após uma apresentação clara de todas as suas funcionalidades e de como elas podem otimizar suas rotinas diárias.

Não compre softwares prontos (aqueles que ficam em prateleiras de lojas de informática), pois, apesar de atenderem a algumas poucas demandas, eles não são adaptados para a sua necessidade real.

Principais tipos de ERP

Há diversos tipos de ERP que são desenvolvidos de forma personalizada para cada tipo de necessidade. Como o sistema servirá de base para o gerenciamento do negócio, é importante que o programa escolhido seja adequado ao planejamento estratégico da empresa. Veja quais são os principais tipos a seguir.

Sistemas legados

Esses são sistemas construídos com tecnologias antigas e que não evoluíram. Dificilmente serão ideais, já que sua manutenção é difícil, podem não ter funcionalidades necessárias para satisfazer seu negócio, não costumam ter suporte e não são atualizados conforme surgem novas tecnologias.

Sistemas engessados

Os engessados são ERPs focados em pequenos negócios. Eles são mais econômicos, mas disponibilizam todos os acessórios de um sistema completo. É importante que os empreendedores pesquisem as funcionalidades oferecidas para contratar o software adequado para seu negócio.

Aqui também é possível contratar módulos específicos que satisfaçam as necessidades do negócio. Isso torna o investimento mais viável para pequenas empresas e maximiza o custo-benefício da aquisição.

Entretanto, o sistema não conseguirá acompanhar o crescimento da organização, sendo preciso, no futuro, adquirir um ERP mais complexo ou novos módulos.

Back offices

Apesar de muitos não considerarem esse sistema como um ERP, suas funcionalidades fazem com que o back office esteja perto de ser um. Esse tipo de sistema surgiu diante da necessidade de integrar as plataformas de e-commerce aos ERPs legados.

Posteriormente, os desenvolvedores foram incluindo funções dos ERPs nesse tipo de software, fazendo dele uma plataforma independente.

Sistemas verticalizados

Comumente utilizados por lojas físicas e franquias, os sistemas verticalizados não têm uma gestão especificada, ou seja, sua utilidade é ampla e serve para diferentes negócios. Suas funcionalidades são direcionadas às promoções, ao controle de comissões e a outras utilidades direcionadas a comércios.

Idealizados para omnichannel

Um sistema omnichannel é mais completo que os demais, portanto, é mais indicado para negócios de diferentes tamanhos e segmentos. Ele traz uma gestão mais completa do setor financeiro da empresa, incluindo fluxo de caixa, controle dos produtos, impressão de boletos, emissão de notas fiscais, elaboração de relatórios gerenciais etc.

Fatores considerados na escolha do fornecedor do ERP

Antes de adquirir e implementar o ERP, é preciso considerar certas qualidades do fornecedor do programa para garantir a qualidade na prestação de serviços. Essas características são:

  • qualidade do suporte: é fundamental que a fornecedora ofereça um bom atendimento e diferentes canais de comunicação, como chat online, telefone, celular, e-mail e um suporte técnico de plantão;
  • experiência de mercado: uma empresa com anos de mercado evidencia que é bem gerida e satisfaz seus clientes;
  • ramos de atividades: uma fornecedora que atende a vários segmentos demonstra sua versatilidade e capacidade de atender às necessidades de diferentes empresas;
  • estrutura: é essencial que sua identidade organizacional esteja exposta, isto é, a missão, os valores e a visão, bem como os serviços disponibilizados.

Ao conhecer os diferentes tipos de ERP e de integração, percebe-se que o tema é complexo e que sua escolha deve ser realizada com cuidado. Por isso, é preciso contratar uma boa empresa fornecedora para satisfazer as necessidades de seu negócio.

A Nortesys tem dezenas de anos de mercado e centenas de empresas satisfeitas. Se você quer aproveitar os benefícios de um ERP e garantir o desenvolvimento do seu negócio, entre em contato conosco para conhecer nossas soluções!

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Controle de Estoque

5 dicas para fazer um bom controle de estoque de medicamentos

Exercer a boa gestão de um estoque de medicamentos é crucial para o sucesso das farmácias, pois isso garante a disponibilidade máxima dos produtos, eleva a produtividade do pessoal e aumenta os lucros.

Mas se você quer formas rápidas de solucionar seu problema, este artigo traz as 5 melhores dicas para fazer um bom controlo de estoque de medicamentos. Aqui explicamos como planejar e controlar os vencimentos, fiscalizar a entrada, padronizar cadastros e muito mais. Confira!

5 dicas para controlar o estoque de medicamentos com eficiência

1. Planeje e controle os lotes e vencimentos

Um problema recorrente em farmácias é o controle precário dos lotes e seus respectivos vencimentos, gerando a perda de produtos — sejam medicamentos ou não — pela falta de gerenciamento do prazo de validade.

Recomenda-se registrar imediatamente o produto assim que seu lote entrar na farmácia, além da famosa tática do PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai). Essa técnica faz com que os primeiros itens que tenham entrado na farmácia sejam entregues aos clientes no momento da venda, minimizando a perda da mercadoria por vencimento do lote.

2. Fiscalize a entrada

É pela entrada da mercadoria que começa o controle do estoque, sendo fundamental que todo o processo seja fiscalizado para evitar falhas no recebimento, na contabilização dos bens, checagem do prazo de validade etc.

Nessa hora também é considerada sua confiança no fornecedor, visto que ele deve fazer a entrega conforme contratado para evitar problemas que possam impactar negativamente as vendas e o caixa. Para minimizar o tempo utilizado na conferência dos produtos, recomendamos utilizar um software de gestão que automatize a atividade.

3. Padronize os cadastros

A forma que os produtos recebidos são registrados no seu sistema deve ser padronizada, isso significa que os códigos e descrições devem ser realizados da mesma forma por todos os colaboradores. Essa uniformização minimiza a ocorrência de duplicidades e erros que prejudiquem o inventário.

4. Separe os medicamentos com maior e menor saída

Em uma boa gestão da farmácia, você deve contabilizar quais são os medicamentos com maior ou menor quantidade de saídas. Isso é importante para evitar que seja adquirida uma quantidade desnecessária de determinados produtos, bem como que faltem mercadorias que costumam sair muito.

Solucione esse problema levantando informações como a classificação dos bens em estoque, a quantidade necessária para atender as vendas, o tempo de duração no estoque, o prazo de validade médio desses produtos e o tempo que o fornecedor leva para fazer a entrega após o pedido. Tudo isso auxilia na redução de perdas e maximização dos resultados.

5. Use um software ERP

Existem sistemas de gestão empresarial (ERPs) que são desenvolvimentos especialmente para auxiliar no controle de estoque de medicamentos de farmácias. O principal objetivo da tecnologia é tornar o processo mais otimizado, já que serão automatizadas operações complexas.

Entre os principais benefícios obtidos, estão a minimização do tempo para realizá-las, redução de erros cadastros, de vencimento dos medicamentos, da falta de produtos e inconsistência com fornecedores. Essas vantagens são obtidas quando o programa fornece utilidades como:

  • cadastro completo de fornecedores e clientes;
  • controle detalhado do estoque;
  • gerenciamento de entradas e saídas;
  • maior segurança no controle de informações para realização de pedidos.

Controlar o estoque de medicamentos é uma atividade fundamental para garantir os resultados de uma farmácia, porém isso pode ocupar bastante tempo dos gestores e colaboradores, o que torna crucial a automação do controle para aumentar os ganhos.

Quer ter acesso a uma plataforma de gestão capaz de satisfazer todas as necessidades do seu negócio em relação ao controle de estoque? Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

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Veja como armazenar medicamentos em farmácias e drogarias

Muitas pessoas acreditam que o controle de estoque se resume à entrada e saída de mercadorias, entretanto, essa é uma atividade complexa que deve ser bem administrada. O assunto se torna ainda mais relevante quando se trata do armazenamento de medicamentos, já que há um volumoso número de mercadorias diferentes a serem manejadas.

Diante da relevância do assunto, elaboramos esta publicação em que explicamos a importância prática de cuidar do estoque de medicamentos e, após, quais são as principais ações para realizar o armazenamento de forma otimizada, segura e produtiva. Confira!

Qual é a importância de cuidar do estoque de medicamentos?

A gestão do estoque consiste em acompanhar a quantidade de mercadorias que a empresa mantém, verificando os produtos disponíveis para utilizar internamente ou vender a terceiros. Esse controle é importante para manter o fluxo de bens na empresa e o seu desenvolvimento, já que a atividade garante benefícios como:

  • otimiza o uso de recursos: um estoque equilibrado evita excessos e falta de bens;
  • reduz desperdícios e custos: são reduzidas a ocorrência de vencimentos, produtos perdidos, parados ou obsoletos;
  • garante maior segurança: minimiza probabilidade de furtos;
  • evita reação em cadeia: um controle malfeito quebra a dinâmica dos colaboradores e reduz as vendas, reação em cadeia que impacta as finanças da empresa;
  • integra a gestão financeira: o gestor integrará a gestão do estoque à estratégia da empresa, maximizando os resultados;
  • adéqua o processo à legislação: o estoque deve ser periodicamente informado ao Fisco pelo sistema SPED, assim o bom controle é fundamental para manter sua regularização.

Quais são as principais ações para o armazenamento de produtos?

Invista na estrutura do espaço

Em relacionamento aos medicamentos, é fundamental que o local de armazenamento seja bem ventilado e sem iluminação solar ou umidade, já que esses fatores podem alterar a composição química das mercadorias ou fazê-las perder.

Além disso, a construção deve ser de alvenaria e as paredes precisam ser de cor clara e permitir lavagem, já que será preciso manter o ambiente sempre limpo, sem a presença de pássaros, insetos e roedores.

Controle as entradas e saídas de medicamentos

O controle do estoque se inicia com a entrada das mercadorias, sendo que o primeiro aspecto a ser considerado é o comprometimento do fornecedor, já que eventuais atrasos, falhas e enganos poderão prejudicar o seu armazenamento.

Após o recebimento dos medicamentos, é preciso registrá-lo no sistema de gestão integrado utilizado pelo seu estabelecimento. Isso permitirá que os vendedores saibam imediatamente quais produtos estejam em estoque, bem como que as retiradas sejam devidamente registradas.

Um controle rígido é fundamental para evitar problemas com falta e excesso de produtos, desalinhamento dos registros com o estoque físico e problemas fiscais. Se o negócio não tiver um sistema de gestão, é preciso fazer uma conferência visual.

Atente-se aos equipamentos

Utilize os equipamentos adequados para fazer o monitoramento das condições do local, como termômetros e higrômetros. Para manter o controle da temperatura e da ventilação, instale ventiladores, exaustores e sistemas de condicionamento de ar. Por fim, alguns medicamentos também podem exigir refrigeradores próprios.

Adote um sistema de gestão adequado

Como o armazenamento de medicamentos inclui uma volumosa quantidade de produtos, é inviável que o controle seja feito todo manualmente, por outro lado, a automação realizará uma atualização automática do estoque, o que garante produtividade, eficiência e evita erros. Além disso, um bom sistema de gestão para farmácias e drogarias ainda inclui:

  • cadastro completo de fornecedores e clientes;
  • controle detalhado do estoque;
  • maior segurança no controle das informações para fazer pedidos;
  • controle preciso e rígido de entradas e saídas.

O armazenamento de medicamentos é mais complexo e importante que muitos acreditam. Um controle eficiente e automatizado pode ser o diferencial que o negócio precisa para aumentar seus lucros e se destacar perante os concorrentes de mercado.

Aprofunde-se ainda mais no nosso artigo! Leia nosso artigo que explica o que é e como funciona o Kardex, uma importante metodologia de controle de estoque!

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Saiba quais são os 3 principais tipos de SPED fiscal

O Governo brasileiro mantém um sistema complexo e rigoroso para acompanhar o desempenho das empresas. Os diversos tipos de SPED Fiscal são, portanto, os instrumentos que permitem a informatização de processos burocráticos, facilitando o acesso aos dados requeridos pela Receita Federal.

Se você busca dados concretos e atualizados sobre o assunto, não deixe de ler o conteúdo até o fim! Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o SPED Fiscal — sua finalidade, utilidade e importância — e os tipos variados da obrigação. Boa leitura!

O que é e para que serve o SPED Fiscal?

A sigla SPED é a abreviação para Sistema Público de Escrituração Digital, cuja função é a de simplificar o envio de dados operacionais (pertinentes às operações e aos resultados da empresa) à Receita Federal.

Após a implantação do sistema, todo o trâmite de enviar, receber, validar, armazenar e autenticar os livros fiscais e contábeis foi automatizado, passando a acontecer exclusivamente de forma eletrônica.

A tecnologia, além de permitir que a impressão de diversos papéis, fichas e controles fosse dispensada, também facilitou o cumprimento das obrigações tributárias. Com o SPED Fiscal, as empresas têm mais confiabilidade nos dados que remetem e, assim, evitam erros nos cálculos dos impostos que devem ser pagos.

Qual é a importância do SPED Fiscal?

O valor do SPED Fiscal é sentido nas duas extremidades da cadeia: de um lado, a Receita Federal agiliza o processo de recebimento e elimina a papelada desnecessária. De outro, as empresas automatizam o envio de documentos e minimizam as chances de erros manuais — os quais, quando se tratam de impostos, podem gerar grandes transtornos.

Dessa forma, não é exagero dizer que o SPED Fiscal desponta como um mecanismo eficiente para controlar operações, aumentar a segurança das informações e certificar a conformidade da empresa frente ao Fisco.

Além disso, a economia de recursos — tempo, dinheiro e mão de obra — também é bastante relevante quando se trata das obrigatoriedades administrativas e tributárias.

Quais são os tipos de SPED Fiscal?

Para contemplar as particularidades de cada empresa, o SPED Fiscal se fragmenta em processos distintos, capazes de responder às exigências da Receita Federal. Entenda os diferentes tipos:

1. EFD (Escrituração Fiscal Digital)

A EFD é um arquivo digital em que devem constar todos os registros de documentos e informações fiscais relevantes para o município, o estado ou a federação. A escrituração pontua todas as entradas e saídas, além de fazer o controle de inventário e a apuração de IPI e ICMS.

2. ECD (Escrituração Contábil Digital)

A ECD é a digitalização dos livros contábeis. O arquivo tem fins fiscais e previdenciários e deve conter:

  • Livro Diário e seus auxiliares;
  • Livro Razão e seus auxiliares;
  • Livro Balancetes Diários, Balanços e Fichas de Lançamentos.

3. Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

A NF-e é o documento fiscal que registra as operações de venda, devolução, simples remessa ou transferência de mercadoria. A cada nova transação, a empresa precisa gerar o arquivo a armazená-lo.

Cada documento corresponde a um processo distinto e visa integrar, de forma automatizada, o envio de dados ao Governo. Ao minimizar a burocracia e aumentar a confiabilidade das informações remetidas, os tipos de SPED Fiscal asseguram ao gestor a conformidade de sua empresa — considerando sua atividade e as documentações exigidas na operação — ao mesmo tempo em que aumentam a segurança de que a organização está cumprindo com as demandas fiscais e tributárias.

Se o seu negócio precisa se adequar às obrigações do Governo, ou mesmo está tendo dificuldades em gerir as informações, podemos lhe ajudar a economizar tempo e dinheiro — e ainda assegurar a transparência das transações. Entre em contato conosco para saber mais!